#2

Arrependimento da delícia nerd

Depois daquele dia, não nos falamos mais. A menina passou a me ignorar em todas as mídias sociais. Na faculdade, mal me cumprimentava com um “boa noite” ríspido e nada mais. Porém, eu notava que ela estava sempre me observando, principalmente quando eu conversava com outras mulheres. E quando eu comecei a sair com uma moça da Psicologia, minha doce nerd até veio me perguntar se eu estava feliz. Falei a verdade, afinal eu estava, ora bolas. Logo então o período letivo acabou, puxamos disciplinas diferentes, e definitivamente não trocamos mais nenhuma palavra.

Passaram-se uns 15 meses, quando ela surgiu do nada mandando um “oi” por SMS pra mim. Como eu estava recebendo um boquete épico de uma estagiária da academia, ignorei o SMS. No dia seguinte ela mandou outro “oi”, seguido de um “preciso conversar com você”. Nos encontramso virtualmente e batemos papo por várias horas, aonde eu fiquei sabendo que ela teve um namorado, ficou noiva, terminou, etc. Mas o mais importante é que o papo voltou à temática sexual, e ela revelou o que mais me importava: ela não era mais virgem.

OBS: Virgem pra mim é uma menina de 9 anos, muito feia, que corre mais do que o primo. Acreditava tanto no cabaço da nerdzinha quanto acredito na existência do saci-pererê, aquele folclórico personagem cracudo que pula em uma perna só fumando pela floresta afora.

Ela disse que estaria no centro da cidade no dia seguinte, e me convidou para almoçar, como um “pedido de desculpas”. Fomos a uma bela churrascaria, acabei comendo demais para ter vigor sexual, então apenas caminhamos e conversamos. A roupa dela? Um delicioso vestido florido, com alças finas. O tempo passou mas a predileção daquela delicinha por deixar os seios livres do aperto do soutien continuava. Reparei também que ela estava ligeiramente mais encorpada, talvez com uns 4 ou 5 kg a mais, muito bem distribuídos. Na despedida, um beijo de surpresa, com gosto de picanha e farofa, para ficar na lembrança.

Marcamos outro almoço para a semana seguinte, que ela retornaria das férias do trabalho. Dessa vez ela estava de roupa social, com soutien, e uma calça social bem colada, que revelava o quanto aquela magrinha nerd da faculdade estava se tornando uma “falsa magra” de respeito. Fui bem sincero com ela e deixei claro que o único almoço que eu queria era ela. O resultado foi um rosto corado que me cativou como cativara antes.

O tempo era curto, uma hora teria que ser suficiente para conhecer aquela prexeca cabeluda por dentro, deixar que aquela nerdzinha gostosa cavalgasse na minha trosoba até que esta afinasse. Sugeri uma ida ao meu carro, mas a moça negou, disse que “queria algo especial comigo”. Tománucu né? Mas eu não tinha escolha, então tudo se resumiu a mais um almoço ao longo da semana. Mas dessa vez sentei ao lado dela, e enquanto almoçávamos, meus dedos exploravam o que era possível. Primeiro aquelas coxas, subindo vigorosamente até a prexeca, o que provocava o arrepio da minha parceira. Outrora os dedos buscavam as costas, e entravam dentro daquela calça social, sentindo a calcinha de algodão e o cofrinho suado da menina. Uma delícia. Ela apenas fazia “cara de paisagem” e descontava seu tesão no sanduíche que estava em sua mão.

Após a despedida com beijos calorosos, marcamos (guess what?) uma praia para o final-de-semana seguinte. Ela disse que comprou um biquini mas nunca tinha usado pois achou-o indecente por demais. “Muito cavado”, ela disse. E realmente era, assim confirmei quando, já na praia, ela tirou o micro short e revelou aquela bunda ainda mais tesuda do que da outra vez, engolindo quase que totalmente o biquini. Ela perguntou minha opinião, eu disse que estava fabuloso.

