#18

A Dançarina de Funk

Quando fui convidado para uma festa private, que visava a escolha da melhor dançarina de funk, dentro de um grupo montado por um amigo meu, ligado “nessas paradas”, sabia que deveria reforçar o meu estoque de camisinhas. A personagem principal dessa história é uma deliciosa funkeira de 18 aninhos, cabelos castanhos compridos até o meio das costas, com as pontas ligeiramente aloiradas, pele clara pouco bronzeada, rostinho de moleca assanhada, 1.60 m de altura e talvez uns 50 kg, corpo de proporções regulares, cintura mediana, seios pequenos e delicados, quadris normais e bundinha redonda e arrebitada.

OBS: Este é mais um post longo, para ir diretamente até a parte de sexo, procure o próximo trecho em negrito.

As meninas se apresentaram em um grupo de três, dançando alguma música que a letra pouco importava, e a minha preferida estava trajando uma roupa que a deixava ainda mais saborosa: tênis de corrida com meia branca, um soutien com detalhes prateados, meio carnavalesco, um colar ainda mais carnavalesco, com estilo de coleira em volta do pescoço e um shortinho jeans ínfimo, delicioso, aberto nas laterais (preso por um cadarço vermelho, deixando a lateral da calcinha branca à mostra) e cortado à mão de forma a deixar metade de sua bunda apaixonante à mostra. De piercing no umbigo, cabelos soltos e dançando deliciosamente, ela roubava minha atenção e era a minha candidata favorita ao primeiro lugar.

Cada vez que ela rebolava ou empinava a bunda, minha piroca se contorcia dentro da cueca, desafiando os limites do meu autocontrole. A delicinha parecia perceber o meu desejo louco por ela, e passou a dançar olhando para mim, abrindo aquele sorriso de menina sapeca cada vez que eu a devorava com os olhos. Enquanto ela dançava a terceira música em sequência, meus confrades já tinham uma candidata preferida, tratava-se de uma moreninha de cabelos longos com uma bunda excepcional, que ficava pouco guarnecida por uma saia branca curtíssima. Ela praticamente garantiu a vitória no concurso ao dançar o “quadradinho de oito” com a saia toda levantada, empinando seus atributos para o céu e revelando um volume fabuloso dentro de sua calcinha rosa.

A última chance das delícias era uma dança individual para cada jurado, buscando ganhar o concurso na base da sedução. A primeira menina que dançou para mim foi a tal morena do parágrafo acima, que escolheu uma música cujo refrão dizia “empurra, empurra na buceta”, tirou a saia e dançou apenas de calcinha sobre o meu colo, fazendo minha trosoba atingir um nível absurdo de dureza. A bunda dela era realmente incrível, a forma como ela “batia palmas” com aquele rabo era coisa de louco, e por alguns instantes, ela tinha meu voto. Minha vontade era colocar aquela vagabunda de quatro na cadeira e arregaçar aquele cu na frente de todos, fazendo ela gritar como uma cadela no cio sentindo as veias do meu pau tocando em suas pregas.

Mas logo em seguida a delícia loira me levou ao paraíso. Sentou em meu colo, de frente para mim, e me deu um beijo delicioso na boca, usando toda a habilidade de sua língua para violar o interior de meus lábios. Eu a segurava pelos quadris e passava a mão pelas suas costas, alternando com períodos em que eu cravava os dedos em suas nádegas. Na medida que eu puxava o seu corpo contra o meu, ela gemia sem deixar de me beijar. Dizendo que queria sentir o contato de nossos corpos, ela levantou seu soutien, revelando peitinhos empinados e com delicados biquinhos cor-de-pele, apontando para o céu. Olhei para meus confrades buscando ter certeza se aquilo era contra as regras do concurso ou não, mas eles não estavam nem aí para meu caso de amor com a candidata. Um deles recebia um boquete da morena que havia me tirado do sério, enquanto o outro recebia uma cavalgada da mulatinha peituda que dançava como profissional (do sexo). Estávamos a caminho de um jujubão transcendental.

Para retomar minha atenção, a loira se virou de costas pra mim e passou a sentar no meu colo ao ritmo da música que dizia “empina essa bundinha, senta, senta na minha pista, dança pra mim, rebola pra mim”. Antes de sentar, ela apoiava as mãos nos joelhos, dava uma empinada vigorosa e logo em seguida sentava no meu colo, para depois rebolar e repetir o processo. Falei para ela que queria ver ela rebolar daquele jeito com minha trosoba dentro de sua bucetinha, e logo ela me respondeu que não via a hora. A puxei pelo cabelo e ela se sentou majestosamente sobre meu colo, deitando sobre meu corpo enquanto eu tinha aqueles deliciosos peitinhos duríssimos em minhas mãos. Beijar aquele pescocinho suado era delicioso, provocando gemidinhos discretos da menina, quase inaudíveis diante dos gemidos das outras moças, que eram devoradas perto dali por meus camaradas.

