#19

Caiu o tomara-que-caia da morena

Eu estava despretensiosamente parado na fila do fast food, quando meu olhar foi magneticamente atraído por um par de seios na fila ao lado. O tal par de seios era ostentado por uma morena clara, com cabelos castanhos escovados que terminavam no meio de suas costas. Alta e magra, em torno de 1,75 m, a delícia usava um conjunto de short curto e tomara-que-caia jeans, que pareciam formar uma única peça. Seu rosto trazia uma beleza comum, com uma boca pequena e bem desenhada, um pequeno piercing no nariz arrebitado, olhos ligeiramente puxados e uma boa dose de maquiagem. Ela estava acompanhada de uma amiga loira, um pouco mais baixa, cerca de 1,65 m, igualmente magra, mas sem nenhum atributo que merecesse minha atenção, exceto pelo short de seda largo e curtíssimo, que revelava totalmente suas coxas magras, mas dava poucos detalhes sobre o desenho de sua bundinha.

Aqueles seios da morena eram apenas medianos, assim como sua bunda e outros detalhes de seu corpo. Mas seu tomara-que-caia era mais do que magnético, afinal eu simplesmente não conseguia tirar o olho do que ele guardava, aliás, mal guardava. Parecia que o tomara-que-caia estava um número ou dois acima do correto para o corpo da moça, ou foi mal projetado mesmo, afinal os seios da menina estavam praticamente de fora, atraindo a atenção de todos os machos em um raio de 500 metros. Apenas os mamilos não apareciam, mas era por muito pouco. Ficar olhando para aqueles peitinhos desguarnecidos causou uma discreta ereção de minha trosoba, então fui obrigado a procurar outro atributo para olhar, e me interessei por seus olhos puxados, que eram bem penetrantes e sensuais.

OBS: Como de costume, para ir diretamente até a parte que interessa, procure a próxima frase em negrito.

Ela não percebeu que estava sendo secada por mim, mas sua amiga loira viu, deu um sorriso e sussurrou algo no ouvido da morena. Foi a deixa para a morena me olhar de cima a baixo, abrir um sorrisinho discreto e desviar o olhar, envergonhada. Entendi que era um convite para a aproximação, então larguei meu lugar na fila e me aproximei das meninas. Apresentei-me, batemos um papo, dividimos uma mesa para consumir nossos lanches e nossa conversa fluiu em low profile até eu descobrir a idade das mocinhas: 18 anos para a morena e 19 anos para a loirinha, barely legal. Sabendo que estava dentro da lei, deixei claro minhas intenções por meio de um longo e delicioso beijo na boca da moça do tomara-que-caia, ato que durou alguns longos minutos. Fomos interrompidos pela loira, que se disse envergonhada por toda a praça de alimentação estar olhando na nossa direção. Sugeri que fôssemos para o meu carro nos conhecer melhor, algo que a moreninha topou imediatamente, e causou um olhar de desconfiança na loira.

Enquanto andávamos pelo estacionamento a caminho do meu carro, a amiga loira pensou em desistir da ideia, puxando a moreninha gostosa para longe de mim, tentando manipular sua amiga a não entrar no carro de um estranho que elas acabaram de conhecer. Dei um tempo para as duas conversarem por alguns instantes, até que a mocinha veio até mim, com seus peitos balançando e loucos para fugir da roupa, dizendo que não iríamos a lugar algum, ficaríamos apenas no estacionamento. Concordei plenamente, meu carro tem espaço de sobra para comer duas ninfetinhas daquele naipe, e o filme escuro nos vidros evita a ação de algum voyeur indesejado.

Chegamos ao veículo e combinamos que a amiga loira ficaria no banco dianteiro, enquanto eu e a moreninha do tomara-que-caia usaríamos o banco traseiro para nos conhecer melhor, assim não haveria a menor possibilidade de eu dirigir e levá-las dali. Abri a porta pra loirinha entrar na frente e fiz menção de abrir a porta traseira para a morena, mas a surpreendi e empurrei seu corpo contra o carro, pegando-a por trás, segurando firme em sua cintura e atacando com beijos quentes no pescoço. Ela revelou que não era uma menina difícil ao empinar a bundinha na minha direção e dar alguns gemidos baixinhos à medida que minhas mãos percorriam aquele corpinho com vontade. Enquanto eu acariciava seu queixo e seu rosto com uma das mãos, ela aproveitou e chupou dois dedos meus, o que me inspirou a dar um tapa em sua bundinha discreta, para depois apertar firme, provocando outro gemido na menina.

