#11

O Primeiro Anal da Namorada Loira

Lá para o final da minha adolescência, eu comecei a namorar uma loirinha pouco mais nova, com belos olhos verdes, 1.52 m de altura, uns 40 kg de falsa magreza, com uma bundinha pequena mas arrebitada e bem desenhada, barriguinha de mulher (leia-se: delicada e macia), peitos medianos super empinados e duros, cabelos lisos na altura dos ombros e uma vontade louca de experimentar tudo quanto era brincadeira a dois depois que se viu livre do cabacinho. Uma delicinha! Dentre nossas inúmeras aventuras sexuais ao longo de dois anos de namoro, vou contar-lhes como foi a primeira vez em que pude conhecer o interior daquele furico rosado

OBS: Como de costume, para ir direto até a parte de sexo, procure a próxima palavra em negrito no texto.

Eu estava tranquilamente enrolando na faculdade quando um SMS brota no meu celular com a seguinte mensagem: “Amor, minha amiga disse que deu o cu pro namorado e foi legal”. Interessante, afinal não importava quais técnicas de convencimento eu tentasse, até agora eu não havia conseguido sequer chegar com minha trosoba perto daquele cuzinho róseo emoldurado por esparsos fiapos de cabelo loiro. O máximo que eu conseguia era lamber, chupar ou colocar a ponta de um dedo ou outro de vez em quando, mas não passava disso. Logo, aquele SMS já me deixou paudurescido com a probabilidade de finalmente tentar a brincadeira no próximo encontro.

Chegou então outro SMS: “Eu quero experimentar, agora”. Porra, “agora”? Caralho leitor, imagine um moleque espinhento e punheteiro sendo intimado pela namorada tesudinha a finalmente retrocopular-lhe a bundinha, depois de longos meses de espera e tentativas frustradas. Minha trosoba ficou tão ardente dentro da cueca que quase pude ver alguma fumacinha subindo pelo zíper da calça. Taquei um “foda-se” para a aula, corri para o meu carro e em poucos minutos venci os 20 km que me separavam da loirinha, ignorando o risco de levar algumas multas por direção perigosa.

Enquanto eu buzinava em frente à casa dela, minha barraca teimava em continuar armada abaixo da calça. Ela abriu a porta e surgiu suculenta em um vestidinho verde-limão colado ao corpo, cabelo preso em rabo-de-cavalo e aquele sorrisinho sapeca que ela fazia quando estava diante de alguma peripécia. Ela veio saltitando até meu carro e, quando entrou, perguntei se seria na casa dela ou no motel, e ela disse para eu ter calma, pois ela tinha que buscar a irmã no colégio antes de sair para qualquer lugar. Era por volta de 15:30 e a irmã só saía por volta de 17:00. Sem problemas, pensei, afinal daria para comer o cuzinho dela por uma hora e meia antes de buscar a irmã, e mais tarde comeria mais aquela rabetinha no motel até meu pau cair. Isso se aquela prima testemunha de Jeová não estivesse fazendo uma visita inesperada (leia-se: evangelização) naquele momento. Porra de vadia do caralho, com o tesão que eu estava comeria até aquela bundinha crente de funil e sairia contente.

Que merda foi ficar ouvindo aquele papo de igreja durante aquela hora e meia que pareceram durar uma eternidade. Enquanto minha namoradinha ora sentava do meu lado, ora levantava e desfilava aquela bundinha até a cozinha para buscar refrigerante e olhar o bolo no forno, eu só conseguia me imaginar enrabando aquela loirinha e fazendo ela gritar tão alto que escandalizaria o bairro inteiro. Por inúmeras ocasiões tive que dar um pulo no banheiro para tocar uma bronha e me aliviar, mas sem gozar, meus bravos gametas tinham como destino o intestino grosso da minha namoradinha naquele dia.

Finalmente chegou a hora de buscar a irmãzinha pentelha no colégio e despachar a prima chata pacaralho, que, para honrar sua chatice mórbida, aceitou uma carona até parte do caminho. Depois de alguns minutos de engarrafamento aturando aquela voz irritante, finalmente largamos a prima em um ponto de ônibus qualquer e rumamos para o colégio. Enquanto esperávamos a irmãzinha sair era notório o ar de safadeza, curiosidade e medo no olhar esmeralda da minha namoradinha, e ela fazia questão de me provocar tocando meu pau por cima da calça enquanto me beijava, e eu já tinha percorrido todo o caminho da coxa por dentro do vestidinho, com meus dedos trabalhando para molhar aquela calcinha de algodão.

