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A Falsa Novinha

Hoje introduzo mais uma personagem ao meu ról de delícias que passaram pela minha trosoba ardente, trata-se da falsa novinha, uma menina loira falsa de medianos cabelos lisos, com seus 1.70m de altura, peitos deliciosamente grandes, cintura pouco definida e quadris singelos que combinavam com a bundinha branca, pequena e arredondada. Delicadíssima, tem um corpo que não exala tesão ao primeiro momento, até observar-se como seus peitos são empinados. Mas algo a se considerar é seu jeito de novinha rebelde, meio emo, com carinha de menina sapeca e bochechas salientes. Tudo isso completa este néctar envelhecido em barris de carvalho por 25 anos.

Descrever a primeira experiência que tenho com as meninas é chato, portanto resolvi relatar-lhes uma experiência aleatória e interessante que tivemos depois de alguma intimidade de nossa parte. A doce falsa novinha não é carioca, apenas estuda no Rio de Janeiro, portanto seu sotaque delicioso e a forma que ela diz meu nome me tira do sério. E essa experiência única e inesquecível (bem como fictícia, claro) ocorreu em suas férias na terra de origem. Durante uma viagem de trabalho por lá, resolvi convidá-la para um jantar e acertei o timing correto do tesão daquela delicinha.

Era uma noite fresca na cidade da moça, cidade essa aonde as mulheres se vestem deliciosamente sensuais em dias e noites um pouco mais gélidos. Marcamos em um shopping, afinal não sou muito habilidoso em circular naquela cidade, mas isso não importa, o que importa é que minha falsa novinha apareceu diante de mim trajando um sobretudo até os joelhos e botas. Tenho um tesão ímpar por mulheres calçadas em botas, e ver aquela imagem da minha loirinha delícia naquele traje fez o gigante acordar em minha cueca.

Um beijo longo e quente marcou nosso encontro, e eu fiz questão de apalpar aquela bundinha delicada da forma mais discreta e incisiva que o local permitiu. Jantamos em uma aconchegante pizzaria e degustamos uma bela garrafa de vinho, aliás, eu bebi quase tudo enquanto ela ficou apenas em uma sigela taça, suficiente para ruborizar suas bochechas proeminentes e soltar o riso fácil daquela falsa novinha.

No decorrer do jantar minhas mãos percorriam insistentemente suas coxas macias e de circunferência ideal enquanto as pontas dos meus dedos buscavam descobrir o que havia por baixo daquele sobretudo, mas ela sempre me impedia e dava um risinho me chamando de safado. Enquanto isso eu observava como ela era intrigante com aquele rostinho púbere, emoldurado por notáveis franjas de seu cabelo loiro escuro. O sorriso gerado por aquela boca de lábios pequenos era realçado por um gloss que deixava sua boca rósea e brilhante. Quem diria que aquela mocinha tem 25 anos e sabe muito bem utilizar seu ar de inocência para provocar os desejos mais perversos em um homem?

Não demorou muito para que o nosso tesão reprimido estivesse em um nível tão elevado que não poderia ser comportado por um lugar público. Convidei-a para passar aquela noite comigo no hotel, convite prontamente atendido pela loirinha que ainda me ofereceu uma carona em seu Crossfox. Passeamos pelo shopping de mãos dadas e nos beijamos deliciosamente a cada escada rolante no nosso caminho. Quando chegamos ao estacionamento, a imprensei de frente para o carro e pus-me a beijar seu pescoço e sentir seu perfume adocicado. A vantagem de seus cabelos cortados na altura dos ombros era a facilidade da minha língua encontrar aquele pescocinho delicioso.

