#12

Cereja do bolo

Apresento-lhes Cherry, uma morena suculenta de 1.60 m e uns 54 kg, estudante universitária de 19 anos, legítima patricinha, dona de um corpo escultural digno de capa de revista masculina falida, com seios de tamanho médio e assustadoramente apontados para o céu, cintura fina, pele suavemente bronzeada com marquinha de fio-dental, coxas trabalhadas no leg press sem exagero e uma bunda tão perfeita que o melhor escultor não poderia fazer igual, de formato irretocável e com maciez no ponto, nada de excessos na academia.

Milagre leitor, milagre. Desde que abandonei a Crisma depois de uma evangelização sexual com uma das professoras, nunca estive tão próximo de uma manifestação do poder das divindades da putaria como ocorreu no momento em que eu conheci aquela moreninha, a qual vou chamar de Cherry. Eu fui convidado para dar uma palestra em uma dessas faculdades com mensalidade de quatro dígitos e pouco consegui me concentrar diante de todas aquelas delícias com roupas provocantes do curso de Marketing. Nenhuma em especial me chamou atenção imediata, era provável que minha punheta noturna fosse apenas um mix de todas aquelas gostosas passando pela minha trosoba de cada vez.

Quando finalizei minha apresentação e estava juntando minhas coisas para ir embora, surgiu à minha frente uma morena deliciosa, com cabelos lisos na altura dos seios, short jeans que deixava toda a sua coxa à mostra (e estufava sua xaninha) e uma blusinha com decote moderado. Ela colocou as mãos sobre a mesa e me olhou com uma cara tão safada que meu pau teve uma ereção record, a qual tive dificuldade em ocultar. A julgar pela direção que os olhos verdes da moça fitaram, creio que ela percebeu que tinha o controle sobre a minha libido, portanto, a partir daquele momento eu passei a ser dela.

Ela me fez uma pergunta qualquer sobre o assunto da palestra, a qual respondi com uma leve pitada de safadeza inteligente. Sagaz a moça respondeu aumentando a quantidade de pimenta na nossa conversa, que me fez trocar olhares tão quentes com ela que o ar-condicionado da sala não era capaz de manter meu suor quieto em seus poros. Me surpreendendo e percebendo meu estado de excitação diante de nossa conversa, ela própria sugeriu que mantivéssemos o interessante papo em um bar do outro lado da rua. Aceitei prontamente e ela disse que convidaria uma amiga para nos fazer companhia, uma ruiva de farmácia que estava sentada no fundo da sala, entretida em alguma coisa que brotava da tela de seu MacBook.

Não tive nenhum interesse pela amiga naquele momento, nem mesmo em um ménage à trois, afinal eu precisaria de plena concentração peniana para degustar Cherry à altura de sua exuberância. Diante disso, torci para que a amiga declinasse o convite, algo que felizmente aconteceu. Talvez ela estivesse marcando encontro com algum professor de meia-idade que logo mais despejaria porra na lente daquele seu óculos quadrado que a fazia parecer cult, e fui eternamente grato a isso quando, mais tarde, entre o quarto ou quinto chopp no barzinho, o decote da morena estava cada vez mais permissivo e as safadezas já deixavam de ser meras indiretas, tornando-se explícitas.

Já não havia mais relutância da moça em permitir que minhas mãos percorressem suas coxas e pressionassem o jeans contra aquela volumosa área do prazer, enquanto a trosoba moldava minhas calças inquieta sob a cueca e, vez ou outra, era alvo daquela mão magra e pequena, que não temia olhares reprovadores dos outros clientes no local. Quando aquelas unhas pintadas de vermelho quase perfuraram todas as camadas de tecido que protegiam meu mastro heróico, imaginei o estrago que tais garras poderiam fazer em minhas costas diante de uma penetração selvagem naquela noite.

Aquela carinha de adolescente safada me tirava do sério, mas nada me transportava para outra dimensão como o movimento daqueles lábios tão carnudos e perfeitamente adornados com um batom da cor do pecado. E eu já falava as safadezas ao pé do ouvido da moça, alternando mordidas com beijos e lambidas em sua orelha ou em seu pescoço. Cada lambida naquele pescoço era como se eu pudesse sentir o sumo de mil cerejas escorrendo pela minha língua, e ela gemia baixinho o suficiente para que apenas eu pudesse ouvir, e meu corpo estremecia a cada som emitido por aquela boca deliciosa, que poucos segundos depois já estava dividindo o mesmo espaço físico com os meus lábios, com nossas línguas disputando um campeonato mundial de wrestling e nossos corpos cada vez mais próximos, enquanto mãos percorriam cada espaço que era possível visitar em público.