Dessa vez fomos direto pra água, acho que a idéia de finalizar o que começamos 15 meses antes estava bem viva na cabeça de nós dois. Um forte abraço e beijos pra lá de calientes eram o passaporte para a minha mão viajar por cada parte daquele corpo branquelo e magrelo, mas que me seduzia de uma forma descomunal. Todos sabem que sou carnívoro por natureza, mas tem certos ossos que fazem-me rosnar como um cachorro faminto. E eu rosnava, latia e babava por aquela nerdzinha. Com ela abraçada em mim como uma rã, coloquei imediatamente minha trosoba incandescente para fora, e ensaiei um movimento de cópula, forçando entrada naquela buceta tesuda, que ainda estava protegida pelo biquini.

A doce nerd gemia em meu ouvido ao sentir o vigor da minha minhoca veiuda, e mordia minha orelha, mordia meu pescoço, mordia meu ombro, arranhava minhas costas, ela mal conseguia se controlar. Foda é que tantos arranhões e mordidas profundas somados à água salgada e ao sol queimando causavam uma ardência catastrófica. Aquilo estava despertando em mim um espírito de carrasco torturador, e a vontade de penetrar aquela moça se transformou em uma vontade de invadir com violência, chutando a porta e dando soco na cara de quem entrasse na frente. Isso mesmo, começou a tocar Matanza na minha cabeça.

Com a mão por baixo dela, puxei seu biquini pro lado, fazendo ela dizer um “não” bem baixinho e sofrido no meu ouvido. Eu fingi que não ouvi e deixei que meu dedo indicador sentisse como estava melada aquela prexequinha. Quem conhece a textura do mel oriundo da buceta em contato com a água do mar sabe do que eu estou falando. Enfiei um dedo nela e usei outro dedo para massagear seu tenro grelinho. Ela gemia no meu ouvido e ensaiava um rebolado singelo, que delicinha. Quanto mais fundo meu dedo ía, mais ela me abraçava forte e demonstrava seu tesão. Aqueles peitos empinados e duríssimos pareciam querer perfurar minhas costelas. E quando troquei o dedo de porta USB, ela deu um pulo ao sentir seu cuzinho ser invadido, e gentilmente afastou minha mão, ok, sem problemas.

A piroca não queria mais saber de ficar fora daquela brincadeira. Posicionei meu torpedo na porta da plataforma de lançamento e… escorregou pra baixo. Sem problemas, nova tentativa de chutar pro gol e… na trave! Caralho, que bucetinha fechada. Fiquei tentando algumas vezes e não tinha jeito, o nervosismo dela só complicava mais as coisas, não tinha jeito. Quer saber? Se era pra rolar sexo, tinha que rolar sexo de verdade. Falei pra sairmos da água que eu tinha uma idéia melhor pra nós dois. No auge de todo o tesão que cabia em seus 1.65 m de altura, ela me seguiu. Fomos para o carro e então para o meu apartamento.

Entrei e a convidei para tomar um banho e tirar a água salgada, ela tímida não aceitou, disse pra eu tomar primeiro que depois ela iria. Então dei uma toalha pra ela, sabonetes e disse pra tomar banho na minha suíte, enquanto eu usaria o outro banheiro. Joguei uma água rápida e deitei-me na cama para observar o show. Show, que show? Bem, minha suíte possui um shower cubical, e até aí tudo bem. O que as mocinhas incautas não sabem é que, de dentro do box, o vidro é um espelho. E por fora, da minha cama, posso observar as mocinhas incautas no banho, bastando abrir uma cortina. Sempre faço isso com elas, e morro de rir quando elas descobrem. Minha doce nerdzinha saiu do banho enrolada na toalha, e ficou me olhando da porta. Chamei-a para deitar ao meu lado e ela fez sinal de negativo com a cabeça, afinal, eu estava pelado e de “barraca armada”. Fui obrigado a levantar, pegá-la no colo e colocá-la na cama à minha maneira.

Já deitada, ela comentou sobre como foi divertido tomar banho se vendo no espelho. Apenas ri. Abri sua toalha e revelei aquele lindo corpo branquinho e cheiroso, 22 anos de envelhecimento trouxe um aspecto e sabor inigualável a esse vinho branco. Que nerdzinha deliciosa. Peitos que continuavam apontando para o céu, com tamanho suficiente para o meu deleite. Uma barriguinha delicada, de mulher, lisinha, com apenas alguns sinais para contrastar com tanta brancura. As pernas também eram macias, suaves ao toque, um espetáculo. E a prexequinha? Como sempre, depilação atrasada, mas ainda assim era belíssima, uma obra de arte. E pra minha felicidade, tinha tanta carne quanto um hambúrguer quádruplo de uma certa rede de fast-food. Era uma verdadeira falsa magra.

