#25

Delicada ao extremo

No restaurante que eu almoçava todos os dias, conheci uma mulher que era exatamente meu número. Apesar do nome de safada, todos os seus aspectos eram a delicadeza extrema em corpo de mulher. Totalmente branquinha, cabelos pretos naturalmente lisos até o meio das costas, grandes olhos castanhos, rosto bem desenhado e boca bem pequena, lábios carnudos no ponto exato. Não tinha mais do que 1.52 m de altura e pesava pouco mais de 40 kg, distribuídos em um corpo pequeno e magro, com seios grandes para o corpo da moça, coxas bem desenhadas que nunca viram academia e bundinha pequena, perfeitamente redonda, com quadris medianos e cintura fina. Era uma deliciosa e delicada estagiária de direito, uma safra envelhecida em 20 anos do mais puro néctar feminino.

Nossos encontros se tornaram constantes, e passamos a dividir a mesma mesa com frequência. Eu sempre com meu estilo confortável e despojado, ela sempre vestida em seu terninho e carregando sua bolsa Victor Hugo a tiracolo. As únicas variações eram as cores da calça, que sempre ficava larga e pouco torneava sua bundinha sedutora, por culpa de seu corpo diminuto. Mas eu adorava suas blusinhas, nem sempre tão decotadas, mas sempre suspensas em direção ao teto, graças àqueles seios ímpares, perfeitamente esculpidos por um cirurgião plástico de qualidade quando ela tinha 16 anos. “Eu tinha peitos de homem”, ela dizia.

Claro e evidente que eu não deixaria nossa relação tender a um viés de friend zone, então minhas investidas sempre foram bem diretas desde o primeiro olhar, aonde ela afirmava que meus olhos a tinham “despido e violado” sem qualquer sombra de piedade. Em poucos dias trocamos o primeiro beijo, e em poucas semanas dividíamos a mesma cama, fosse no motel ou no meu apartamento. Essa delicinha de porcelana era delicada ao extremo, só aceitava que eu metesse devagar, aguentava pouco tempo de estocadas, era pouco adepta de novas posições, não deixava gozar na boca e sequer cogitava a possibilidade de dar a bundinha. Mas e daí? Do jeito dela, ela fazia um boquete que poucas conseguem igualar, seu corpo lindo a deixava sedutora em qualquer posição e ela adorava experimentar lugares diferenciados para transar.

E lhes contarei hoje sobre um desses lugares diferenciados, que não é tão diferente assim, afinal você leitor já deve ter passado por uma experiência parecida em sua vida. Estávamos jantando normalmente na praça de alimentação de um shopping em uma segunda-feira quando ela me deu um olhar perverso, aquele tipo de olhar que precedia sua intenção de sugerir alguma brincadeira sapeca. Seu piercing delicado no nariz parecia brilhar mais forte quando a delicinha estava com idéias malignas, mero delírio da descarga de adrenalina em meu corpo diante da sugestão dela: transar no cinema. O dia era pouco propício para salas cheias, mas tivemos o cuidado de pesquisar pelo celular qual filme tinha mais cadeiras vazias disponíveis, então escolhemos um filme de terror decadente, em sua última semana de exibição.

Minha delicinha estava vestida com seu costumeiro traje social, apenas sem o blazer que havia ficado no carro. Sua saia chegava próxima à altura do joelho, ela usava um salto que a deixava na altura do meu ombro e blusa social branca de botões, ligeiramente transparente, que denunciava a existência de um belo soutien de renda na proteção daqueles deliciosos seios. Munidos de duas barras de chocolate aerado, entramos na sala que se encontrava totalmente vazia, poucos instantes antes do início do filme, e nos sentamos no local mais discreto possível, aonde geralmente estão sentados os casais que não querem ser perturbados no cair da luz.

Foi engraçado a forma que torcemos para que ninguém aparecesse para o tal filme, tanto que comemoramos quando a luz se apagou e realmente ninguém apareceu. Antes que o trailer começasse a ser exibido, eu já tinha aberto metade dos botões da blusa da moça delicadinha, enquanto ela me beijava deliciosamente com sua boca macia e língua habilidosa. Com a mão esquerda já tirando o soutien do caminho, senti a textura daqueles seios duros, com pequenos pelinhos dourados e pele suave como pêssego. O biquinho róseo já estava rígido e era embalado pelos movimentos do meu dedo indicador, ao mesmo tempo em que eu beijava e lambia o pescoço da delicinha, que me seduzia com gemidos musicais de sua voz de menina.

Me assustei quando ela me alertou sobre a presença de um casal que estava procurando um lugar mais embaixo na mesma sala. Torcemos para que não fosse um casal de idosos puritanos ou evangélicos empatadores de foda, mas reparando melhor, vimos que não era um casal convencional e sim duas meninas estilo “emo” com saias bem curtas, uma de cabelo bem curto e jeito masculino de andar e a outra mais feminina, com cabelo de alguma coloração estranha e correntes penduradas ao longo da roupa. As duas se sentaram longe de onde estávamos e, antes que déssemos por perdida a chance de foder naquele cinema, as moças já estavam com um movimento louco de mãos e cabeças, sem demonstrar qualquer inibição diante da nossa presença.