Pedi a conta já sob olhares mezzo reprovadores, mezzo invejosos dos garçons e outras pessoas presentes naquele bar e caminhamos de mãos dadas na direção do estacionamento da faculdade, aonde eu mantinha minhas esperanças de que ela entrasse no meu carro. Para minha sorte, o carro dela estava bem mais distante que o meu, logo foi nele que nos encostamos para continuar com mais uma sessão de beijos e amassos, dessa vez em pé, com mais amplitude de movimentos e platéia consideravelmente menor. Poder pegar e apertar a bunda daquela baixinha trazendo-a mais de encontro ao meu corpo era como se eu estivesse levantando meu troféu de premiação por mais de treze anos de virilidade extrema, desde que conheci uma vagina pela primeira vez. Quanto mais forte eu apertava aquela delícia de bunda, mais a menina se excitava ao me beijar, morder meu ombro e cravar a unha nos meus braços ou nas minhas costas.

O ponto alto da brincadeira foi quando a virei de frente para o carro, empurrei seu corpo com força fazendo-a espalmar os vidros e puxei seu cabelo fazendo-a olhar pra mim e trincar o dente nos lábios inferiores, fazendo uma cara de safada que eu não esquecerei jamais. Disse para ela que a comeria ali mesmo, naquele momento, e ao falar isso puxei seus dois braços para trás e pesei meu corpo contra o dela, sem aliviar a força que eu segurava seu cabelo. Agora eram aqueles peitos lindos que eram espremidos contra o vidro do possante, e aquela carinha de safada se tornava mais evidente diante da minha enquadrada. Foi um golpe de sorte, afinal eu poderia espantar a menina e frustrar meus planos, mas ela respondeu agarrando meu pau com força por cima da calça, tentando abrir meu zíper. Ela disse que se eu tivesse coragem, era para botar em prática o que eu falei.

Sem me importar com o risco e as consequências eu soltei os braços da menina, que se espalmou novamente no carro e empinou aquela bunda incrível na minha direção. Coloquei minha trosoba monumental para fora e arriei o short jeans da morena até metade da coxa, apenas para observar aquele que deveria ser o melhor rabo que já vi à minha frente, contornos perfeitamente arredondados, pele lisa e textura macia, além de uma cereja tatuada em local estratégico, bem no caminho da perdição, sobre o cóccix. Aquela bunda parecia falar, implorar por uma sequência de tapas que deixasse minhas impressões digitais tatuadas de forma perpétua naquela menina. Eu controlei um pouco minha insanidade e dei apenas um tapa, resultando em mais um daqueles olhares exalando safadeza por parte da moça.

A calcinha rosa que ela usava era mínima, quase desnecessária na sua função prática, mas dava àquela bunda um brilho que não parecia ser possível, fazia com que aquela belíssima porção de carne perfeitamente distribuída emanasse ainda mais fascínio, desejo e frenesi, principalmente por parte de minha incontrolável pica, que praticamente tremia pela proximidade daquela delícia. E logo após baixar aquela calcinha até perto do short e notar a umidade que estampava o tecido, conferi com os dedos indicador e médio duas coisas: a prexeca dela tinha a mesma quantidade de carne que um respeitável hambúrguer gourmet, e aquela delícia de buceta estava encharcada de tesão. Passei o dedo melado por todo o caminho entre seu clitóris e o profundo reguinho, dedicando especial à minha passagem por aquele cuzinho. A gata respondeu com uma empinada, uma piscadinha de cu e uma gemidinha que faria até homossexual virar casaca.

Me posicionei exatamente com minha trosoba fumegante na mira daquela deliciosa bucetinha, segurando nos quadris da menina e usando os polegares para abrir aquela bunda e visualizar meu alvo com exatidão. Minha piroca larga entrou com facilidade tamanha a quantidade de mel que aquela prexeca exalava, e assim que pude tocar o fundo fui agraciado com um urro de tesão da menina, que se empinou mais na minha direção, engolindo meu pau todo dentro de si. Segurei forte em seu quadril e a penetrei com força algumas poucas vezes, quando ela se sacudiu, me empurrou e olhou sério para mim, perguntando aonde estava a camisinha.