O passeio da minha língua começou por aquele horizonte fantástico. Primeiro me encarreguei de beijar e lamber o pescoço da delicinha nerd, que se arrepiava. Fui descendo em direção aos seios perfeitos, os quais longos meses esperei para finalmente chupar. E mereciam atençã0 especial, lambi em volta dos mamilos, chupei, mordisquei, peguei na mão, admirei, chupei os dois ao mesmo tempo, lambi e elogiei. Ela se contorcia de tesão e acariciava minha cabeça com uma mão enquanto cravava as unhas da outra mão nas minhas costas, ô mania!

Deixei aqueles seios após um longo trabalho e fui em direção à barriga sedutora da menina, com seu umbigo deliciosamente posicionado entre duas fontes de prazer extremo. Desci com a língua até o buraquinho, lambi e enfiei a língua lá dentro. Ela não conseguia se conter na cama, pedia pra parar enquanto dizia que aquilo era bom demais. Então desci mais, adentrei pela área de incríveis sensações que separa o umbigo da fonte de tesão supremo. Com a língua fui descendo e me aproximando cada vez mais daquela prexequinha que irrigava mel suficiente pra encher um copo. Eu mal encostei a língua no emaranhado de pentelhos e a doce menina já gemia, a mão que acariciava minha cabeça se tornou uma mão que tentava arrancar meu cérebro fora, tamanha era a força que a menina me apertava.

Enquanto eu chupava aquela buceta com o máximo da minha técnica irretocável, a doce moça se debatia na cama enquanto gemia alto. Ora ela puxava minha cabeça e me sufocava naquela prexeca encharcada, ora empurrava, me forçando a esticar a língua como um tamanduá pra continuar o serviço. Não demorou e ela pediu pra parar que não aguentava mais, só que eu ignorei e chupei com mais vontade, usando o dedo indicador para trabalhar seu ponto G, fazendo-a começar uma tremedeira incrível. Foi quando ela relaxou toda a musculatura e disse que ía morrer. Respondi que ela não ía morrer, apenas tinha acabado de gozar. Foi engraçado ver o sorriso no rosto dela ao saber que tinha gozado, que gozar era assim, etc. Adoro.

Antes que ela se recuperasse da brincadeira, virei ela de bruços, recebendo outra visão do paraíso, uma bundinha branca, linda, com uma marquinha de biquini bem singela, suficiente para dar contraste de perfeição àquela nerdzinha falsa magra que me fez delirar. Meu desejo era montar em cima daquela moça e enterrar toda a minha trosoba até o fundo naquele cuzinho róseo-avermelhado, mas me contentei em enfiar a língua apenas. Ela achou estranho e nojento no começo, pelas palavras dela, e bem que tentou evitar, mas ignorei e logo ela se rendeu ao tesão do anilingus. Eu abria aquela bundinha e tentava enfiar minha língua o máximo que dava, minha doce nerd, em troca, empinava a bunda em direção à minha cara, enquanto mordia e apertava o travesseiro (ufa, escapei dessa vez).

Peguei uma almofada para colocar embaixo do quadril da delicinha, que aceitou e ficou na posição, revelando aquela prexeca carnuda pra mim. Ela disse achar não estar pronta, apenas disse “está sim” e me posicionei com o mastro na direção exata da perdição. Antes que ela perguntasse pela camisinha, eu já tinha começado a enfiar. Que grutinha apertada leitor! Deixar meu pau parado ali causaria gangrena em 10 minutos. Eu fui enfiando lentamente, afinal ela tinha horas de voo suficiente pra aguentar uma turbulência sem reclamar. A cada centímetro que entrava, ela pedia para eu ir mais devagar e sinalizava isso pegando em meu braço. Fui enfiando devagar até sentir que tinha chegado ao limite. Aquela prexequinha ardente esmagava meu pau como poucas na minha vida.

