#17

Índia seus cabelos, índia seus cabelos…

Quando eu viajo de avião, gosto de ir na janela. Apesar de minhas pernas sofrerem com o espaço na maioria dos assentos de classe econômica, viajar na janela me faz bem, pois olhar as nuvens é refrescante para a minha imaginação. Nuvens parecem enormes camas de algodão, macias e felpudas como vaginas púberes. A comparação é válida, pois tanto como sabemos que não podemos nos deitar em nuvens, sabemos que tocar em vaginas púberes é tão arriscado quanto a probabilidade real de se esborrachar no chão, depois de descobrir na prática que a solidez da nuvem é apenas uma ilusão.

Eu estava exatamente no meio deste devaneio quando percebi que uma moça trocou de lugar e se sentou na minha fileira, no assento do corredor. Pequena e com aparência juvenil, tal moça me despertou curiosidade e certo desejo devido às suas feições indígenas, em especial os olhos puxados, a cabeça redonda e os cabelos pretos lisos de fazer inveja a qualquer protagonista de comercial de condicionador. Quando ela se levantou para ir ao banheiro, reparei que ela não tinha mais do que 1,55 m e não devia pesar mais do que 45 kg. Magra, tinha cintura bem fina, quadris medianos para o porte, bundinha bem pequena e pouco destacada pela calça jeans larga. Seus peitos tinham tamanhos médios, e suas mãos e pés pequenos davam a deixa de que tudo nela era tamanho P ou PP.

OBS: Este post conta uma longa história anterior ao que realmente importa, logo, para ir diretamente até a parte de sexo, procure a próxima frase em negrito.

Quando a mocinha voltou para seu assento, ela deu uma jogada de cabelo, se ajeitou na cadeira e virou para a minha pessoa, perguntando as horas com sotaque meio estrangeiro, quiçá um tupi-guarani ou algo do tipo. Respondi olhando fixo naqueles belos olhos pretos, reparando também em sua boca pequena e magra, bem como as feições delicadas de seu rosto. Talvez ela tenha se interessado em alguma coisa do meu visual cansado depois daquele dia de trabalho intenso, pois resolveu puxar papo e conversar sobre o tempo, os programas que passavam na TV do avião, perguntar qual a melhor operadora de celular na cidade de destino, etc.  Minha maior curiosidade era a idade daquela menina, pois se fosse “dimenor”, era melhor que eu continuasse olhando para as nuvens.

Fui logo à parte que interessava e perguntei quantas primaveras tal mocinha já tinha vivido, sendo que ela me respondeu de imediato que tinha acabado de fazer 18 anos, alguns dias atrás. Claro e evidente que não acreditei, mas ela me provou mostrando seu documento de identidade, fazendo com que eu parasse de me sentir outlaw por estar imaginando como deveriam ser aqueles peitinhos que distorciam a estampa de sua camiseta amarela larga. Fiquei sabendo que ela realmente era uma indígena, de uma tribo qualquer que não sei a grafia nem a pronúncia, mas também não me importava, no meu Curriculum Sexuae apenas precisava constar que tive experiência com uma legítima índia. E conforme nosso papo se aprofundava, ela me revelou que estava indo para a cidade de destino conhecer uma tia, e que iria ficar por lá alguns dias antes de voltar para sua casa, em algum estado no norte do país. Logo, se eu quisesse comer a indiazinha no meu território, o tempo era curto.

Quando o avião chegou ao seu destino, a pequena índia se levantou e pediu minha ajuda para pegar sua mala no bagageiro. Foi nesse momento que tive uma deliciosa visão, pois sua calça larga formou um gap e revelou, com riqueza de detalhes, a calcinha amarela de algodão que a menina usava. Talvez ela percebeu minha olhada, talvez não, mas ela me deu um sorrisinho safado ao dizer que eu era muito “grande e bonito”, obtendo de mim um elogio em troca. Perguntei se ela queria que eu a levasse até o táxi ou desse uma carona, mas ela iria se encontrar com a tia no saguão do aeroporto e negou a minha companhia, porém fez questão de me dar seu telefone e pedir que eu a ligasse no dia seguinte, afinal ela queria conhecer a cidade, e adoraria fazer isso na minha presença.