Sentindo que o clima já estava quente o suficiente, eu finalmente enfiei uma das mãos dentro daquele tomara-que-caia frouxo e peguei em um dos peitos da menina, que era duro e suculento, com mamilos róseo-amarronzados e um biquinho discreto, bem pequeno. A marquinha do biquíni nos peitos era um charme à parte, fiquei imaginando como deveria ser a marquinha em sua bundinha. Enquanto eu brincava com aquele biquinho entre meus dedos, a safadinha apoiou as mãos no carro e empinou mais a bunda na minha direção, sentindo o volume criminoso do meu pau, apesar das roupas que o separavam de seu rabinho. Que menina safada e deliciosa! Virei a tesudinha de frente para mim e cravei um beijo intenso em sua boca, apertando suas nádegas com força enquanto ela fez o mesmo comigo, colando nossos corpos de forma absolutamente sensual.

Enquanto percorria minha mão por suas costas, achei o zíper do tomara-que-caia, deixando aquela roupa ainda mais frouxa, vendo saltar e ganhar vida cada um daqueles belíssimos peitos. A amiga loira percebeu que logo estaríamos correndo o risco de praticar um atentado violento ao pudor, e nos mandou entrar no carro. Obedecemos a menina e nos ajeitamos no banco traseiro. Com o carro fechado e devidamente trancado, liguei o motor e coloquei o ar-condicionado em 18 °C, afinal logo estaríamos colocando aquele ambiente para ferver. No rádio estava tocando um R&B sensual, que nos dava combustível para intensificar os beijos e as carícias. Enquanto abri totalmente o zíper liberando a menina de sua roupa até a cintura, a gostosinha tirou minha camisa, elogiando meu corpo e acariciando meu peitoral. A amiga loira no banco dianteiro fingia fazer cara de paisagem, mas havia mexido no retrovisor interno para acompanhar o que ocorria logo atrás dela.

Com a gostosinha sentada ao meu lado, mergulhei naqueles peitinhos, segurei cada um com uma mão e chupei ambos, alternando atenção às duas protuberâncias do prazer e fazendo a delicinha gemer enquando acariciava minha cabeça e minhas costas. Foi delicioso realizar aquele desejo que estava reprimido desde quando visualizei a menina pela primeira vez. Usei as mãos para alisar sua barriga e segurar firme em seus quadris, beijando também seus ombros e seu pescocinho gostoso, sentindo o cheiro daquele perfume importado da moda e recebendo delicadas mordidas na orelha por parte da moreninha. A coloquei sentada no meu colo, de frente pra mim, e a visão daqueles peitos empinados bem diante do meu rosto fez a ereção da minha trosoba ficar ainda intensa e dolorida, tanto por estar bloqueada pela minha calça jeans quanto pelo peso da mocinha sobre ela.

Acariciei suas costas e sua cintura enquanto chupava novamente aqueles peitinhos, e a menina gemia cada vez mais gostoso enquanto ensaiava uma rebolada em meu colo e passava a mão pela minha cabeça com força, quase arrancando minhas orelhas quando as encontrava. Ela disse que estava ficando louca, com isso estendi minhas carícias à bunda e às coxas da moça, apertando cada vez mais forte, fazendo-a gemer e me dar tapas na cara quando sentia meus dedos tentando rasgar seu short até encontrar sua carne. Durante essa sequência de apertões e reboladas, demos um demorado beijo, que contribuiu ainda mais para a petrificação de minha piroca. Informei à menina que meu pau não aguentava mais ficar escondido, então ela se afastou um pouco, colocou a mão sobre minha calça e viu que eu estava falando sério. Sem pedir a permissão dela, abri o cinto e o zíper da minha calça, fazendo meu pau pular, arregalando os olhos da morena tesuda.