A pivetinha chegou e interrompeu nosso beijo dizendo que iria contar tudo para o pai dela, garotinha chata na plena insolência que seus 11 anos de idade permitiam. Ela comunicou que queria comprar um livro que a professora recomendou e pediu para que levássemos ela ao shopping, mas tanto eu quanto a loirinha negamos, o que provocou a ira da pequena irritante, que por meio do seu celular recorreu à mãe para obrigar sua irmã mais velha querida a levá-la ao shopping. Caralho, viu? Só podia ser sacanagem uma porra dessas, nunca tive que aturar os caprichos da irmãzinha retardada e justamente no dia mais importante do relacionamento.

Mas eu sou persistente, aturei os longos minutos que a cunhadinha escrotinha levou para escolher e comprar seu livro com o dinheiro da irmã, apenas me concentrando no quão selvagem eu seria no trato com a bundinha loira do meu amor. Minha namoradinha safada sabia no que eu estava pensando e de vez em quando dava uma reboladinha pra mim, ou então se apoiava em alguma estante de livros com a bundinha empinada e me olhando, praticamente dizendo “me come”. Depois de cumprir a missão, deixamos a mini-cunhada irritante em casa e partimos em alta velocidade para o nosso motel de costume, escolhi o quarto mais caro na recepção (era um dia especial) e finalmente estávamos a sós.

Assim que estacionei o carro, notei o nervosismo no rosto da minha loirinha, mas o brilho em seus olhos verdes demonstravam seu encanto diante da novidade. Minha trosoba não aguentava mais ficar guardada dentro da cueca, então supri seu desejo colocando-a para fora, perguntando à minha namoradinha se ela já tinha me visto excitado daquela maneira. Ela ficou impressionada quando colocou meu amigo veiudo em sua pequena mão branquinha e me deu um beijo delicioso enquando eu já estava pegando aqueles peitinhos de mamilos róseos quase brancos, revelando à meia luz do interior do meu carro aqueles biquinhos que pareciam pequenas amoras vermelhas de tão ouriçados que estavam. Após me separar daqueles lábios doces, tais amoras foram o alvo da minha boca. Ah leitor, como eu adorava chupar aqueles peitos empinados e firmes.

Nosso tesão era grande demais para caber em um carro compacto, então eu saí com meu pirocóptero balançando e fui em direção à menina, que já se encontrava apoiada no carro com o vestido bem levantado, pronta para o pecado. A coloquei devidamente sentadinha no capô e alternei lambidas, beijos e pequenas mordidas ao longo de suas coxas, até chegar próximo da bucetinha rechonchuda que ainda estava guardada pela calcinha amarela de algodão. Após ver que o tecido da portaria do prazer já estava melado, aproximei meu rosto daquela gruta cheirosa e tasquei uma leve mordida naquele monte de vênus ainda oculto. Ela soltou um gemidinho e empurrou minha cabeça contra sua deliciosa prexeca, que eu revelei apenas chegando a calcinha para o lado.

Aquele belo exemplar de buceta tinha sido especialmente trabalhado para a ocasião especial, visto que não havia qualquer vestígio de pelos pubianos adornando tal portal do reino da putaria. Abri os grandes e pequenos lábios com meus polegares e enfiei minha língua bem no buraquinho, para sugar o mel direto de sua fonte. Era lindo como a loirinha se contorcia enquanto minha língua percorria sua prexeca suculenta, especialmente quando eu juntava os lábios em volta do clitóris e fazia uma leve pressão antes de chupá-lo vorazmente, fazendo com que minha namoradinha apertasse as pernas em torno da minha cabeça e implorasse por misericórdia.

Enquanto a doce menina do cabelo amarelo já implorava por meu vergalhão em seu interior, resolvi ser malvado e mandei que ela subisse para o quarto. Não leitor, não fiz isso para valorizar o alto preço daquela suíte master, foi apenas com a intenção de fazer algo bem interessante logo em seguida. Enquanto ela subia a escada com o vestido levantado para me provocar, deixando sua delicada bundinha à mostra, eu seguia com sua calcinha na boca, fazendo cara de cachorro vira-latas diante de um churrasco. Pouco antes de ela alcançar a porta, a segurei firme pela cintura e me mantive um degrau abaixo do dela, proporcionando a altura ideal para o Paulo Veiga (meu pau cheio de veia, piadinha de colégio) cutucar sua bundinha. Sentir o calor da minha piroca em suas nádegas fez a loira dar uma leve empinadinha na minha direção, antecipando o que aconteceria logo em seguida.

