#15 (Cherry)

Alice

Quando eu tinha 7 anos, uma amiga me chamou pra brincar. Tá, achei que fossem aquelas brincadeiras normais de meninas de 7 anos (tipo secretária, professora, brincar de casinha) mas quando cheguei na casa dela, vi que a brincadeira ia ser bem diferente. A colega tinha arrumado a cama dela toda e a fantasia era brincadeira de médica. E FOI AÍ que vi que não seria nunca uma garota igual as outras… na vida. Depois da experiência com a amiga, o prazer ficou trancado a sete chaves até os meus 12 anos e, mesmo depois dos 12, o outro prazer (aquele que me foi apresentado na casa da coleguinha) permaneceu trancado até pouco tempo.

Com 19 anos conheci Alice. Tinha acabado de entrar pra faculdade e até aquela hora só tinha experiência com homens, mas uma experiência homossexual sempre me fez falta. Tentei, juro que tentei, passar essa vontade para os meus parceiros, mas me envolvi com muita gente estranha… enfim… deu ruim. Só foi dar certo mesmo quando uma loirinha de 18 anos cruzou o meu caminho e sentou do meu lado na aula de Fundamentos de Marketing do primeiro período. Nossa… Alice me fazia ficar com a calcinha molhada só pelo fato de sentar do meu lado (sempre com as menores saias do guarda-roupa) e parecia que ela sabia o que estava fazendo. Parecia não, ela sabia.

Depois de alguns meses só se fazendo amiga, começou a me chamar pra beber depois da aula toda sexta e depois de muitas tequilas percebi que a mesma vontade que eu tinha ela também tinha. Chegou a tal ponto que tive que ser mais direta (apesar de não gostar de ser a ativa da situação), numa dessas sextas em que ela descaradamente começou a se atirar, olhar muito e jogar muita indireta. Eu já estava ficando toda melada de vê-la fácil, quase implorando pra levá-la para casa e chupar aqueles seios super empinados (que por um acaso já estavam todos ouriçados), quando vi que não dava mais pra aguentar. Passei a mão no pescoço dela, puxei o cabelo de leve e perguntei o que ela estava querendo. A moça só faltou me comer! Quando percebi, minha língua já estava passando pela altura do ombro dela e pescoço, e os puritanos do bar já estavam ficando horrorizados com a cena (cena linda).

Foi quando ela pediu (com a voz mais sexy que já ouvi):

– Vamos pro teu apartamento?

Saímos correndo.

Fiz questão de pegar o caminho mais longo até minha casa, só para aproveitar o estado alcoolizado de Alice. Aliás, esse nome caía muito bem nela, era uma mistura de cara de criança com o corpo muito convidativo e ela sabia muito bem como usar essa mistura. Durante os 20 minutos em que ficamos no carro ela se aproveitou de cada parte do meu corpo e até hoje não sei como não bati num poste. Ela mordia minha orelha, apertava meus seios e a minha boceta por cima da calcinha com tanto tesão que achei que não fosse aguentar subir os 6 andares de elevador. Depois de passarmos pelo hall do edifício (Alice saltitando, deixando a saia subir e mostrar a bundinha branquinha com a calcinha azul), entramos no elevador e eu logo a ataquei, levantei a saia dela e baixei a calcinha, dizendo:

– Você quer me deixar louca desse jeito não é? Me deixa rasgar essa calcinha. 

Ela respondeu um não com o dedinho e me deu pra chupar (filha da puta). Mas a calcinha já estava baixada até a coxa dela, o que me deu possibilidade de passar o dedo naquela boceta incrível, cheia de mel e pulsando. Comecei a rodar meu dedo no clitóris e isso fez a loirinha gemer bem alto e me fazer rir (muchas tequilas hermanos), finalmente consegui ver o tesão nos olhos dela, e naquela hora eu podia fazer tudo.

Chegamos no 6º e não conseguir rasgar aquela calcinha, mas faltava pouco. De tão aberta que estava a perna dela, a calcinha já estava uns 3 números maior do que realmente era antes de entrar no elevador. Saímos rindo demais e fazendo “xuuuu” (coisa de bêbada), mas quando tranquei a porta, ela já estava me pressionando e desabotoando minha blusa, enquanto mordia o lábio inferior com uma fome que só sendo ela mesma pra saber o tamanho. Assim que deu ela puxou meus seios pra fora do sutiã, começou a rodar a língua no bico e chupá-los. Imaginem a cena daquela boquinha super pequena engolindo meus seios (consideravelmente empinados). Eu só queria saber de pedir mais e, quanto mais eu pedia, mais gostoso ela chupava.

Comecei a tirar a saia dela, o sutiã e em 3 segundos ela já estava só de calcinha. Fui andando pro sofá, puxado o cabelo dela e mordendo cada pedaço de sua boca carnuda e, quando caímos deitadas sobre ele, levantei as pernas dela, afastei a calcinha pro lado e enfiei um dedo bem devagar, e nessa hora ela usou a mistura que havia contado anteriormente: sua cara de criança, se perguntando oque eu estava prestes a fazer mas com um desejo que era quase tocável. Ainda estava olhando ela enlouquecer quando passei a língua no bico do peito direito e coloquei mais um dedo. A boceta dela estava super apertada e sugava meus dedos pra dentro como se pedisse pra ser arrombada, enquanto ela pedia um “mais” quase inaudível. Eu ja estava socando os dois dedos dentro daquela boceta que escorria mel por todo o sofá e a menina só pedia mais e mais.Desci minha língua pelo corpo dela até chegar onde meus dedos estavam e, quando ela percebeu, se abriu todinha  e pegou a calcinha pra afastar, como se estivesse pedindo por aquilo, implorando pela minha língua. Dei o que ela queria, uma lambida bem gostosa naquele clitóris. Depois, dei dois tapinhas e disse:

– É isso oque você quer não é? Agora vou fazer até você gozar, gostosa!

Chupei aquela vulva e soquei meus dedos bem no fundo, até Alice gozar tudinho na minha boca. Quando ela se acalmou ainda fiquei um tempo lambendo os seios da menina até ela me segurar pelo braço e resolver brincar comigo também. Naquele momento minha calcinha já estava tão encharcada que tive que jogar fora depois. Ela fez o mesmo comigo, só que sem passar pelos meus seios (estava com sede), desceu direto pra minha boceta, ajoelhou no chão e abriu minhas pernas pela coxa.Tenho mania de morder a boca quando estou com muito tesão e acho que isso fez a menina ficar mais agressiva e ir com mais sede ao pote. Sem cerimônia ela enfiou 3 dedos, o que me fez me abrir mais, segurar com força no cabelo dela e gemer bem alto. Passou a outra mão na dela e me deu um dedo pra chupar e lembrar daquele gosto doce.

– Me chupa vai! Eu quero sua língua.

Ela obedeceu como uma boa menina, me chupou e socou minha boceta até a ultima gota de gozo sair e repetiu isso umas três ou quatro vezes. Depois de gozar tanto, ela estava com o rostinho todo melado e me olhou com aquela cara de inocente, o que me fez beijá-la durante alguns minutos. Pensei em começar uma segunda rodada, mas ela disse que precisava ir embora e que não poderia dormir fora de casa. Eu entendi. Conformada, sentei no sofá e a vi sair do apartamento e mandar um beijo da porta, dizendo que me ligava para continuar de onde paramos.

Naquela noite demorei a dormir com muitas dúvidas na cabeça mas, uma coisa eu tinha certeza, na noite seguinte eu queria Alice novamente.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.
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