#4

Aparelhinho rosa e tic tacs

Duas coisas me matam de tesão: aparelho nos dentes e tic tacs no cabelo. Assim como, quando “de quatro”, qualquer mulher fica deliciosa, eu afirmo sem sombra de dúvida que qualquer mulher fica sedutora usando aparelho nos dentes (com borrachinha rosa de preferência) e tic tacs no cabelo. Qualquer uma! Mas e quando a mulher já é linda o suficiente em sua forma natural e, por ironia do destino, resolve aparecer diante de mim com tal configuração de beleza tesuda? Não há como resistir.

Minha diva em questão é uma professora universitária de 28 anos, branca como a luz do luar, cabelos delicadamente ruivos não-naturais, corpo perfeitamente mignon, uns 1.65 m de altura e não mais que 50 kg. Seios singelos e delicados, com mamilos róseos e apaixonantes. Pele suave, coxas naturalmente grossas e uma bunda de tamanho médio, de textura macia e incomparável. E o melhor de tudo era a boca daquela mulher, que boca perfeita! Um mix entre o demoníaco e o angelical, pecado e santidade, uma delícia de boca carnuda de mulher negra com o tom róseo de acordo com a pele alva da moça.

Nos conhecemos por acaso, dois anos atrás, em um encontro de entusiastas de vinho, sendo que eu sequer sei diferenciar cabernet de merlot, mas fui para acompanhar uma gostosa que eu estava tentando pegar na época. Foi aí que essa delícia de professorinha me apareceu, puxando assunto comigo enquanto eu esperava minha amiga ficar bêbada o suficiente para ceder-me sua bunda. Conversa vai, conversa vem, eu e a professora trocamos contatos. No fim daquele dia, o alvo da minha trosoba bebeu além da conta e, ao invés de leva-lá para tomar uma injeção de esperma com agulha de grosso calibre, acabei deixando ela no hospital para uma dose cavalar de glicose na veia. Lastimável.

Não demorou para que eu e a professora branquela percebêssemos que tínhamos muito em comum. Gostávamos das mesmas coisas, mesmos hobbies, mesmo gosto musical. A única diferença marcante é que ela era crente, mas isso é um ponto positivo, afinal comer crente dá tanto trabalho que acaba tendo um gosto especial.

Marcamos nosso primeiro encontro em um restaurante que é tiro e queda para impressionar uma prexeca-alvo. Claro e evidente que ela se encantou com o requinte e meus galanteios. Tentei sugerir algo da carta de vinhos para ela, mas ela preferiu ficar sóbria para não ser seduzida pelo meu estilo cafajeste. Porém, enquanto voltávamos para o carro, a encostei em uma coluna do estacionamento, segurei em seu quadril e a beijei. Aqueles lábios carnudos entravam em perfeita sintonia com minha língua frenética, e eu logo alternava entre beijos na boca, no pescoço e na orelha, deixando aquela delícia cada vez mais vermelha. Minhas mãos percorriam seu corpo, apertavam seus seios delicados (que estavam sem soutien sobre a blusa) e ensaiavam entrar por baixo do seu vestido, que tinha tecido tão suave que eu podia mapear as pintas do corpo dela apenas com a ponta dos dedos.

A trosoba já estava inquieta dentro da calça social, e então peguei uma das mãos da minha doce companheira e a fiz sentir o calor e o volume do mastro. Quando ela pegou e apertou, soltou um gemido e me beijou puxando meu corpo contra o dela. A virei de costas para mim e ela imediatamente espalmou a pilastra. Levantei e puxei seus cabelos lisos e ruivos e chupei com gosto aquele pescoço, sem deixar marca. Aquela bundinha branca mordia o vestido e implorava pelo meu pau, que tentava de todas as formas rasgar todas as camadas de pano no caminho entre ele e aquela prexeca que tinha tudo para ser incrível. Mas fomos interrompidos por um segurança.

Fomos para o carro e perguntei aonde ela queria ir, ela disse que eu era o comandante e então eu era o responsável pelo destino. Saí em alta velocidade do estacionamento e fui em direção ao motel mais próximo. Chegamos na porta, mas estava lotado, com uma grande fila de espera. Minha companheira então pediu que fôssemos para a casa dela. Obedeci.

Chegando à rua da delícia, ela desceu e mandou eu estacionar o carro. Enquanto eu achava uma vaga, ela ficou me olhando com aquela cara de safada no portão do prédio. Desci do carro e fui correndo pronto para o sexo, mas fui surpreendido quando ela fechou o portão e disse que eu estava afobadinho demais e ainda não era o dia. Ela me mandou um beijo soprado de boa noite e entrou, sumindo na imensidão do corredor. Fiquei com o pau na mão e tão puto que tive que partir dali para o puteiro mais próximo. Dali em diante, era questão de honra arregaçar aquela buceta branca.

