#10

Foge, foge Peitão Maravilha

Leitor, pense em peitos gigantes. Não, você não imaginou peitos grandes o suficiente como os da Peitão Maravilha. Como se os peitos gigantescos não fossem suficiente, essa gordelícia morena clara de 23 anos ainda era dona de uma bunda deliciosamente volumosa, coxas grossas e lábios carnudos. Seus cabelos castanhos e lisos chegavam até a altura dos peitos quando colocados para a frente, e sua carinha de professorinha sapeca era reforçada por óculos de nerd-cult-modernosa. Essa delícia de 1.65 m apareceu no meu caminho em uma festinha VIP, desfilando seus enormes seios e sua bunda tesuda em um biquíni roxo feito para causar paudurescência em qualquer um.

OBS: Para ler apenas as partes de sexo (que realmente importam), procure as próximas palavras em negrito daqui para a frente.

Eu tinha acabado de pegar uma das loirinhas mais lindas que já vi, apesar da sua carinha de rato e do corpo pouco expressivo, mas antes que eu pudesse retornar à Terra, passou um “trenzinho” de gostosas cantando uma música que foi hit do verão de alguns anos atrás. “Fode fode mulher-maravilha, fode com o superman”, era assim que elas cantavam e dançavam, algumas com algum penduricalho remetendo à mulher-maravilha, outras apenas ostentando seus biquínis que pareciam feitos especialmente por algum cardiologista ávido por novos pacientes com taquicardia. Era o final da festa e eu precisava comer alguém ou acabaria voltando para uma sessão de punheta alcoólica em casa.

Quem cortava a fila era aquela gordelícia que mencionei no primeiro parágrafo. Meu querido leitor, ver aquela quantidade considerável de carne chacoalhando ao som da música me causou um furor incontrolável na trosoba, que logo colocou-se em riste dentro da minha sunga branca, ao passo que eu tinha duas escolhas para tornar minha situação mais discreta: ou eu usava a trosoba como cabide para o meu chapéu até pular na piscina, ou pegava o final daquele trenzinho, sob pena de ficar com uma ereção eterna caso eu continuasse olhando aquela bunda. Adivinhe qual foi minha opção.

Peguei o final do trem segurando na cintura da delícia, que estava totalmente molhada do seu último mergulho, enquanto os parcos raios solares do crepúsculo refletiam naquelas gotículas de água, deixando-a mais gostosa. Sim, gordinha e gostosa, afinal o kobe beef tem seu valor reconhecido por seu teor de gordura mais elevado, e gordinhas me tiram do sério quando suas camadas de gordura estão estrategicamente posicionadas aonde devem estar, leia-se peitos e bunda. E definitivamente era o caso da moreninha que sequer se incomodou com minha pegada forte em sua cintura, apenas olhou para trás e me deu um sorriso.

Entendi aquele sorriso como um sinal verde para encostá-la na parede mais próxima e deixar minha língua examinar o interior de sua boca, melhor do que qualquer dentista. E a resistência foi zero quando a peguei pela mão e puxei-a para um cantinho remoto próximo à entrada da casa. A idéia era maligna, ou seja, esquentar a brincadeira do lado de fora e, com a menina em fogo ardente, levá-la para dentro da casa e efetuar meu serviço, ou talvez levá-la para o meu carro, levá-la embora dali, não importa, eu só conseguia pensar em fazer uma espanhola com aquela delícia e promover uma corredeira de porra entre aqueles peitos insanos.

Logo que a encostei na parede e transformei meu tesão em um beijo suculento naquela boca rechoncuda, cheguei a tontear com o seu hálito etílico, ainda que eu já houvesse bebido o suficiente para deixar alguém com metade do meu peso em coma alcoólico. Ela não falava coisa com coisa e mal tinha coordenação motora para beijar corretamente, mas era esforçada. Sem ao menos saber o nome dela, percorri o posterior de suas coxas com as duas mãos até pegar naquela bunda macia e suculenta. O apertão violento fez ela ofegar e me beijar com mais vontade, enquanto passava as mãos pelas minhas costas. Resolvi acelerar a chegada do tesão naquela moça alternando os beijos na boca com beijos no pescoço sem deixar de dar apertões em sua cintura ou em sua mega bunda.