Ah leitor, camisinha filha duma puta. Abri o carro para catar uma camisinha no console central, mas quando finalmente consegui pegar a borrachinha, minha morena delícia já estava recomposta e disse que precisava ir para casa. Ofereci companhia na caminhada até o carro dela, mas ela piscou pra mim e disse que eu poderia a acompanhar até outro lugar, outro dia. Antes que eu perguntasse pelo telefone dela ou alguma forma de contato, ela disse que já tinha colocado o número dela no meu celular e entrado no meu Facebook para adicioná-la enquanto eu fui ao banheiro do bar, menina sagaz. Sem escolha, entrei no carro e tive que ficar literalmente de pau na mão, até a trosoba se acalmar e poder ser guardada novamente dentro da cueca, o que só pude fazer quando cheguei no portão do meu condomínio.

Depois de tomar um banho e me preparar para tomar um porre e dormir sem deixar de tocar uma mega bronha pensando naquela tesudinha, uma mensagem no meu celular quebra a minha paz. A morena mandou-me um SMS dizendo que estava sozinha no apartamento aquela noite, afinal a tal amiga ruiva de farmácia (que divide o apartamento com a Cherry) iria passar a noite fora. Respondi que era um desperdício deixá-la sozinha, esperando justamente a resposta que veio logo em seguida, com um convite imediato para eu ir à sua casa. Dessa vez fui munido de todos os preservativos que encontrei, levando menos de 20 minutos para cobrir os 5 km que me separavam do refúgio daquela moça deliciosa.

A moça liberou minha entrada pelo interfone, mas o porteiro zé ruela e invejoso tentou fuder a minha vida me barrando na porta do elevador. Pior para ele, pois a morena teve que descer de camisola e com uma caipivodka na mão, para liberar minha entrada. E antes de qualquer coisa, me cumprimentou com um beijo delicioso com gosto de limão, subindo na ponta dos pés, enquanto eu a segurava pela cintura. Pobre porteiro babaca, o cara deve ter calos nas mãos até hoje de tanto tocar punheta em homenagem à deusa Cherry. No elevador eu beberiquei um pouco do drink que ela havia preparado, mas minha intenção era apenas terminar o que havíamos começado no estacionamento. A joguei de costas na parede, balançando o elevador e derrubando um pouco de drink no chão, ao mesmo tempo em que eu apertava aquela bunda com a intenção de arrancar um pedaço. E eu beijava loucamente aquela boca, dividindo com beijos no pescoço e descendo por todo o caminho abaixo, até mordiscar os peitos que estavam protegidos por aquela camisola de algodão.

Ela se livrou de mim assim que o elevador chegou e correu até sua porta, fazendo-me perseguir aquela bunda como um cachorro babão correria atrás de um suculento pedaço de carne. Talvez tenha sido de propósito, mas ela fingiu ter deixado a chave cair no chão e se abaixou à minha frente para pegar, fazendo a camisola subir e revelar novamente sua fascinante bunda, e graças à iluminação do corredor era possível identificar cada detalhe daquela obra-prima. A calcinha da vez era branca, de algodão, um pouco maior que a anterior, mas ao ficar ligeiramente mordida por aquele rabo excepcional, era outro amplificador do poder de atração daquelas nádegas. Com a morena abaixada para pegar a chave, passei dois dedos por aquela buceta protegida pela calcinha e, em um rápido movimento, tentei rasgar aquele pedaço de pano com força, provocando um grito da moça, que correu até o sofá, logo sendo alcançada pelo seu algoz.