Comecei a meter gostoso nela, que gemia e alternava caras de prazer com expressões de dor. Ela não sabia se gritava, se me elogiava ou se pedia pra parar. Conforme ela ia entrando no ritmo, eu empurrava mais forte e mais fundo minha pica naquela delícia de prexeca. E o bom de comer uma  mulher de bruços é poder deitar por cima, puxar o cabelo e dizer no ouvido dela o quanto é gostoso invadir ela naquela posição. Minha nerdzinha tinha um cabelo excelente de puxar, encaracolado, natural, no tamanho exato. Ela rebolava loucamente de forma descoordenada enquanto eu metia cada vez mais forte.

Diminuí o ritmo e ela implorou pra eu parar, dizia que não aguentava mais, que já estava com a sensação de que tinha gozado novamente. Ela dizia também que eu era incrível, que eu era gostoso, que eu era demais. E gemia, um gemido fininho e suculento. Quem me conhece sabe que não resisto a gemidos, só me dá vontade de meter mais e mais. Diante disso, eu não podia parar.

Puxei a magrinha para trás e a coloquei de quatro, ainda com minha trosoba pulsante dentro dela. Ela mal sabia ficar de quatro do jeito certo, parece que o ex-noivo era um verdadeiro mané. Me encarreguei de colocar ela na posição correta antes de começar a destruição. Segurei bem firme nos quadris da menina, pra não deixar ela escapar e dei a primeira bombada violenta. A nerd olhou pra trás com cara de assustada, o que me fez meter mais vezes com a mesma fúria. Ela gritava alto, tentava fugir e pedia pra parar. Mas logo entrou no ritmo e começou a gostar da brincadeira. Aquele cuzinho me olhava e pedia por alguma coisa, foi então que enfiei o dedão inteiro, de uma vez. Isso fez minha parceira jogar o corpo pra trás, se abrindo mais para as minhas invasões.

Eu estava bem próximo de gozar, mas o juízo não me permitia gozar naquela bucetinha, por mais que eu quisesse. Ela me afirmou que estava gozando mais uma vez, talvez com o prazer tido pelas minhas bolas batendo em seu grelinho por repetidas vezes.  Nisso olhei pro cuzinho novamente, ele piscava. Tirei o pau e mirei na porta da esperança, já pronto para ignorar uma reação negativa por parte dela. Só que fui surpreendido quando ela disse “vai”, e eu fui. O pau já lubrificado (e esfolado) por aquela bucetinha incrível teve algum trabalho pra entrar, mas entrou. Ela gemia de uma forma cada vez mais gostosa, enquanto repetia várias vezes “é grosso demais”. Que delícia de cuzinho gostoso, e que delícia de menina que rebolava enquanto eu metia lá dentro. Ela gostava e entendia da coisa, agora tá explicado como ela manteve seu cabaço intacto por 20 ou talvez 21 anos. Salve o cu!

Ela se deitou de bruços novamente e ia se entregando cada vez mais ao prazer de ser enrabada por uma trosoba fumegante. Que delícia de cuzinho, um espetáculo. Faltava pouco para eu descarregar minha porra dentro da moça, mas antes ela fez um pedido, que era comer o cu dela de ladinho, que ela adora. Sem tirar o pau de dentro, viramos de ladinho e eu meti forte e rápido segurando no peito e no cabelo dela, dizendo no ouvido dela o quanto era gostoso arregaçar ela por trás. Prendi o corpo dela junto ao meu e fui aumentando o ritmo rumo ao infinito. Ao que ela fez menção de pedir pra parar, meu pau liberou um jato de gozo quente dentro do cuzinho da minha doce nerd. Que abriu a boca em silêncio, revelando o prazer que tinha sentido.

Tomamos um banho juntos, bem demorado, sem sexo, apenas com carícias. Eu e ela estávamos esfolados demais para qualquer brincadeira. Depois a levei pra casa e ela me revelou que já tinha feito anal antes, mas nunca se divertiu tanto, nem jamais tinha sentido o que sentiu naquele dia comigo. E o que eu mais gostei de ouvir? Ela disse que se arrependeu de não ter ido além comigo, naquela vez que estivemos na praia. Sem problemas, acredito que tenha sido melhor da forma que foi.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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