Mas não foi nem um pouco fácil. Marcamos mais um encontro, e dessa vez eu caprichei no visual para impressionar aquela delícia pelo meu charme. Levei-a a um restaurante ainda mais refinado, fiz com que ela bebesse umas boas doses de vinho e dessa vez saímos em direção à minha casa, nada de correr risco em motéis lotados.

No caminho ela se deitou no meu colo, colocou minha piroca para fora e ficou brincando com o meu menino enquanto eu dirigia. Eu queria um boquete a qualquer custo, pedi, implorei, empurrei a cabeça dela e nada. Ela apenas brincava e tocava uma punheta deliciosa com aquelas mãos pequenas e magras. Minha trosoba estava exalando fumaça e eu precisava urgentemente enfiar fundo naquela professora tesuda. Chegamos ao meu condomínio e, quando estacionamos na minha vaga… a vadia fez charme de novo! Disse que não iria sair do carro, que estava bêbada, que não devia fazer aquilo, etc. Tentei argumentar, seduzir ela, mas não adiantou, tive que levar ela de volta pra casa. E se ela não tivesse sido filha da puta o suficiente, quando estacionei na porta do prédio dela, ela abriu minha calça, colocou meu membro para fora e me pagou um rápido e magnífico boquete. A boca dela era quente como uma fornalha, sua língua massageava meu pau como se tivesse sido feita para aquela finalidade. E quando eu estava já me contorcendo, ela parou, olhou pra mim, deu um sorriso, pediu desculpas e fui embora.

Puto da vida fiquei parado ali e toquei uma punheta até gozar de raiva.

Ela então me ligou no dia seguinte querendo se redimir por ter me deixado chateado. Me pediu para ir à casa dela, o mais rápido que eu pudesse. Ela não sabia o quão rápido eu poderia ser com tanta vontade que eu estava de fazê-la desfalecer de tanto gozar para pagar o preço por ter me deixado com o pau na mão tantas vezes.

Cheguei e ela logo abriu o portão. Subi e quando toquei a campainha, ela abriu a porta totalmente maquiada e perfumada, mas usando uma camisola de seda bem curta, e seus seios denunciavam a mistura de nervosismo e tesão que aquela delícia estava sentindo, afinal os bicos quase perfuravam o tecido. O perfume adocicado entrou em minhas narinas e me convidou para um ataque imediato. Peguei aquela delícia branca e a joguei no sofá logo em frente. Tirei logo a calça, camisa e me deitei sobre o corpo dela só de cueca. Passei a mão por todo aquele corpo lindo, tirei sua camisola e tive a visão perfeita daqueles seios delicados, aquela barriga branquinha e uma calcinha rosa minúscula, já molhada. Ela me puxou sobre seu corpo e me beijava com vontade, enquanto eu acariciava todo aquele corpo sedutor, preparando ela para receber a violência da minha trosoba enfurecida.

O cenário estava pronto para uma sacanagem sem limites, mas a única sacanagem que aconteceu foi a cena logo a seguir. Ouvi o barulho da porta abrindo, mas o tesão era demais para sair da minha situação. Foi aí que ouvi dois gritos, primeiro da minha professorinha e depois um outro grito vindo de uma senhora que estava exatamente atrás de mim. Antes que qualquer palavra fosse dita, eu já estava levando bolsada e sendo chamado de tarado pela mãe da gostosa, uma senhora (enxuta) de uns 50 anos e vestida com traje de crente fanática. Não satisfeita em me agredir física e verbalmente, me agrediu espiritualmente jogando seu livro santo em minha cabeça. Doeu para caralho. Por mais que minha doce e safada branquinha tentasse impedir, eu fui expulso de sua casa pela crente assassina, que ainda ameaçou chamar a polícia. Fui embora com o pau na mão novamente, rumo a um puteiro, aonde bebi até cair e acordei ao lado de duas mulheres da vida, sem os 300 reais que eu tinha na carteira.

Eu e minha doce professorinha não nos falamos mais. Fiquei sabendo que ela arrumou um namorado, eu toquei minha vida e logo aquela foda frustrada não afetava mais a minha memória. Só que dois anos se passaram e eu recebi um MMS dela no meu celular. Ela me mandou uma foto de si mesma, usando aparelho rosa nos dentes e com tic tacs na cabeça. Gozei na hora.

Em algum instante de nossas conversas eu lembro de ter comentado meu tesão absurdo por esses apetrechos inocentes, e ela não esqueceu. Fez questão de me mandar a foto no dia exato em que colocou o aparelho e, de quebra, prendeu o cabelo com tic tacs. Ela não era mais ruiva, seus cabelos agora eram pretos e realçavam mais sua brancura apaixonante e sua boca descomunal. Perguntei do namoro e ela disse que estava bem, de casamento marcado, mas não conseguia tirar da cabeça o nosso caso mal-resolvido.

