#6

Chocolate para a Coelhinha Novinha da Páscoa

Por mais que eu tente me afastar de confusão, ela sempre acaba me procurando. Nesse caso a confusão se deu por eu me envolver com a prima de um grande amigo meu, sem problemas nesse ponto, exceto por ela ser novinha. Nada escandaloso, e de acordo com suas próprias palavras, era “velha o suficiente” para entender o que queria e como queria.

Moreninha, 1.65 m, uns 50 kg, longos cabelos castanhos, peitos bem pequenos, delicados e pontudos, com deliciosos mamilos saltados que me levam ao delírio. Naturalmente bonita, com traços delicados e um aparelho nos dentes que dá um toque adicional ao conjunto. Mas seus principais atributos são as coxas volumosas e bem torneadas, além de uma bunda enorme e arrebitada. É do tipo de mulher que não precisa se arrumar para causar acidentes de trânsito na rua, um espetáculo.

Desde que tivemos nossa primeira experiência sexual, não paramos mais de nos encontrar, sempre escondidos, afinal ela cultivava desde os 14 anos um namorado (bem mais velho e rico) escolhido pela família, algo bem retrógrado que ela me confessava odiar. E como um bom zé ruela, o namorado sequer explorava todas as qualidades sexuais daquela moreninha, apenas fazia um “feijão-com-arroz” básico e nada mais. Chegava a ser divertido e ao mesmo tempo revoltante ouvir ela contando sobre suas experiências com o namorado.

Uma de nossas melhores transas ocorreu logo depois da Páscoa, quando marcamos encontro para eu lhe dar alguns chocolates. Quando eu já estava no caminho para encontrá-la no shopping, ela me ligou e disse que ela iria ficar sozinha em casa o dia inteiro, apenas com a tia na casa dos fundos. Fizemos um planejamento rápido sobre como eu entraria sem ser visto por ninguém e fui pra lá. Assim que entrei, esperei um pouco por ela, que apareceu logo depois, trancou a porta, fechou as cortinas, ligou o ar-condicionado do quarto e mandou que eu esperasse por ela lá.

Ela já estava demorando uns 15 minutos para aparecer e comecei a ficar bolado, imaginei que alguém tinha aparecido e me preparei pra alguma merda que pudesse acontecer. Vesti minha roupa de novo e me deitei embaixo da cama, tentando de alguma forma me esconder de algum jeito. Quando ouvi o barulho da porta abrindo, me mantive quieto até ter certeza que ela estava sozinha e eu não estava na merda. Ela me chamou e disse que estava tudo bem, pediu desculpas pela demora e disse que estaríamos sozinhos por bastante tempo.

Quase fui ao delírio quando saí do esconderijo e vi como minha novinha estava. Ela usava orelhas falsas de coelho na cabeça, um vestido preto tomara-que-caia mega colado no corpo com um pompom colado atrás, simulando rabo de coelho, além de carregar na mão um cesto cheio de chocolates que ela dizia ser para a brincadeira. Estava maquiada com um batom bem forte mas no limite, salto bem alto e uma cara de safada que fez meu pau explodir na hora.

Assim que saí e fui pra perto beijá-la, ela me afastou e disse para eu tirar minha roupa. Eu recusei e mandei ela fazer isso por mim, então ela disse que a coelhinha não iria fazer isso, que a coelhinha só queria saber da minha cenoura. Porra leitor, ela queria me tirar do sério. Conforme fui tirando a roupa ela colocou um funk pra tocar e começou a dançar, dizendo ela que era para me excitar (como se fosse necessário). Já sem roupa eu fui na direção dela, mas ela mandou eu sentar na cama e só observar como ela empinava a bunda de forma incrível. Cada empinada revelava um pouco de sua calcinha branca totalmente enfiada e também um detalhe que eu ainda não havia contado aos leitores: ela tem uma buceta ENORME, carnuda como poucas que já vi na vida.