A empurrei contra o sofá, ela caiu de bruços e me lançou um olhar provocante como se tentasse dizer “acaba comigo”, apenas com os olhos. Dessa vez a calcinha não resistiu à força dos meus dedos e se desfez em um pedaço de pano retorcido. A visão daquela bundinha naquela posição era algo incrível, mas ela se encarregou de me tirar mais do sério jogando a camisola longe e ficando de quatro no sofá, com os joelhos no assento e os cotovelos apoiados no encosto. Com as pernas bem abertas e a bunda totalmente empinada, ela jogou os cabelos para trás e perguntou se eu iria ficar só olhando. Tente visualizar comigo a profundidade da cena, querido leitor: a bunda da Cherry estava empinada e aberta, suas nádegas faziam o contorno exato da mais bela montanha, e entre elas um vale emoldurava um delicado orifício avermelhado. Logo ao sul havia uma protuberância considerável, sem qualquer vestígio de pelos pubianos e dividida por um outro vale, esse bem úmido, com um suculento túnel dos prazeres a me convidar para a entrada.

A delicinha queria sentir meu pau mais fundo do que nunca dentro daquela buceta tenra e meio rosada, mas eu tinha planos de puni-la por ter fugido de mim no estacionamento. Desabotoei meu cinto e deixei minha calça cair, fazendo com que minha piroca hirta tivesse contato com oxigênio. Me posicionei de forma a dar o entendimento de que a invadiria sem dó dentro de instantes, fazendo com que a morena enchesse o ambiente com safadezas proferidas por sua voz doce. Brandi o cinto acima da cabeça e desferi um golpe mediano na porção direita dos glúteos da tesuda, que gritou e praguejou palavrões que eu nem conhecia. Outro movimento rápido e uma marca vermelha era deixada no lado esquerdo do portal da perdição, resultando em mais xingamentos e em uma mulher que fazia cara de menina sapeca e implorava por minha trosoba em seu interior. Foi a deixa para mais algumas cintadas que deixaram meu rastro naquele corpo escultural.

Larguei o cinto de lado, peguei o cabelo da Cherry com as duas mãos e enterrei sem dificuldades cada porção da minha piroca dentro da buceta encharcada da morena. Ela gemia como louca enquanto eu metia forte a ponto de empurrar o sofá alguns metros fora de sua posição original. Dei tantas palmadas naquele rabo perfeito que era possível ver todas as minhas impressões digitais tatuadas na mulher. A sensação do calor daquela vagina no meu pau me levava a uma loucura indescritível. E a camisinha? Continuavam todas guardadas, ou ela estava muito bêbada para se lembrar dos riscos ou tudo não se tratou de um teatrinho sacana para aumentar meu desejo por ela. Confiei mais na segunda opção e passei a meter com mais violência, a ponto de desequilibrar o sofá e fazer minha morena ganir como uma cadela no mais profundo cio.

Cherry mandou que eu ficasse parado na posição que estávamos, (com ela de quatro no sofá e eu a copulando a prexeca por trás) pois quem comandaria o show seria ela. Fiz conforme ela mandou e fiquei parado com o quadril voltado para a frente, amplificando o poder de perfuração da minha broca pulsante. A morena deslizou até meu pau sair de sua buceta até sobrar só a cabeça no abrigo, e logo em seguida começou a rebolar melhor do que qualquer mulher fruta. Eu estava ficando entorpecido pela visão daquela tatuagem de cereja no reguinho: a cereja fazia movimentos circulares no plano tridimensional, e a mesma coisa acontecia com minha piroca, presa pela cabeça dentro da vagina morena da Cherry, loucura total. E para me trazer de volta à realidade, a mocinha jogou seu quadril para trás, engolindo toda a minha pica e dando uma bundada vigorosa em meu corpo.

A moça baixou o tronco e ficou só com a bunda empinada, indo e voltando no meu pau de forma espetacular. O tesão era incomparável, e para controlar minha vontade de meter forte até partir a morena ao meio, tive que desferir mais tapas naquela bunda como válvula de escape. Cherry gemia mais gostoso a cada tapa ou a cada vez que sentia a cabeça da minha trosoba violar a porta do seu útero, me fazendo ter tremedeiras nas pernas de tanto tesão. Mas fui surpreendido novamente por aquela pequena vadia. A delícia mandou que eu parasse novamente, ficou de quatro na posição normal, engoliu meu pau totalmente com a buceta e, CARALHO LEITOR, a filha da puta começou a mastigar minha piroca com aquela buceta excepcional.  Sério, eu já tinha comido bucetas peristálticas antes na minha vida, mas aquela morena devia praticar pompoarismo desde a pré-escola, pois aquilo era incrível, era como se uma mão macia e molhada apertasse meu pau, um dedo por vez, de forma sincronizada, norte e sul, sul e norte, e por aí vai. Sem palavras!