Eu massageava aquela bucetinha com a mão esquerda por cima da calcinha, invadindo e alargando aquele short, enquanto minha outra mão deslizava por aquela barriguinha deliciosa, macia, de contornos femininos, alternando entre momentos de carícia nos peitinhos e visitas até o limite da calcinha. A gostosinha gemia gostoso e rebolava no meu colo, especialmente quando eu mordiscava sua orelha e lambia seu pescoço, dando sinais de que aquele era o seu ponto fraco. Meu pau pulsava freneticamente debaixo daquela mocinha tesuda, implorando para ser liberado da cueca e abrigado dentro de alguma cavidade úmida, o mais rápido possível. Alternando safadezas ditas no ouvido da delícia, pedi a ela que me fizesse um carinho especial com aquela boquinha linda em minha trosoba fumegante. Para me provocar, ela se levantou e disse que dançaria mais uma música antes, pois queria me ver tocando punheta pra ela.

O simples olhar daquela novinha em minha direção fazia meu mastro desafiar a gravidade facilmente. Eu estava com a piroca na mão, descabelando o palhaço sem dó enquanto a tesudinha se empinava toda ao som de “treinamento do bumbum”. Nem percebi quando a outra dançarina, a morena, se aproximou pelo lado e pegou meu salame em sua mão, tecendo elogios às dimensões do bicho. Meu confrade estava ao lado e disse que a morena só falava em mim, que queria sentir meu pau, coisas do tipo e, quando ela viu o boneco em liberdade, não conseguiu mais se concentrar no meu camarada. Ele propôs trocar a morena pela loirinha, mas me mantive em silêncio, pois minha vontade de trocar era nula. Apenas olhei para a loira, que se aproximou de mim, afastou a morena, aconchegou minha piroca em sua mão pequena e disse que era só minha, e vice-versa. A morena e meu confrade nada disseram, apenas se afastaram e voltaram ao que estavam fazendo antes.

A cena da dançarina novinha mamando minha rola era excepcional. Somando-se à deliciosa cara de safada da delicinha, estava o detalhe de como ela fazia o boquete. Pegando meu mastro com as duas mãos pequenas, ela abocanhava o máximo que podia, depois subia e tirava da boca, lambendo logo em seguida a cabeça e toda a extensão da trosoba. Quando não babava naturalmente, dava cuspidas na cabeça e parecia se divertir ao ver minha pica brilhando com sua saliva. Assim que começou a tocar um certo funk das antigas, ela mesma passou a bater com minha piroca em seu rosto. “Vem amor bate não para, com o piru na minha cara, essa é a minha tara”, assim dizia a música, e ela definitivamente fazia jus à música, aquela era a tara da mocinha, se deliciar e se maravilhar com um mastro carnudo em sua boca. Eu gemia loucamente com o trabalho oral magnífico da mocinha.

Ela elogiou a dureza do brinquedo e disse que estava louca para sentir tudo dentro dela, mas não queria ficar ali, perto dos outros casais, que já estavam se revezando e logo nos obrigariam a fazer parte do espetáculo. Peguei então a gostosinha e a joguei sobre meu ombro, fazendo-a rir gostosamente pela surpresa do meu ato. Dei uns tapas naquela bunda deliciosa enquanto a levava para uma das suítes, já devidamente climatizada e preparada para a brincadeira. A coloquei no chão do banheiro e preparei a ducha, enquanto a tesudinha se livrou de todas as roupas, exceto a calcinha branca e o tênis de corrida, que a deixava uns 4 cm mais alta. Já eu me despi totalmente, e fiquei observando o corpo da moça, com a piroca totalmente apontada para o céu. Ela se espantou com o volume e a rigidez do brinquedo, e jogou seu short na direção do boneco. O short ficou pendurado e a pica manteve-se incólume, transbordando sangue aditivado com testosterona em seu interior. A menina deu mais gargalhadas quando fiz a dança do pirucóptero, girando a pica como uma hélice e jogando o short longe. Fui aplaudido pela performance, e logo em seguida ela se apoiou na pia e empinou a bunda, me dizendo que aquele era o pagamento pela minha performance.

