#24 (Cherry)

O Professor e as Duas Colegiais

Ai, me chamaram pra uma festa Fantasy! Claro que não ia prestar!

De cara, planejei minha fantasia com segundas intenções. Como eu estava há muito tempo sem uma relação heterossexual, bateu uma vontade de brincar um pouquinho com o imaginário dos homens da festa. Fui na costureira e ela tirou minhas medidas para uma fantasia de colegial sexy… Sim, daquelas tipo normalista. =) Blusa branca, quase transparente na altura da cintura, estilo de escola Normal, saia azul bem curtinha, mostrando a poupa da bunda, meia 3/4 branca e um sapatinho estilo boneca.

Saí de casa e fui pra festinha, que prometia. Chegando lá, fiquei umas 2 horas rodando que nem louca a festa toda, bebendo e observando as pessoas, mas nada me animava por completo… Inclusive os homens da festa (até aquele momento) não eram tão interessantes pra minha buceta, que batia palmas pra um pau bem grande. Nenhum pau presente fazia ela pulsar =(.

Eis que chega uma outra colegial!

Entenda… não sou daquelas mulheres que se irrita quando uma outra chega com uma roupa igual a minha na festa. Pelo contrário, fico até feliz porque sei que mais alguém gostou do modelito. Mas naquela noite, eu queria dar!! Eu queria dar pra todos os gostosos da festa se deixassem! E com ela, vestida daquele jeito eu teria concorrência! Enfim… meu piti de hétero passou e eu acabei me conformando em não pegar ninguém, porque a morena era mil vezes mais bonita que eu. Ela tinha um belo par de seios enormes, cabelo de índia e olhos de um castanho quase mel, era mais alta que eu, tinha pernas perfeitas e uma bunda de passista de escola de samba. Toda poderosa nos seus 1.65 e 59 kg, ela veio e parou do meu lado no bar, pediu uma água “pra começar”, bebeu e ali ficou.

Chegou tem muito tempo? Tá meio parado isso aqui né?! – Perguntou me olhando como se estivesse esperando um convite pra sair dali. Justamente naquela noite que eu queria um pau bem grosso batendo na minha língua.

Sim, ta bem parado.

Cinco minutos depois, entra o professor. Tá, ele não estava vestido de professor… Dava pra perceber que ele tinha acabado de sair do escritório e passou na festa. O foda é que ele olhou diretamente pra nós duas assim que chegou, e não parou mais de olhar até vir falar com a gente. O “professor” era alto demais, cabelos bem pretos e tinha olhos azuis, simplesmente um Deus grego! Eu, como não sou nada tarada, bati os olhos na pica dele e percebi o volume que já fazia na calça. Assim, percebi a verdadeira intenção do safado quando olhou pra nós duas e pegou na nossa nuca ao mesmo tempo. Senti um arrepio da cabeça aos pés (nuca é um dos meus pontos fracos), olhei pra ele e pra ela, e minha buceta começou a pulsar, imaginando o que poderia acontecer com aquela mistura.

As meninas estão sob a supervisão de um professor ou estão aqui sozinhas? – Ele disse, nos fazendo carícias na nuca.

Dissemos que estávamos sozinhas e ele falou que “não era hora nem lugar pras alunas ficarem sem supervisão” e que, por isso, seríamos castigadas quando chegássemos na sala de aula. A menina ria de todo aquele teatrinho que o cara montou, mas eu estava levando bem a sério… Se ela não quisesse participar da brincadeira, minha buceta seria toda dele. Como eu já estava meio bêbada, comecei a sustentar a brincadeira descaradamente, pedindo pra ele não me castigar “senão minha bunda ficaria muito vermelha, como eu explicaria pra minha mãe?” Depois, a menina também foi entrando no teatro e começou a me provocar, passando a mão no meu corpo, mas com a intenção de deixar o cara com o pau mais duro do que já estava.

