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A Top Chef

Leitores, gostaria de lhes apresentar mais uma das minhas delícias: a Top Chef. Na verdade ela me deu esse apelido durante o curto período em que tivemos um caso tórrido de amor, mas usarei este modo para me referenciar a ela. Ruiva de farmácia e cabelos alisados, 24 anos, aproximadamente 1,68 m e formas absolutamente bem definidas em um corpo esguio e suculento. Quadris largos resultavam em uma bunda avantajada, nada extravagante, apenas o suficiente para meu deleite. Seus seios eram também medianos e ficavam bem acomodados nos decotes que a moça adora usar. Sua pele branca tinha um tom meio dourado graças à sua praia semanal e seu rosto era de bonequinha de porcelana, com maçãs bem definidas abaixo dos olhos, uma delícia.

OBS: Se quiser ir direto para a parte de sexo, inicie a leitura a partir da próxima palavra em negrito que você avistar.

De todas as mulheres que já passaram pela minha trosoba, a Top Chef foi a mais surpreendente. Quando nos conhecemos ela se revelou crente, mas não foi preciso muito tempo de conversa para perceber que ali dentro tinha um tesão violento reprimido por anos de celibato. Uma particularidade positiva dessa ruiva de farmácia era a sua postura “sem frescura” perante ao sexo. Ela não negava nada, fazia sexo anal tanto quanto convencional, deixava gozar na boca dela, me pagava boquete mesmo se meu pau não estivesse apresentável, aceitava fazer sexo em qualquer lugar, e por aí vai. Um verdadeiro vulcão.

Vou relatar-lhes como foi nossa primeira transa, depois de mais ou menos um mês nos pegando loucamente, com direito a sessões de sexo oral de ambas as partes e tentativas de sexo sempre que fora possível. E o destino quis que nossa primeira trepada acontecesse justamente lá na lanchonete que ela possuía, aonde meu imaginário criava inúmeras situações de sexo selvagem sempre que eu chegava lá para buscá-la no final da noite.

Esse foi um dia atípico, eu estava de bobeira em casa tocando uma punheta trabalhando em um novo projeto quando minha delicinha me ligou dizendo que estava prestes a ficar louca, afinal metade de seus funcionários faltaram ao trabalho por causa da greve de ônibus, mas a mesma greve não afetou seus clientes. Ela então me ofereceu uma oportunidade de ajudá-la na lanchonete apenas naquela noite, em troca de metade do faturamento líquido do dia. Até que não era má idéia colocar uma grana no bolso e ainda por cima dar idéia nas clientes gostosas ajudar em uma causa nobre para a minha ruiva de farmácia tesuda.

Cheguei lá e me passou pela cabeça a idéia de que eu tinha me dado bem mal. O local estava completamente lotado de clientes estressados, garçons perdidos e cozinheiros em pânico. Quando a Top Chef me viu, me deu um beijo delicioso e rápido e perguntou aonde eu queria ajudar. Como o salão estava um caos, me ofereci para o trabalho na cozinha, aonde apenas uma mocinha estava encarregada de preparar e montar os lanches. Tomei as rédeas da chapa e apliquei meu amplo conhecimento do preparo de carnes para fazer os melhores hambúrgueres que aquele lugar já tinha visto. A mocinha da cozinha até ficou impressionada e disse que nunca tinha visto comida tão suculenta sair daquela chapa.

Ao longo da noite um casal de garçons resolveu aparecer para trabalhar e demos conta da situação, e eu fiquei exausto de tanto fritar hambúrguer e com um tesão incontrolável por ter sido tão cobiçado por aquela mocinha magrela da cozinha. No final ainda ganhei seu telefone, mesmo ela sabendo que eu era semi-namorado da dona do local. Guardei o telefone com carinho, adoro mulheres que se arriscam.

Depois que todos foram embora, a Top Chef fechou as portas do estabelecimento e eu fiquei por lá para ajudá-la com a tarefa de limpar o local e prepará-lo para o turno da manhã. Enquanto limpávamos e arrumávamos as cadeiras, a ruiva rasgou-se em elogios à minha habilidade na cozinha e disse que todos os clientes elogiaram a qualidade dos pratos como nunca fizeram antes. E deram gorjetas condizentes com a satisfação que tiveram. Ela ainda disse que morreu de ciúmes quando a mocinha da cozinha disse pra ela que eu era gostoso, e disse que só não a matou porque não pode perder bons funcionários.

