#5

A mãe de todas as bundas

No final de uma night qualquer, eu me preparava para levar uma peguete para o motel casa, quando ela me disse que uma amiga iria querer carona. Claro que aceitei. De frente a tal amiga não tinha nada demais, os seios eram pequenos e suas coxas volumosas passariam despercebidas a um olhar desatento. Sua calça jeans era comportada, não revelava nenhum pacote exacerbado. De rosto não era nada impressionante também, tudo normalzinho, apenas seu aparelho nos dentes chamava a minha atenção, e fazia ela parecer ter menos do que seus reais 25 anos. Seus cabelos eram loiros, compridos, comuns também. Mas quando deixei a tal amiga em casa e ela saiu do carro, eu olhei de relance e tive uma ereção instantânea ao ver aquela bunda. Meu amigo, que bunda! Era impressionante ao ponto de eu nunca ter visto nada igual.

Juro que comi minha peguete como nunca naquela noite, metendo em sua bundinha pequena imaginando aquela mãe de todas as bundas. Virou questão de honra saber mais sobre aquela amiga, então logo que cheguei em casa a adicionei no Facebook. Conversa vai e vem, fomos nos tornando bem amigos também, várias coisas em comum, pré-disposição ao sexo. Marquei com a minha peguete uma praia no final-de-semana seguinte, e sem eu sequer tocar no assunto, minha peguete deu idéia de chamar a amiga para ir junto. Como eu amo essa tal Lei da Atração.

Fiquei ansioso para aquela bunduda incrível revelar como era aquele corpo delicioso coberto por pouquíssimo pano, e era incrível. Legítima falsa magra, aliás, magérrima, pele branquinha com alguns pelinhos dourados, peitos pequenos e bem delicados, barriga lisinha e feminina, e a bunda meu amigo, que bunda. Os quadris dela são largos também, o que amplifica a exuberância daquele rabo esplêndido. Pena que ela não ousou no biquini, mas um fio dental ficaria até vulgar naquela mulher.

Enquanto eu torrava no sol e me controlava para não ter uma ereção olhando para aquele tesão de loira, elas conversavam sobre homens. Foi então que a bunduda comentou que um cara disse que ela tinha celulites demais, e eu logo de imediato me intrometi na conversa e disse que homem de verdade não sabe nem a diferença entre celulite e estria, o que importa é carne. Amigo, ela abriu um sorriso metálico tão delicioso que precisei mergulhar na água gelada para baixar minha libido.

Depois desse dia começamos a nos encontrar mais vezes, ela começou a malhar na minha academia e depois de pouco tempo já estávamos saindo sozinhos e, claro, trepando loucamente. Ela me fascinava com a habilidade em me deixar louco e também com sua capacidade ímpar de não se importar em ser lanchinho. Claro que de vez em quando ela me cutucava com a possibilidade de engatar um relacionamento, mas era só durante sua fase docinha da TPM, pois no resto do tempo a gente se encontrava apenas para fazer sexo, e nada mais.

Outro dia talvez eu volte aqui para contar sobre nossa primeira transa, que foi incrível, mas hoje quero falar sobre o dia em que eu comi o que eu mais queria: aquela bunda. Ou mais especificamente como eu comi aquele cuzinho pela primeira vez. Ela nunca negou que me daria o lindo cuzinho um dia, mas ficava fazendo charme, dizendo que não era a hora ou coisa do tipo. Só que piroca dura em cuzinho mole tanto bate até que fura, e furou, furou bem demais.

Depois de uma corrida pela orla, o tesão foi aumentando entre nós dois e eu sugeri que a gente tomasse banho e relaxasse no motel. Ela aceitou sem ressalvas, só disse que se eu arrumasse um motel com piscina ela faria tudo que eu quisesse, afinal estava um calor absurdo naquele dia. Ela estava usando uma calça colada cinza de ginástica, delineando sua super bunda, e um top deixando sua barriguinha branca à mostra, um verdadeiro atentado ao pudor ambulante.

Fomos para o estacionamento buscar o carro e notamos que estava bem vazio, suficiente pra olharmos e pensarmos em coisas erradas. Pensamos em fazer novamente dentro do carro, como já era costumeiro, mas em busca de aventura maior, fomos para um cantinho entre uma pilastra e a parede, com pouco espaço mas suficiente para a diversão.

Quando a peguei pela bunda e a segurei firme, minha musa loira já tinha entendido a minha intenção maligna. Ela se apoiou na parede de frente pra mim e eu fui logo a beijando, colocando meu corpo bem colado no dela, percorrendo aquele corpo suado com minhas mãos, dando a devida atenção para a região do bumbum e também aos pequenos seios, que eram como um ponto fraco dela. O local estava muito quente, e quanto mais nos beijávamos, mais suados nossos corpos ficavam, tanto que ela se encarregou logo de tirar minha camisa e acariciar meu peitoral e minha barriga que estava rasgada na época.

Minha trosoba não conseguia se conter dentro da bermuda, e a loira logo percebeu, colocando a mão por dentro da minha cueca e ensaiando uma punheta, enquanto eu a beijava o pescoço, a nuca e lambia sua orelha. Coloquei seus dois peitinhos pra fora e chupei-os alternadamente, lambendo delicadamente em volta dos biquinhos e alternando com mordidas de leve por toda a parte. Ela já estava ficando descontrolada e me pedindo pra comê-la o mais rápido possível. Coloquei meu dedo dentro de sua calcinha e senti que aquela bucetinha ligeiramente peludinha estava encharcada, transbordando de tesão. Era uma buceta pequena, pouco carnuda, nada exuberante, mas deliciosa.