A busquei no dia seguinte e fizemos um longo passeio por todas as belezas naturais da cidade, fazendo com que ela ficasse encantada, ainda que tivesse vivido os primeiros anos da sua vida em contato com a natureza. Ela estava trajando um vestido largo, discreto, até a altura dos joelhos e com alças que pouco revelavam detalhes sexuais do seu corpo, apenas alguns detalhes de seus ombros de pele bem morena. Fomos a um restaurante de qualidade e degustamos alguns pratos de boa comida, enquanto ela falava sobre sua vida, seus costumes, etc. Perguntei em determinado momento se ela andava pelada na tribo, mais por curiosidade do que para esquentar o clima, e ela abriu um delicioso sorrisinho maroto e respondeu que anda pelada em casa até hoje, e se pudesse andaria pelada na rua. Bem que eu adoraria levar ela para andar pelada na minha casa naquele momento, mas sempre que eu tentava realmente apimentar a conversa, ela fugia pela tangente.

No caminho até o lugar que eu a deixaria, ela fez questão de pousar sua pequena mão sobre minha coxa enquanto eu dirigia, fazendo minha trosoba se revirar dentro da cueca enquanto eu imaginava como aquela mão teria dificuldades para punhetar minha larga tora de madeira. E quando chegamos ao destino, ela saiu do carro e me agradeceu pelo passeio com um beijo de canto de boca, e perguntou se eu queria ir à praia com ela algum dia. Na intenção única e exclusiva de ver aquele corpinho indígena com mais detalhes, aceitei de prontidão, e lá estava eu, dois dias depois, esperando a mocinha entrar no meu carro rumo a uma bela praia, estrategicamente próxima à minha casa, caso ela resolvesse tirar um cochilo após dar seus mergulhos no mar.

Ela entrou no carro trajando um pequeno short, largo como todas as suas roupas, e uma blusa branca de crochê, que revelava por baixo um biquíni azul do tipo cortininha. Ela se revelou incomodada com o biquíni, disse que em sua terra as pessoas tomavam banho de rio ou mar totalmente peladas, mas depois que saiu da tribo, nunca mais foi a esses lugares por detestar ter que usar biquíni. Eu sugeri que fôssemos tomar um banho de piscina na minha casa, aonde ela poderia se banhar como veio ao mundo, mas ela preferiu ir à praia mesmo, talvez por ter percebido minhas intenções malignas por trás do convite.

Logo que chegamos ao destino, ela se livrou do short e da blusa no estacionamento mesmo, me incentivando a fazer o mesmo. Deixei que ela andasse na frente para eu observar em detalhes como era seu corpinho. O biquíni azul era tranquilamente um ou dois números menor do que ela vestia, confirmando a informação de que a tal roupa de praia era emprestada da prima. Na parte de cima, a cortininha tapava apenas a região dos mamilos, e se esforçavam para não revelar demais aqueles peitos médios, duros e empinados ao extremo. A doce indiazinha tinha uma pele morena muito sedutora, e as roupas largas pouco denunciavam como aquela bunda era redonda e linda, embora fosse pouco avantajada, mas grande o suficiente para engolir o biquíni pequeno e deixar as nádegas ao sabor do Sol. E na frente, querido leitor, havia um senhor volume, talvez uma floresta amazônica, talvez carne de primeira, mas ver aquele hamburgão guardado como podia dentro da calcinha do biquíni era como um estopim para a carga de TNT dentro de minha piroca.

Depois de idas até a água, aonde a segurei contra as ondas e aproveitei para sentir aquele corpo delicado junto ao meu, estávamos na areia tomando um pouco de sol e apimentando nosso papo conforme dava. Naquele momento ela estava me falando de seu único namorado na vida, um homem branco, e do motivo pelo qual ela deixou a aldeia, que foi a obrigação de se casar, aos 10 anos, com um cacique zé ruela que devia ter idade para ser pai dela. Ela disse que isso ocorreu por causa da sua menstruação, e ele chegou a copular com a pobre indiazinha, mas o casamento não se consumou por ela ter fugido junto com a mãe para a cidade grande. Já com o homem branco, a menina namorou dos 13 aos 17 anos, e ele era uns 20 anos mais velho e 150 kg mais pesado que ela, mas eles acabaram terminando quando ela descobriu que o camarada tinha uma família em outra cidade, inclusive uma filha da idade dela. Esse foi o motivo pelo qual ela viajou, para se distanciar dele. Fiquei satisfeito em saber de duas coisas, a primeira que ela não era mais virgem, e a segunda coisa era a predileção do destino em colocar homens mais velhos na vida dela, embora eu fosse bem menos velho que seus casos anteriores.

Enquanto curtíamos os raios UV torrando a pele, nos colocamos agarradinhos e já trocando alguns beijos que subiam de intensidade gradativamente. Sentindo a coisa esquentar, ela perguntou se eu ainda a levaria na piscina, se ela assim quisesse. Imediatamente levantamos acampamento e fomos pra minha casa, distante não mais que 2 km de onde estávamos antes. Assim que entrou pelo meu portão, ela tirou imediatamente o biquini e correu até a piscina, dando um belo mergulho e me deixando com a imagem inesquecível de sua bundinha tremendo enquanto ela corria e depois sua rabetinha pro alto enquanto ela mergulhava. Tirei a sunga branca e minha trosoba estava meia-bomba, mas pensei em algumas tragédias para o menino adormecer e então pulei na água junto com ela.