Ela susurrava alguma coisa indecifrável em meu ouvido, mas eu entendia como “quero te dar”, e percorria minhas mãos por aquele corpo, alternando com puxadas fortes em seu biquíni enterrando-o mais em sua bunda gigante, despertando gemidos que eram abafados pela música alta do local. Se alguém estivesse nos olhando, estaria em uma masturbação épica. E quando a gordelícia finalmente se deu conta, eu já estava beijando aqueles peitões que pareciam duas enormes abóbadas saltando de seu corpo. Puxei o biquíni para o lado e lambi aquele mamilo direito suado, salgado e pontudo, primeiramente sob rejeição dela que tentava empurrar minha testa, mas logo em seguida com sua rendição, apertando minha cabeça como se estivesse a moldar um vaso de barro.

Quando o DJ começou a tocar pagode para expulsar as pessoas da festa, uma amiga dela surgiu dos mais profundos infernos e a livrou dos meus tentáculos. A gordinha saiu ajeitando seu bíquini e me olhando com cara de safada enquanto a vadia amiga sem bunda à levava embora. Filha da puta mal-comida ela era, fatalmente eu teria que me valer de toda minha envergadura criativa para imaginar aqueles peitos enormes saltitando à minha frente enquanto a gordelícia maltratava minha trosoba fumegante em uma cavalgada épica.

Já convencido do meu destino e sem coragem de lançar-me em uma batalha sangrenta pelas únicas duas mulheres (leia-se: a xepa, o bagaço, o chorume) que ainda dançavam pagode bêbadas e agarradas em meio a uma matilha de punheteiros selvagens, aceitei meu fardo e degustei a última garrafinha de Budweiser antes de ir para casa. Mas embora o destino seja um corno, minha sorte é uma mulher promíscua e liberal, e claro que ela me reservaria uma última chance de depositar meus gametas em algum lugar que não fosse a tubulação da Cedae naquela noite. Próximo de onde meu carro estava estacionado, vi uma mulher peituda de biquíni roxo tentando manobrar seu carro compacto para ir embora, sem nenhum sucesso.

“Estou bêbada demais para dirigir”, ela disse enquanto eu me aproximei da janela do motorista, mas para ser sincero a única coisa que meu cérebro processou foi a visão daqueles peitos suculentos e suados enquanto a moça brigava incessantemente com a direção de seu carro. Perguntei pela vagabunda da amiga dela e me bateu um toque de felicidade quando fui informado que a filha duma puta irlandesa moça sem bunda tinha ido embora. Diante da situação, ofereci minha ajuda para levá-la em casa em seu carro, algo que foi prontamente aceito por ela, afinal o risco de ter que dar o brioco para um semi-desconhecido era mais palatável do que a probabilidade de ser vítima da Lei Seca ou acabar indo mais rápido para o céu das garotas peitudas (que deve ser um lugar bem bonito, por sinal).

Antes de entrar no carro, deixei claro que meu serviço de chofer não seria 0800, e ela correspondeu ao meu aviso com um sorrisinho safado enquanto desamarrava seu biquíni e liberava aqueles peitões para o meu deleite. Ela passou para o banco do carona e se livrou do ínfimo shortinho branco que tinha vestido, mantendo apenas aquela peça de roupa de praia como única barreira protetora de sua buceta volumosa. Minha curiosidade era enorme para descobrir se aquilo tudo era composto por carne ou cabelo, então tive que percorrer as coxas dela com minha mão esquerda até tocar aquela prexeca, por cima do biquíni, com meu dedo indicador. Delícia como aquela vulva já estava melada, era um convite para minha piroca realizar uma escavação naquela mina de ouro.

A safadinha liberou meu membro ereto da sunga e o envolveu o máximo que pôde com aquela mão gordinha, iniciando uma punheta desajeitada e ao mesmo tempo saborosa, ao passo que minha mão direita se concentrava em segurar aqueles peitos para que minha língua, meus dentes e meus lábios fizessem serviço completo naqueles mamilos cor de Nutella. E minha mão esquerda? Estava descobrindo que todo aquele volume no biquíni era 100% de picanha Red Angus, totalmente depiladinha. Meu desejo era arreganhar aquelas pernas roliças e chupar sua buceta até sugar o último mililitro de melado que houvesse ali, mas é foda imaginar um jeito decente de fazer qualquer tipo sexo em um Kia Picanto quando você tem 1.90m de altura.

Ela se dedicava mais à punheta enquanto eu beijava, chupava e apertava qualquer parte do corpo dela que estivesse ao meu alcance, enquanto um dedo meu já conhecia o interior do seu útero e outro dedo estava se relacionando com as coisas que ela comeu nos últimos dias. Aquele cuzinho suado engolia meu dedo com facilidade, e vendo que ela sequer reclamava, coloquei um segundo e um terceiro dedo, fazendo-a gemer e dizer que estava louca para sentir outra coisa ali dentro. Sugeri então que ela se sentasse no meu colo, embora fosse necessário mandar Locke se fuder com seu conceito de Impenetrabilidade para permitir àquela moça corpulenta assentar-se em minha trosoba dentro daquele microcarro.