Fiz com que ela se virasse de costas pra mim, espalmando a parede e deixando aquela bunda na minha direção, ainda vestida. Meu pau já estava do lado de fora, e ela colocava a mão para trás continuando a punheta de antes. Aliás, nunca vi uma mulher tão fascinada em me tocar punheta. Ela dizia que meu pau era tão grosso e veiudo que a deixava excitada apenas por pulsar na mão dela. E minha trosoba não se fazia de rogada, era só estar envolvida por aquela mão que logo começava a pulsar e se aquecer.

Com ela sem o top, eu colocava meu corpo totalmente em contato com as costas desnudas daquela delícia, segurando em seus peitinhos pequenos. Ela segurava meu pau e direcionava maliciosamente na direção do seu cuzinho, mesmo ainda vestida, e eu mexia o quadril de forma a demonstrar o que eu queria fazer. Ela apenas repetia com uma voz sedutora a frase “me come”, várias e várias vezes, enquanto rebolava e remexia de forma deliciosa.

Já que ela queria ser comida, eu não podia deixar de realizar aquele desejo, mas eu queria o cu, e o cu eu iria comer. Abaixei sua calça junto com a calcinha até aquela bunda deliciosa pular. Me abaixei e comecei a beijar e acariciar aquela fantástica perfeição em forma de glúteo, uma delícia. Abri cada banda daquela exuberância e enfiei minha cara no meio, chupando com vontade aquele cuzinho suado. Meu queixo encostava naquela buceta e ficava cada vez mais molhado, mediante o nível de tesão que aquela delícia estava. Enquanto eu chupava seu cuzinho, minha doce loira se empinava para trás, e eu retribuía enfiando a língua, e logo depois enfiando um ou dois dedos, fazendo-a rebolar. Ela já estava no ponto.

Me coloquei de pé e botei a trosoba entre sua bunda, pincelando do rego até a entradinha do cu, indo e voltando. Ela me ofereceu um boquete, mas eu estava concentrado demais para querer outra coisa além de comer pela primeira vez aquele cuzinho avermelhado. A verdade é que ela não é boa de boquete, nunca foi. É divertido gozar em seu aparelho e ver o resultado, mas sua habilidade não é das melhores enquanto sua boca pouco carnuda não ajuda na situação. Mas ela é esforçada e gosta do que faz, então sempre dou uma chance. Mas ali não, ali era a hora e o momento da penetração anal mais esperada desde que minha trosoba entrou em operação.

Forcei uma ou duas vezes para achar a posição e enfiei. Cuspi algumas vezes sobre o pau e a saliva em conjunto com o suor daquela gata funcionaram melhor do que qualquer lubrificante. Nem liguei em pegar um preservativo, o tesão era demais. A segurei pelo cabelo e puxei seu tronco para trás. Enquanto meu pau entrava naquele cu e eu a chamava de vagabunda, ela abria a boca tentando gemer ao mesmo tempo em que se controlava para não gritar de dor. Quem já comeu um cuzinho sabe do que estou falando, ver a mulher de boca aberta com aquela expressão de dor e tesão é tão delicioso quanto a própria foda em si. Minha trosoba rasgava o rabinho daquela gata e ela cravava as unhas em minha coxa direita enquanto sua mão esquerda segurava em meu braço.

Conforme eu estocava forte naquela bundinha eu falava que iria rasgá-la sem dó. Ela pedia mais, pedia que eu fosse cruel, selvagem, violento. Pedia que aquele cu fosse comido como nunca tinha sido na vida, então se tornou questão de honra para mim e minha fiel trosoba. Enquanto eu enfiava, dava tapas violentos naquela bunda enorme, alternando com tapas naquela cara de puta que minha loira estava fazendo. Nossa coordenação durante o sexo era incrível, quando eu forçava a piroca para dentro, ela empinava o cu na minha direção, isso fazia a enrabada ter mais intensidade que o normal. Delícia pura.

Eu empurrava a pica com violência dentro daquela bunda enorme e espremia a vadia contra a parede, que começava a gemer e gritar cada vez mais alto, aumentando o risco de alguém flagrar nosso ato, o que dava cada vez mais tesão. Ela rebolava enquanto colocava a mão para trás, cravando as unhas no meu pescoço. Eu metia e a lambia no pescoço e na orelha, além de dizer no ouvido dela o quão satisfeito eu estava por estar rasgando aquele rabo perfeito. A selvageria da penetração fazia com que ela ficasse com as pernas trêmulas, expressando por palavras o tesão que ela sentia.

Ela sugeriu que eu sentasse no chão pra ela sentar no meu colo, mas ignorei sem falar nada e continuei metendo mais firme, agora puxando o cabelo dela e passando meu braço em seu pescoço, como em um mata-leão, do jeito que ela adorava ser fodida quando estava de bruços. Foi o suficiente pra ela espalmar a parede novamente e rebolar de forma incontrolável. Ela repetia toda hora que iria gozar e pedia para eu acabar logo com aquilo que ela não estava aguentando mais. Sem problemas, fiz exatamente o que ela solicitou e forcei toda a trosoba dentro daquele cuzinho, despejando um jato quase infinito de porra naquele cu. Foi um dos maiores prazeres que já tive ao gozar em toda a minha vida.

As pernas da loira tremiam tanto que assim que meu pau mole saiu de seu cuzinho incrível, ela foi se abaixando até deitar no chão, repetindo várias vezes que eu tinha matado ela. E eu sequer tinha condições de responder qualquer coisa, apenas sentei ao lado dela no chão e suspirava de tesão extremo. Ficamos por ali mais alguns instantes até recuperar as forças e depois levantamos, rumo ao motel, para manter os nossos planos. No motel naquele dia e dali pra frente, todas as nossas transas sempre incluíram uma atenção especial para a mãe de todas as bundas.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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