#14

Boquete Supremo da Coelhinha Novinha

Você já conhece ela leitor, se não conhece, dê uma olhada no outro conto da coelhinha novinha da páscoa. Esta nova situação que passamos foi ainda mais inusitada e arriscada, fazendo com que a adrenalina trabalhasse de forma a amplificar o tesão a níveis estratosféricos. Era um domingo normal, almoço de comemoração do aniversário do meu amigo, primo da coelhinha. Embora houvessem outras delicinhas no local, inclusive a professora de inglês que me seduzia desde que me conheceu, meus olhos estavam presos na coelhinha morena, que permanecia sempre próxima aonde eu estava, trajando seu short jeans bem curto e blusa tomara-que-caia que dava volume àqueles seios pequenos.

Aquelas coxas naturalmente grossas e torneadas e sua bunda magnética deixavam minha trosoba fora de controle dentro da minha bermuda, e eu tentava disfarçar quando alguém puxava papo comigo, especialmente meu amigo, que como bom levita religioso, jurava ter uma prima santa e totalmente alheia ao mundo do sexo. Como eu adoraria mostrá-lo a realidade, afinal, mulher gostosa que não faz sexo é igual a cavalo que não come capim, não existe. E eu bem que tentei me concentrar no papo interessante das pessoas que estavam à mesa, até a coelhinha iniciar seus serviços de garçonete. Quando ela se deitou sobre a mesa bem à minha frente para pegar um copo que estava fora do alcance de seus braços, desencadeou em minha trosoba uma ereção suprema e instantânea.

Tive que levantar discretamente e pedir permissão ao meu amigo para usar o banheiro da sua casa, na desculpa de que estava passando mal, mas com a intenção secreta de tocar uma bronha relâmpago e me aliviar. A casa dele ficava logo em frente ao salão que abrigava os convidados, bastava subir uma escadaria reta para atingir, exatamente acima da casa da morena coelhinha. Subi as escadas correndo e fui direto para o banheiro, louco para me aliviar daquela tensão incontrolável e, talvez na pressa ou por esquecimento, entrei no banheiro e deixei a porta apenas encostada, sem trancar.

Arriei a bermuda e minha trosoba estava com consistência de rocha vulcânica, o sangue fluía e dilatava todas as veias, colorindo de vermelho a cabeça do pau, que desejava estar naquele momento dentro do cuzinho daquela morena novinha. E por sinal esse era meu pensamento quando me posicionei de frente para o vaso, apoiei a mão na parede em frente, cuspi na mão e iniciei aquele ritual de masturbação celestial, tentando manter a concentração para não gemer e atrair atenções indesejadas. De olhos fechados e me rendendo à sensação da bronha, eu apenas murmurava baixinho o nome da moreninha entre os dentes, até sentir que meus gametas já estavam na plataforma de salto para a morte no vaso sanitário.

Quando as primeiras gotas saíram eu não consegui deixar de gemer um pouco e repetir o nome daquela mocinha, imaginando que o útero dela estava sendo preenchido por minha porra fervilhante naquele momento. Foi justamente no meio do êxtase que quase tive um ataque cardíaco de susto ao ouvir ela dizendo que era um desperdício o que eu estava fazendo. Ela quem? Sim, ela, a coelhinha, que estava observando todo o meu ritual com a porta entreaberta. Levei alguns segundos para assimilar aquele momento e perceber que era realidade e não um devaneio masturbatório da minha pessoa. Respondi que eu poderia repetir tudo dentro daquela boquinha ornamentada com batom vermelho escuro, caso ela desejasse. E quem leu o conto anterior sabe muito bem que ela adora beber o meu “leite docinho” (sic).

Ela entrou no banheiro e trancou a porta, criando na hora perguntas na minha cabeça como “e se procurarem por mim?” ou “e se procurarem por ela?”, mas quando a menina se acocorou e colocou sua mão sedosa na minha trosoba em viés de descida pós-orgasmo, meu cérebro desligou. A coelhinha colocou logo em seguida a verga em sua boca e foi chupando as últimas gotas de porra, enquanto gemia e dizia estar com saudades do meu grossão. A segurei gentilmente pela cabeça enquanto ela percorria toda a superfície da minha piroca com a língua, inclusive levantando o mastro para trabalhar em sua base e alternando com beijos e lambidas no meu saco. A pobre trosoba lutava pelos seus 5 minutos de descanso após a punheta suprema, mas a moreninha estava determinada a manter o membro hirto, coisa que conseguiu ao puxar a pele da piroca toda para a base e fazer uma rápida sequência de vai-e-vem com a cabeça, engolindo sempre o máximo possível da minha salsicha, que brilhava com aquela cobertura de saliva da novinha. Delícia demais.