Coloquei a trosoba na porta daquela bucetinha, que rapidamente já estava ensopada de néctar do prazer novamente. Por mais que eu já tivesse comido minha delicinha ao longo do namoro, aquela grutinha nunca se acostumava à largura do meu membro, era sempre delicioso sentir como aquela super vulva resistia à invasão do meu pau. A cena era linda meu amigo leitor, aquela loirinha de bundinha empinada na escada, eu a segurando pela cintura e ela com as mãos dela sobre as minhas, gemendo deliciosamente enquanto inclinava a cabeça para trás e sentia as investidas do meu pau em seu interior. Meu tesão era extremo, ainda mais quando separei os dois lados daquela bundinha pequena e pude visualizar meu alvo principal naquela ocasião: o cuzinho rosado.

OBS: Se quiser ir rápido para o tema principal desse post, procure a próxima palavra em negrito.

Meti mais um pouco na minha namoradinha deliciosa, que começou a ficar com as pernas trêmulas e pediu cama. Atendi ao seu pedido com a piroca rígida e brilhante de melado vaginal, ainda pulsante e na ânsia de voltar para o seu abrigo preferido. Assim que entrou pelo quarto, a loirinha se livrou do seu vestido e se deitou na cama com as pernas abertas, me chamando para lhe copular vigorosamente naquela posição clássica. Deitei sobre o corpo pequeno da namorada e meu pau entrou graciosamente no interior da moça, que gemia com sua voz fina e mordia os lábios enquanto eu a penetrava virilmente em estocadas cadenciadas. Era fascinante poder olhar o rosto perfeito daquela loirinha enquanto ela exalava tesão. Ora ela mordia os lábios, ora ela abria a boca e simulava gemidos sem emitir som, enquanto em outros momentos ela me desferia elogios ou dizia que me amava. Ainda que eu tivesse o costume de a chamar de “cadelinha” ou “putinha” durante a foda, ela era carinhosa até mesmo quando eu a estava rasgando com meu pedaço volumoso de carne rígida. Mas será que ela continuaria carinhosa quando eu destroçasse aquele doce rabinho?

A loirinha pediu que eu me deitasse na cama para que ela fizesse seu show preferido, que era cavalgar na minha piroca em riste. Ela se divertia olhando como se movia à medida que me dava prazer supremo naquela posição, e eu me controlava para não gozar observando aquele corpo delicado e sensual, em especial aqueles peitos que pareciam estar pendurados por fios imaginários ligados ao céu, de tão empinados que eram. Ela gostava de começar a cavalgada de frente, para olhar minha cara de satisfação e admiração, o que inflava seu ego, e depois ela se virava de costas, para inflar seu ego por si só enquanto se olhava nos espelhos. Com ela cavalgando de costas para mim, o visual daqueles cabelos loiros bailando ao ritmo do amor se casava perfeitamente com o movimento corporal da menina. Sua bundinha branca me causava um furor incontrolável à medida que sacudia majestosamente quando a menina quicava ou quando apenas rebolava sentadinha. E meu pau, mesmo sem falar, expressava pulsante a alegria de estar sendo espremido por aquela buceta perfeita.

Outra posição que a deixava louca era ficar de bruços para ter a bucetinha penetrada por trás, ao mesmo tempo em que se sentia dominada pelo meu corpo sobre o dela. Coloquei um travesseiro sob o quadril da menina para deixar a posição perfeita, posicionando-me para o ato de forma ideal para então deixar minha piroca escorregar para dentro daquela bucetinha sem dó. Ela rebolava feito louca naquela posição, amigo leitor. Depois era só puxar a loirinha pelos quadris e colocá-la de quatro, uma posição que a deixava pouco à vontade, por isso ela não se empinava como deveria, mas mesmo assim era suculento estar naquela posição dominante enquanto eu desferia tapas leves em suas nádegas sutis, ao mesmo tempo em que puxava com delicadeza seu cabelo. Ela não gostava de manifestações violentas no sexo, no máximo alguns segundos de penetração selvagem, e eu atendia de forma correta ao seus desejos. A menina gozava com movimentos cadenciados, suaves, uma perfeita harmonia entre os corpos que resultava em uma épica orquestra do amor.