A calcinha branca estava deliciosamente enfiada e quase toda desaparecida dentro daquela bunda perfeitamente desenhada. Me aproximei e dei um beijo naquela bundinha, logo em seguida afastando a calcinha para o lado e dando uma linguada certeira naquele cuzinho suado, sem me importar com o histórico recente daquele orifício. A menina deu uma reboladinha e empinou mais o corpo, praticamente me intimando a uma lambida mais vigorosa não só no rabinho, como também na bucetinha que já estava deliciosamente molhada. Rasguei a calcinha pequena sem dificuldade e enfiei a cara dentro daquela bunda deliciosa, chupando com força aquela xaninha por trás, fazendo a menina estremecer e se empinar o máximo que conseguia. Meu pau implorava por algum estímulo, então puxei a menina e a coloquei de cabeça para baixo, com as pernas dela sobre meu ombro e a buceta a me sufocar deliciosamente – morrer daquele jeito não seria má idéia. Passada a surpresa de estar em um 69 naquela posição louca, a menina se dedicou a chupar meu pau, deixando evidente sua falta de experiência (apenas) naquela posição.

A buceta deliciosa da moça se encharcava mais à medida que era explorada por minha língua, e aquele pequeno clitóris pulsava discretamente quando eu o mordiscava. Ela parou de chupar minha pica e pediu pra gente continuar o 69 na cama, e eu prontamente aceitei o pedido. Girei a delicinha em meus braços e a joguei na cama, deitada de costas. Abri as pernas da mocinha, arranquei sua calcinha e ignorei o pedido do norte-sul, me concentrei em apenas degustar aquela deliciosa prexeca totalmente depilada, que ensopava e mastigava os dois dedos que coloquei em seu interior, para dividir o trabalho com minha boca. Tirei os dois dedos melados e coloquei no cuzinho da tesuda, que aceitou os invasores com alguma vã resistência. Enquanto isso, meu dedão e minha língua faziam a loirinha se sacudir na cama e gemer bem alto, me enlouquecendo e fazendo minha piroca estar a ponto de decolar e entrar em órbita.

Ela nem precisou pedir duas vezes, bastou ordenar dizendo “me come agora”, e eu rapidamente encapei o menino, posicionei-me para o papai-e-mamãe e enterrei o boneco todo na gruta da safadinha, sem dó. Aquela buceta apertada engoliu a piroca toda, e eu imediatamente passei a enfiar com força e ímpeto suficiente para partir a cama ao meio, sempre alternando beijos em sua boca com elogios ao seu corpo, e fazendo a tesuda urrar de tesão profundo, misturando o som da sua voz ao som voraz da cama rangendo e do pumba-la-pumba (“é o estalido do meu saco, batendo na sua bunda” – assim diz o funk). Quando a loirinha já dava sinais de estar totalmente enlouquecida com minha vara rasgando-lhe a xota, tirei a piroca melada de dentro da moça e a coloquei em um franguinho assado com as pernas juntinhas pra cima, me proporcionando o visual daquela buceta carnuda espremida nas laterais, parecendo um hambúrguer suculento. Mirei a pica e entrei com força, sabendo que nessa posição a bucetinha fica mais apertada e as sensações se amplificam ao extremo. Eu pesava sobre as pernas dela, enquanto ela cravava as unhas em meu braço e gemia gostoso demais, sempre olhando nos meus olhos, dizendo sem palavras o quão especial era a nossa química.

Depois de uma deliciosa sequência de estocadas naquela posição, a menina afundou mais as unhas nos meus braços e fez uma expressão deliciosa de tesão, dizendo bem baixinho para eu meter mais forte. Usei minha força para foder aquela delicinha o mais rápido e forte possível, empurrando-a pra frente a cada estocada até o fundo e me impressionando com os limites da loirinha. Em um momento de perda de concentração ela me empurrou com a perna e disse que queria sentar e rebolar gostosinho na minha piroca. A camisinha já estava em estado deplorável e eu peguei outra, deixando o mastro pronto para receber aquela buceta que pingou duas gotas de néctar em minha coxa. Minha funkeira safadinha apoiou as mãos nos joelhos e foi descendo devagar em direção à minha pica. A cena era simplesmente linda, aquela menina deliciosa prestes a descer sobre meu pau pulsante, aqueles seios lindos brilhando de suor e aquela carinha de sapeca me fitando, com os cabelos já desgrenhados e suados, denunciando a intensidade do nosso sexo.