Mas ela me poupou de tentar trazer o kama sutra à minha mente bêbada quando disse que me pagaria o melhor boquete da minha vida para que eu jamais me esquecesse daquele dia. Dito e feito ela colocou meu mastro em sua boca carnuda, iniciando uma felação sensacional enquanto massageava minhas bolas de uma forma que ninguém jamais fez igual. Ela percorria a extensão da minha trosoba com os lábios em forma de beijo, dando cuspidas para escorregar mais fácil em sua boca tesuda e alternando com linguadas estratégicas na cabeça e ao longo do comprimento do meu amigo veiudo. Realmente ela não estava brincando quando disse que o boquete seria excelente, afinal ela sabia usar a boca em combinação com as mãos como se fosse uma flautista profissional (uma flautista já me chupou) tocando uma melodia em sua mais adorada flauta doce. Era impossível controlar a vontade de explodir em uma gozada excepcional.

E realmente não consegui me controlar, despejei uma quantidade considerável de porra na boca daquela deliciosa peituda semi-desconhecida, não sem antes, por instinto, segurá-la pelo cabelo para impedir que ela pudesse escapar de ser alvejada por meu fluido do prazer. Meu pau pulsava à medida que os jatos de porra eram disparados, e ela se mantinha quieta apenas degustando meu leite, incólume. Pelo menos foi o que eu pensei, pois logo que minha trosoba começou a sentir os efeitos de uma gozada de respeito, a delicinha começou a fazer uns movimentos estranhos, uns movimentos peristálticos, umas sacudidas esquisitas… e só podia significar uma coisa: ou ela jogava tudo fora pela janela, ou chamaria o Raul.

Felizmente a opção dela foi mais saudável para a saúde da bebida que residia em meu estômago, e logo em seguida voltou a me olhar com uma cara de bêbada sonolenta, com aqueles cabelos emaranhados, aqueles olhos pequenos e um fiapo de sêmem escorrendo no canto direito de sua boca carnuda. A moça pegou minha trosoba moribunda com a mão e começou uma punheta desajeitada em meu flácido amigo, me olhando com cara de safada enquanto mordia o lábio inferior e se aproximava do meu rosto na tentativa de me beijar. Antes que a boca dela tocasse na minha, hábilmente limpei o resto de fluido com as costas da mão e limpei em algum lugar, talvez o banco do carro.

Minha piroca logo já estava em atividade quando os beijos já estavam mais profundos, dentes roçavam em dentes e línguas remexiam-se descontroladas como se estivessem dançando macarena. Dois dedos meus eram engolidos por aquela suculenta prexeca quente e absolutamente enxarcada. Ao mesmo tempo a mão que sobrava acariciava e apertava os atributos mais imponentes da Peitão Maravilha, fazendo-a masturbar meu pau com mais violência quando meu dedo indicador brincava com seu mamilo arrebitado. Ela me surpreendeu positivamente quando interrompeu o beijo e falou, com todas as letras que queria sentir meu pau todo em seu cu.

Que delícia leitor, desvendar o interior daquela bunda enorme com a minhoquinha intrépida seria o crem de la crem daquela festinha. Sugeri partirmos dali para um motel, aonde eu poderia observar melhor o ato e gravar na minha mente a cena daqueles peitos volumosos chacoalhando no ritmo de uma cavalgada selvagem. Mas ela ignorou meu pedido dizendo que queria meu pau imediatamente em sua retaguarda, apertando minha trosoba tão forte a ponto de suas unhas ameaçarem a integridade física do membro. Não tive escolha a não ser pular para o banco de trás da forma mais desajeitada quanto foi possível e puxar a vagabunda pelo braço, colocando-a sentadinha no meu colo com a bucetinha besuntando minha rígida piroca enquanto ela ensaiava um rebolado no ritmo do funk que tocava no rádio do carro.

