#13

Morena do aparelhinho azul

Foi tesão à primeira vista. Logo que entrei na clínica, aquele sorriso da morena emoldurado por aparelho com borrachinhas azuis me tirou do sério. Ostentando uma vistosa aliança na mão esquerda, a moça de 20 anos tinha belos cabelos lisos e compridos, pele morena estilo indiana, seios volumosos que pareciam ter vida, pouco quadril e bundinha pequena, porém arredondada. Seu rosto guardava resquícios da adolescência e aqueles grandes olhos negros repararam logo em minhas intenções sacanas ao fitá-la. Era apenas 1.55 m de mulher em um salto alto que lhe dava mais presença enquanto equilibrava aqueles aproximados 55 kg compostos por uma vida sem frescuras.

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Depois de um bom papo e uma troca de telefones enquanto eu aguardava a minha consulta médica, me despedi da morena quando entrei para o consultório com a promessa de ligar mais tarde. Ela percebeu que meu interesse não era nem de perto em sua amizade, e pelo que parece, meus 1.90 m de altura despertaram na moça o desejo de algo que seu marido não era capaz de suprir.

A liguei no final do dia e marcamos um almoço para o dia seguinte. Ela estava deliciosa com uma calça social preta colada ao corpo e uma blusa social maliciosamente decotada, fazendo com que aqueles lindos peitos roubassem minha atenção durante todo o almoço. Nosso papo quente atingiu sua temperatura máxima quando percorri minha mão por suas coxas debaixo da mesa, fazendo a moça sorrir de forma tentadora e depois conter meu ímpeto segurando minha mão. Ela pediu para eu guardar tudo para o nosso encontro, que ocorreria ainda naquele dia, conforme seu plano cuidadosamente arquitetado.

Por volta de 18:00 a encontrei na porta do edifício aonde a delícia trabalhava como recepcionista. Teríamos aproximadamente 4 horas para nos divertir o máximo possível antes que eu a deixasse em sua faculdade, para que o maridão a levasse para casa, como fazia todos os dias. Dito e feito, entramos no primeiro táxi disponível e pedi para o “piloto” partir o mais rápido possível para algum motel próximo. Tentei me controlar para não tirar a concentração do taxista em seu trabalho, mas logo que comecei a beijar aquela boca ligeiramente carnuda tive que adentrar aquele decote com minha mão esquerda, sentindo a textura e consistência suculenta daqueles grandes seios.

Enquanto eu me deliciava com seus proeminentes atributos, a moreninha agarrou minha trosoba por cima da calça ensaiando uma punheta meio desajeitada. Logo que sentiu minha virilidade hirta, a moça manuseou o zíper com habilidade e fez saltar meu mastro para fora, agora tocando uma bronha habilidosa e elogiando o tamanho do meu companheiro vascularizado. As mãos da morena eram pequenas e seus dedos finos, mas ela segurava minha trosoba com a força ideal para me deixar cada vez mais louco com aquele handjob. Fomos advertidos pelo taxista de que só faltavam 2 ou 3 minutos para chegar no motel, e poderíamos esperar um pouco até lá. Sem problemas, usando a bolsa da moça como barreira, pedi que ela continuasse a me masturbar, algo que foi prontamente atendido pela morena, que complementou com beijinhos na cabeça do menino ao chegarmos no motel.

Como nosso tempo era curto, não fiz questão de um quarto top, mas escolhi um apartamento com banheira de hidromassagem, para realizar o desejo da morena, conforme ela me segredara durante o almoço. A peguei por trás enquanto ela abria a porta e desabotoei sua calça social, colocando a mão já dentro de sua calcinha para sentir o que me esperava. Aquela delícia de buceta cabeluda estava encharcada, um rio correndo no meio da floresta, e fiquei satisfeito com a oferta de carne naquele local. Ela respondeu ao meu estímulo empinando sua bundinha na minha direção, dizendo que não via a hora de sentar no meu “cacete enorme e grosso” (sic).  Coloquei então minha trosoba para fora e abaixei a calça da morena, deixando sua pequena bunda sentir o calor do meu pau. Ela usava uma calcinha fio-dental rosa, com todo o jeito de ter sido planejada especialmente para o crime.

