#16

Deliciosa funkeira

Em uma das minhas aventuras por um baile funk, conheci esta suculenta mulatinha de tonalidade média, com cerca de 1,70 m de altura. Seus cabelos eram de cor preta e, alisados, formavam uma franja reta em sua testa e se estendiam até a metade das costas. A menina ostentava discretos pelos dourados ao longo dos braços e pernas, e em sua linda barriguinha lisa e negativa, um belo piercing prateado com pingente de borboleta adornava seu umbigo. Bem magrinha, não devia ter mais de 50 kg, tinha coxas delgadas e peitos bem pequenos, mas ostentava uma bundinha absolutamente redonda e empinada, em quadris compatíveis com o seu porte. Seu rosto me cativou, um ar juvenil com pitadas generosas de maldade em seu olhar, e eu apostaria em 18 ou 19 anos, apesar de que nunca fiquei sabendo sua idade real. E que boca era aquela? Legítimos lábios oriundos da beleza negra, que nem precisavam de brilho labial para ficar em evidência. Um pequeno piercing na lateral direita do seu nariz completava o visual característico da funkeira carioca.

Não fiz muito esforço para chegar até ela, o destino se encarregou de fazer com que a moça estivesse próxima a mim logo que adentrei o recinto. A novinha e suas amigas dançavam a coreografia da música “faz meu pau de pula-pula”, reproduzindo fidelignamente com seus corpos tudo aquilo que era ensinado no refrão da música. Ao redor delas, uma multidão de marmanjos babava e tentava disfarçar o volume dentro de suas calças. Confesso que fiquei tão magnetizado pela bunda da mulatinha supramencionada, que pouco reparei em suas amigas. A mocinha trajava um short jeans claro bem curto, totalmente colado à sua linda bunda. Ela se equilibrava à perfeição sobre um salto de prováveis 10 cm, e sua blusa feita de um tecido com brilhantes era curta o suficiente para deixar seu umbigo à mostra. Amarrada na cintura, a tal blusa revelava em detalhes o soutien estiloso com estampas aleatórias que cobria os seios da delicinha.

Quando a performance terminou, não perdi tempo e me aproximei com uma dose de bebida à mão, oferecendo para a mulatinha e lhe elogiando pela dança. Ela ficou meio sem graça mas aceitou tanto esta dose de bebida quanto as próximas, não demorando para que meus lábios selvagens e minha língua invasora degustassem o brilho labial sabor laranja daquela boca carnuda. Digo, sem sombra de dúvida, que deve ter sido a melhor boca que já beijei na vida, nem tanto pelas habilidades da menina, mas sim pelo volume, textura e sabor daqueles lábios e daquela língua. A boca era pequena em sua circunferência, mas desenhada à perfeição, macia e quente como fruta madura, tirada do cacho em um dia de verão. Enquanto eu a beijava e percorria minhas mãos por toda parte do corpo que estava ao meu alcance, não parava de imaginar como aquela boquinha se comportaria quando fosse invadida pela minha trosoba agressiva. Era questão de honra ser chupado por aquela novinha funkeira.

Assim que foi possível, a levei para um corredor escuro próximo às saídas de emergência, e passei a ser mais incisivo em minhas investidas. Minhas mãos já tinham visitado o interior daquele soutien e sentido seus mamilos ouriçados e seios bem pequenos, enquanto ela já tinha levado suas mãos pequenas até minhas costas e meu peitoral já desnudo, elogiando meu físico nas raras ocasiões em que eu parava de beijar aquela boca e a deixava respirar. Meus dedos invadiram como foi possível seu short na parte traseira, e pude sentir que sua calcinha fio-dental e rendada era minúscula, e atiçava minha curiosidade por conter um pingente de metal fazendo a junção em “T”, na parte de trás. Eu pressionava forte o corpo dela contra o meu e ela gemia em meu ouvido, conforme eu lambia seu pescoço e dizia safadezas em seu ouvido e, quando ela enfiou seus pequenos dedos dentro da minha calça para sentir a rigidez de meu mastro, foi a deixa para eu virá-la de frente para a parede, abrir dois botões do seu short e violar a integridade daquela calcinha, me deparando com uma bucetinha magra, totalmente depilada e irrigada à exaustão.

Conforme eu a pressionava contra a parede, meu pau cutucava aquela bunda linda, que ficava na altura perfeita graças ao upgrade dado pelo salto alto. Com uma das mãos eu masturbava seu grelinho delicado e minha outra mão já tinha colocado o soutien dela para fora de jogada, fazendo aqueles peitinhos roçarem contra a parede acarpetada, à medida que eu alternava a pressão do meu corpo contra o dela. Entre uma gemida e outra a menina ora me chamava de gostoso, ora pedia para que eu não a deixasse pelada ali no meio daquela multidão. Ela bem que tinha razão, seu short já estava revelando meia bunda, sua blusa estava aberta e o soutien já estava pendurado só por um braço. Minha piroca já pulsava de desejo e a cabeça rubra já fugia pela cintura da calça, tocando a pele suada e quente da funkeirinha.