Fiquei sentado na beira da cama tocando uma bela punheta enquanto ela dançava o funk “Louca, Louquinha”, sendo que quem estava ficando louco e descontrolado ali era eu. Quando a música acabou eu perguntei se poderia participar da brincadeira, mas ela disse que não, que queria ver eu gozando em uma punheta por ela e saber se depois de gozar eu teria forças pra fazer o que ela quisesse. Ela queria um escravo, queria alguém que fizesse o que o namorado gordo e velho dela não tinha condições de fazer. Ok, eu estava ali para isso, enquanto ela dançava o funk “Flexionando”, eu tocava uma bronha espetacular. Avisei que gozaria logo e perguntei aonde ela queria que eu gozasse, ela simplesmente se abaixou na minha direção e abriu a boca, dizendo que queria tudo ali dentro. Lamento deixá-lo com inveja leitor, mas ela é uma das muitas mulheres que dizem que minha porra é doce e sempre querem provar.

Fiz exatamente conforme ela pediu, jogando três jatos de porra naquela boquinha linda, tomando o devido cuidado de acertar um pouco naquele aparelho dos dentes, pra ela abrir um sorriso metálico esporrado pra mim, suficiente pra me deixar pronto pra outra. Assim que acabei de gozar loucamente, ela sorriu como eu pedi e perguntou se eu estava pronto para continuar, respondi que sim, apesar de meio receoso, torcendo para a minha trosoba não refugar.

Ela aproveitou que já estava perto do pecado e pegou minha minhoca intrépida com as duas mãos, iniciando um boquete com lambidinhas na cabeça. Logo depois ela colocou tudo em sua boquinha, que ainda guardava parte do meu gozo e eu podia ver cada vez que ela passava a língua na base do meu pau, do saco até a cabeça, loucura. Ela alternava essas linguadinhas com chupadas fortes e tentativas de engolir meu pau todo, apesar de sua boquinha pequena só aguentar a metade. Era divertido ver aquela menina com orelhas de coelho chupando meu pau, mas eu queria mais, queria fazer um 69 e enfiar a cara naqueles 20 kg de buceta, então a segurei pelo cabelo e deitei na cama, puxando ela para continuar seu boquete.

Ainda vestida e usando seu salto enorme, ela se virou e ficou sobre mim na posição de 69 ainda, uma delícia. Puxei o vestido pra cima até a cintura, deixando aquela bunda moreninha e redonda totalmente de fora, a qual não resisti em dar alguns tapas até deixar vermelha. A calcinha branca pequena e encharcada ainda estava no lugar, e eu comecei a lamber aquele melzinho por cima do pano mesmo, fazendo aquela novinha soltar gemidos enquanto se deliciava lambendo e chupando minha piroca. Coloquei a calcinha pro lado e passei a língua naquele cuzinho gostoso, depois desci chupando aquela buceta que irrigava mel de forma incessante, enquanto enfiava um dedo em cada buraquinho que estava ao meu dispor.

Quanto mais eu chupava aquela prexequinha, mais minha morena se contorcia e chupava meu pau com mais desejo, me deixando cada vez mais próximo de despejar outra carga de leite naquela boquinha. Mas se eu fizesse isso com certeza minha trosoba não iria aguentar continuar acordada sem tomar um smurfzinho, então passei a guarda e coloquei aquela moreninha deitada de costas na cama, com as pernas abertas e a prexeca pronta para ser engolida. A idéia era essa mesmo, mas ela pediu para eu fazer ela “se sentir um helicóptero” (sic), igual da última vez que havíamos transado e ela tremeu por vários minutos após ter orgasmos múltiplos com minha língua super habilidosa.

Primeiro tirei aquela calcinha linda e notei que havia o desenho de uma cenoura nela, que minha moreninha descreveu como o caminho para eu alimentar a coelhinha. Com aquela mega prexeca totalmente depilada de frente para mim, comecei o fascinante trabalho de levar aquela novinha a um orgasmo incontrolável. Essa minha moreninha tem uma buceta tão incrível, tão deliciosa, tão carnuda, tão molhada, que é até difícil escolher o que fazer, então fico alternando entre lambidas, chupadas e mordidinhas no grelinho, linguadas no buraquinho, um dedo, dois dedos, absurdo de tesão lamber essa menina tão tesuda. E melhor do que apenas trabalhar no cunnilingus é ouvir os gemidos incomparáveis da moça, uma verdadeira sinfonia do prazer masturbando meus ouvidos.