A delícia subiu as escadas à minha frente com a bunda na minha direção, e eu me encarreguei de desferir alguns tapas para amaciar a carne e preparar o terreno para a invasão posterior. Quando chegamos ao quarto ela imediatamente foi tirando a minha camisa, me chamando de “gostosão safadão” com uma voz deliciosa de devassa. Ela arrancou minha calça e minha cueca, me deixando totalmente nu à sua frente, enquanto ela me observava com as mãos na cintura e um olhar penetrante, sem dizer nenhuma palavra. Fui surpreendido quando ela deu um puxão de leve em minha trosoba ereta, repetiu os elogios que ela dizia desde cedo e se deitou na cama de bruços, sem tirar nenhuma peça de roupa, virando o rosto para me olhar e dizendo em seguida que ela era toda minha dali em diante.

Me deitei sobre a baixinha chegando seu cabelo pro lado e dando beijos em seu pescoço, fazendo-a se estremecer à medida que eu mordiscava sua orelha ou fungava em seu cangote. Disse, com voz safada, que iria comer ela naquela noite como nenhum homem jamais comeu ela na vida. Essa foi a deixa para a moreninha se virar embaixo de mim e ficar de frente, me agarrando e passando a mão em minhas costas, enquanto eu dava um jeito de me livrar da blusa dela e meu pau se encarregava de pressionar a prexeca dela, ainda protegida pela calça e pela minúscula calcinha. Conforme revezávamos carícias, a blusa já era íntima do tapete e aquele soutien que levanta e separa foi vencido pela habilidade dos meus dedos, dando vida àqueles peitos suculentos e mamilos de colocação marrom bem claro, com bicos pontudos e perfurantes.

Percorri uma mão por aquele corpo suado e macio, tirando fora a calça da moça e violando o interior de sua calcinha. Meus dedos sentiram sua vasta floresta hirsuta, despertando minha curiosidade para visualizar algo que é raro nos dias de hoje. Desci beijando o pescoço da morena e em seguida circundando seus mamilos com a língua, mordiscando suavemente a pele doce daqueles seios volumosos. Continuei a descida com beijos e mordidas em sua barriga, penetrando vorazmente seu umbigo com a língua em riste, provocando gemidos e risinhos da casada infiel. Mais alguns centímetros ao sul e me livrei da calcinha, prendendo sua lateral com os dentes e deslizando lentamente o pedaço de pano por suas coxas e além. A moça se retraiu de desejo quando informei minhas intenções seguintes, algo que envolveria o uso massivo de meus lábios e língua em uma investida contra sua vulva felpuda. Antes que eu fizesse qualquer coisa, ela me obrigou a encapar a verga, algo que atendi prontamente.

Com a delícia de pernas separadas em direções opostas, vislumbrei sua deliciosa gruta da paixão, emoldurada por uma bela floresta tropical de densidade regular. Leitor, pausa para reflexão, afinal não há nada como uma buceta à moda antiga, algo que é amplamente reprimido em tempos atuais, culpa de adoradores de leguminosas roliças em sua cavidade intestinal. Estes se negam a adorar uma prexeca pelo que ela é, impondo às mulheres a ditadura do barbeador, usando o escudo da higiene como manto inibidor da sua predileção por pirombas gotejantes ante buçanhas caudalosas. Deixem as bucetas serem o que elas são, quem gosta de buceta (ou boceta), gosta dela como ela vier, e ponto final.

Mergulhei com afinco em meio àquela deliciosa vulva, que já estava irrigada do mais puro néctar do prazer. À medida que minha língua violava a intimidade daquela xirica volumosa, a moça se contorcia na cama e proferia palavras de adoração à minha pessoa. Conforme adicionei as práticas de sucção clitoriana ao trabalho oral, a morena começou a implorar para que eu parasse, enquanto sua vagina dizia o contrário, despejando mais e mais suco de vênus em meus lábios. Ela estremecia e tentava fugir, mas eu a segurava firme pelos quadris e mantinha meu pescoço rígido em seu objetivo, sem deixar que a força da gostosa empurrasse-me a cabeça para trás. Era questão de segundos para ela gozar.

