#22 (Cherry)

Pub – Parte 2

Nos recuperamos em menos de 5 minutos e saímos, as duas ofegantes e suadas demais. Percebemos o tamanho da fila e a “preocupação” de nossos acompanhantes (ele havia sentado na mesa dela e já passava a mão na parte interna de sua coxa). Demos as mãos e resolvemos sair dali. 

Pagamos nossas mesas, pra não gerar nenhuma confusão constrangedora, na mais perfeita calma, como se nada tivesse acontecido atrás de nós. Mas vi os olhos da menina um pouco chorosos e perguntei, já no carro, se ela queria conversar sobre aquilo. Depois de um silêncio tenso, quando já estava começando a me desculpar pelo “ataque” do banheiro, ela me interrompeu com um beijo tão delicado mas ao mesmo tempo tão sedento que achei melhor encerrar o assunto sobre a companheira dela, e continuar a brincadeira. Retribuí o beijo puxando-a pra sentar no meu colo e pude (enfim) passar a mão na bunda perfeita que havia embaixo daquela saia preta apertada. Pude também sentir as covinhas no quadril daquela delícia que, pra mim, são espetaculares (a melhor parte do meu corpo, como muitas já falaram) e fiquei com tanto tesão, que dei um tapa bem forte na bunda esculpida pelas mãos do diabo que eu acabara de encontrar.

– Preciso sair desse carro pra ver essa bunda direito, você deixa? – Disse, mordendo a ponta da orelha dela e apertando seu seio. Ela riu e voltou pro banco do carona mas colocou a mão na minha xota e assim ficou, me provocando até chegar no apartamento. Dessa vez, a brincadeira no elevador foi até bem comportada, só ficamos nos provocando passando a ponta do dedo  do pé na portinha da buceta uma da outra enquanto subíamos. Quando chegamos no AP, a primeira coisa que ela fez foi me perguntar onde era o meu quarto, eu apontei e ela me puxou em direção a ele, sempre me beijando com uma intensidade impar e, quando chegamos, já estávamos completamente despidas.

Descrever o que era aquele corpo, caro leitor, é uma tarefa bem difícil, mas seria um pecado mortal não compartilhar essa informação com vocês. Sabrina tinha um corpo de uma menina de 15 anos (na verdade, não sei se tinha essa idade mesmo), a bunda era perfeitamente redonda a dura e os seios apontavam para o céu, como uma virgem. Não tinha o corpo definido por academia, mas dava pra ver que não dispensava um exercício pra se manter daquele jeito. Fiquei imaginando como ficará aquele corpo daqui a uns 5 anos…

Ela deitou de bruços na minha cama e ficou balançando a bunda, como uma cachorrinha abana o rabo quando quer brincar, e me olhou com uma cara de safada que me fez cair de boca na xota dela por trás, sem dó nenhum. Pensei em enfiar logo minha língua toda mas respirei, me controlei e decidi fazer a menina enlouquecer. Apertei a bunda branquinha dela e dei um tapa bem forte enquanto me lambuzava com seu mel docinho e, quanto mais forte eu apertava, mais alto ela gemia e empinava a bunda. Meu nariz já tocava a portinha do cu dela quando lembrei de desbravá-lo com a minha língua também, passando todo aquele mel no anel rosinha que ela tinha (talvez nunca penetrado); cuspi nele e forcei o dedo indicador enquanto fazia movimentos circulares no clitóris mais que inchado.

– Não, aí não pode – Ela disse rindo, quase desesperada, mas com uma pontinha de vontade na voz.

Ri também mas fingi que não era comigo. Pressionei mais o meu dedo e a ponta dele já podia sentir o quentinho do cuzinho apertado dela.

– Não vai doer, eu prometo. – Ela suspirou quando sentiu a o dedo dentro mas começou a empinar a bunda, involuntariamente pedindo mais.

Mordi a bunda dela enquanto passava pela buceta até a portinha do cu, para molhar e tornar a experiência um pouco melhor pra ela; Minha buceta já estava pingando de tanto tesão, pedia por uma língua correndo seus lábios e isso me fez forçar mais um pouco o dedo, a fazendo gritar. Passei a mão pelo corpo dela até chegar nos seios que apertei, e dei um tapa sem dó antes de calar a boca com a minha mão. “Xuuu. Caladinha” – Falei no ouvido dela, enquanto ia forçando o dedo (já estava pela metade dentro). Continuei segurando o grito daquela putinha enquanto a mesma se entregava e rebolava pro indicador entrar mais um pouquinho. Quando percebi, já estava socando todo ele e ela urrava de tanto tesão enquanto chupava o dedo da outra mão. Depois de abrir o cu dela todinho, tratei de fazê-la gozar de verdade e soquei 2 dedos na xota mais que molhada (que agora pulsava pedindo pra gozar) até sentir escorrer todo o mel que ela tinha guardado desde quando saímos do bar.

Então, veio a vingança. Ela acabou com a minha brincadeira. Me pegou pelo braço e me jogou na cama já abrindo as minhas pernas e enfiando seus dedos finos e curtinhos dentro da minha buceta, e em seguida passando a língua carinhosamente no meu grelo. Digo, carinhosamente mesmo, porque o trabalho todo estava nos dedos e na força com que socava a minha buceta. Essa combinação foi suficiente pra me fazer gozar, não aguentei e gozei tudinho na boca dela. Quando percebeu, começou a tomar todo o néctar que transbordava de mim sem desperdiçar uma gota.

Terminamos com ela estirada pra um lado da cama e eu pro outro e rindo. Deitei por cima de Sabrina e acariciei o seu rosto; Pude ver que o choro já havia sumidos de seus olhos.

Não pensei em nenhum momento no cara do bar.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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