Cheguei próximo à menina, que saltitava na água, fazendo seus deliciosos peitos balançarem ao natural. Seus mamilos eram bem marrons e estavam rígidos e pontudos por causa da água um pouco fria. Quando ela percebia que eu olhava fixamente para seus deliciosos seios, ela os escondia com os cabelos ou então me jogava água, mergulhando em seguida e colocando sua bundinha novamente apontada para o universo. A água cristalina matou a minha maior curiosidade sobre a indiazinha: aquele volume generoso em seu biquíni era 100% carne de primeira qualidade, totalmente depilada. A quantidade de carne naquela buceta era tão violenta, que me causou uma giga ereção instantânea, percebida pela mocinha, fazendo ela perguntar se eu estava tentando pescar algo, afinal minha vara estava armada. Fingi vergonha e virei de costas para ela, mas a menina me surpreendeu pulando nas minhas costas, agarrando meu pescoço e perfurando minha pele com aqueles mamilos deliciosamente pontudos.

A joguei na água me abaixando e jogando-a para frente por cima da minha cabeça. Ela se levantou e pulou em mim novamente, dessa vez de frente pra mim, me abraçando com as pernas na altura da minha barriga, deixando minha piroca totalmente rígida a poucos centímetros de sua bucetinha. Ela mordeu minha orelha e meu pescoço, depois pulou na água novamente e nadou pra longe de mim. Nadei atrás e a peguei pela cintura, puxando-a contra meu corpo, a abraçando pela barriga e deixando meu pau encaixar majestosamente em sua bunda. Ela sentiu minha virilidade e deu um pulo rindo, dizendo que eu “deveria desligar essa coisa”. Virei de costas novamente e ela mergulhou, ficou embaixo das minhas pernas alguns instantes e emergiu de frente pra mim, esfregando seu corpo todo em minha pica submarina. A peguei pelo pescoço e dei um beijo em sua boca pequena, ela fez menção de resistir, mas logo estava se entregando ao prazer do beijo, fazendo sua língua dividir habilidosamente o espaço com a minha língua, mediante o encontro ardente de nossas bocas.

Ela se afastou, mas disse que queria isso desde que me viu no avião, então a peguei novamente, dessa vez pela cintura, e tasquei um outro beijo, mais intenso e demorado, colando nossos corpos e fazendo minha piroca tentar perfurar sua barriga. Ela pegou meu mastro e colocou para o lado, dizendo que meu pau era intrometido e estava atrapalhando nosso beijo. Quando aquela mão pequena pegou com dedicação na piroca, uma descarga de prazer percorreu cada célula do meu corpo, me fazendo pegar a menina pela bunda e levantar ela de forma que sua bucetinha ficasse bem na direção do meu apêndice viril. Ela me abraçou com as pernas e com os braços, deixando o corpo muito próximo ao meu, mas minha piroca roçava em sua buceta de leve. Aproveitei a posição que estávamos para dedilhar seu cuzinho apertado, que ela imediatamente rechaçou, me dizendo para não fazer aquilo. Obedeci e a carreguei para a borda da piscina, dedilhando sua bucetinha, que estava melada e quente. Logo que sentiu meus dedos em sua gruta do prazer, a indiazinha parou de me beijar e começou a respirar ofegante, soltando alguns gemidos discretos quando eu tocava em seu clitóris.

A levantei um pouco e comecei a chupar aqueles peitos maravilhosos, com aqueles mamilos inchados pulsando em minha boca. E conforme eu a pressionava contra a borda, a menina correspondia aos meus estímulos empurrando seu quadril contra o meu corpo, na vã tentativa de permitir o encaixe perfeito entre nossos órgãos sexuais. Era delicioso sentir aquela deliciosa novinha me abraçando cada vez mais forte com as pernas, revelando uma força que eu não acreditava existir em seus 1,55 m. Quando meu pau roçava no seu grelinho ou na porta da felicidade, ela me beijava com mais vontade, e segurava minhas costas ou meu pescoço como conseguia, enquanto eu apertava sua bundinha. Enfiei um dedo em sua vagina melada subaquática, sentindo como era apertada aquela gruta. Ao sentir-se invadida por meu dedo, a índia ameaçou refugar, mas preferiu se entregar dando uma rebolada discreta à medida que meu dedo entrava mais e mais.