Enchi aquela deliciosa vulvinha com meus amigos gametas, amparado pela segurança das cartelas de Yaz corretamente utilizadas. Ela tinha o costume de rebolar deliciosamente enquanto meu pau pulsava despejando porra dentro de seu canal do prazer, e aquela bucetinha realizava contrações que me tiravam do sério naquela posição. Logo que meu pau amoleceu, ela se deitou de bruços na cama e eu deitei ao seu lado, dando um beijo demorado naquela boquinha dos deuses. Eu adorava gozar gostoso na minha namoradinha, mas aquela gozada foi especial, afinal enquanto eu a copulava na posição dos animais, meu olhar estava fixo naquele cuzinho rosado, que parecia piscar para mim e me convidar para o sexo.

A loirinha me deu no máximo 5 minutos de descanso e já estava chupando meu pau mole, coisas que só namoradas apaixonadas fazem por um homem. Enquanto aquela língua macia brincava sobre a cabeça que se intumescia vagarosamente, eu me deleitava com a visão da loirinha lambendo os vestígios de porra que restavam no meu pau. Minha namoradinha era uma exímia bebedora de leite, desde a primeira vez que sentiu minha porra doce em sua boca, nunca mais deixou meus intrépidos espermatozóides morrerem em alguma tubulação da companhia de esgoto. Logo meu pau estava de volta à ativa e preenchendo toda a boca da menina, que se esforçava para me dar um boquete perfeito enquanto suas mãos mal conseguiam envolver toda a minha piroca. Era curioso como a única hora que ela gostava de apanhar no sexo era enquanto me chupava, eu batia com o pau em sua língua e no seu rosto, bem como dava tapas naquele rostinho de boneca enquanto ela abocanhava minha trosoba veiuda.

Estava muito bom ser chupado por mais de 10 minutos a fio, mas quando a segurei pelo cabelo e olhei fixo em seus olhos de esmeralda, ela já sabia que tinha chegado a hora da verdade. Ela simplesmente disse que estava nervosa, mas estava firme no propósito de ser iniciada na arte da retrocópula. Enquanto eu buscava o tubo de KY no armário de acessórios do motel, deixei-a sozinha com sua própria mente para a tomada da decisão. E quando voltei ao quarto, ela estava de bruços na cama trocando SMS com a amiga pedindo essa informação. Enquanto a amiga não respondia, eu me dediquei à arte do anilingus para relaxar aquele brioquinho róseo e facilitar minha brincadeira logo mais. Logo em seguida passei o lubrificante no rabinho e nos meus dedos, e pela primeira vez ela estava aceitando mais do que a ponta de um dedo dentro daquele túnel da felicidade, fazendo com que meu pau quase explodisse de prazer diante daquela situação.

Eu já era eternamente grato com a tal amiga que despertou o interesse do sexo anal na minha namoradinha, mas fiquei ainda mais lisonjeado quando minha delícia loira ficou de quatro e disse que foi nessa posição que a amiga fez. Mas não suficiente fora a informação, a amiga ainda conseguiu com uma foto ensinar à minha namorada COMO ficar de quatro, coisa que eu não tinha conseguido explicar ao longo de todo o namoro. Era chegada a hora da verdade leitor, com aquela loirinha perfeitamente posicionada e arreganhada de quatro, e o cuzinho piscando besuntado de KY, meu pau estava tão duro que poderia furar um muro de concreto. Enchi o menino de lubrificante e me posicionei lentamente na porta do prazer supremo, fazendo a namoradinha esboçar uma fuga apenas por sentir meu mastro na portinha. Tive que ser malvado e segurar firme em seu quadril, para ouvir aquela voz doce suplicar que eu tivesse calma na minha investida.

Realmente eu teria toda a calma do mundo, de forma alguma eu iria colocar o carro na frente dos bois diante daquela situação perfeita que tanto esperei, por mais que minha vontade fosse arregaçar aquele furiquinho com minha trosoba cruel e meter com selvageria até gozar como nunca antes havia gozado. Eu precisava ter auto-controle, e tive, usei uma mão para controlar o caminho e o KY funcionou bem para fazer meu pau entrar com facilidade até perto da metade, fazendo apenas minha namoradinha envergar o corpo. Olhei no espelho e vi que ela fazia cara de dor e frustração, mas se mantinha em silêncio, submissa, mas ao mesmo tempo forte ao vencer seu medo e sua dor. Mais de meio pau já havia sido consumido por aquele cu, apenas em ritmo de entrada, nada de vai-e-vem, e aquela visão era suficiente para eu gozar sempre que lembrasse dela pro resto da minha vida.