Ela me disse para guardar aquela coisa enorme (sic), mas ignorei seu pedido e segurei pela cintura, puxando-a de volta para bem próximo do meu corpo. A moça voltou a me abraçar e beijar minha boca, enquanto sentia meu pau pulsar embaixo de sua prexeca, que de tão molhada já umedecia o seu short jeans, que junto com sua calcinha, eram as únicas barreiras protetoras entre minha trosoba fumegante e o interior de sua bucetinha. Enquanto percorria as costas dela com as mãos, passei a invadir o short dela com os dedos, sentindo sua minúscula calcinha de algodão totalmente cavada e sentindo a pele lisa de sua bunda duríssima. Cada vez mais minhas mãos arregaçavam e invadiam aquele short, cada vez mais meu pau se esfolava com as reboladas da moça e seu short jeans e cada vez mais os gemidos da moreninha ficavam mais altos e apaixonantes. A safadinha rebolava e remexia sobre meu pau, que fugia por baixo de seu corpo e aparecia por trás, subindo como uma cobra entre a bunda deliciosa da menina.

Foi nesse momento que me lembrei da amiga loira, e a flagrei com o corpo de lado no banco, olhando para trás e se deliciando com nossa cena. Quando meus olhos cruzaram com o dela, ela virou-se rápido para frente e disse pra gente terminar logo, pois ela tinha hora para chegar em casa. A moreninha ignorou o conselho de sua amiga, mas eu falei que ela deveria estar com inveja. Perguntei à morena se ela se importava caso a amiga passasse também para o banco traseiro e minha safadinha imediatamente chamou sua amiga pelo nome, ordenando que ela viesse participar da brincadeira. A loira disse que não e nos ofendeu de forma branda, então a ignoramos e continuamos naquele amasso selvagem. Senti que a moreninha colocava sua pequena mão em meu pau, empurrando-o contra sua bunda enquanto ela remexia. Aquilo era delicioso, embora cada vez mais doloroso por causa do contato com o jeans da mocinha.

Sugeri que fizéssemos aquela brincadeira direito, me oferecendo para tirar aquele short e promover o contato íntimo entre nossos sexos. Ela bateu em minha mão e disse que não, mas disse que iria me surpreender. No momento em que ela levantou do meu colo, sentando-se ao meu lado, a amiga loira abriu a porta do carro e saiu, prendendo nossa atenção. Ela deu a volta no veículo, abriu a porta traseira e se sentou em posição oposta à moreninha, dizendo que queria ver mais de perto, mas só ver, sem participar. Logo sua palavra escorreu pelo rio de sua prexeca abaixo, no momento em que a segurei pelo pescoço e tasquei um beijo em sua boca com aroma de chiclete, que ela ainda mascava no momento em que a peguei de surpresa. Seus lábios inferiores eram ligeiramente carnudos e intimavam meus dentes a pressioná-los suavemente. O beijo da amiga loira eram totalmente diferentes dos beijos da outra moça que, embora fossem deliciosos, a loirinha passava mais tesão em seu beijo e nos movimentos de sua língua, coisa de louco.

Enquanto me dedicava aos lábios da loirinha e deslizava as mãos pela sua coxa em direção ao short largo, senti uma mão pequena segurar meu pau e, logo em seguida, foi a vez de sentir o toque suave de uma língua passando em volta da cabeça da piroca, circulando por toda a sua extremidade e depois descendo dedicada até o saco, aonde fez outra volta circular e voltou pela base do pau até a cabeça novamente, que foi logo em seguida abocanhada e sumiu totalmente dentro da boca da moreninha. A sensação de receber um boquete inesperado de uma gostosinha enquanto beija a amiga dela é algo totalmente fabuloso, épico, enlouquecedor. Quase perdi a concentração no beijo da loira enquanto a moreninha subia e descia com sua boca quente em minha piroca. O prazer era tanto que a vontade de gozar se apresentou de imediato, necessitando de muito controle mental para não atrapalhar aquele momento fantástico.