O tesão estava tomando conta de nossos corpos por completo, então falei no ouvido da mocinha que queria me colocar dentro dela e iniciar a brincadeira. Ela só respondeu balançando a cabeça e voltou a beijar minha boca. Enfiei com dificuldades minha trosoba na direção da grutinha indígena, pois ela insistia em prender seu corpo junto ao meu com força. Empurrei o mastro pra dentro daquela bucetinha em vão, pois ele teimava em escorregar e ir pro lado errado. Apenas com a intervenção da mão eu consegui mirar corretamente na entrada do túnel, fazendo minha cabeça invadir aquela prexeca fervilhante e ter a perfeita sensação que é sentir o pau passar imediatamente da temperatura gélida da água para o interior quente e apertado de uma vagina. E bota apertado nisso, aquela pequena vulva poderia gangrenar-me a piroca com facilidade. A menina se agarrou mais forte ao meu corpo ao sentir-se invadida, soltando um breve gemido, bem breve realmente, pois logo minha jeba escapou do orifício e voltou para o meio aquoso.

Para permitir maior amplitude de movimentos, nos viramos e eu me encostei na borda, permitindo movimentar a menina com os meus braços. Ela continuou agarrada em meu pescoço, mas agora seus pés estavam apoiados na parede da piscina enquanto eu a segurava pelos quadris. Novamente posicionei a trosoba na direção de sua bucetinha, e depois de duas ou três escorregadas, o pepino entrou novamente dentro da indígena, pouco mais que a metade, fazendo a menina urrar de prazer e arregalar os olhos. Pude visualizar minha piroca sendo deliciosamente engolida por aquela linda buceta carnuda e depilada, aumentando meu tesão a níveis épicos. A sensação de meter naquela bucetinha tão apertada era ímpar, meu pau parecia estar sendo esmagado por uma mão revestida por KY, tamanha era a lubrificação da moça, mesmo debaixo d’água. Fiz alguns movimentos de vai-e-vem segurando a menina pelo quadril, e ela apenas gemia de forma suculenta e sedutora, fazendo com que eu tivesse de me beliscar para ter certeza que não era um sonho o fato de eu estar comendo aquela pequena índia de 18 aninhos.

A levei para a parte rasa da piscina sem tirar meu pau de dentro da moça. A borda da parte rasa fica na altura perfeita para deitar uma mulher em frango assado fora da piscina e realizar a cópula sem dificuldades, com água na altura dos joelhos. Foi isso que fiz com a pequena índia, a deitei fora da água, com as pernas abertas e aquela buceta enorme me encarando de frente. Ela se apoiou nos cotovelos e ficou me olhando nos olhos, perguntando o que eu iria fazer. Minha vontade era cair de boca em sua bucetinha e causar desidratação na menina de tanto que ela ficaria encharcada com minhas linguadas, porém, minha piroca pulsante pediu prioridade. Coloquei o mastro na mira e brinquei esfregando-o no clitóris da delicinha, fazendo-a ficar mais melada. Seu mel era viscoso e consistente, grudava no meu maracatu e deixava um fio de ligação entre ele e a fonte do prazer, cada vez que eu levantava o mastro para dar tapas de pica na bucetinha dela. No primeiro tapa ela começou a rir, mas logo sentiu o tesão falar mais alto e começou a gemer gostoso, implorando para eu enfiar logo o pau na sua linda xaninha.

Obedeci à minha deliciosa moreninha e enterrei o mastro em sua bucetinha, sentindo meu pau ser acolhido por uma deliciosa onda de calor e umidade. Coloquei toda a extensão do meu pau dentro de sua vulva gorducha, vendo a expressão da moça, que abriu a boca e arregalou os olhos, mantendo o olhar fixo em mim e uma expressão de prazer sexual intenso. Aliás, como era delicioso observar aquela bela índia sob o sol, molhada com gotas d’água como se fossem orvalho, seus lindos seios com mamilos inchados e saltados se espalhavam para os lados, me convidando para algumas lambidas. Sua barriga de pele morena era como a pétala de uma rosa sob a chuva, e enquanto eu movia o olhar, via minhas mãos segurando na parte de trás de seus joelhos, a mocinha em posição de frango assado, e aquela monumental prexeca deglutindo cada centímetro da minha trosoba fumegante. E mesmo que ela me pedisse para diminuir o ritmo sempre que eu forçava nas estocadas, aquela buceta era tão apertada que o prazer era indescritível, mesmo enfiando bem lentamente, e o visual daquela menina amplificava todo o tesão.