Enquanto eu percorria seu pescoço com os lábios e a língua e segurava firme em seu quadril enquanto pressionava meu corpo contra o dela, minha delicinha inclinava a cabeça para trás e espalmava os vidros do carro, soltando um gemido e mordendo o lábio inferior em seguida. Logo ela se livrou da minha investida e mandou que eu me afastasse para ela me contar um segredo. Fiz como ela falou, o estacionamento estava vazio pela hora já avançada mas a qualquer momento aparecia uma ou outra pessoa nas proximidades. Assim que me afastei ela começou a desabotoar o sobretudo aos poucos. Cada botão que era liberado eu imaginava o que ela iria me mostrar, talvez uma lingerie sedutora, uma calcinha pequena, um corpete…mas não, assim que o último botão foi liberado ela abriu rapidamente o sobretudo e me mostrou o que havia por baixo: nada!

Por aqueles instantes minha visão foi tomada por aqueles seios grandes, rígidos e incrivelmente voltados para o céu, sua barriga branquinha e ligeiramente saliente, perfeitamente delicada e feminina, pernas igualmente delicadas e sutis e aquela prexequinha depilada à perfeição, com apenas alguns pelinhos negros ornamentando seu monte de vênus ligeiramente saliente. Seu cordão de ouro e a bota de cano até a panturrilha eram os únicos detalhes que se adicionavam à nudez oculta pelo sobretudo.

Minha piroca que já estava rígida fez menção de escapar por qualquer lugar possível e ir como um míssil teleguiado até aquela grutinha. A falsa novinha reparou que eu poderia violentá-la a qualquer momento e imediatamente fechou o sobretudo, enquanto abria um sorriso inesquecível e corava sua pele apesar da sua pouca vergonha. Disse a ela que queria fazer sexo ali, nem que isso nos rendesse um atentado violento ao pudor, mas ela disse para eu ser paciente que logo estaríamos no meu hotel. Ela me  ofereceu a chave do carro e disse que eu não me arrependeria, e ela falava a verdade quando abriu meu zíper logo que passamos pela cancela do estacionamento e me tocou uma suculenta punheta de duas mãos ao longo de todo o caminho até o hotel. Pedi um boquete inúmeras vezes, mas recebi apenas um beijo e algumas lambidinhas na cabeça da trosoba, enquanto ela dizia que no hotel eu teria tudo que eu quisesse.

No elevador a caminho do quarto eu já parti pro ataque com beijos selvagens e minha mão invadindo o que estava oculto pelo sobretudo a qualquer custo. Ela mordia minha orelha e gemia baixinho bem próximo ao meu ouvido, me tirando do sério. Meu dedo logo encontrou aquela prexequinha que revelava-se encharcada e quente, fervilhando, uma delícia. A vontade era arrancar aquele sobretudo de uma vez, destruindo todos os botões e enfiar minha trosoba na menina ali mesmo, para deleite de quem estivesse acompanhando as câmeras de segurança, mas a razão falou mais alto.

Assim que entramos no quarto minha loirinha me encostou na parede mais próxima e foi se abaixando enquanto abria minha calça e colocava minha piroca para fora. De todas as mulheres que já copulei, poucas tinham tanta admiração pela minha pica quanto a falsa novinha. Sempre antes do boquete, do sexo ou de qualquer coisa, ela sempre pegava meu mastro em suas mãos e ficava observando, parecia que contava as veias ou as pintas, ou talvez estivesse apenas fazendo uma preparação mental para aquela coisa quente que arregaçaria sua prexequinha, mas de fato ela revelou que era apaixonada pelo tamanho e formato do meu pau. Ela dizia que era pesado, bruto, intenso. Seja lá como for, eu apenas torcia para ela acabar logo com a admiração e começar a agir.