A prexequinha da dançarina engoliu minha pica, fazendo-a desaparecer quase completamente dentro da menina, que gemia e amplificava o poder de sedução da sua cara de sapeca. Ela começou a quicar com uma velocidade e intensidade impressionantes, subindo na medida certa para a piroca não escapar e descendo com força, até seu corpo encontrar o meu e provocar um estalo. Quando a velocidade da moça começou a diminuir, a peguei pela cintura, projetei meu quadril pra cima e controlei os movimentos da loira, que alternava seu ponto de apoio em meus tríceps ou meu peitoral, e gemia cada vez mais alto, me instigando a foder sua buceta com mais força. Em determinado momento a segurei com meia pica dentro e movi meus quadris com força e velocidade, fazendo-a pular e gemer loucamente, finalmente denunciando um gozo descomunal, com as unhas cravadas no meu peito. Ela fez menção de sair da posição, mas a botei sentada em cavalgada e a mandei mexer devagar, como se estivesse galopando. Leitor querido, que cena era aquela, a menina cavalgava de forma majestosa, de mãos dadas com as minhas e projetando o quadril em movimentos horizontais. Ela alternava mexidas para frente e para trás com reboladas sensuais, me provocando sensações descomunais.

Minha tesudinha se deitou em meu corpo, deixando nossos corpos em contato pleno durante aquele ato de prazer supremo. Desferi alguns tapas fortes em sua bunda e a abracei firme, beijando sua boca enquanto eu começava outra sessão de movimentos selvagens com o quadril, fazendo meu pau ir e vir dentro da moça na posição que mais me dá tesão. Não tive como conter o ímpeto e enchi a borrachinha de leite, deixando meu pau pulsar e depois amolecer graciosamente até ser expulso daquela bucetinha alagada, enquanto nosso beijo prosseguiu intenso por longos minutos.

Eu pensei que teria algum descanso, mas a delicinha deslizou pelo meu corpo, arrancou minha camisinha e começou a masturbar e chupar minha piroca semi-adormecida. Ela lambia todo o pau e o saco, limpando os vestígios de porra que estavam no mastro e engolindo tudo, bem dedicada. Seu boquete era tão profissional e delicioso que a pica logo voltou ao batente, com o vigor único da ereção pós-gozada. Minha dançarina parou de chupar, foi para a beirada da cama e ficou de quatro, olhando para mim e dizendo que queria ser feita de cadela. Como era safada! Me posicionei atrás dela, encapei o boneco, segurei firme em sua cintura e mirei a pica em sua buceta cada vez mais irrigada, que abrigou o salsichão com facilidade. Enterrei a piroca até desaparecer por completo, batendo o saco em sua pepequinha, que babava meus ovos cada vez que os encontrava. Com uma mão segurei a vadia pela cintura e com a outra desferi tapas em sua bunda, marcando minha égua, à medida que eu empurrava minha verga gruesa com força na moçoila. Coloquei o dedão dentro daquele cuzinho avermelhado e apertado, enquanto sequer pensava em reduzir o ritmo de estocadas na gatinha, que já tinha arrancado todo o lençol da cama e buscava aonde cravar as unhas, na intenção de exacerbar o tesão reprimido. Ela me avisou que iria gozar, e assim o fez, soltando um belo e delicioso gemido de tesão, para depois fugir do meu pau e se deitar, magnífica, de bruços na cama, com aquela bundinha deliciosa me provocando.

Não me dei por satisfeito e me deitei sobre ela, deixando o pau procurar a entrada daquela bucetinha naquela posição de bruços. Ela disse que não aguentava mais nada na prexeca, que estava ardida e o gozo havia consumido suas forças. Sem problemas, mirei a trosoba no cuzinho, que já estava devidamente lubrificado por suor e néctar vaginal. Depois de alguma dificuldade para invadir o buraquinho, posicionei um travesseiro embaixo de seu quadril, facilitando a brincadeira. Mirei novamente o boneco e enterrei meio mastro no cu da pequena safada, que soltou um gemido abafado por estar mordendo o outro travesseiro. Quando sentiu mais um pouco da minha piroca invadindo-lhe o reto, a putinha empinou a bunda, entregando-se totalmente ao prazer do coito anal. Meti em um ritmo vigoroso e intenso, fazendo meu pau entrar quase que completo dentro daquela bundinha deliciosa. Minha loirinha no começo mostrou alguma resistência, mas logo entrou no jogo e começou a rebolar e empinar a bunda, pedindo mais pau dentro de seu cu gostoso. Tirei a pica, deitei ela de ladinho e continuamos o sexo anal delicioso. Ela gemia e contorcia o corpo enquanto eu puxava seu cabelo, beijava seu pescoço e dizia as mais deliciosas safadezas ao pé de seu ouvido. Não demorou até eu gozar maravilhosamente dentro daquele rabinho delicioso, mandando mais DNA para morrer no cemitério de látex.