A convidei para conhecer minha nova casa, dessa vez sem risco de qualquer acidente ou hematomas causados por um ataque de qualquer crente aloprada. Eu sinceramente não esperava que ela fosse aparecer, mas tirei um bom vinho da adega, preparei uma massa como ela gostava e a aguardei de cueca enquanto ouvia uma boa música. Com alguns minutos de atraso, o porteiro me avisou pelo interfone que uma moça bonita em um Peugeot 207 vermelho disse que tinha minha permissão para estacionar e subir. Aceitei e me preparei para finalmente dar ao meu pau aquilo que ele esperava nos últimos dois anos.

Ela tocou a campainha e apareceu na minha porta usando um vestido amarelo que delineava perfeitamente seu corpo, que estava tão gostoso quanto era antes. O sorriso safado dela com aquele aparelho rosa nos dentes era loucamente sedutor e, para me tirar completamente do sério, ela estava adornada com dois tic tacs no topo da cabeça, prendendo seu cabelo. Ela me disse um “oi” envergonhado enquanto olhava para o meu corpo que estava bem melhor depois de dois anos de treino pesado na academia. A puxei para dentro, colocando-a na parede e beijando sua boca de forma dedicada. Ela suspirava enquanto acariciava meus músculos e sentia minha mão abrindo o zíper do seu vestido devagar.

Assim que tirei totalmente seu vestido, a joguei sobre meu ombro e a carreguei para a cama, enquanto ela apenas ria sem saber o que fazer para se livrar do seu destino de acordar ardida no dia seguinte. Quando a deitei, observei seu corpo fascinante antes de começar a beijar seu pescoço, depois desci pelos ombros até chupar seus seios delicados com devida atenção. Minhas mãos puxavam seu cabelo em conjunto, a deixando cada vez mais excitada. Desci então lambendo sua barriga e seu umbigo, até chegar em sua virilha, que fiz questão de cheirar para inalar o aroma perfeito de uma prexeca encharcada. Apenas a calcinha era capaz de salvar a professora de orgasmos múltiplos inevitáveis. Mas antes de degustar aquela prexequinha carnuda, lambi primeiro suas coxas e beijei sua porta da felicidade por cima da calcinha. Ela implorava pra eu chupar sua buceta, mas não era a hora.

Virei seu corpo de bruços e comecei a beijar suas costas e lamber o caminho feito pela coluna, lentamente, enquanto com as mãos eu masturbava sua bucetinha úmida, ainda por cima da calcinha. Fui mordendo de leve sua bundinha branquela, que ficava vermelha diante dos meus tapas e chupões. Abri aquela bunda e um cuzinho perfeitamente rosado se revelou, intimando minha língua a dedicar alguns minutos de dedicação a ele. Minha professorinha rebolava e se contorcia conforme minha língua fazia movimentos circulares dentro daquele cuzinho apertado. Ela pedia o tempo todo para eu ir com a língua para a buceta, ou meter o pau, fazer qualquer coisa, mas eu ainda queria me deliciar mais com aquele buraquinho rosado incrível. Ela chegou a um nível de prazer tão extremo que gozou, piscando o rabinho com minha língua ainda dentro dele.

Falei que aquela era a hora de chupar a bucetinha, mas ela disse que não queria e fez charme segurando a calcinha que eu tentava tirar. Fiquei puto e rasguei a calcinha, fazendo-a arregalar olhos assustados e sentir que eu definitivamente não estava para brincadeira. A prexeca dela estava totalmente depilada, era ligeiramente carnuda e seu interior era de uma tonalidade rosa bebê, inacreditável, parecia uma pintura. Quando encostei minha língua e senti aquele mel, meu pau pulsava loucamente, mal podia se controlar de vontade de fazer uma destruição com aquela xaninha. Gastei alguns instantes aplicando o máximo da minha técnica de cunnilingus naquela vulva excepcional, fazendo aquela branquinha tesuda urrar, se contorcer e gemer de tesão extremo, arrancando os lençóis da minha cama e dizendo até que me amava. Tesão demais. Não demorou para ela gozar novamente. O rio de mel que escorreu por aquela buceta antes da moça gozar foi apaixonante.

A moça estava ainda trêmula quando posicionei meu corpo sobre o dela, deixando minha piroca ardente na direção exata para conhecer aquela fornalha. Fui invadindo lentamente, conhecendo aos poucos o território que eu havia de dominar em instantes. Sem chances para ela, que tentava se salvar do destino ardente com as pernas. Meu corpo estava tomado por uma concentração explosiva de testosterona e adrenalina, minha piroca ardia como chama infernal e com as duas mãos eu segurava a moça pela nuca enquanto beijava sua boca. A trosoba fumegante sabia o caminho e separava os grandes lábios conforme se aproximava do alvo, e aquela prexequinha caudalosa só amplificava meu tesão.