Com ela já prestes a gozar, forçando minha cabeça entre suas pernas e rebolando de forma incontrolável, eu intensifiquei as chupadas diretas no grelinho, fazendo aquela coelhinha se contorcer em uma gozada épica, delícia total! Enquanto ela ainda se recuperava, sem forças, a virei de bruços e abri aquela bundinha para invadir seu cuzinho apertado com minha língua, lambendo e chupando com voracidade, suficiente para ela rebolar e empinar a bunda, pedindo mais e mais. Continuei lambendo e lubrificando bem aquele cuzinho com cuspe enquanto minha pica já estava mais dura que qualquer rocha. Ela implorou para eu enfiar o pau, disse “come minha bundinha por favor”, com todas essas palavras. Acredita que o namorado dela não gosta de sexo anal leitor? Diz ele que dá muito trabalho. Merece ser corno…

A novinha estava de bruços na cama, com as pernas abertas e a rabetinha empinada. O cuzinho piscava chamando pela minha trosoba fumegante, implorando por sua destruição. Era a hora da verdade, passei um pouco de KY na piroca e coloquei na direção do cuzinho, enfiando lentamente, pois apesar de ela já estar acostumada a brincar assim comigo, aquele rabinho apertado sempre espremia meu pau como se fosse a primeira vez. E como é gostoso enfiar na moreninha e ver ela se contorcendo enquanto a trosoba fazia sua tarefa de rasgar aquelas preguinhas sem dó. Enfiei um pouco além da cabeça e puxei pra fora, depois repeti o movimento e ela rebolou pedindo mais, queria sentir tudo, então puxei seu cabelo com força e fui enterrando devagar enquanto ela mordia o travesseiro abafando seu grito. Quando estava bem próximo do limite, ela empinou a bunda pra trás, fazendo meu pau sumir quase todo dentro dela, que cravou as unhas em meu braço.

Comecei a meter de forma cadenciada, tirando quase toda a piroca daquele cuzinho e enterrando novamente enquanto a menina gemia deliciosamente a cada vez que minha pica entrava. Conforme ela se empinava e rebolava, eu tentava combinar meus movimentos ao dela, resultando em um perfeito ato sexual, digno de um Oscar. Depois ficamos de ladinho e, enquanto meu pau tocava toda hora no fundo daqule cu incrível, eu massageava seus peitos com uma mão, ainda por cima do vestido tomara-que-caia, e masturbava sua prexeca com a outra, enquanto a menina só gemia e dizia que eu era o homem da sua vida. Em determinado momento ela pediu que eu ficasse parado e se encolheu pra frente, apenas com a bundinha na minha direção. Foi perfeito, ela se encarregou de todo o movimento e empurrava seu cuzinho contra o meu pau com muita força e selvageria enquanto ora me xingava, ora dizia que me amava.

Eu estava bem prestes a gozar e ela continuava fazendo aquele movimento incrível, era tesão suficiente para me fazer gozar pela eternidade. Toda a força que restava eu usava para desferir tapas em sua bundinha linda, deixando já cada vez mais marcada, enquanto ela apenas pedia mais e perguntava se eu estava gostando. Gostando era pouco, eu estava me apaixonando. Porém, aquele cuzinho merecia uma gozada estilosa, tirei o pau de repente, coloquei a novinha de quatro na cama e fiquei de cócoras, enfiando a trosoba inteira no cu dela em uma posição típica de filme pornô. Ela me xingou e gritou, então primeiro a sufoquei contra o travesseiro para abafar o som e depois puxei o cabelo dela pra cima com força enquanto metia. Ela começou a implorar pra eu parar, pois já tinha gozado e estava com as pernas tremendo, mas eu mandava ela calar a boca e esperar pela minha porra incandescente escorrendo em seu interior.