Novamente ela não me deu descanso, e eu já começava a me aproximar do limite. Ela arrancou a camisinha e jogou longe, me pegou pela mão e conduziu-me ao banheiro, dizendo que queria tomar uma ducha. Chegando no banheiro, ela pediu que eu me sentasse no vaso sanitário pois ela queria realizar nosso desejo, que era dar pra mim sentada no colinho. Meu pau se animou de imediato com a idéia, embora ela tivesse tocado uma breve punheta para deixá-lo pronto para o combate. Me posicionei da forma ideal no vaso, com o quadril projetado para cima, e a mocinha sentou gostoso com aquela prexeca deliciosa em meu pau. Como acabei esquecendo da camisinha desta vez, pude sentir todo o calor, umidade e textura daquela incrível gruta sexual, um absurdo de tesão. Ela estava sentada de costas para mim, com as mãos em meus joelhos, subindo e descendo, e rebolando de forma sensual quando sentia o meu pau todo dentro de si. Segurei em seu quadril e a delícia passou a sentar mais gostoso, a quicar mais rápido e mais selvagem, soltando urros de prazer deliciosos enquanto esfolava minha piroca incansável. Não demorou para a delicinha gozar novamente, dessa vez com direito a tremedeiras deliciosas e espasmos vaginais, que mastigavam minha pica feliz.

A delicinha se levantou e ficou de frente para mim, vendo que o tesão ainda corria em minhas veias enquanto eu tocava uma bronha vagarosa olhando para aquele corpo delicioso, aqueles pequenos seios empinados para o céu, a barriga lisinha ornamentada com o piercing, as coxas grossas e bem torneadas, e aquela buceta carnuda e depilada, absurdamente suculenta. Disse a ela que estava pronto para mais uma gozada, e ela se ofereceu para ajudar, desde que não tivesse que aguentar mais nada na prexequinha ou no cu, que já estavam totalmente exaustos. Cheguei próximo a ela e lhe dei um beijo demorado na boca, logo em seguida mandando-a se ajoelhar. Ela entendeu o que eu queria, pegando meu pau em sua mão direita e abocanhando imediatamente. Não foram necessárias mais que algumas chupadas para a vontade de gozar se tornar incontrolável. Avisei que meus gametas estavam na plataforma de lançamento e a delicinha largou o pau, colocou as mãos no joelho e ficou olhando para cima, praticamente me intimando a gozar em sua cara. O primeiro jato de porra voou em sua testa, respingando de leve no cabelo, fazendo-a fechar os olhos. A cena daquela delicinha aguardando leite naquela posição era incomparável, soltei mais alguns poucos jatos de DNA no rosto da pequena, que fez questão de abrir a boca e beber os últimos gotejos da piroca, mamando deliciosamente até o mastro adormecer de vez.

A ajudei a se levantar e fomos para o banho, nos abraçando e nos ensaboando enquanto a ducha despejava água em nosso corpo. Aquela moça era tão deliciosa que minha piroca acabou revivendo novamente, um marco na história deste singelo comedor, deixando a menina ciente de que a noite não tinha acabado por ali. Ela também acabou se envolvendo em minhas carícias e beijos no pescoço, virando de costas para mim e se apoiando na parede, com a bundinha bem empinada, me convidando para visitar o cuzinho ensaboado. Coloquei a trosoba na mira do rabinho e enterrei gostoso, sem dificuldades, fazendo a menina ficar na ponta dos pés e gemer deliciosamente enquanto olhava para trás, procurando meus olhos de tarado enquanto a enrabava vigorosamente. Quanto mais meu pau entrava e saía, mais a gostosinha rebolava e se empinava, transformando aquela nossa trepada em algo totalmente épico. Ficamos apenas naquela posição por alguns minutos, até a vontade de gozar chegar sorrateiramente, fazendo-me ejacular tudo que ainda restava dentro daquele cu delicioso.

Depois de recompostos de mais uma foda deliciosa, nos beijamos e terminamos de tomar banho, nos ensaboando carinhosamente e trocando palavras carinhosas e elogios aos milhares. Nos enxugamos e deitamos juntos na cama, conversando sobre nossas vidas abraçadinhos, até o sono chegar. Acordei no dia seguinte com a gostosinha do meu lado e algumas mensagens de meus confrades no celular, me xingando por monopolizar a menina, algo que era contra as regras. Fazer o quê?

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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