Minha trosoba foi adentrando lentamente rumo ao útero da minha companheira, que ao sentir meu pau gemia baixinho no meu ouvido e me abraçava com força, a ponto de cravar suas unhas em minhas costas. Comecei a mover meu quadril com força, penetrando vorazmente aquela delícia de bucetinha. Naquele momento lembrei de todas as vezes que aquela safadinha me deixou com o pau na mão, então toda a força que eu a penetrava não era suficiente para compensar minha raiva. E não é que a delicinha gostava de um sexo voraz? Olhei para a cara dela, que mordia os lábios e olhava para cima enquanto grunhia e outras vezes gritava mesmo. E seu sorriso com aquele aparelhinho rosa que a fazia ter 10 anos a menos era sensacional.

Em um gesto rápido a virei de bruços e enfiei novamente em sua buceta encharcada, dessa vez a segurando pelo cabelo enquanto dava estocadas épicas e sem dó. Ela se debatia e gritava pedindo mais, dizendo que eu era perfeito e que estava prestes a gozar. Então deitei meu corpo totalmente sobre o dela e coloquei meu braço em volta de seu pescoço, sem parar em momento algum de meter forte e sem parar naquela buceta incrível. Minha deliciosa branquinha rebolava embaixo do meu corpo, fazendo minha piroca dançar dentro dela em um ritmo frenético e sedutor. Foi então que ela gozou em uma tremedeira sem precedentes, e me implorou para cessar a penetração, mas ignorei e continuei enfiando firme por mais alguns segundos até gozar um jato incandescente de porra selvagem no interior daquela buceta linda (dentro do preservativo, claro).

Caí para o lado com a piroca mole, sem forças e totalmente suado. Ela ainda estava de bruços, ofegante e gemendo baixinho, dizendo que eu sou incrível e louco. Ela se levantou para tomar um banho e disse que não conseguia nem sentir a buceta, de tanto que ardia. Sugeri um banho a dois, mas ela trancou a porta na minha cara dizendo que não faria sexo por uns dois anos depois de ser arregaçada daquela forma. Continuei deitado na cama enquanto a observava banhar-se delicadamente, pelo vidro da minha suíte. Adoro ver como as mulheres se observam no banho achando que o vidro é um espelho, é um verdadeiro deleite dos deuses.

Quando ela saiu do banheiro, eu ainda estava sem forças, deitado na cama, morto. Ela veio até mim com seus cabelos molhados, deixou cair a toalha revelando seu corpo branco moldado à perfeição e disse que eu merecia um presente, sorrindo com aquele sedutor aparelho nos dentes. Ela veio engatinhando na cama como uma gatinha branca manhosa, trazendo aquela boca excepcional bem próxima do meu corpo até chegar no little Del (meu pau). Ela passou a língua pelo meu saco e foi subindo pela minha piroca, que ainda estava se recuperando da selvageria de momentos atrás. Que delícia, que tesão. Quando terminou de lamber até a cabeça, abocanhou-a e prendeu-a com os dentes, abrindo um sorriso logo após. Aquele momento merecia uma foto. Eu disse que gozaria naquele aparelho todo e ela riu, dizendo que não.

Foi provavelmente o melhor boquete da minha vida, aquela boca macia com lábios carnudos parecia ter sido projetada especialmente para isso e nada mais. E ela queria total concentração, não me deixava pegá-la pelos cabelos ou mexer em seus seios, apenas observar e sentir o prazer extremo que ela me proporcionava. Quando tentava engolir meu pau inteiro ela babava por toda a extensão do membro, aumentando o tesão absurdo daquela cena. Era impossível não gozar, e meu pau já pulsava em preparação para o momento. Óbvio que eu não a avisei, simplesmente a segurei firme pelo cabelo e descarreguei jatos de porra naquela boca incrível, perdendo as forças logo em seguida. Para a minha surpresa ela não se distanciou, e continuou chupando até minha piroca amolecer totalmente. Foi quando o momento incrível aconteceu e ela sorriu pra mim, revelando seu aparelhinho rosa coberto por porra. Se eu não estivesse sem nada no saco depois de duas gozadas, gozaria novamente.

Ela então escovou os dentes e se arrumou para ir embora. Pedi que ela ficasse para o jantar e talvez passasse a noite, mas ela respondeu que era moça de família. Safada, tesuda, mulher incrível. Depois que a levei até a porta e nos despedimos com um beijo suave (ok, chupei meu pau e bebi minha porra por tabela, foda-se), eu tomei um demorado banho, devaneando naquele sexo incrível. Quando deitei na cama ainda pelado e meio molhado, achei uma lembrança que guardo até hoje, um dos tic-tacs daquela deusa, que caiu durante a sessão de selvageria. Foi a última vez que nos vimos.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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