Os aromas do coito já estavam dominando o ambiente e aquela delicinha apenas fazia cara de dor e tesão conforme minha pica a rasgava. Suas pernas foram cedendo e ela acabou na posição que começamos, de bruços. Ela dizia que estava gozando repetidamente, que eu era perfeito, mas que não aguentava mais de dor, então a peguei pelo cabelo de novo e disse que ela era minha putinha. Ao mesmo tempo que disse isso empurrei a verga o máximo que pude pra dentro dela e despejei uma poderosa rajada de porra, fazendo ela apenas abrir a boca e ficar estática enquanto me ouvia gozar e sentia o calor do meu líquido ardente. Fiz menção de tirar o pau e sair de cima dela, mas ela mandou eu ficar e deixar amolecer dentro dela, uma situação pra lá de deliciosa. Quando finalmente o little Del dormiu, deitei ao seu lado e fiquei observando o estrago que tinha feito naquela bundinha. Eu estava exausto, mas ela não.

Imediatamente a novinha levantou e disse para eu esperar ali. Ela levou mais uns 10 minutos para voltar e eu comi alguns chocolates para buscar energia, afinal eu sabia que ela não iria descansar enquanto não desse a prexeca pra mim. Então ela voltou com alguns lenços umidecidos para eu limpar minha situação, enquanto ela havia tomado um banho e já estava novamente com o vestido no lugar, cheirosa como se nada tivesse acontecido. Fingi ter ficado revoltado por não ter sido convidado para o banho e ela disse que na casa dela não, ok, sem problemas.

Conforme fui limpando meu pau percebi que ele estava esfolado como nunca, além de dar claros sinais que não estava afim de voltar ao serviço. Enquanto isso minha novinha dizia que ainda não estava satisfeita, que tinha “alguém” com muitas saudades minhas ainda, enquanto apontava para aquela prexeca milimetricamente perfeita. Eu brinquei com ela dizendo que não tinha condições e que queria dormir, mas ela fez “beicinho” e disse que iria ficar muito chateada. Me deitei na cama para dar mais ênfase à minha encenação e ela ficou com raiva, se virou e foi andando em direção à porta. Levantei bem rápido e a empurrei contra a porta, de costas pra mim, e fui beijando aquele pescoço e passando a mão por aquele corpinho lindo, enquanto ela espalmava a porta e dizia ter certeza que eu não a decepcionaria.

Minha trosoba foi acordando a contragosto enquanto eu beijava aquela novinha no pescoço e na boca, pressionando meu corpo contra o dela e já levantando o vestido, podendo sentir aquele corpo de encontro ao meu novamente. Com o salto alto ela ficava quase na altura ideal para o sexo naquela posição, e meu pau ía crescendo no meio daquela bunda durinha e suculenta. Logo eu já estava pronto pra outra enquanto nos beijávamos dividindo um pedaço de chocolate. Minha trosoba batia à porta do cuzinho dela novamente, fazendo ela tentar se virar dizendo que agora era a vez da prexequinha. A virei de costas pra mim e disse que seria na prexequinha, mas por trás. Ela me obedeceu, afastou as pernas e empinou bem aquela rabetinha, gerando uma visão de deixar até gay excitado.

Lembrando que em momento algum ela tirou as orelhinhas de coelho da cabeça, perguntei a ela se minha coelhinha estava pronta para fazer jus à fantasia, ela me respondeu mordendo os lábios inferiores e empinando mais a bundinha. Passei o dedo na bucetinha que pingou mel no chão, dei uma chupada rápida para preparar o terreno, encapei a trosoba, segurei a mocinha pela cintura e enfiei tudo de uma vez, fazendo ela urrar deliciosamente ao sentir-se sendo invadida. Por mais que eu já tivesse comido aquela prexeca de todas as formas possíveis (e sabe-se lá que experiências ela teve além de mim), era incrível como aquela buceta carnuda continuava apertadinha e absurdamente quente.

Comecei uma cadência de penetração cruel e selvagem naquela novinha, que gemia deliciosamente e cada vez mais alto, aumentando o risco da tia chegar para averiguar o que estava ocorrendo. Aumentei mais o volume do rádio até anular o som dos gemidos para fora daquele quarto, apenas eram audíveis por nós dois, e quanto mais ela gemia, mais forte eu metia, mais tapas eu dava naquela bunda e mais eu xingava minha putinha safada de nomes que ela merecia no momento. Ainda em pé virei ela de frente pra mim, que me abraçou pelo pesoço e a segurei por trás dos joelhos, deixando aquela linda bucetinha na posição para engolir meu pau todo. Era lindo ver aquela carinha de tesão me olhando enquanto mordia os lábios ou gemia, e de vez em quando me beijava deliciosamente. Ora eu a encostava na parede enquanto metia, ora sustentava o peso dela para fazer um créu velocidade 10.