Enquanto eu arrumava as cadeiras do bar, minha ruiva se abaixou à minha frente para pegar algo no chão, empinando aquela bunda deliciosa guardada por uma calça jeans surrada. Ela vestia uma espécie de biquini por baixo da calça, bem enfiado na bunda, afinal as bordas ficaram visíveis quando ela se abaixou. Meu desejo era agarrá-la pela cintura ali mesmo e mostrar a ela que já era hora de a gente trepar loucamente para consolidar nossa união.

Ela se levantou e, ao olhar para mim, não tive como conter a minha cara de cachorro esfomeado diante de um bife suculento. A moça disse que tinha que me pagar pelo serviço, e eu safadamente disse que ela tinha como me pagar de outra forma. Parti para cima dela e a peguei pela cintura beijando seu pescoço. Ela não esboçou reação nenhuma, pelo contrário, retribuiu minhas investidas passando as unhas pelas minhas costas, por cima da camisa.

Depois de uma pegação selvagem, aonde ela já estava com o zíper da calça aberto e um peito quase pulando fora do decote, eu tirei minha camisa e baixei minha calça com a cueca de uma vez, colocando a piroca para fora e dizendo que ela poderia me pagar sendo minha vagabunda. A ruiva fez uma cara de cadela selvagem e eu a peguei pelo cabelo, dei um tapa em sua cara e falei que queria ver o quanto ela era safada. Me sentei em um dos bancos altos do bar, com minha trosoba em riste absoluto que logo estava na mão esquerda da moça. Ela colocou a boca de uma vez no meu pau e deu uma lambida em toda a sua extensão, mostrando que não queria saber de brincadeira.

Boquete já não era novidade na nossa relação, afinal eram raros os encontros em que ela não extraía o meu suco direto da fruta. E deixei isso bem claro a ela quando disse que queria enfiar meu membro em seu cuzinho dessa vez. Ela olhou em meus olhos logo em seguida dizendo que mal podia esperar por aquilo. Minha doce Top Chef tinha uma particularidade irritante durante seus boquetes em que ela teimava em acariciar minhas bolas com a mão esquerda, foda é que ela fazia isso com a sutileza de um hipopótamo, causando mais dor do que prazer. Não adiantava eu tentar educar, o negócio era desligar a dor do meu cérebro e focar no prazer daquela boca macia no meu pau.

Depois da chupada ela abandonou minha piroca toda babada, tirou sua blusa revelando aqueles mamilos avermelhados e seios medianos. Ainda de joelhos ela ensaiou uma espanhola e tentou abraçar-me a pica com os peitos, mas não deu muito certo, embora tivesse sido uma visão bela. Dei uns tabefes com minha trosoba em suas bochechas salientes e a coloquei de pé, puxando novamente pelos seus cabelos. Ordenei que ela se livrasse do resto das roupas ou eu mesmo o faria. Ela me obedeceu e tirou sensualmente a calcinha-biquini, revelando uma bunda ligeiramente grande emoldurada por quadris largos e uma bela marquinha de praia na medida correta. Sua prexeca tinha uma quantidade de carne suficiente e seus pelos pubianos estavam aparados, mas revelavam que a depilação da semana foi esquecida.

A ruiva se sentou no banco na mesma posição que eu antes estivera, e eu me ajoelhei diante daquela bucetinha que ainda não estava tão molhada. Fiz com que ela abrisse bem as pernas e colocasse-as sobre meus ombros, abrindo espaço para a minha língua habilidosa. Chupei-a como se fosse a última buceta do universo e então ordenei que ela se sentasse de costas para mim, apoiando os cotovelos no balcão e empinando a bundinha para cima. A visão era fascinante, aquela mulher esguia iluminada pela meia-luz do ambiente, com uma bunda que parecia ter sido deliciosamente feita para aquela posição. Sua vagina naquela posição piscava diante dos meus olhos e implorava por uma invasão de carne veiuda o quanto antes. E seu cu, ah que cuzinho mais lindo, acobreado e deliciosamente apertado, piscava junto com a bucetinha ao toque incessante da minha língua e dos meus dedos.

Parei de lamber aquele brioquinho repentinamente e ela percebeu que havia chegado a hora de ser invadida. Ela nem saiu da posição, a julgar por quão molhada estava aquela prexeca, minha ruiva já vinha esperando fortemente por minha trosoba. Com ela ainda sentada no banco de bar e apoiada com os cotovelos no balcão, toda empinadinha, segurei em sua cintura e senti que ela tremia de leve antes mesmo de ser arregaçada pelo meu mastro. A altura era ideal para a penetração. Mirei meu salsichão na direção daquela bucetinha e forcei, fazendo o pau escorregar deliciosamente no meio daquela bundinha aberta. Segunda tentativa e mesmo resultado, ela gemia enquanto sentia o calor do meu corpo e da minha piroca em seu corpo.