Tirei a piroca e puxei a menina na minha direção, tentando trazer ela de volta para a água para deixá-la virada de costas pra mim, apoiada na borda e permitindo que eu comesse aquela deliciosa vagina por trás. Ela não aceitou, disse que queria continuar naquela posição. Então, aproveitando que ela estava com as pernas e a bucetinha arreganhadas, mergulhei de boca naquela fascinante gruta do amor. O mel viscoso daquela buceta tinha um sabor delicioso, e escorria pela minha língua com suavidade. Conforme eu chupava o grelinho da menina, ela se contorcia e tentava agarrar meus poucos cabelos, sendo que numa dessas tentativas, quase arrancou minha orelha. Eu alternava lambidas e mordiscadas no grelo e nos grandes lábios com linguadas bem no buraquinho, recebendo mais uma bela porção de mel diretamente da fonte. Era incrível como a pequena indígena se lubrificava, não chegava a ser uma mulher-esguicho, mas com certeza aquele melado escorreria pelas coxas dela na posição certa.

Quando percebi que a indiazinha estava próxima de gozar, a virei na posição que eu queria anteriormente, deixando-a com as pernas dentro da piscina, a bunda empinada, o tronco inclinado e os cotovelos apoiados na borda da piscina. Me abaixei por trás e abri aquela perfeita bundinha pequena e redonda, visualizando o pequeno e quiçá intocado cuzinho. Sem cerimônia meti a língua rígida, abrindo-o o quanto foi possível e lambi com gosto aquela delícia de cuzinho juvenil da moçoila. Dei linguadas em toda a extensão do interior da bunda dela, provocando risadas. Perguntei se ela estava desconfortável, ela respondeu que apenas achava curioso por nunca ter feito aquilo, mas estava adorando. Me abaixei e apoiei suas coxas em meus ombros, deixando a menina se apoiando nos cotovelos na borda da piscina e totalmente esticada, de forma que a buceta e o cuzinho dela ficavam deliciosamente a milímetros do meu rosto. Ela deu um grito quando fiz isso e pôs-se a gemer freneticamente enquanto eu a chupava e lambia os dois orifícios, alternadamente e loucamente. Minha pequena índia estava implorando para que eu parasse e enfiasse nela de novo, mas fui malvado por mais alguns instantes antes de colocá-la de volta na posição anterior.

A segurei pelos quadris e coloquei meu pau na porta do cuzinho, apenas para brincar, mas a menina foi categórica ao dizer que não queria, me olhando com uma cara bem feia. Então, sem opção, coloquei na porta da bucetinha por trás e, enquanto eu lutava com aquela musculatura vaginal para permitir a entrada da minha jeba troncuda, a novinha pediu que eu colocasse devagar, pois ela nunca tinha feito naquela posição. Ok, o pedido era uma ordem. Enterrei a piroca até sumir totalmente dentro da moça e dei algumas estocadas lentas, puxando até mostrar a base da cabeça e enterrando lentamente, fazendo a buceta dela babar meus poucos pelos pubianos. Só que aquele ritmo estava dando sono tanto em mim quanto em meu amigo veiudo, então enrolei a base dos cabelos lisos da índia em minhas mãos, segurei em sua cintura com a outra mão, e comecei uma sequência violenta de vai-e-vem. Ao mesmo tempo em que ela gritava para eu parar, ela gemia alto o suficiente para atrair a atenção de pessoas a cinco quarteirões de distância da minha casa. Passei a meter mais forte e com mais raiva, chacoalhando a água e fazendo a mocinha berrar loucamente. Quando eu desferia tapas em sua pequena bunda, ela implorava por mais pica e mais tapas, ao passo que sua prexeca encharcava minha piroca como eu nunca havia visto e sentido antes.

Devo ter ficado uns 30 segundos arregaçando a menina naquela velocidade, até ela fugir de mim, se deitar na borda da piscina e começar a chacoalhar, gemendo e soluçando incontrolavelmente. Ela sorria pra mim e dizia que eu sou incrível, que nunca tinha tido uma sensação como aquela antes. Saí da piscina e fiquei em pé diante daquela delícia, jogada no chão, respirando ofegante e sorrindo pra mim de orelha a orelha. Meu lado selvagem dizia que eu devia atender ao desejo do meu pau e fazer chover porra no corpo da pequena índia, mas eu queria mais, queria destroçar mais aquela bucetinha antes de dar uma gozada épica, mesmo se fosse no chão. Peguei a menina no colo e a levei pra minha cama, aonde nos deitamos e rolamos um pouco, fazendo brincadeiras, carícias e trocando beijos. Ela me beijava como uma namoradinha apaixonada, tentando me recompensar por ter feito ela gozar tão bem.