Ele nos puxou para uma parte mais reservada da boate. Sentou num pufe e nos colocou sentadas uma em cada perna dela. Fizemos bem o nosso papel de meninas inocentes e deixamos ele nos provocar e nos descobrir primeiro. Enquanto passava a mão na minha bunda por baixo da saia, ele beijava a morena com vontade, até me dar o primeiro tapa. Ver aquilo já estava me deixando louca e eu não poderia sustentar o papel de inocente por muito tempo então passei a mão no pau dele e, assim que percebeu, ele parou e me perguntou se eu queria. Concordei com a cabeça com uma cara de ninfeta que faria qualquer um arrancar minha roupa e me estuprar ali mesmo. Ele, na maior calma, abriu a calça e colocou a pica pra fora, dura e meio vermelha. Nesse momento a menina estava começando a me masturbar por cima da saia, fazendo minha calcinha ficar toda melada. Como a minha saia era minúscula, ele viu a calcinha branca toda encharcada e acompanhou a menina.

Ain professor…

Peguei no pau dele com vontade e comecei a bater uma punheta bem gostosa enquanto me aventurava na língua da morena, que beijava divinamente. Senti alguém afastar minha calcinha e colocar o dedo bem em cima do meu grelo e outro dedo começar a me socar. Fechei os olhos e me entreguei àqueles dois estranhos.

Havia uma mesinha de centro no cubículo; tirei minha calcinha e abri as pernas pro primeiro que quisesse cair de boca na minha xota toda molhada. O professor levantou e foi “fechar” a área reservada e a morena colocou minhas pernas pra cima e começou a me chupar cheia de vontade, de quatro e empinadinha esperando o professor enfiar a pica por trás. Ele entendeu o recado, arrancou a calcinha dela e colocou tudo de uma vez na xoxota da gostosa. “Agora vocês vão pagar por terem me provocado tanto suas putas!”

E pagamos.

A menina gritou com a boca ocupada pela minha xana, e continuou gritando enquanto o cara metia a pica e rasgava a buceta dela. Pude vê-lo segurando a saia quadriculada verde da morena e batendo descontroladamente na bunda dela. Comecei a bater também e a arrastar a minha prexeca em sua cara, enquanto aquela língua fazia loucuras.

Depois ele me pegou e, finalmente, consegui matar minha vontade de uma pica bem dura me fuder todinha. Ele me colocou deitada na mesinha de frente pra ele, bateu o pau na minha buceta antes de meter e foi colocando devagar até o final. Tirou, deu pra menina chupar e colocou de volta enquanto ela passava a língua lentamente no meu grelo. Estava enlouquecendo com essa brincadeira, louca pra gozar e eles repetindo, não paravam… Até eu pedir “me fode, por favor!”. Ele começou a socar dentro de mim enquanto a menina passava o dedinho todo molhado no meu grelo.

Geme pra mim vai putinha! Geme pro seu professor bem alto!

Pedindo desse jeito, eu não pude negar. Segurei na mesinha, que já tava sendo empurrada pela força que o cara tava metendo e continuei gemendo bem alto até gozar no pau dele, deixando o ato mais molhado, barulhento e gostoso. Ele saiu de dentro de mim, e a coleguinha de classe voltou a me chupar, enquanto ele segurava o cabelo dela e acompanhava cada lambida com o olhar sedento de pervertido que ele tinha. Abri minha boca e coloquei a língua pra fora, para que meu Teacher me desse seu membro pra chupar.

– Que putinha sedenta eu tenho aqui! – Se aproximou, bateu o pau na minha língua e deixou ali para minha boca continuar o trabalho. Depois, pegou o meu cabelo, fazendo um rabo de cavalo e ditou o ritmo da minha chupada enquanto a outra fazia estrago com a minha xoxota enfiando 3 dedos de uma vez.

No final, ele disse que queria gozar na cara das duas alunas favoritas dele como prêmio pelo bom comportamento durante o castigo. Ficamos de joelhos, nos tocando as partes enquanto ele gozava incansávelmente na nossa cara, cabelo e ombros. E a festa, que não parecia dar em nada, acabou gerando uma boa amizade de cama, pufe, mesa ou qualquer outro lugar que possibilite uma boa foda.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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