Em um movimento rápido, levantei meu corpo, a puxei para a beirada da cama e introduzi minha piroca pulsante em sua cavidade sexual de uma vez, escondendo cada milímetro de minha joreba dentro da moça, que respondeu apenas com a boca aberta sem emitir nenhum som. Uma vez em seu interior, desferi estocadas selvagens, agora segurando-a pelo pescoço e chamando-a por nomes de baixo calão enquanto observava seu belo rosto alternar expressões de dor e satisfação à medida que sentia-se rasgada pelo meu mastro vascularizado. Ela me abraçava com as pernas e cravava as unhas em meus tríceps para tentar refrear meu ímpeto, mas a força que eu aplicava na penetração era descomunal, o que em questão de segundos resultou em um orgasmo frenético da morena, que desatou a rir enquanto implorava para que eu parasse de meter. Adoro mulheres que dão gargalhadas durante o zênite sexual.

Ela pediu um tempo para se recuperar, mas enquanto eu estava em pé à beira da cama observando-a rir, a moça sentou-se na beirada e disse que iria me recompensar “por ser tão gostoso” (sic). Só observei quando aquela linda boquinha engoliu minha trosoba, e a morena se encarregou de deixar-me ainda mais ereto ao morder de leve a cabeça do meu pau e olhar para mim com um sorriso de vagabunda sapeca. Aquele rostinho lindo e o aparelhinho com borrachas azuis davam um ar de moleca àquela recepcionista de 20 primaveras. Prendi seu cabelo em forma de rabo-de-cavalo enquanto ela se esforçava pra me dar prazer oral, mas a falta de coordenação entre sua língua e seus dentes estava agindo como kriptonita para minha super-jeba. Tirei a pica e dei umas pirocadas na cara e na língua dela para retomar a concentração, me deitando na cama logo em seguida, dando início a um 69 com a morena por cima.

Chupar aquela buceta em um ângulo diferente era delicioso, mesmo que o boquete lá embaixo fosse de qualidade duvidosa. Aproveitei-me dos meus vastos conhecimentos em cunnilingologia para fazer a moça sair do sério e perder a concentração em suas tentativas orais. Ela me repreendeu dizendo que não conseguiria me chupar se eu continuasse deixando ela louca, então caprichei ainda mais nas incursões de minha língua frenética. Logo em seguida a morena fugiu da posição, mas a segurei de bruços na cama, com a cara diante de sua pequena bunda. Depois de morder, beijar e estapear o local, separei as duas nádegas e revelei seu pequeno orifício anal escurecido, tão apertado que meu dedo mindinho gangrenaria ali dentro. Perguntei se o maridão tinha o costume de se divertir no valão ou se era moleque criado a leitinho com pêra, desses que só brinca no playground. A resposta foi a que eu já esperava: “nunca dei o cu” – ela disse enquanto me olhava. E completou dizendo que pretendia nunca dar. Ok, todas as mulheres que cutuquei o duodeno disseram isso um dia.

Minha intrépida língua violou a integridade daquele brioco conforme foi possível, fazendo a menina gemer de prazer diante dessa nova experiência. Pensei em mandar que ela rebolasse à medida que eu lambia seu cuzinho, mas ela já estava o fazia antes que eu completasse o ciclo de lambidas. Fiz questão de besuntar aquele toba com o máximo de saliva possível, na pior das intenções. Coloquei um dedo para testar a lubrificação, e ela continou rebolando de bruços, enquanto meu indicador já havia sido engolido pela metade. Brinquei com o dedo lá dentro ensaiando um vai-e-vem, mas ela novamente fugiu dos meus domínios, sob a alegação de que se ela continuasse dando mole, eu enfiaria outra coisa de surpresa, igual fiz em sua buceta.

Nessa altura a banheira de hidromassagem já estava cheia e borbulhando sais de banho. A morena prendeu o cabelo com cuidado, para não levantar suspeitas sobre seu cabelo molhado quando o maridão a encontrasse mais tarde. Era incrível como a moça ficava ainda mais sedutora com o seu brilhante cabelo liso preso sobre a cabeça, revelando seu pescoço e uma singela tatuagem de patinha de cachorro. Ela sorriu diante do meu elogio, e seu sorriso metálico fez meu pau pulsar, e continuou pulsando quando dei um beijo em sua boca e segurei em sua cintura, aproximando-a de mim e ouriçando os singelos pelinhos do corpo da moça.