Com uma das mãos, puxei o cabelo da loira e beijei seu pescoço, fazendo-a ficar arrepiada, enquanto com a outra mão invadi a lateral do short de seda e toquei na parte da calcinha que protegia a prexeca. Estava ensopada! Ao sentir a proximidade de meus dedos, a loirinha exprimiu uma negativa com sonoridade de gemido, como que pressentindo a invasão de meu dedo indicador, que afastou sua calcinha e buscou o delicado grelinho, escondido por aquela prexeca felpuda, carnuda e molhada. Meu dedo médio também entrou para a brincadeira, invadindo o interior daquela gruta fervente, exalando um aroma vaginal no ambiente. A mocinha gemeu novamente e tentou segurar meu braço, mas não conseguiu impedir meu próximo movimento, que consistiu em usar o dedão para masturbar seu clitóris e enfiar os dedos indicador e médio profundamente no interior da moça, que gemeu e ensaiou alguns movimentos pélvicos quando meus dedos iniciaram o movimento sexual.

Enquanto isso a moreninha continuava seu boquete irrepreensível, mas assim que ouviu os gemidos de sua amiga loira e percebeu que ela era masturbada vigorosamente por meus dedos selvagens, ela voltou seus olhos para a cena e passou a punhetar-me a pica, dizendo safadezas para amplificar o tesão da brincadeira. A loira urrava alto à medida que a velocidade dos movimentos de minha mão aumentavam, e sua buceta expelia cada vez mais néctar em minha mão, uma delícia. Ao meu comando a moreninha voltou ao seu trabalho labial em minha trosoba, enquanto a loirinha safada tentava fugir de meus dedos, mas era em vão, visto que o dedo anelar também tinha se juntado à brincadeira, fazendo-a irrigar a prexequinha mais do que nunca e exalar um tesão épico em seus urros. Não demorou até ela iniciar uma tremedeira frenética e pular para longe dos meus dedos, ofegante e com um olhar incrível de safada em seu rosto, silenciosamente me agradecendo pela gozada incrível.

A moreninha olhou em meus olhos e disse que também queria sentir meus dedos mágicos (sic), e largou minha trosoba para desabotoar e tirar seu short, que fazia conjunto com a parte de cima da roupa. Virei-me para a loirinha, que ainda respirava ofegante, peguei-a pelos cabelos e pescoço, dando-lhe um beijo profundo em sua boca. Em seguida conduzi sua cabeça na direção do meu mastro ereto e pulsante, sem resistência da menina, que já sabia do próximo ato daquela ópera sexual. A loirinha segurou minha pica com sua mão pequena e magra, tentando em vão fechar os dedos em volta do grosso falo, e elogiando justamente essa característica de meu objeto do prazer. A morena, que já estava apenas de calcinha, fez coro aos elogios, inflando meu ego tanto quanto minha piroca estava inflada. Sem mais delongas empurrei a loirinha para o serviço, enquanto voltei-me para a morena, que estava apenas de calcinha e sentada nos calcanhares, virada para mim.

Puxei a morena um pouco para cima e fui breve ao chupar aqueles belos seios, passando em seguida para beijos e lambidas no pescoço e beijos em sua boca, usando as mãos para finalmente acariciar e apertar aquela bunda desnuda, que tinha uma pele incrívelmente lisa e era absolutamente rígida. Sua calcinha além de mínima, era bem larga, e não dificultou o trabalho do meu dedo médio em alcançar aquela bucetinha úmida por trás. Imediatamente usei também o dedo médio para tocar em seu cuzinho delicado e pequeno, como imaginei que seria. A amiga loira tinha um boquete inversamente proporcional ao seu beijo, apesar de não usar os dentes, seu repertório era básico, apenas o sobe-desce-sobe-baba-estala-desce típico, sem coordenação com a mão, imóvel em meu saco. Ela não abocanhava nem 30% do meu pau nas chupadas, mas era esforçada, então deixei ela se divertir enquanto eu me preocupava com a morena delícia.

