#3

Dessa vez não passa

Conheci essa menina faz alguns anos, pela internet, e sempre fomos muito chegados, mas não conversávamos nada além de coisas de amigo. Até chegamos a nos encontrar uma vez, mas faltou iniciativa de ambas as partes para rolar alguma coisa. Quando ela finalmente fez 18 anos, eu comecei a mudar a temática da conversa, afinal, qualquer coisa que rolasse dali pra frente não me deixaria em maus lençóis com a Justiça.

Uma moreninha deliciosa, de altura mediana e corpo deliciosamente moldado para provocar prazer extremo. Sou meio viciado em morenas, ainda mais morenas com atributos bem sedutores. E, ainda que faltasse algo para eu viciar nessa menina, seus seios fantásticos e sua bunda incrível fazem todo o serviço de atração por si próprios. Caso não fosse suficiente, some a isso cabelos longos e uma boca tesuda por demais, quase um atentado à paz espiritual.

Ela me pegou de surpresa quando me convidou para encontrá-la, sob a alegação de que precisava de uma peça para o computador que tinha dado defeito. Aceitei de início, sem pensar duas vezes. Coloquei uma boa roupa, perfume e fui encontrar aquela delícia no shopping. Antes de sair eu disse a mim mesmo que “dessa vez não passa”.

Descendo na escada rolante avistei de longe aquele tesãozinho, usando uma blusa com decote pouco pronunciado e uma calça jeans bem justa, deixando bem evidente aquele absurdo de bunda. Fiquei de pau duro enquanto me aproximava dela, era impossível controlar os pensamentos pecaminosos que passavam pela minha cabeça. Ao chegar perto e dar os dois beijinhos de praxe, minha vontade era mergulhar naqueles peitos ali no meio do shopping e chupá-los até ser detido e espancado por algum segurança.

Conversamos um pouco enquanto degustávamos um frozen yogurt e eu me esforçava para ela não perceber que meus olhos estavam magneticamente atraídos por aquele par fenomenal de peitos. E não sei se meu pau explodia mais de tesão por causa dos tais peitos, daquela carinha de menina sapeca, da boca que eu queria tanto beijar ou por causa daqueles cabelos que eu só imaginava enroscados na minha mão enquanto eu os puxava. Aquela morena era a síntese do prazer sexual extremo em um só lugar.

Fim de conversa, ofereci a ela uma carona. Eu havia parado meu carro em uma vaga bem afastada de tudo, com a pior das intenções na cabeça (de baixo), mas o meu ataque ocorreria um pouco antes, a caminho do estacionamento. Esperamos um pouco os elevadores mas decidimos ir de escada, para ganhar tempo. Deixei ela subir na minha frente e aquele rabo descomunal estava agora se movimentando a poucos centímetros da minha cara. Óbvio que não iria prestar! Sem pensar duas vezes, em um ato de loucura total, segurei os quadris da moça e enfiei minha cara na sua bunda, mordendo a banda da direita. A morena deu um pulo e olhou para a minha cara assustada, e eu me preparei para levar um tapa, mas ela apenas disse que eu era louco. Mal sabia ela o quão louco eu ainda poderia ser.

A virei de frente para mim, segurei seu pescoço com uma das mãos, apertei sua bunda com a outra mão, colando-a ao meu corpo. A beijei e enfiei a língua em sua boca como se eu quisesse lamber sua epíglote. Ela correspondeu chupando minha boca com vontade e cravando suas dez unhas das mãos nas minhas costas, revelando profundamente o quanto de tesão ela tinha por mim.

Enquanto nos beijávamos, introduzi minha mão dentro de sua calça por trás e puxei sua calcinha pra cima, na intenção de rasgar mesmo, mas o gemido que a delicinha deu foi tão gostoso que eu me contentei apenas em puxar e soltar, em movimentos repetidos, fazendo a calcinha roçar seu grelo da mesma forma que a minha língua queria fazer. Enfiei então a mão mais pra dentro daquela calça apertada, o suficiente para pegar com vontade aquela bunda e sentir com toda a mão aquele nobre pedaço de pele tão sedutor. Mas eu queria mais, então liberei ambas as mãos e, em um golpe só, baixei sua blusa e liberei seus peitos, os quais imediatamente comecei a chupar com a voracidade de mil leões famintos.

Ela tentava afastar a minha cabeça, mas com uma mão eu segurava o peito que eu chupava e com a outra eu puxava o cabelo da morena. Porém, ela tinha razão e não dava mais para se arriscar daquela forma em uma escadaria de shopping aonde a qualquer momento passaria alguém. Precisávamos de um lugar mais tranquilo, e o carro era a solução.

Fomos correndo para o carro, como crianças levadas pensando em fazer alguma arte. Ela foi para a porta do carona, mas eu não abri a porta. A empurrei contra o carro, de costas pra mim, e dei uma encoxada firme segurando por trás aquele par de peitos incríveis. Ela tentava se virar para beijar minha boca, mas não tinha como resistir ao tesão de ter o pescoço explorado pela minha língua habilidosa. A morena rebolava sua bunda tesuda ao sentir o volume da minha trosoba ardente, e eu disse em seu ouvido que eu queria comer o cuzinho dela ali, naquele momento. Ela apenas gemeu e empinou aquela obra de arte na minha direção, como que me dando caminho livre para prosseguir. Então eu soltei aqueles peitos e com as duas mãos abri o cinto e o zíper da calça da menina, empurrando-a para baixo, revelando a bunda perfeita que era da forma que eu sempre imaginei, e engolia aquela calcinha branca com dedicação.