Três quartos da minha pica já estavam desaparecidos dentro daquela bundinha linda e minha namorada desistiu de resistir, embora já estivesse tão envergada a ponto de quase comprometer a posição, mas mesmo assim a visão era incrível. Reparei que ela estava chorando e disse que iria tirar devagar, mas ela mandou que eu continuasse e que eu comesse ela de verdade, pois a amiga disse que quando o pau entra e sai, a dor acaba. Então obedeci, segurei firme no quadril da menina e antes de inciar o ritmo do acasalamento, enterrei toda a piroca dentro da loirinha primeiro. Ela gritou, me xingou, arrancou os lençóis da cama, mordeu o travesseiro e me xingou mais. Pedi que ela repetisse o xingamento, puxei o pau e enterrei de novo, lentamente, ela me xingou mais. A cada pirocada ela me xingava de nomes existentes e xingamentos inventados, mas assim que o rabinho acostumou ela começou a gemer alto e de forma absolutamente sensual. Aqueles gemidos com certeza seriam capazes de estimular outros casais que estivessem nos ouvindo.

Enrabei minha loirinha de quatro com uma dedicação ímpar, minha piroca ía ao máximo da profundidade e voltava até deixar só a cabecinha escondida. A sensação no meu pau era espetacular, aquele cuzinho tinha um calor quase febril e a vontade de gozar estava ficando incontrolável. Tirei o membro e observei como aquele buraquinho tinha se tornado enorme, e piscava enquanto a loirinha rebolava e dizia que queria mais. As lágrimas ainda estavam rolando no rosto da menina, mas quando ela sentia minha trosoba entrando, esboçava um sorriso, mordia os lábios, e me xingava. Aumentei a velocidade da pirocada e as pernas dela se arqueavam, ela estava de quatro como uma verdadeira vadia enquanto eu a comia vorazmente, selvagem, da forma que sempre desejei em minhas punhetas. A visão daquela tesudinha no espelho só não era melhor que a visão que eu tinha de cima. Aqueles peitos perfeitos balançavam, ela jogava o cabelo para trás a toda hora, e eu a segurava pelo quadril enquanto destroçava aquele cu com mais força. Que delícia.

A menina soltou um grito e disse que estava tendo uma sensação incrível, ela tremia toda e foi se deitando até ficar totalmente de bruços com a bundinha empinada. Me deitei sobre ela sem deixar meu pau sair e continuei metendo com força, violência e loucura. A loira gemia e gritava, e me xingava. Meu pau já doía de tanto ser esfolado por aquele rabo incrível, e eu pouco me importava, continuava usando meu amigo roliço como catalisador de todo aquele tesão reprimido e desejo por aquele cu. A menina já não aguentava mais e me pedia para parar, mas ignorei e ela desistiu de ser forte, apenas deitou na cama e se entregou ao momento, gemendo mais baixinho e suave, fazendo cara de dor cada vez que a piroca tocava em seu limite e cara de prazer quando o tubo de carne voltava. Avisei que iria gozar e ela consentiu, disse que já tinha gozado mais do que nunca na vida, e isso foi a deixa para eu enterrar a trosoba o mais fundo possível antes de derramar dentro do cu da minha loirinha o jato mais intenso de porra que eu já havia sido capaz de despejar.

Meu pau pulsou por alguns instantes até finalmente amolecer, e eu só tive forças para rolar para o lado. Aquela bundinha linda estava totalmente suada, o cuzinho havia se tornado um buraco enorme que pulsava e expelia aos poucos meu leite. A namorada ficou ali de bruços tentando buscar forças, me xingando novamente pela dor que estava sentindo, mas logo em seguida me deu um beijo e agradeceu pelo prazer supremo. Mandei que ela agradecesse à sua amiga, e transmitisse meus agradecimentos. Ela sorriu e se deitou sobre mim. Tiramos um leve cochilo e tomamos um banho relaxante, sendo que depois a joguei na cama ainda molhada, para chupar aquela bucetinha a fazê-la gozar mais uma vez antes de ir embora.

A levei no carro sentada meio de lado no banco, me xingando cada vez que se movimentava e o cu doía. Eu apenas sorri. Meu pau ardia mais do que nunca dentro da cueca, mas ele estava tão feliz quanto eu e minha namoradinha. Apesar disso, durante todo o caminho ela reclamou da dor e disse que não faria de novo tão cedo, reclamando também que eu não havia sido um bom menino e tinha feito com muita violência. O que eu podia fazer? Não havia como manter o controle depois que ela me pediu para ser comida de verdade. Por causa dessas reclamações eu fiquei surpreso quando cheguei em casa e vi o SMS que pipocou no meu celular com a seguinte frase:

“Quando parar de doer, vamos repetir?”

Sem dúvidas leitor, sem dúvidas.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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