#20 (Cherry)

Pub – Parte 1

Estávamos num Pub, cigarros, drinks e afins. E ela, em outra mesa, não parava de me olhar. Será que ela não esta vendo que estou acompanhada? Ela sabe e não se importa, muito pelo contrário. Ela gosta. O que me resta, se não sustentar o olhar naqueles olhos negros e intensos?

“Pra onde você esta olhando?” – meu namorado pergunta meio sem interesse. “Pra ninguém”, eu respondo.

Depois de mais alguns minutos de uma conversa vazia e sem sentido, disse que ia ao banheiro e depois pegaria mais duas cervejas. Fui, e quando passei por ela, nossos olhos já haviam se encontrado, quase que por magnetismo. Quando parei na fila do banheiro, olhei pra trás e a vi beijando a menina com quem estava, depois levantando e vindo em minha direção… quero dizer, em direção à fila do banheiro.

– Entraram agora? – ela perguntou como se nada tivesse acontecido.

– Sim.

Ficamos assim, nos olhando por alguns minutos, e só voltamos à realidade quando a luz do banheiro penetrou a escuridão do corredor, deixando claro o formato dos seus seios suculentos, e a minha mão já acariciando seu braço.

– Se incomoda de entrar comigo? Sabe, sairei daqui e irei pra outro lugar com o meu namorado, e preciso de uma opinião sobre a lingerie. (“Sua puta!” – gritei internamente). Fiquei surpresa em perceber que a cantada péssima colou, e só me dei conta de que tinha dado certo mesmo quando senti meu corpo batendo na parede lateral do banheiro minusculo.

O banheiro de 3×4 m era até bem arrumado e limpo, mas um pouco apertado para uma “checada na lingerie”, e com uma decoração horrível de pub meia boca. Apesar disso, dava perfeitamente para ficar sentada na pia com uma perna em cima da tampa do vaso sanitário, o que já adiantava muito. Peguei a menina pelo cabelo, pude sentir a densidade dele, mais denso que a própria cor (um castanho muito escuro) e perguntei baixinho no ouvido dela:

– Não se importa de demorar mais um pouco não né? Vai criar problema com a menina da tua mesa? – A resposta veio com um gemido negativo e uma mordida no meu lábio inferior, indicando que eu poderia fazer o que eu quisesse com ela.

Ela sentou na pia e me puxou pra mais perto, começando a beijar o meu pescoço com tanta vontade que não sei como não deixou marcas (também, não importava mais). Depois foi descendo o beijo até chegar nos meus seios, que estavam quase saltando da blusa e pedindo pra serem chupados por aquela boca pequena, o que ela prontamente acatou depois de alguns segundos. Baixou a minha blusa, fazendo com que aparecessem por cima da renda preta e se deliciou com eles como se fosse o ultimo dia de sua vida.

Sobre a lingerie não ouvi quase nada, só o barulho da renda rasgando, e internamente minha consciência com uma voz masculina me rogando pragas até a decima geração, mas que logo foi esquecida quando uma outra voz me pediu pra abrir a saia dela e chupá-la. Obedeci como uma boa menina (engraçado como o comando da situação muda muito rápido) e baixei a micro saia quadriculada, revelando uma calcinha de renda super fina e preta que tratei de arrancar. Peguei a coxa direita dela e coloquei em cima da pia, assim pude ver a cena mais linda da noite: ela com a mão na buceta (que já estava muito molhada) se masturbando de leve, com o cabelo caído no meio dos seios super empinados e mordendo o lábio. Depois de ver isso, não pensei duas vezes, passei a língua bem no meio e comecei a chupar, fazendo a mão dela ir da buceta pra minha cabeça. Agora sim, ouvi o gemido baixinho dela, o mais delicado que já escutei, pedindo “não para” e “mais” o tempo todo. Coloquei a outra perna dela na pia e isso fez a xota ficar toda aberta e grande, pedindo pra ser dedada. Passei o dedo do meio nela e olhei pra menina com tesão.

– Pede.

Ela pediu dois. “Coloca dois pra me abrir todinha”. Enfiei dois dedos e senti unhas arranhando minha barriga, seguido de um gemido um pouco mais alto do que o de costume. Por dentro ela era super apertadinha, nada que me surpreendesse, visto aquele rosto que seria angelical se não fosse tão feito pra putaria (nesse momento estava me perguntando sua idade, ela parecia ser muito mais nova). A pressão da buceta dela me fazia ir cada vez mais fundo, e a menina acabava revirando os olhos e pedindo sempre mais, e bem alto.

Então, ouvimos um soco na porta.

– Para de foder dentro dessa porra!

Nos recuperamos em menos de 5 minutos e saimos, as duas ofegantes e suadas demais. Percebemos o tamanho da fila e a “preocupação” de nossos acompanhantes (ele havia sentado na mesa dela e já passava a mão na parte interna de sua coxa). Demos as mão e resolvemos sair dali.

Continua…

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