Ela segurou firme meu membro pela base com a mão direita enquanto com a esquerda segurava em minha coxa. Observei lentamente cada instante, desde que ela abriu aquela boquinha brilhante e abocanhava minha trosoba até a metade de uma vez. Assim que ela fez isso eu gemi forte e a elogiei. Ela, com minha pica na boca, olhou pra mim e deu um sorriso, fazendo o baguete pulsar em sua língua. Ali encostado na parede minhas pernas ameaçavam tremer enquanto eu recebia aquele boquete espetacular da mocinha. Eu segurava em seu cabelo e conduzia os movimentos enquanto ela me levava a uma outra dimensão do prazer indescritível. Não satisfeita em apenas chupar-me o mastro ela ainda alternava com momentos em que parava, me olhava e dizia alguma coisa safada, ou sorria pra mim, ou perguntava se tinha boquete melhor que o dela. Ali, naquele momento, nenhum boquete poderia ser melhor. Logo eu respondia da forma que ela queria ouvir.

A falsa novinha interrompeu sua performance e se levantou, abrindo o sobretudo lentamente enquanto eu tirava toda a minha roupa. Ela pediu que eu me sentasse na beirada da cama enquanto se ajoelhou na minha frente e continuou me contemplando com aquele boquete dos sonhos. Eu usava o máximo da minha concentração para não gozar, afinal ela disse que tinha disposição para me chupar a noite inteira caso eu assim desejasse. Meus esforços eram cada vez maiores e ela, percebendo, segurou meu pau firme com as duas mãos, olhou em meus olhos e disse para eu finalizar. Ela abocanhou meu pau novamente, eu segurei firme em sua cabeça e despejei um enorme jato de porra selvagem em sua língua. Como de costume, assim que despejei as últimas gotas, ela levantou correndo e cuspiu todos os meus pobres gametas na pia do banheiro. Eu caí moribundo e ofegante na cama.

Depois de uns cinco minutos a mocinha voltou do banheiro trajando apenas o cordão de ouro e nada mais, revelando seu corpo delicado com singelos pelinhos que brilhavam à luz do quarto. Seus seios nunca deixaram de me impressionar, como eu disse, eram grandes e deliciosamente voltados para o céu. Na primeira vez que a vi pude jurar que eram siliconados, até eu tocar e sentir a naturalidade de seios esculpidos pelos anjos mais habilidosos. Me levantei e a abracei pela cintura, sentindo aquele corpo liso e macio junto ao meu. Com uma mão segurei um dos seios e pus-me a lamber e chupar aquela perfeição. Os mamilos eram sutis, pequenos, delicados, um absurdo de tesão, rodeados por um contorno suave, quase da cor da pele. Dediquei alguns bons instantes àqueles seios incríveis.

A peguei no colo como se seus 58 kg fossem nada e a joguei na cama. Seu sorriso de menina sapeca à espera de um presente era espetacular. Com ela deitada na cama, abri suas pernas e dediquei-me ao cunnilingus extremus sem dó, fazendo aquela menina puxar minhas orelhas com força e bater em minha cara enquanto eu a dava sensações incríveis. Eu aproveitei aqueles instantes para deixar minha trosoba voltar ao trabalho, visto que o vinho e o boquete monumental haviam deixado-a em sono profundo. Mas a moça não queria saber de me deixar trabalhando sozinho, então ela me pediu para deitar na cama enquanto ela gentilmente sentava com a bucetinha na minha cara. Leitor, poucas coisas na vida são boas quanto deitar na cama e ver uma buceta molhada descendo em direção ao seu rosto.

Enquanto eu a lambia e chupava naquela posição e brincava com os dedos na prexequinha e no cuzinho rosado e proibido para minha trosoba, ela me tocava uma punheta selvagem alternando com chupadas, tudo para tornar o mastro apto a hastear uma bandeira novamente. E ela queria loucamente fazer o papel da bandeira, notava-se pela sua dedicação para me seduzir, rebolando na minha cara e gemendo da forma que me tirava do sério. Mas tem uma coisa que não falha para levantar-me o pau em qualquer situação: enfiar meu dedo no cuzinho da menina. E aquele cuzinho da falsa novinha era especial, eu pedia por aquele cu desde a primeira transa que tivemos e, se não me engano, aquela devia ser a décima, ou mais. Usei desse artifício de chantagem e ela me xingou com aquela voz de menina contrariada, mas permitiu que eu enfiasse rápido. Foi tiro e queda, molhei o dedão naquela buceta irrigada, enfiei-o deliciosamente cu da moça adentro, ela me xingou e deu um pulo e minha trosoba pôs-se em riste. Hora da foda.