Aquela situação me descontrolou novamente, peguei Cherry pela cintura e arrombei aquela menina com toda a raiva e força que meus músculos permitiam. A morena gemia a ponto de soluçar, olhava nos meus olhos com cara de safada e mandava eu destruí-la, ela dizia que queria ser rasgada pela minha piroca flamejante. O ímpeto foi tanto que viramos a porra do sofá, eu passei por cima da moça e não caí de cabeça no chão graças à minha agilidade, mas em compensação dei com o joelho em algum lugar que me deu uma dor quase broxante. Cherry deu uma cambalhota e ficou em pé, com olhos assustados mas rindo da minha cara. Eu estava deitado no chão e ela estava ali em pé na minha frente, exibindo aquele corpo de origem perfeitamente divina com final art preparada no andar de baixo. Ela era feita para o pecado e nada mais. Aquele corpo em uma freira seria um desperdício, Cherry tinha que ser safada, ela foi desenhada para ter os homens na palma de sua mão, e sua buceta era a sua arma mais poderosa. Ela sabia disso, e sabia que me tinha nas mãos, confirmando isso ao pegar meu cinto com a mão direita e me lançar aquele olhar perverso.

Ela me golpeou com o cinto no braço e mandou eu me deitar no chão do box, no banheiro. Fiz o que a gostosa ordenou, já esperando por uma cavalgada violenta ornamentada por aquela técnica de espremer o pau dentro da prexeca, mas qual seria a idéia sacana da moça? Uma cavalgada na chuva talvez, com a água quente do chuveiro sobre nossos corpos ardentes? Nada, pelo menos não agora. Quando ela surgiu pela porta com os copos de caipivodka, achei que ela me daria um pouco de álcool para aliviar minha sede depois de tanto esforço físico, ou talvez ela estivesse pensando em chupar meu pau temperado com gelo, limão, Wyborowa e açúcar. Nada disso, a filha da puta bebeu sozinha e me deixou na vontade. Quando ela terminou, usou uma pedra de gelo para entumescer seus mamilos e fez desenhos de água em sua barriga, mas assim que fiz menção de levantar para participar daquele show, ela jogou a pedra de gelo em mim e mandou eu ficar quieto.

Cherry dançava diante dos meus olhos, a poucos centímetros do alcance da minha mão, mas sem me deixar fazer nada. Meu pau pulsava descontroladamente e eu usava o máximo de força mental para não gozar ali sem comer aquela delícia de novo. Os movimentos da morena eram sedutores por demais, e eu nunca fui tão feliz em ouvir Anitta na minha vida. Adivinhou a música? Pois é, “Menina Má”. Quando a música acabou ela veio sobre mim e agachou lentamente até meu pau ficar na portinha da sua buceta. A expressão facial daquele rosto lindo era algo que palavras não podem explicar, e o modo como ela mordia os lábios disputava com o seu olhar safado pela medalha de ouro em sedução extrema. Ela sentou lentamente na minha trosoba e se ajoelhou no chão ao meu redor, repelindo qualquer movimento das minhas mãos, dizendo que ela comandava.

Aquela cavalgada ficaria na minha memória para sempre, o modo que aqueles peitos deliciosos tentavam buscar o céu e voltavam prendiam a atenção dos meus olhos. Os cabelos da morena já estavam despenteados e dançavam ao ritmo da música que tocava no rádio e eu não conseguia identificar. Cherry subia e decia lentamente enquanto sua buceta mascava a carne da minha piroca sem dó, como se tentasse ordenhar meu leite à força, e quase tinha sucesso, não fosse a minha força de vontade. Eu desferia elogios e xingamentos contra aquela morena, que respondia com gemidos e xingamentos na mesma proporção. E depois de alguns instantes de cavalgada ela finalmente me deixou segurar naqueles peitos, que pareciam ter sido projetados especialmente para o tamanho das minhas mãos.