Abri meu zíper deixando a minhoca intrépida respirar, e então encostei-a no meio da bunda tesuda daquela mulher maravilhosa. E quando ela sentiu o calor da minha pica, colocou a mão para trás, pegando meu pau com desejo de levar ele embora de mim. Fiquei surpreso quando a moça se virou para mim, ajoelhou-se e, meio envergonhada, abocanhou-me a trosoba, fazendo-me quase gozar ao sentir aquela língua macia tocar a cabeça do menino.

O boquete começou com ela ditando o ritmo, engolindo o máximo que aguentava da minha piroca e depois devolvia-o para o mundo real. Mas logo a peguei com uma mão pelos cabelos e com a outra mão dei uns tapinhas em seu rosto, fazendo-a gemer enquanto me chupava. Que delícia de chupada aquela gostosinha estava me proporcionando. Quanto mais meu pau era envolto por aquela boca macia e molhada, mais tesão percorria o meu corpo e mais eu ficava louco para encher aquela boquinha de leite. Porém meu DNA já tinha destino certo.

Abri a porta do carro e botei a morena de quatro no banco do carona, com a bunda para fora. Ela achou que era ali que eu iria arregaçar seu cuzinho com a violência da minha mega trosoba, mas ainda tinha um passo a cumprir. Tirei sua calcinha e pus-me a chupar aquela prexequinha encharcada por trás. Leitor, pense em uma prexeca gostosa de verdade. Pois é, essa morena tinha a prexeca mais tesuda que eu me lembrava de ter chupado. Entre as linguadas em seu grelinho, eu alternava com chupadas no cuzinho, que também era de primeira categoria. Enfiei minha língua no cuzinho dela a fazendo rebolar e implorar para que eu enterrasse logo minha pica lá dentro. E o pedido dela foi uma ordem.

Segurei minha doce moreninha pelo quadril, posicionei a trosoba fumegante no caminho da perdição e comecei a invasão daquele território. Pensei em enfiar tudo de uma vez, sem dó, mas a cada centímetro de pica que entrava, a menina se contorcia para aguentar a dor. Eu puxava o quadril dela na minha direção, mas o instinto de sobrevivência do cuzinho dela fazia ela querer fugir do meu mastro. Foi quando ela virou aquela carinha de safada pra mim e disse pra eu meter tudo. Enfiei de uma vez só, até sentir que a cabeça do meu intrépido minhocuçu tinha achado o fundo do baú. Mesmo assim enterrei mais, até ver minha pica sumir inteira dentro daquele cu incrível.

Ela gritou quando eu enterrei e gemia alto e de forma arrebatadora enquanto eu enfiava forte meu pau naquele rabinho guloso. Cada metida era com mais força, eu usava toda a força dos meus músculos para empurrar a menina pra frente na medida que meu pau a rasgava.  A delicinha se desmanchava em tesão e eu estava ficando mais próximo de gozar, mas eu não queria naquela posição, e nem queria gozar sozinho.

Tirei o pau daquele cuzinho e vi que o bicho estava todo esfolado, mas são ossos do ofício e a brincadeira ainda não tinha acabado. Sentei no banco traseiro do carro, abri bem as pernas e mandei que ela sentasse com o cuzinho no meu pau que estava a ponto de explodir. Ela me obedeceu e, assim que sentiu minha piroca dentro de sua intimidade, começou a rebolar deliciosamente enquanto eu a masturbava com uma mão e massageava seus peitos volumosos com a outra mão. Não dava para resistir ao tesão daquela bunda rebolando freneticamente no meu pau, e eu acabei gozando.

Mas quando a morena sentiu minha porra incandescente queimar seu interior, ela rebolou e quicou com mais tesão, mantendo meu pau ereto em seu último sopro de vida após gozar. Ela continou no movimento constante e eu a masturbava com mais força até que ela gozou e se deitou sobre o meu corpo, pedindo para eu parar. Parar? Depois de me manter ereto após gozar? Nem pensar. A virei de ladinho e continuei a enrabando, fazendo-a gritar, até que despejei mais um jato de porra naquele rabo delicioso.

Deixei minha pica amolecer com dignidade dentro daquele cu enquanto eu e ela nos beijávamos de forma suave, satisfeitos por termos despertado tesão extremo um no outro. Ela era um tesão, simplesmente fantástica.

Usamos alguns guardanapos para nos limpar e eu sugeri que partíssemos dali para um motel ou para a minha casa, afinal eu ainda tinha muito daquela delicinha para conhecer, mas ela negou e disse que não poderia chegar tarde em casa. Ok, obedeci a ordem e a levei para o seu lar, recebendo como recompensa um beijo delicioso de despedida.

Pena que no dia seguinte ela voltou com o ex-namorado e eu fiquei apenas como uma lembrança (tesuda e dolorida) na sua memória.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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