A gostosa entrou primeiro na banheira, submergindo-se até a barriga, deixando seus lindos peitos acima da superfície da água. Encapei o salame com outra camisinha e entrei logo em seguida. Senti a água quente demais cozinhando minhas bolas, mas tentei amenizar o sofrimento chupando aqueles dois belos pares de seios, fazendo a safadinha gemer e passar a mão de forma descoordenada pela minha cabeça. Ela me pediu para sentar em uma das bordas da banheira, só com a canela e os pés dentro da água. Fiz isso e temi outra tentativa de boquete dentuço da morena quando ela começou a masturbar-me a bisnaga, mas felizmente ela se virou de costas para mim e sentou-se majestosamente em meu colo, fazendo sua buceta quente abrigar minha trosoba com suculência.

Apenas a segurei pelos quadris enquanto ela se encarregava de quicar e rebolar em meu mastro, abusando de habilidade e velocidade no ato, me fazendo viajar de prazer enquanto observava seu lindo corpo diante de mim e sentia o pau ser dominado por aquela catrana aveludada. Logo em seguida ela levantou e se virou de frente pra mim, mandando eu adentrar novamente no caldeirão de água fervente para dessa vez sentar de frente pra mim, e debaixo d’água. Enquanto ela sentava e remexia com minha trosoba dentro de sua buceta e alternava beijos em minha boca com milhares de elogios a mim e ao meu membro hirto, meu dedo médio da mão direita violava a intimidade do cuzinho da morena, ajudado pela textura escorregadia do orifício, amplamente lubrificado pela água misturada com escorregadios sais de banho.

Em questão de mais alguns instantes a morena já estava gargalhando novamente, se livrando do meu pau e tecendo mais e mais elogios à minha habilidade sexual. Mas dessa vez eu queria finalizar meu trabalho e mandei que ela ficasse de quatro na banheira, que eu iria comê-la como uma cadela devassa merece ser penetrada. Com medo de que eu comesse seu cu, ela não ficou empinada e arreganhada da forma correta, e além disso os meus movimentos estavam respingando água perigosamente perto do cabelo da moça, que logo mudou de posição, ficando de pé na banheira e apoiando as mãos na borda, deixando a bunda para o alto e a buceta na alça de mira do meu caralho. Não era o melhor dos mundos, mas enterrei vigorosamente a mandioca na buceta da morena, que estremecia a cada estocada forte e gritava alto, amplificando meu prazer.

Já enlouquecido de prazer mandei ela sair da banheira e ficar de quatro na cama, algo que foi prontamente atendido pela minha cadelinha morena. Nesse momento a camisinha estava mais torta e tentava fugir do meu palmitão, então atirei a borrachinha de volta para a hidro e liguei o modo “foda-se”, principalmente depois de ver que a morena estava deliciosamente posicionada sobre a cama, com a rabetinha apontando para o céu, a coluna curvada e a cabeça voltada para a frente, enquanto ela se observava no espelho. Devidamente ajoelhado atrás dela introduzi minha verga naquela vagina fervente, sentindo plenamente como era apertada e tinha textura macia. Sentindo todo o furor de meu cavucador dentro de si, a delícia perguntou se eu estava sem camisinha. Respondi a verdade e comecei as estocadas violentas, fazendo com que ela respondesse apenas com gemidos e também se entregasse ao momento de loucura.

Com o dedão cravado naquele cu ainda meio ensaboado eu pensei em tirar a trosoba da buceta encharcada e depositar meus centímetros de voracidade dentro daquele tubo digestivo, mas imaginei que o maridão pudesse estranhar como aquele orifício incólume pudesse ostentar marcas de guerra tão de repente.  Me concentrei apenas na bucetinha e avisei que gozaria em instantes, então ela disse para eu a fazer de puta e gozar no corpo dela, aonde eu quisesse. Sem tempo para exercitar a criatividade, apelei para o clichê e gozei sobre as costas da moça, respingando um pouco sobre sua bunda. As gotas que ficaram retidas eu depositei na portinha do seu cu, marcando o território que eu conquistaria em uma nova oportunidade.

O timing foi perfeito entre tomarmos uma ducha deliciosa e o marido dela ligar. Pegamos um táxi até o estacionamento que guardo meu carro, mas ela não aceitou minha carona até a faculdade, preferindo pegar o metrô para não levantar suspeitas. Dito e feito, nos despedimos com um demorado beijo e inúmeros planos e promessas para o próximo encontro, que não tardaria em acontecer.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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