A posição não era ideal para masturbar aquela mocinha bronzeada, então a instruí a manter a posição, mas virar-se em direção à frente do carro. Ela entendeu perfeitamente, abraçou o banco dianteiro e ficou praticamente de quatro, com a bundinha bem empinada, esperando ansiosamente por minhas habilidades masturbatórias. Cheguei sua calcinha para o lado e iniciei os trabalhos em seu grelinho proeminente, guardado por uma bucetinha totalmente depilada e magra, pouco carnuda. Foi só começar a brincar com o botãozinho para a morena empinar mais sua linda bunda (com marquinha de biquini bem sutil), iniciar uma rebolada sensual e irrigar minha mão com seu néctar. A loira estava gostando do que via, e mantinha seu ritual de felação com os olhos na amiga morena, que rebolava e gemia conforme eu masturbava sua pequena buceta. A morena, safada como só ela, segurou com uma mão na cabeça da loira e mandou que ela chupasse direito. Funcionou bem, a loira continuou com o repertório pouco criativo, mas a velocidade da mamada aumentou e os gametas não tardariam em sair.

Passei a enfiar o polegar no cuzinho da moreninha tesuda, que não ofereceu resistência. Meu dedo médio e indicador invadiram sua bucetinha, tremendamente apertada e quente, fazendo movimentos conjuntos com o polegar e masturbando os dois orifícios da mocinha. Só com um manual de instruções eu teria sido mais eficiente, pois aquele era o estopim perfeito do prazer daquela gostosa. Acelerei as estocadas com os dedos naquela safada enquanto castigava sua bunda com tapas da outra mão, fazendo a magrinha gemer deliciosamente alto. A loira se inspirou nos movimentos da amiga e passou a chupar cada vez mais rápido, agora desferindo uma dentada aqui e ali, mas o prazer era maior. O gozo da morena se aproximava paralelo à chegada do meu gozo, e os gemidos dentro do carro formavam uma verdadeira sintonia dos prazeres mundanos. A morena chegou ao orgasmo no exato momento em que enterrei quatro dedos em sua buceta completamente encharcada. Ela afastou minha mão e se sentou meio de lado, ofegante, deixando escorrer o restante daquele néctar no meu banco de couro, eternizando aquele momento de putaria na história do carro.

Com a morena fora de circulação, voltei a concentração para a loira. Usei a mão direita (perfumada com a essência da moreninha) para segurar o cabelo da amiga loira e conduzir seu boquete. Ela parecia entusiasmada com a dedicação total e sua chupada estava cada vez melhor, me enlouquecendo e atraindo minha mão para sua bunda, menos rígida que as nádegas de sua amiga, mas ainda assim deliciosa. Cada vez mais empolgada, a menina finalmente acertou a coordenação de sua mão ao punhetar-me o mastro enquanto me chupava. E desse jeito não foi possível controlar o ímpeto: gozei em sua boca. Os primeiros jatos de porra voaram decididos na garganta da menina, que me surpreendeu ao continuar chupando, mas deixando voltar o leite, que saía de sua boquinha e escorria por todo o meu pau, morrendo graciosamente na base do cacete. Quando meu pau começou a amolecer, ela parou de chupar, olhou em meus olhos e abriu um sorriso de safada, dizendo que nunca tinha provado um leitinho doce. A morena ficou curiosa para sentir o sabor, então se aproximou e deu uma lambidinha bem discreta, afirmando que era realmente doce.

Uma vez que elas se interessaram pelo sabor, ordenei que uma das duas fizesse a limpeza, mas as duas se recusaram e começaram a rir. Fui obrigado a recorrer ao lenço estratégico que guardo no carro, enquanto a loirinha penteava seu cabelo e a moreninha se recompunha, voltando a se tornar aceitável para os olhos da sociedade. Quando ficamos prontos, dei um beijo na boca da morena, observando de novo aquele tomara-que-caia sacana, e depois que a loira colocou uma bala de menta em sua boca, beijei-a com igual vontade. Finalizamos a brincadeira com um beijo triplo, delicioso, que teria sido mais interessante se as meninas tivessem um desejo maior entre elas. Quem sabe em outra ocasião?

Ofereci carona, mas elas disseram que já tinham carona para casa, o namorado da loira, que acumulava 20 ligações perdidas no celular da menina. Safadinha, ela ligou de volta para o camarada dizendo que estava no cinema, por isso não tinha atendido, e que o filme tinha sido “muuuuuuito bom”. Muito devassinha. Peguei o número das duas e ficamos de combinar um encontro para algum dia, afinal minha curiosidade por violar o interior daquelas bucetinhas com minha trosoba fumegante estava agora em um nível fora do comum.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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