Masturbei um pouco aquela bela peça de buceta e, uma vez que estávamos já secos da água da piscina, pude perceber que as coxas da moça realmente ficavam encharcadas apenas com seu mel vaginal. Abri suas pernas e fiz outra sessão dedicada de cunnilingus, misturada com um pouco de anilingus, e o mel sexual da mocinha estava espalhado por sua bunda, escorria pelo seu cu, molhava suas coxas e também irrigava toda a minha cara. Era excepcional fazer uma sucção profunda no buraquinho daquela buceta e sentir todo o néctar voar em sua língua, uma coisa de louco, que exemplo de vagina. Quando ela já estava começando a dar sinais que ía gozar novamente, fiz um movimento rápido e enterrei a pica dentro dela, iniciando um clássico papai-e-mamãe em velocidade cruel. Ela tentou me abraçar com as pernas mas logo perdeu as forças, gemendo e gritando conforme eu metia com a intenção de destruir minha própria cama. A menina segurava em minha cabeça e gemia enquanto me olhava fundo nos olhos, alternando com elogios à minha pessoa.

Quando dei um tempo para respirar, ela falou que queria fazer “cavalinho”, então me falou para deitar na cama, sentando logo em seguida sobre meu pau, na típica posição de cavalgada, com os joelhos na cama. Primeiro estranhou o encaixe, dizendo que a “sela” era maior do que ela estava acostumada, mas logo se acostumou com as cutucadas em seu útero e começou a cavalgar, rebolando e mexendo enquanto apoiava as duas mãos na cintura e olhava para cima, urrando de tesão e me fazendo enlouquecer com a visão de seus lindos peitos dançando no ritmo de nossa foda. Não aguentei muito ficar só olhando e levantei o quadril com vontade, jogando-a sobre meu corpo e deixando seus seios na direção da minha cara. Pus-me a chupar aquelas duas maravilhas enquanto fazia movimentos fortes com o quadril, fazendo novamente a mocinha gemer tão alto como as notas agudas de uma cantora lírica. Ela gozou deliciosamente e praticamente desfalaceu sobre o meu corpo. Senti sua buceta fazer movimentos peristálticos e mastigar meu pau, o que tirou qualquer possibilidade minha de auto-controle. Mais um segundo que eu levasse para tirar a piroca, eu encheria aquela bucetinha de porra fervente, mas consegui tirar a pica e esporrei pra cima, respingando na bunda dela e nas suas costas, fazendo-a rir como uma louca.

Ela continuou deitada sobre mim e confidenciou ao meu ouvido que estava delicioso sentir meu “líquido quente” escorrendo em seu corpo. Nos beijamos intensamente por vários minutos, depois deitamos de conchinha e adormecemos, melados de suor, néctar vaginal, saliva e porra. Alheios ao mundo e mergulhados no encaixe perfeito de nossos corpos – eu enorme e ela pequena, protegida entre meus braços. Só acordamos quando o celular da moça tocou de forma desesperada, com sua tia no telefone perguntando do paradeiro da pequena índia que, demonstrando esperteza típica de quem está acostumada a dar perdidos, disse que ficaria vendo filmes na casa da nova amiguinha e chegaria em casa apenas à noite. Desligou o telefone, virou a cabeça para mim e disse exatamente assim: “temos quatro horas, podemos dormir ou…”

Preferi o “ou”, e já abraçado de conchinha naquela delícia morena comecei a beijar seu pescoço e mordiscar sua orelha, enquanto minha mão percorria livremente sobre aquela pele macia, apertando sua bunda ou seus seios, ou ainda alisando sua barriga, alternando com dedadas no umbigo que a faziam se contorcer em cócegas. Ela forçava a bunda na minha direção, fazendo minha trosoba acordar de seu sono e ficar rígida em questão de segundos, crescendo entre as coxas da mocinha, que rebolava discretamente ao sentir o calor fálico lhe tocando a pele. Usei a mão para tocar aquela linda buceta por trás, sentindo que o mel viscoso já se fazia presente novamente, e aproveitei a lubrificação para introduzir dois dedos em sua vagininha ardente e o polegar em seu cuzinho. Dessa vez ela não reclamou, apenas rebolou enquanto meus dedos tocavam o fundo de sua grutinha ou se encontravam internamente com o intrépido polegar que desvendava a porta traseira da menina. Tirei os dedos do orifício e masturbei seu grelinho com ritmo e precisão, fazendo-a se contorcer em espasmos que precediam seu gozo.