Em determinados momentos a moreninha segurava meu mastro com as duas mãos enquanto colocava pouco mais do que a cabeça do menino em sua boca, fazendo movimentos circulares com a língua em volta dele, e eu delirava mesmo quando os dentes dela roçavam na pele fina da pemba. E se a visão da verga dentro da boca da moça não fosse suficientemente deliciosa, ela se encarregava de me inebriar quando cuspia a piroca pra fora, olhava para cima e dizia “é gostoso assim Nem?”, abrindo logo em seguida um sorriso metálico com aquele aparelho de borrachinha rosa. Ela me chamava de “nem” quando me pagava boquete, nunca entendi o motivo, talvez nem ela, só sei que era assim.

Mediante meu pedido, ela baixou o tomara-que-caia e deixou aqueles peitinhos ao relento, com aqueles mamilos saltados que fomentavam meu ímpeto sexual. Segurei com as duas mãos a cabeça da coelhinha, fazendo rabo-de-cavalo com seu cabelo para dar a tração que eu precisava para o ato seguinte. Com a trosoba devidamente posicionada na boca quente da moça, fiz movimentos rápidos de vai-e-vem, e ela controlava meu ímpeto com grunhidos ou arranhões na minha coxa quando o submarino descia fundo demais naquela garganta. Era assim que ela sinalizava a necessidade de uma remoção imediata da trosoba babada, possibilitando que ela puxasse um pouco de ar antes de abocanhar o novamente o membro.

Já enlouquecido com a situação eu usei minhas mãos como apoio para encostar a cabeça da menina na parede. Ela parecia já prever o que lhe aguardava, e colocou uma das mãos na base do meu pau para me indicar o nível máximo que ela aguentava dentro da boca. Quando me deu sinal de que estava preparada, comecei a estocar minha pemba dentro da boca daquela novinha, com força e velocidade, fazendo a menina gemer como podia e estapear minha bunda, como se tentasse me dizer que estava gostando daquilo. Em um determinado momento eu parei e tirei a trosoba para fora, pingando saliva. A moreninha me olhou nos olhos, mordeu os lábios de forma provocante e perguntou se aquilo era tudo que eu conseguia fazer. Dei um tapa na bochecha da moleca e enterrei meu pau em sua boca novamente, dessa vez metendo com mais voracidade, fazendo a delicinha emitir alguns grunhidos desesperados e cravar as unhas em mim, ora na minha bunda, ora na minha coxa.

Só paramos quando ouvimos a mãe dela gritar seu nome lá de fora, tão alto que alguém em outro bairro seria capaz de ouvir com clareza. Saliva escorria pelos cantos da boca da moreninha e pingava sobre seus peitos e sobre suas coxas, assim como meu pau, meu saco e toda a região em volta estava irrigada pela baba da coelhinha safada. Ela recuperou um pouco o fôlego e gritou, mais alto do que a mãe havia gritado, avisando que já estava indo. Logo depois, olhou em meus olhos e disse: “se quiser completar, tem que ser agora!”. A menina ficou de boca aberta na direção da trosoba fumegante enquanto eu tocava uma bronha com aquela cena inesquecível. Mandei que ela desse mais uma chupada e, no momento que meu membro sentiu a maciez daquela língua em sua estrutura, pulsou em movimentos peristálticos e despejou minha porra ardente em jatos diretamente na garganta da mocinha, que deu uma refugada e soluçou, mas voltou a abocanhar o mastro para sugar cada pequena porção de leite que pudesse.

Quando terminou de engolir tudo, ela fez questão de dizer que era bem melhor assim do que jogar no vaso, e respondi que queria ela na minha casa para salvar meus gametas todos os dia. Ela riu e levantou para se lavar, não sem antes me provocar apoiando os cotovelos na pia e empinando aquela bunda tesuda e magnífica na minha direção. Dei um tapa e comecei a arriar seu short jeans, revelando um pouco de uma calcinha de algodão amarela, bem grande por sinal. Ela refreou meu ímpeto e se virou de frente pra mim, colocando seu short no lugar e me dando um longo e demorado beijo, até sermos interrompidos por outro grito histérico da mãe dela, respondido com um grito mais histérico ainda. Ela se despediu com um selinho e saiu correndo pela porta do banheiro, me deixando a sós com a saliva seca que restou no meu cansado, mas feliz, mastro sexual.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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