O passo seguinte foi aproveitar que já estava segurando ela e jogá-la na cama, mandando ela se livrar do vestido, mas manter as orelhinhas de coelho. Nessa altura do campeonato a camisinha já estava no chão, e minha novinha totalmente nua na cama, de pernas abertas e exibindo sua pele morena com marquinha de biquini, me convidando para continuar nossa perfeita exibição de puro sexo perfeito. Deitei sobre ela no papai-e-mamãe fazendo a cama dela gemer mais do que a própria ninfeta que levava pirocadas sem dó. Eu dava tapas na cara dela e mandava ela dizer quem sabia foder ela direito, enquanto ela respondia meu nome e mandava eu bater mais. Levantei depois as pernas dela e as juntei no alto, deixando aquela buceta fechadinha, a qual enfiei novamente a pica sem dó nem piedade. Ela gritava e dizia que era a melhor transa da vida dela, que ela já tinha gozado várias vezes, que me amava, que queria casar comigo, etc.

Quando tirei o pau, ela se livrou das sandálias e ficou de quatro na cama, dessa vez para levar piroca na prexequinha. Que vista linda leitor, aquela bucetinha já cansada de tanto ser violada e aquele cuzinho mostrando as marcas da selvageria de pouco tempo atrás, e a moreninha incansável pedindo mais e mais. Me ajoelhei atrás dela, puxei seus cabelos e mandei ver. Os tapas que eu dava naquela bunda eram suficientes para nocautear alguém no UFC, mas ela pedia mais, pedia para eu bater mais, então eu batia e deixava aquela bunda cada vez mais vermelha, dos dois lados.

Em determinado momento ela disse que tinha gozado de novo e não aguentava mais, então resolvi a segurar forte pelo quadril e passar para o créu velocidade mil, transformando o interior daquele quarto em uma orquestra sinfônica da putaria extrema, conforme eu murmurava, ela gemia e gritava e a cama quase quebrava diante da nossa foda suprema, eu estava a um passo de encher aquele útero de litros da minha porra. Mas ela me fez um pedido, ela queria cavalgar em mim logo pois sabia que depois daquela foda não iria aguentar mais nada, então não tinha outra hipótese a não ser fazer o que a delicinha me pediu.

Deitei-me na cama e vi aquela moreninha se sentar no meu pau vagarosamente, já totalmente ardida de tanto ser penetrada. Minha piroca já devia estar em carne-viva também, mas estava pronta para aguentar mais aquela última brincadeira. A novinha engoliu todo o meu pau com a prexequinha e foi rebolando devagar, mexendo o quadril e sorrindo pra mim enquanto alternava com caras de safadeza e uivos olhando para cima. Aquele corpo lindo me dava um tesão supremo enquanto eu pegava naqueles lindos e pequenos peitinhos a massageando na mesma cadência dos seus movimentos. Mas daquele jeito eu nunca iria gozar, e meu pau dava a entender que iria desligar de qualquer forma dali a poucos instantes, então a puxei pra baixo, a abracei e beijei, dobrei meus joelhos e elevei o quadril, fazendo uma penetração vigorosa em um ritmo mega rápido, fazendo ela gritar que não aguentava mais. Ficamos assim por alguns instantes até eu dar uma das melhores gozadas de toda a minha vida, sem nem me preocupar que não estava de camisinha e que dali a 9 meses poderiam nascer coelhinhos daquela moça.

Ela ficou em cima de mim até minha pica desligar e sair honrosamente daquela grutinha destroçada. Adormecemos por alguns minutos naquela posição, até ela acordar assustada procurando o relógio. Eu tinha uns 30 minutos até começar a ficar arriscada a minha presença no local, então trocamos de roupa, limpamos a cena do crime e ainda namoramos um pouco só com beijinhos e carícias antes de eu ir embora. No carro voltando pra casa, recebo dois SMS, o primeiro dela dizendo “você acabou comigo…” e o segundo “…mas foi o melhor dia da minha vida”. Não só o dela.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s