Aproveitei do momento oportuno e enterrei meu pau em sua prexeca apertada de uma vez, sem sair da deliciosa posição de ladinho. Ela gemeu gostoso e pediu que eu beijasse sua boca enquanto a trosoba estivesse dentro dela. Fiz o que ela pediu, mas completei passando um dos braços por baixo dela, segurando firme seus seios enquanto eu movimentava o quadril com força, comendo gostoso aquela menina indígena deliciosa. Ela remexia o quadril no mesmo ritmo em que sua língua bailava na minha boca, efetuando passos de tango com minha língua. A moça começou a tremer de leve e aumentar os espasmos, então a virei de bruços na cama, sem tirar meu pau de dentro nem soltar seus peitos, e enterrei a piroca com violência, gerando uma profusão de sons que misturavam meus gemidos, os gemidos da delicinha e os gemidos da cama, que não parecia estar disposta a aguentar nossa trepada monumental.

A menina gozou e se contraiu novamente, repetindo as contrações vaginais e encharcando de néctar todo o lençol. Dessa vez me controlei e puxei o mastro para fora, absolutamente babado de mel por toda a sua extensão. Era incrível, mas a quantidade de lubrificação da menina era tanta que escorria pelo meu saco e uma gota ameaçava pingar. E por falar em gotas, coloquei a gostosinha de quatro na cama, com as pernas bem arreganhadas, e gotas de néctar desciam serpenteando por entre as coxas da menina. Olhei para a bucetinha e vi que ela borbulhava, com seu buraquinho que, aberto, pulsava em movimentos cadenciados, como se chamasse de volta meu pau para o lugar de onde nunca devia ter saído. Aquela cena da indiazinha de quatro, encharcada e gemendo, era épica. Seu cuzinho também piscava devido aos movimentos musculares do local, embora continuasse ali incólume e sedutor.

Meti a língua com vontade naquele cu, lambendo todo o mel vaginal que tinha escorrido sobre ele e fazendo minha língua forçar aquele esfíncter com vontade. A moreninha se contorcia e rebolava, gemendo e me fazendo elogios aos milhares. Conforme eu forçava a cabeça e a língua tentando entrar com o corpo todo no rabo da menina, ela tentava fugir para voltar a se deitar de bruços, mas eu a segurava pelo quadril e a puxava de volta, mantendo aquele cuzinho deliciosamente submisso às minhas investidas linguais. Parei de chupar e olhei que o rabinho piscava mais, já totalmente babado e praticamente pedindo mais lambidas ou dedadas, ou quem sabe algo maior e mais invasivo. Mas aquela prexeca insaciável também me convidava, escorrendo ainda mais néctar e me fazendo imaginar de onde vinha tanto mel. Enfiei a cara com tudo naquela buceta carnuda por trás, segurando a menina pelas coxas e chupando com vontade tudo que vinha pelo caminho: grandes lábios, pequenos lábios, clitóris, vulva, tudo. Me deitei por baixo dela e a mandei sentar na minha cara, quase me matando afogado de tanta lubrificação. Sendo deliciosamente sufocado por aquela vulva, peguei o grelinho sutilmente com os dentes revestidos pelos lábios e chupei vigorosamente, fazendo a menina gritar. Em seguida ela implorou que eu parasse e tentou escapar, mas acabou se entregando ao prazer: mais espasmos vieram, mais um riacho de mel descia por sua buceta, e ela gozou deliciosamente com minha cara enterrada em sua buceta, se estremecendo devagar enquanto caía deitada para o lado.

Mandei que ela ficasse de quatro e fui prontamente atendido, mesmo a mocinha já demonstrando certo cansaço. Minha piroca esfolada se levantou de imediato e preparou-se para o combate. Com a deliciosa indiazinha na posição de cadelinha, peguei seu cabelo e o enrolei em minha mão, enterrei a trosoba até o último milímetro dentro de sua bucetinha e fiz movimentos selvagens de vai-e-vem desde a primeira estocada. Desferi tapas em sua bundinha morena, deixando-a vermelha e com as marcas dos meus dedos, enquanto a menina gemia e urrava de tesão. Seu corpo formava uma curva, com a bunda bem empinada, a coluna curvada e os braços esticados, com a cabeça voltada para cima enquanto eu puxava forte seu cabelo. Segurei então seu quadril com as duas mãos e passei a meter com toda a força que era possível, fazendo a menina abaixar a cabeça no travesseiro e ser empurrada contra a cabeceira da cama. Ela gemia e me olhava com cara de tesão, até que seus espasmos voltaram novamente e ela disse “não é possível que vou tremer de novo”. Era possível sim, a menina começou a gozar e gemer de uma forma tão suculenta, que dessa vez foi impossível segurar. Descarreguei minha porra dentro da bucetinha da índia, com meu pau pulsando e cuspindo esperma enquanto aquela buceta perfeita mastigava outra vez minha piroca com suas contrações. Assim que acabei de gozar, caí morto na cama e fiquei observando a menina, que agora estava de bruços e gemendo, me chamando de louco por ter gozado dentro.

