#7

Em cima do freezer

Leitor, você se lembra da minha querida amiga loira, que deliciosamente considero como a mãe de todas as bundas? Pois bem, contar-lhes-ei sobre uma deliciosa rapidinha que tivemos, na festa de aniversário de sua sobrinha. Era uma festinha infantil, dessas com muita comida, bebida e deliciosas MILFs (mães que desejamos fornicar). Mas eu nem conseguia me concentrar nas MILFs, pois entre um salgadinho/copo de cerveja e outro, eu observava aquela loira deliciosa circular com sua bunda enorme para todos os lados, fazendo as vezes de animadora de festa.

Trajando um vestido florido comportado, aquela delícia sabia que me tirava do sério e, vez ou outra, quando não me dava um beijo suculento, fazia questão de estacionar suas mega nádegas em frente aos meus olhos, deixando meu instrumento em riste perante aquela visão do paraíso. E havia algo mais que provocava minha libido a níveis ionosféricos: a trança no cabelo. Junto com aparelhos nos dentes e tic-tacs no cabelo, tranças povoam meu imaginário sexual de forma agressiva.

Por se tratar de uma rapidinha, não faz sentido eu me alongar muito descrevendo o acontecido para vocês, portanto vamos direto ao estopim de uma das minhas fodas mais arriscadas (especialidade minha e da minha delícia loira bunduda). Eu estava distraído quando a mãe de todas as bundas passou por mim pedindo ajuda para buscar um engradado de cerveja que estava na área de serviço. Claro que identifiquei a maldade naquele convite, visto que cerveja era o que não faltava na área da churrasqueira. Já levantei animado.

Entramos em um quartinho com vários engradados de cerveja, um freezer horizontal ligado e pouco espaço para qualquer brincadeira que não envolvesse o freezer. E logo que “trancamos” a porta (coloquei um engradado de cerveja na frente pra dificultar a abertura), levantei seu vestido e a coloquei sentada no freezer de frente pra mim e começamos a nos beijar de forma quente. Enquanto as mãos dela já começavam a arranhar minhas costas, eu a segurava pelo quadril e deixava-a sentir como minha trosoba estava rígida por baixo do jeans.

Com os dedos senti aquela calcinha encharcada no caminho da brincadeira e, ao liberar a visão daquela prexeca toda depilada, me deu uma vontade enorme de beber daquele mel, mas para algo que deveria ser rápido (logo dariam falta da animadora da festa), pensar demais e agir de menos não era uma opção. Com a loira sentadinha no freezer e de pernas bem abertas, cheguei sua calcinha pro lado e meti a cara naquela vulva quente, chupando e lambendo aquele grelinho como se fosse a última boceta da humanidade. Enfiei um dedo no buraquinho e outro em seu cuzinho, enquanto aplicava a técnica suprema do cunnilingus extremus fazendo aquela prexeca ficar cada vez mais irrigada.

Quando começou o tremelique, coloquei a trosoba fumegante pra fora e, em um gesto rápido, adentrei aquela gruta de imediato, inserindo ali dentro cada milímetro da minha piroca abençoada pelos deuses do sexo. Ela me abraçou e me chamou de gostoso, e enquando eu metia forte naquela boceta, empurrando o freezer e fazendo uma barulheira do caralho, a delícia alternava gemidos com beijos em minha boca. Que tesão fudido que estava me dando, a vontade de dar uma gozada naquela loira era incontrolável. Mas como a camisinha ficou só na idéia, não era minha intenção bancar uma festa infantil dali a pouco tempo, logo, hora de estuprar aquele cu.

Ao ver que eu tirei a piroca em riste de sua buceta e me afastei, ela já entendeu qual era a minha idéia. “Viciadinho em cu” era como ela me chamava com razão, e, definitivamente, não tem como não viciar em penetrar uma bunda monumental como aquela. Ela primeiro ficou de quatro em cima do freezer, criando uma visão do paraíso que eu me lembro até hoje, mas ficou alto demais, suficiente apenas para dar algumas linguadas no seu buraquinho, preparando para a invasão. Logo depois ela então desceu, se apoiou no freezer, abriu as pernas e empinou aquela bunda perfeita, liberando o túnel para a entrada da minha locomotiva.

Como a calcinha já tinha assado meu pau quando meti na prexeca, dessa vez arriei a dita cuja, até o meio da coxa. Levantei novamente o vestido, agora só até liberar a visão da sua bundona para meu deleite. Dei duas cuspidas de praxe e lambuzei tanto a trosoba quanto o rabinho para facilitar o trabalho, embora aquele mel vaginal já tinha se encarregado de deixar tudo bem molhado e escorregadio. Cuzinho na alça de mira da trosoba, era hora de arregaçar. A segurei pelo cabelo com as duas mãos, como uma vadia, e fui enfiando devagar, parando a cada dois dedos de pica que entrava. Ela grunhia e pedia pra enfiar tudo de uma vez, mas a desobedeci até ver a metade do pau lá dentro. Aquela imagem do meu pau dentro da bunda mais fantástica do mundo merecia uma foto.

Vendo que eu estava de sacanagem com ela (literalmente), ela empurrou o quadril pra trás, engolindo o que restava de piroca. Na verdade eu estava fazendo uma enterrada cadenciada porque minha vontade de gozar já estava próxima ao incontrolável. Só que aquela provocação instigou meu lado selvagem, e eu meti forte naquela bunda, tirando a piroca quase inteira para logo em seguida enterrar novamente sem dó nem piedade, como se a idéia fosse rasgar toda aquela putinha por dentro. E ela me provocava ainda mais, implorando para ser destruída, rasgada, etc.

Ouvimos o nome dela ser gritado lá fora, enquanto alguém tentou sem sucesso abrir a porta do recinto. Mas ignoramos solenemente, pois estávamos em outra dimensão, e eu continuei metendo como se o mundo estivesse prestes a acabar, fazendo aquela deusa da bunda suprema tremer a perna e ser recheada com alguns litros da minha porra ardente dentro do seu cuzinho lindo e rosado.

Quando finalmente voltamos à realidade (principalmente por ouvir alguém chamando pelo nome dela lá fora com uma intensidade bem mais convincente), minha piroca foi gentilmente expulsa de dentro daquele delicioso rabo. Enquanto ela tentava se recompor com rapidez, respondendo à voz que quase nos atrapalhou, eu continuava ali com a trosoba esfolada para fora, delirando ao observar aquele rabo excepcional à minha frente, desejando invadi-la repetidamente, até alguém tentar arrombar a porta ou invadir pela janela e nos separar à base de jatos d’água ou usando um extintor de incêndio.

Voltamos para a festa com cara de paisagem, e era impossível esconder o sorrisinho safado cada vez que nossos olhares se cruzavam. Era questão de tempo até voltarmos àquele quartinho do freezer para outra sessão frenética de sexo incrível. Ahhh, como sou louco pela Mãe de Todas as Bundas.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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