Ela disse que só ficaria tranquila se eu encapasse meu moleque, então fiz conforme ela ordenou e coloquei a touca no maloqueiro. Coloquei novamente a locomotiva na entrada do túnel, dessa vez mirando com a mão, e enterrei aos poucos minha pica naquela bucetinha descomunal enquanto a segurava firme pelos quadris. Ela se envergou toda conforme minha verga gruesa à preenchia, e quando passei a cadenciar os movimentos ela dava um gemido bem fino cada vez que meu mastro ía até o fundo. Aliás, era curioso o modo como ela gostava de gemer fazendo a voz mais fina que o normal. Tinha horas que dava prazer, tinha horas que incomodava os ouvidos, mas o que importava era sentir meu pau gangrenando dentro daquela buceta apertada.

Eu puxava o cabelo da vadia enquanto ela gemia e gritava cada vez mais alto, rebolando naquele balcão de bar e engolindo meu pau com sua prexeca. Aproveitei o momento de excitação para puxar meu pau e mirar na porta do cuzinho, esperando qualquer resistência da parte da moça, o que não ocorreu. O pau saiu daquela grutinha sem a camisinha, e resolvi ligar o foda-se e mirar na porta dos fundos assim mesmo. Duas cuspidas, piroca besuntada de lubrificante do preservativo, cuzinho suado. O resultado não podia ser outro além de uma entrada triunfal, seca, profunda. Senti um calor violento envolver-me a pica enquanto a ruiva putinha deu um soco no balcão e xingou minha mãe. Ela tentou fugir do meu pau e eu puxei o cabelo da vadiazinha forte para trás, dando logo em seguida um tapa em sua cara e mandando ela ficar parada enquanto eu rasgava o seu cuzinho. No começo ela reclamou mas logo se entregou à minha trosoba, emitindo gemidos e grunhidos enquanto meu pau entrava cada vez mais fundo em seu tubo digestivo.

Depois de alguns minutos daquele coito anal, trocamos de posição e eu me sentei no banco enquanto ela comandou o show, sentando com o cuzinho na minha trosoba fumegante. A putinha sentava e rebolava enquanto eu ficava mais próximo de liberar uma carga transcedental de porra naquele ânus, só faltava ela chamar meu nome. Quando eu gozei ela continuou se requebrando, até minha piroca escorrer mole, cagada, ensanguentada e esfolada daquele orifício do prazer. Depois disso só me restou procurar a pia mais próxima para lavar a trosoba, mas quem disse que ela deixou? Ela pegou uma toalha de papel, limpou os resíduos de forma superficial e disse que eu só iria sair dali depois que desse prazer a ela.

Meu pau estava em sono profundo enquanto ela beijava meu corpo e fazia uma dancinha sexy para me seduzir, inclusive passando uma pedra de gelo em seus mamilos para eu chupar logo em seguida. Mas foi só receber umas lambidas no saco e uma nova sessão de boquete para voltar à atividade. Depois que meu membro acordou, a ruiva deliciosa espalmou a parede mais próxima, empinou a bunda e disse para continuarmos. Perguntei se ela queria no cu, mas ela disse que não faria anal de novo por uns 10 anos, então coloquei meu mastro naquela deliciosa e linda bucetinha.

Fodemos loucamente naquela posição, depois ela se virou de frente para mim e eu a apoiei. Ela mexia como uma louca e parecia insaciável, e eu já bem próximo de gozar novamente devido ao prazer proporcionado por aquele túnel tão apertado. Continuamos metendo em cima de uma das mesas do restaurante, com ela de frango assado pra mim e depois com os pés no chão, sempre rasgando violentamente a prexequinha da minha ruiva safada. Somente quando ela ficou de quatro no chão e eu a invadi vigorosamente pela prexeca por trás que a moça começou a gritar como uma cadela devassa e gozou fazendo movimentos peristálticos na buceta que quase arrancaram-me o pau.

Quando tirei o mastro da bucetinha dela, a puta se deitou no chão e disse que eu era tudo que ela sempre quis, que nunca tinha feito um sexo tão bom, que eu era o rei da putaria, etc. Enquanto ela falava eu tocava punheta em pé ao lado dela, e quando o leite começou a ferver, joguei porra por todo o corpo liso daquela vadia safada. Eu despejava esperma em cima dela e ela repetia várias vezes a frase: “goza na sua vadia!”

Depois que terminei de esporrar ela toda, a ajudei a se levantar e tomamos um banho de pia na cozinha, com direito a mais uma sessão de coito vaginal e dessa vez com gozada na boquinha da delícia, que engoliu tudo e ainda disse que queria mais. Eu realmente adoro meter em uma delícia safada como a minha top chef.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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