A morena tremia e já perdia as forças na coxa para manter a cavalgada, então deitou seu corpo sobre o meu e me beijou deliciosamente, mantendo minha trosoba abrigada. Mexi o quadril na intenção de retomar o ritmo, mas ela me deu um tapa na cara e mandou eu ficar quieto. Enquanto eu a beijava e percorria as mãos pelas suas costas e bunda, ela continuava seu processo de me tocar uma bronha com seus músculos vaginais, prendendo e soltando meu membro ao seu bel-prazer, me fazendo delirar de tanto tesão. Cherry se levantou e abriu o chuveiro, deixando a água cair sobre nossos corpos, atuando na condução da eletricidade entre nossos corpos. Aquela buceta parecia ter vida própria devido à forma que apertava meu pau, talvez eu pudesse bater um papo com ela na cama mais tarde, depois da foda.

Tentei virar a Cherry para baixo e voltar à sessão de destruição daquela buceta, mas ela resistiu e rolamos o quanto deu naquele chão molhado. Ela acabou perdendo as forças e ficando de bruços pra mim, deixando brecha para que eu pudesse começar a verdadeira punição, enterrando meu pau bem fundo naquela delícia de cuzinho avermelhado que tanto me convidou quando ela estava de quatro. Me posicionei sobre a vadia com a trosoba fumegante na reta do cu, mas a morena esperta trancou a bunda fazendo meu pau escorregar na direção errada. Mirei de novo e novamente errei, e acabei desequilibrando deixando-a escapulir. Novamente a morena estava de pé diante de mim, novamente rindo do meu infortúnio, e novamente mostrando que me tinha nas mãos.

Levantei e fiquei de frente para ela, beijando sua boca sob o chuveiro e fazendo meu mastro pressionar sua barriga, como se tivesse um orifício ali. Peguei a morena pelo cabelo e empurrei sua cabeça na direção do meu pau. Ela pegou meu mastro e ensaiou uma punheta enquanto olhava de pertinho pra ele, logo em seguida dando uma breve chupada na cabeça. Fiquei louco com o calor daquela boca, mas ela se aproveitou do meu momento de distração para sair do box. Fechei o chuveiro e, quando saí do box, ela estava na porta do banheiro com o cinto na mão, mandando que eu sentasse no vaso sanitário para ela brincar mais um pouco.

Sentei e Cherry logo se sentou, de costas para mim, apoiando as mãos no meu joelho e sentando delicadamente aquela buceta sobre meu pau, que já estava ardido de tanto ser usado. Ela me deixou controlar a brincadeira, então comandei seus movimentos, ora segurando-a pela cintura, ora pelos ombros. Em determinado momento a puxei pelo cabelo e deixei seu corpo de encontro ao meu, ela sentava e rebolava deliciosamente enquanto eu passava a mão pela sua barriga ou acariciava seus peitos. Seu ápice do prazer foi quando chupei seu pescoço e massageei seu grelinho ao mesmo tempo em que ela cavalgava no meu mastro. Que delícia era ouvir aquele gemido baixinho de prazer.

Cherry então se levantou e sentou de frente para mim, predendo o cinto no meu pescoço. Ela me abraçava e pressionava aqueles seios contra a minha cara, rebolando, quicando e prendendo meu pau com sua técnica ímpar. Os movimentos da buceta dela eram mais rápidos e intensos e ela gemia quase sem forças enquanto arranhava minhas costas sem dó e quase me enforcava com o cinto. Em determinado momento ela ficou parada e estremeceu totalmente, cravando suas dez unhas das mãos em minhas costas e dizendo que eu era maravilhoso, que me amava, que queria dar para mim todos os dias. Ela estava gozando, era a minha deixa para receber um boquete e gozar naquela boquinha, tempo suficiente para ela descansar e ficar pronta para outra.

O que eu não esperava é que ela se levantou correndo e saiu do banheiro. Quando levantei e fui atrás chamando por ela, ela me jogou uma toalha e minhas roupas, dizendo para eu me arrumar e ir embora pois a amiga dela já estava chegando. Tentei argumentar mas Cherry se manteve incólume, repetindo seu discurso de que eu deveria sair. Sem escolha, me arrumei rápido e parti. Quando passei pela porta, a morena me chamou e mandou um beijo soprado, dizendo que ela me ligaria mais vezes.

Pois é, fui usado. E como foi bom ser usado por aquela morena deliciosa. A única foda é que meus gametas teriam que passar a noite na tubulação da companhia de água e esgoto. Acontece…

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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