Coloquei meu mastro na portinha e deixei o pau ir deslizando sem dificuldade no interior daquele furico suado, deixando a gordelícia comandar os movimentos enquanto a inserção era feita. A camisinha estava na minha mão, ainda dentro da embalagem, mas o estrago já estava feito e só me restava fazer uma oferenda futura para os deuses. Ela gemia deliciosamente e inclinava a cabeça para trás, fazendo seus cabelos atuarem como um imã para minha mão. Puxei seu cabelo com força e desferi um tapa violento em sua mega bunda, para posteriomente puxar forte a putinha pelos quadris enterrando cada milímetro de minha trosoba no interior daquela caverna quente. A cabeça da minha tora estava tão imersa naquele cu que era pressionada contra alguma superfície de forma dolorosa, mas não há sofrimento peniano que supere o prazer de uma boa foda.

A delícia estava cavalgando em minha piroca com mais dedicação do que técnica, orquestrada pelas minhas mãos em seus quadris volumosos. Seus gemidos eram uma verdadeira sinfonia da putaria em meus ouvidos, e quanto mais eu enfiava a trosoba em sua cavidade anal, mais a delicinha implorava por ser enrabada. E por mais que eu me mexesse naquela posição, não dava para destruir aquele cuzinho com a voracidade que lhe apetecia. Então desengatei minha piroca da moça, a virei de bruços de forma desajeitada no banco, com uma das pernas dobrada pra cima e a outra no chão do carro. Ela me olhou e sacudiu aquele rabo enquanto eu dava com a cabeça no teto e brigava por espaço para meus joelhos e meus ombros até finalmente conseguir colocar o mastro na mira e invadir o território anal da gordinha sem qualquer dó ou piedade.

Quando meu submarino marrom e veiudo chegou ao fundo daquele mar fétido, o grito da safada serviu de ignição para meu motor de sexo violento. Da forma que eu conseguia me apoiar, puxei o cabelo dela com tudo e enrabei a vadia com tanta força que meu pau tentava fugir daquele cu para não se esfolar mais. Quando meu braço começou a arder de ter que sustentar meus 90 kg naquela posição eu fui obrigado a me deitar sobre ela e deixar aqueles peitos gigantescos esmagarem minhas mãos. Eu dizia safadezas no ouvido dela e continuava comendo aquele cu naquela posição ingrata, enquanto ela respondia às minhas estocadas rebolando e empinando a bunda, enquanto gemia, gritava, me xingava e dizia que já tinha gozado inúmeras vezes. E para não deixá-la sozinha com seus orgasmos, enterrei minha trosoba o mais profundo que foi possível e despejei litros de porra fumegante na porta dos fundos daquele corpo delicioso, enquanto ela miava baixinho ao sentir o calor do meu líquido dentro dela. Fiquei naquela posição até meu pau amolecer e gentilmente ser expelido do seu refúgio.

Ao me levantar e acender a luz do carro, vi que sua sua buceta estava tão molhada que o mel escorria e se misturava ao suor e outras substâncias ao escorrer pelas coxas volumosas da menina. Já sua bunda era um cenário de combate, um tabuleiro de WAR apenas com exércitos brancos, marrons e vermelhos, e era difícil saber quem ganhou. E meu pau, esse parecia uma banana split com sorvete napolitano derretido. Eu definitivamente precisava de uma limpeza antes de sair dali. Cambaleei até o banheiro mais próximo tentando não incomodar um casal que fazia sexo de forma inteligente perto de onde eu estava, no capô do carro deles.

Quando eu voltei pro Picanto, já limpo e com panos úmidos para cuidar da moça, aquela delícia peituda estava dormindo como um anjo desnudo no banco do carona, praticamente na mesma posição que a deixei. Depois da limpeza, fiquei com pena de deixá-la ali ao relento na madrugada, então dirigi o seu carro repleto de odores sexuais até a casa dela (peguei o endereço e o telefone com um conhecido da moça), aonde a acordei e avisei aonde estávamos. Não esperei um convite para entrar, ainda que olhar para aqueles peitos fizesse meu pau voltar à ativa, mesmo esfolado. Ela acordou e me agradeceu, mas parecia não se lembrar de nada do que aconteceu, muito menos de quem eu era.

Após deixá-la à própria sorte para estacionar seu carro na garagem, fui surpreendido com um “ei gostoso” por parte da peituda, que completou dizendo para que eu ligasse para ela. Respondi dizendo que não sabia seu nome, muito menos seu telefone. Ela sorriu (um sorriso lindo por sinal, apesar de bêbado) e me deu seu telefone, juntamente com seu nome. Eu anotei no celular, agradeci e fui embora. No dia seguinte percebi que tinha anotado um número totalmente maluco no telefone, juntamente com um nome em chinês, turco ou algum idioma que desconheço. Uma pena, adoraria ver aqueles peitos novamente.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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