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Na praia com a delícia nerd

Eu e ela formávamos uma dupla curiosa. Dois verdadeiros opostos, eu, moreno, 1.90 m, 97 kg de massa muscular, uma verdadeira ilustração do pecado em forma de pessoa. Ela, branca, 1.65 m, 47 kg que parecem ser menos, evangélica de berço, 20 anos de idade sem nunca ter um namorado, sequer beijou alguém. Assim ela disse, e eu acreditei.

Nos conhecemos na faculdade. Ela era uma nerd em sua essência perfeita, só faltavam os óculos. Eu chegava atrasado nas aulas e perdia mais tempo olhando para as gostosas do que prestando atenção no professor. Como bom degustador de fêmeas, não faço distinção entre tipos físicos, idade ou afins. É fêmea? Eu quero. Diante disso, é claro e evidente que eu já tinha observado aquela nerdzinha, principalmente em duas ocasiões: uma em que ela esqueceu o cinto em casa e passou 50 minutos com aquele cofrinho branquelo à mostra e, em outra ocasião que ela esqueceu o soutien, e sempre que respondia às perguntas do professor, aqueles peitinhos empinados pareciam querer rasgar a blusa de tecido fino.

Mal sabia eu, mas de alguma forma minha pessoa despertava a curiosidade daquela pequena nerd. Tanto que, por intermédio de um amigo meu, fizemos contatos virtuais e começamos a trocar algumas idéias. Ela contava suas coisas de igreja e tentava me converter, eu apenas usava a tática de parecer interessado na conversa para atrair algo mais além disso. Os papos eram frequentes, diários, e cada vez nos tornávamos mais conhecidos um do outro. Na faculdade passamos a lanchar juntos, andar juntos, fazer trabalhos juntos, etc. Tudo que leva ao sexo, exceto por um detalhe, ela parecia ser “pura” demais, e eu não estava afim de ter tanto trabalho para trepar.

Mas como eu sempre digo, no fucking pussy is left behind. Era a hora de mudar a estratégia. Resolvi apimentar a conversa e falar de sexo. Como já tínhamos intimidade suficiente, ela poderia: a) ignorar o papo e pedir para mudar de assunto, sem ônus (nem ânus) ou b) falar de sexo também. Você, caro leitor experiente, sabe que quando uma mulher fala de sexo com um homem pode significar uma coisa: ela cogita a possibilidade de dar para aquele homem.

E ela escolheu a opção “b”, que me assustou tanto quanto me deu esperanças de sair com o quadril roxo depois de copular aquela bunda magricela. A minha querida nerd crente era totalmente virgem (como falei no começo do texto), mas conversava de forma a deixar claro que aqueles 20 anos de espera já estavam a tirando do sério. Marcamos então um almoço para o dia seguinte.

Para dar uma boa impressão, já sabendo qual o seu gosto por comida, a levei para um respeitável restaurante da cidade. Qual o motivo de levar ao restaurante? Já ensinei aos meus antigos leitores, mas reforço por aqui: você pode ver quanto uma mulher é boa de sexo pela quantidade de comida que ela come. Quanto mais comer, mais tarada ela é, tiro e queda, clean and clear. E como a nerdzinha passou 3 vezes pelo bufê e 2 vezes pela ilha de massas, acho que vocês já sabem o veredicto.

Esqueci de mencionar que ela apareceu com um vestidinho tomara-que-caia-e-eu-veja-os-peitos fabuloso. Aquele tecido tão suave deixava bem evidente o quão empinados eram aqueles peitinhos, que roubavam minha atenção em uma formação de quadrilha com aquela bundinha redonda e pequena, emoldurada por quadris de largura ideal para aguentar minha voracidade sexual por horas.

Para o dia seguinte? Marcamos uma praia, idéia dela. Coloquei minha sunga branca fode-casamento e pude notar como a doce branquinha ficou corada e com os faróis acesos em facho alto imediatamente ao avistar meu volume a poucos metros do seu rosto. E ela? Incrível. Biquini rosa, pequeno, estilo cortininha em cima e semi-cavado em baixo. Aquele corpo branco era a tradução exata da gostosura máxima reservada a uma mulher magra. Os peitinhos eram mais empinados do que eu imaginei, e a bundinha era um ode à perversão. Delícia.

Fui para a água e a convidei, mas ela recusou, queria “pegar um bronzeado”. Sem problemas, voltei molhado e sedutor para o campo de visão daquela envergonhada nerdzinha, o que novamente deixou ouriçados seus mamilos. Me ofereci para espalhar o protetor solar fator 50 em seu corpo delicadamente sedutor, sob nova negação. Mas ignorei e ordenei que ela ficasse de bruços. Meio resistente ela me obedeceu, dando sinal verde para a brincadeira começar. Ajeitei seus cabelos pretos para o lado, depois espalhei o creme suavemente por toda a extensão das costas da menina. Primeiro fiz movimentos suaves, mas logo alternei com uma massagem até a base das costas, já empurrando de forma sacana o biquini milimetricamente pra baixo, revelando pelinhos-de-cofrinho tão dourados quanto o brilho do sol.