Ela se deitou em meu ombro e eu fiz carícias em seu cabelo, até que colocamos um alarme de 30 minutos no celular e adormecemos, relaxando nossos corpos após tal sessão de prazer intenso. Logo que acordamos eu levantei para ligar o chuveiro e a menina veio atrás de mim, se sentando na pia enquanto observava minha tentativa de equalizar a água quente com a fria. Quando me voltei pra ela, a delícia estava encostada no espelho, com as pernas dobradas e os calcanhares na pia, deixando sua buceta com 20 kg de carne bem na borda. Ela nem precisou falar nada, minha trosoba acordou no exato momento e eu enfiei gostoso naquela bucetinha mais uma vez. Era perfeito olhar para baixo e ver meu pau sendo engolido por aquela vagina indígena naquela posição, mas ainda mais perfeito era ver a carinha dela de tesão, olhando fixamente em meus olhos, como se quisesse dizer que eu era o homem de sua vida. Estávamos esfolados demais para selvageria naquele momento, mas logo a lubrificação aumentou como de costume e eu pude aumentar o ritmo, arrancando gemidos e elogios da menina.

A pedido dela eu tirei o pau e ela desceu da pia, apoiando apenas os cotovelos e empinando a bunda na minha direção. “Quero ver tudo pelo espelho”, ela disse. Peguei em seu cabelo, mirei a piroca em sua deliciosa xaninha por trás e enfiei gostoso, deixando ela observar cada detalhe pelo espelho e gemer loucamente, alternando com elogios e até alguns xingamentos. Pode parecer brincadeira leitor, mas ela gozou novamente, estremecendo suas pernas e repetindo as contrações vaginais que me matavam de tesão. Seria abusar demais da sorte descarregar meus gametas dentro dela outra vez, então puxei a piroca rígida pra fora e a índia continuou na posição enquanto tremia as pernas e gemia baixinho. Fiquei observando aquela menina linda e aquele corpinho suculento que eu não me importaria de comer e aturar pelo resto da minha vida, caso eu colocasse alguns caciques dentro daquela barriguinha e fosse ameaçado de morte ou perseguido por sua família de índios munidos de arco e flecha, machados e afins.

Ela se virou para mim, saltou sobre meu corpo e me deu um longo beijo, tão delicioso que fez minha piroca continuar dura e fervilhante. Fui convidado para o banho a dois, mas eu queria algo antes, e ela não se negou a fazer. Acocorada na minha frente, a mocinha abocanhou minha trosoba e a guardou em sua pequena boca como foi possível. Bem esforçada, ela chupava gostoso a cabeça do meu pau e limpou todos os vestígios de porra do coito anterior que haviam nele, mas dava para ver que seu repertório não era muito extenso. Peguei sua cabeça e dei umas bombadas com a pica dentro de sua boca, fazendo-a babar bastante e se engasgar em alguns momentos, mas nunca desistia da sua missão. Melhor de tudo era quando ela olhava em meus olhos e perguntava se eu estava gostando. Se eu estava gostando? Quem não gosta de um boquete? Boquete é igual a churrasco, até quando é mal feito, fica bom. A prova disso é que não levou mais que alguns segundos para eu despejar jatos de porra cansada na boca da menina. Poucos jatos, quase nada, mas o suficiente pra ela engasgar, tossir e cuspir os gametas na minha perna. Tive que rir da cara que ela fez, e ela riu junto, dizendo que era “doce, mas um doce estranho”.

Tomamos banho como namoradinhos, nos ensaboando mutuamente e trocando carícias ensaboadas debaixo do chuveiro. Bem que ensaiamos uma masturbação conjunta, mas apesar de esfolados e cansados, na verdade o tempo era o nosso pior inimigo naquele momento. Depois que nos secamos e nos vestimos, a levei para a casa da tia, totalmente contra a nossa vontade. Me partiu o coração ver aquela delicinha descer do carro e ter que voltar para dormir sozinho naquela cama que guardou tantas histórias de nós dois. Ao chegar em casa, sequer troquei o lençol, fiz questão de dormir sobre os nossos aromas, ver nossos vestígios e me imaginar fazendo tudo aquilo de novo, após conversar no telefone com ela durante horas. Que indiazinha deliciosa, viramos namoradinhos enquanto o destino permitiu. Sinto saudades…

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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