Já totalmente enlouquecido e alheio às consequências de qualquer ato meu, abri o zíper da calça e deixei minha trosoba pular, ao mesmo tempo em que arriei o short da menina até suas coxas. Todos os meus dedos já tinham visitado aquela bucetinha bem apertada em seu interior, e alguns até carregavam o odor característico da visita a outros lugares mais remotos, logo, era hora da menina ser invadida pela minha principal e mais roliça protuberância. A baixa iluminação e a atmosfera sexual do local me davam sinal verde para prosseguir com aquele ato louco, e a mocinha, também enlouquecida pelo tesão, empinava sua bunda na minha direção, apenas com sua calcinha servindo de barreira entre meu pau e seu interior, aonde quer que a jeba entrasse. Estávamos molhados de suor como se fosse uma resposta de nossos corpos a todo o tesão que fluía entre nós, uma química deliciosa entre dois desconhecidos.

Olhei para os lados para me certificar de que não assustaríamos ninguém com nossa loucura, mas fui surpreendido com outros casais se aproveitando do “paredão”, umas meninas ajoelhadas de frente para rapazes, outras abraçando seus pares com as pernas, e haviam até alguns casais em situação igual à nossa. Era a minha primeira vez naquela casa, mas a mulatinha se revelou uma provável habitué, quando abaixou sua calcinha e me intimou a enfiar logo, a piroca toda, sem dó. Coloquei a borrachinha e pincelei o mastro na direção daquela bunda, buscando a primeira porta que o acolhesse, mas a quantidade de mel vaginal e suor no local deturpavam minha interpretação. Às cegas, escolhi um buraco e enterrei meia jeba, com dedicação. Senti meu pau ser recebido por um buraco deliciosamente quente e apertado, a ponto de fazer doer meu cabresto à medida que eu enterrava o boneco. Eu a segurava com força nos quadris e, quando ela cravou suas dez unhas em meus dois antebraços, descobri que meu pau estava dentro do cuzinho da mulata. Enterrei mais alguns centímetros de pica dentro da novinha e aproximei minha cabeça da dela para desferir alguns elogios, mas ao ouvir que ela gemia deliciosamente com meu pau em seu rabo, me incentivou a iniciar um vai-e-vem delicioso.

Minha piroca era esfolada dentro daquele cuzinho à medida que entrava e saía, cada vez com mais força e velocidade. Apesar do som alto do recinto, eu podia ouvir a mulatinha pedindo mais pica e mais força, mas a melhor das formas de comunicação era a intensidade que ela rebolava à medida que meu membro a invadia. Eu desferia tapas em sua bunda e ela ficava mais empinada, ampliando a profundidade que minha trosoba rígida podia visitar antes que a menina refreasse meu ímpeto com aquelas unhadas em meu antebraço. Cada vez o vai-e-vem ficava mais intenso e eu podia tirar mais o pau antes de enterrar outra vez, e a mulatinha gemia gostoso, me chamando de tesudo e outros elogios ou xingamentos que eu não conseguia identificar. O tesão era incontrolável e minha piroca pulsava incansável dentro da moça, quando resolvi ignorar os limites e enterrar toda a extensão da minha jeba no cu da novinha, que espalmou a parede e estremeceu, enquanto eu tentava enfiar (clichê) inclusive as bolas dentro dela.

Senti as tremedeiras da magrinha e percebi que suas pernas estavam bambas, mas minha concentração estava em tirar e enterrar o pau cada vez mais rápido e com violência, na intenção de destruir o cu daquela deliciosa funkeira. A sensação no meu pau era tão incrível e o calor daquela rabeta era tão intenso, que eu tive receio de a camisinha ter estourado, expondo minha amada verga aos perigos de um cu desconhecido. Mas quem disse que eu conseguia parar de meter para fiscalizar alguma coisa? A menina já havia se rendido, estava menos empinada que antes, com as mãos e a cabeça apoiadas na parede, enquanto olhava nos meus olhos e repetia aquele mantra “goza no meu cu, goza na sua pretinha”. E a vontade de gozar era maior do que tudo naquele momento, mas a surpreendi quando tirei o pau e mandei ela se abaixar de frente para minha jeba. Ela me obedeceu e ficou acocorada, apoiada na parede e com as mãos nos joelhos. Arranquei a fétida camisinha e joguei para o lado, colocando logo em seguida meu pau a serviço daquela boquinha incrível.

A menina abocanhou minha piroca e começou um boquete mediano, sem usar as mãos e fazendo tentativas frustradas de garganta profunda, que a faziam soluçar. Mesmo com aquela boca macia e perfeita, além da linda visão daquela mulatinha engolindo-me a pica, as dentadas estavam sendo fortes ofensoras contra o meu tesão, gerando algum risco real de broxar para escapar daquela situação. Resolvi me concentrar e finalizar logo a brincadeira. Deixei a menina dar mais duas bocadas no pepino para em seguida segurar sua cabeça com as duas mãos e forçar meu mastro dentro de sua boca, em um vai-e-vem repentino, apenas o suficiente para jatos consecutivos de porra voassem em sua goela. Ela obedeceu em receber toda a minha carga sexual, mas sua cara de nojo à medida que sua boca ía ficando cheia servia como aviso de que meus gametas morreriam ressecados no chão daquele baile funk ao invés de derreter no suco gástrico da moça.

Depois que terminou de cuspir meu DNA, ela se levantou já ajeitando a roupa, e me deu um último beijo antes que uma de suas amigas sem-bunda passasse a puxando em direção ao banheiro, forçando uma despedida precoce. Como sou insistente, a segurei pela mão até conseguir um número de telefone, afinal, minha missão era muito mais nobre do que o cumprido até ali. Mandei um SMS de imediato dizendo que queria aquela bucetinha, e a safada me respondeu “quem sabe?”. Pois é, quem sabe? Ficarei no aguardo.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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