Um rebolado discreto da moça revelava que eu podia expandir um pouco mais meu raio de ação. Primeiro segui com a massagem pela cintura da menina, subindo até os dedos encostarem na lateral dos seios. Ela tinha suvaco cabeludo, mas se eu ligasse para essas coisas teria voltado chupeta das minhas viagens pela Ásia.

Ela então falou meu nome em tom repreensivo, assim que sentiu as pontas dos meus dedos em locais não-permitidos. Espalhei então o creme pelas suas pernas, e coxas idem. A moça bem que tentou evitar, mas o prazer oferecido pelas minhas mãos habilidosas era mais forte do que a luta dela contra os seus instintos naturais. Conforme eu subia pelas coxas em direção àquela bundinha delicada, ela dizia “não”, mas não fazia qualquer movimento de repreensão. Então com as duas mãos apertei firme aquela bunda, com vontade de desferir um tapa. Ela então deu um pulo e saiu de mim dizendo “vamos pra água”. Eu bem que queria ir, mas mostrei pra ela que minha trosoba fumegante estava fugindo por cima da sunga. Ela deu um sorriso safado e correu pra água, buscando apagar o fogo que queimava dentro daquela prexeca.

Quando minha situação permitiu, fui para a água atrás da moça. Ela primeiro correu de mim, me obrigando a perseguir ela e agarrá-la firme por trás, causando outra explosão sexual dentro da minha sunga. Beijei aquele pescoço molhado e ela se virou de frente pra mim, me deu um tapa na cara e outro no peito, dizendo que sou muito tarado. Enquanto ela me olhava nos olhos, eu segurei firme com as duas mãos em sua cintura, fazendo com que o corpo dela encostasse na minha trosoba. Ela tentava fugir, mas era inútil. Então elogiei sua beleza, seus olhos, seu corpo, e ela ficava cada vez mais envergonhada. Então rompi a barreira invisível entre nossas bocas e um beijo delicioso se fez presente. Ela beijava com convicção, segurando minha cabeça e meu braço, enquanto eu apenas a prendia junto ao meu corpo, segurando em seus quadris.

Mesmo sabendo que eu não acreditava, ela disse que era o seu primeiro beijo. Ok, se fizer minha trosoba intrépida feliz, pode mentir pra mim à vontade. Beijei a mentirosinha novamente, agora por mais tempo, segurando em sua bunda para trazê-la junto a mim, que enroscou suas pernas no meu corpo enquanto eu caminhava mais para o fundo da água, ficando mais longe de voyeurs, paparazzis e ondas empata-foda. Enquanto eu alternava entre alisar as costas, a perna e a bunda da minha deliciosa companheira, ela prendia mais seu corpo ao meu com suas pernas. À medida que sentia minha piroca quase a ponto de explodir, ela me beijava com mais vontade e se agarrava mais a mim.

Abri a “cortininha” do biquini e dei liberdade a quiçá os peitos mais lindos que já vi nessa vida. Claro que a água salgada não me permitiu ver com exatidão, muito menos chupá-los, mas a sensação de sentir aqueles biquinhos quase perfurando meu corpo era incrível. O tesão estava chegando a níveis incríveis e ela não parava de me beijar, minhas mãos já conheciam cada parte daquela moça tesudinha. Não foi possível controlar o ímpeto, então coloquei minha trosoba pra fora. Era inevitável que minha minhoca intrépida buscasse o primeiro buraco disponível, ainda que houvesse pano na frente. Ao sentir a pressão, literalmente, minha doce nerd arregalou os olhos, se soltou de mim e ajeitou o biquini. Ela disse que eu era louco e estava passando dos limites.

Ela foi caminhando à minha frente, com a cara fechada. Eu fui atrás, com a jeba para fora (e nesse momento só essa cabeça pensava) e abracei a menina por trás, segurando firme seus dois seios e encaixando perfeitamente o pau entre suas nádegas. Ela deu um gemido e ousou resistir, mas comecei a lamber e chupar de leve seu pescoço, o que a deixou indefesa. Ela tentou se virar de frente pra mim, mas eu já havia a levantado do chão e estava com uma mão em seu seio esquerdo e a outra mão masturbando aquela prexequinha magrela e cabeluda por dentro do biquini.

Isso fez com que ela rebolasse gostoso enquanto meu pau empurrava o biquini todo pra dentro daquela bundinha incrível. Mas do nada ela parou, me deu duas cotoveladas e saiu andando rápido em direção à areia. Chamei por ela, mas fui ignorado. Enquanto meu pau esfriava, vi aquela bunda gostosinha e branca com o biquini todo enterrado se afastar de mim, quase me fazendo gozar.

Quando finalmente cheguei à areia, ela já tinha colocado a “saída de praia” e arrumado suas coisas. Disse que eu sou abusado e queria ir embora. No carro, à caminho da casa dela, ela mal falou comigo durante todo o trajeto. E quando chegou, ela pelo menos se despediu com um “tchau” mais seco do que prexeca de mulher frígida. Eu fiquei observando aquela magrinha se afastar, com a sensação de satisfação, ainda que eu tenha ficado com o pau na mão.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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