Ainda comigo deitado na cama ela se posicionou na direção exata do meu membro ereto e deixou que a trosoba violentasse o interior de sua prexequinha apertada e quente. Era incrível como aquela bucetinha era aveludada, mesmo quando encapei o menino na nossa primeira foda eu pude sentir como aquele interior era único. A loirinha desceu até preencher todo o seu interior com minha carne e, logo em seguida, começou o sobe-desce-sobe-rebola-desce-rebola que me enlouquecia. Eu ficava igualmente louco pela cena daquela menina branquinha de bunda pequena sentada no meu pau quanto por aquela vagina deliciosamente suculenta engolindo cada parte da minhoca intrépida. Depois ela se virou pra mim e trocou o apoio dos joelhos pelos pés na cama, sentando-se de cócoras no meu pau e fazendo movimentos rápidos e selvagens enquanto gritava como só ela sabia fazer. Eu mexia o quadril para auxiliar nos movimentos enquanto observava aqueles peitos supremos fazendo sua dança fascinante.

Quando ela cansou as pernas pouco condicionadas e apoiou novamente os joelhos na cama, ela se inclinou pra frente e fazia movimentos curtos e rápidos mexendo só o quadril. Ela me olhava e sorria para mim enquanto eu a elogiava e dizia palavras de baixo calão ao mesmo tempo. Aquele sorrisinho inocente era de apaixonar. Ela então voltou a ficar ereta e se preparou para quicar em meu mastro novamente, mas eu a levei para a gangorra. Ela segurou-se firme em mim e eu elevei o quadril com força até em cima, descendo com força logo em seguida. Era a primeira vez que ela fazia nessa posição e caiu na gargalhada quando desequilibrou. Mandei ela lembrar dos tempos de infância e brincar de gangorra, o que ajudou ela a pegar o jeito em poucos instantes. A intensidade da posição é tanta que ela aguentou poucos instantes até pedir arrego e gozar. O orgasmo da falsa novinha era acompanhado por espasmos engraçados de seu corpo, que a faziam morrer de rir enquanto morria de tesão.

Historicamente minha falsa novinha perdia o fôlego depois de gozar e não aguentava mais brincar. E não era diferente, ela já estava me convidando para dormir de conchinha quando aproveitei que ela estava em cima de mim e a abracei gostoso enquanto metia bem lentamente e firme, arrancando gemidinhos supremos daquela menina. Ora ela gemia, ora ela me beijava e dizia que eu era incrível. E essa posição para mim é arriscada quando estou sem camisinha, pois é gozada na certa.

Aceitei então o convite para dormir de conchinha mas antes, claro, tentei conquistar aquele cuzinho lambendo-o enquanto a moça estava deitada de ladinho. Ela remexia e gemia, mas nada feito, apenas despertei a grutinha adormecida e ela pediu para fazer naquela posição. Leitor, quando enfiei naquele túnel apertado e segurei firme no quadril dela, ela aguentou umas cinco estocadas e gozou novamente, com seus espasmos e gargalhadas. E estava tão bom enfiar ali que eu queria finalizar enchendo aquela bucetinha de porra. Perguntei se ela estava em dia com o remédio e ela disse que sim, então não tive receio de encher aquela delícia de prexequinha com todo o ardor da lava vulcânica que meu pau expeliu.

Continuei abraçado naquela delícia até que meu pau abandonou sua bucetinha apenas quando amoleceu de vez. Adormecemos e acordamos na manhã seguinte ainda abraçados e totalmente inebriados pela nossa foda da noite anterior. Sou louco pela minha falsa novinha.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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