Antes que o fogo da bonequinha de porcelana se apagasse, eu me inspirei nas vizinhas de foda e escorreguei a mão ao longo da coxa da menina, que soltou um gemido em meu ouvido ao sentir meu dedo tocar em sua calcinha, que parecia ser rendada, fazendo par com o soutien. Como eu adoraria ter a visão daquela menina linda trajando esse conjunto de roupa íntima à minha frente naquele momento, mas ficaria para outra oportunidade, afinal ficar parcialmente nu em um local público, ainda que ermo e pouco iluminado, é abusar da sorte.

Enquanto eu dedilhava seu sexo por cima da calcinha, minha doce branquinha abria cada vez mais suas pernas e se contorcia na cadeira, ao mesmo tempo em que mordiscava e lambia minha orelha. Seus gemidos eram bem baixinhos, mas despertavam um desejo descomunal em mim, uma vontade selvagem de rasgar aquela calcinha e violar a mocinha como um urso selvagem devora sua presa. Ela já estava sentada com os joelhos dobrados pra cima e os pés em cima da cadeira, deixando a saia bem levantada e aquela protuberância vaginal à mostra, com sua calcinha rendada recobrindo a visão do paraíso. Eu a masturbava devagar, conforme seu gosto, e ela agora aliviava o tesão reprimido, com beijos em meu pescoço.

A prexequinha da menina começava a expelir cada vez mais mel, convidando meus lábios para uma sessão infinita de cunniliguns, porém tive meu ímpeto refreado pela moça, que não me deixou ajoelhar-se à sua frente para ficar diante daquela perfeição. Ela me confessou que seu receio era não conseguir conter os gemidos mais intensos, uma vez que ela sempre ficava louca com meu trabalho lingual. Sem problemas, abri meu zíper e dei liberdade para a trosoba fumegante, que se encontrava em pleno riste. Ela entendeu minha idéia e colocou dois tabletes de chocolate na boca enquanto me tocava uma punheta relaxante com sua pequena mão. Quando o chocolate se encontrou derretido em sua boca, ela se abaixou e colocou minha piroca em sua boquinha, fazendo-me enlouquecer ao sentir o toque de sua língua macia e achocolatada.

Ela então tirou o pau da boca e abriu um sorriso quando viu que a glande estava marrom, com o chocolate derretido pela saliva a escorrer por toda a extensão do membro. Lembra que falei sobre o jeito único dela fazer boquete, leitor? Minha delícia de porcelana tinha o costume de “temperar” o salame com variadas combinações, desde os clássicos chantilly e chocolate como também já havia experimentado sorvete de creme, calda quente de morango (queimou minha pica e doeu pacaralho), cerejas em calda e até mostarda dijon, sim, isso mesmo. Enfim, além disso, a moça também tinha prazer em me chupar por muito tempo, desde que eu não gozasse. Ela dizia que “se eu levar 2 horas pra gozar, eu posso ganhar 2 horas de boquete”, e isso era plena verdade, embora eu não conseguisse aguentar mais do que 42 minutos de boquete initerrupto (meu record pessoal).

O movimento de vai-e-vem da branquinha em minha pica era excepcional, seus lábios macios atuavam de forma sincronizada com a língua, acariciando a pele do meu salame de forma inebriante. Meus dedos se perderam entre seus cabelos, conduzindo delicadamente sua cabeça nos movimentos da chupada, ainda que não que fosse necessário, mas era uma forma de extravasar o tesão reprimido. A mocinha segurava-me a trosoba com sua pequena mão esquerda, realizando uma punheta vigorosa que complementava a mamada intensa, porém cuidadosa para não gerar ruídos. Estava impossível manter o controle, minha vontade era dedar aquela delícia enquanto ela me chupava, ou urrar como um troglodita durante uma alimentação farta, mas tudo o que aquele recinto público me permitia fazer era cravar os dedos silenciosamente nas pequenas nádegas de minha parceira.

Avisei a ela que gametas logo jorrariam da fonte dos prazeres, então, sem dizer nada, minha deusa alva sacou uma camisinha do bolso e encapou meu little Del. Uma onda de prazer percorreu todo o meu corpo, eriçando meus pelos, enquanto eu observava a delícia tirar lentamente sua calcinha de renda, certificar-se que a saia estava bem levantada e posicionar-se para sentar em meu colo, de frente para mim. Sua delicada bunda totalmente branca era lindíssima, mesmo na pouca luz do cinema. Abri bem as pernas e deixei a bunda na beirada da cadeira, proporcionando caminho livre para a doce menina receber minha virilidade plena em seu interior. Ela se apoiava em meus joelhos enquanto meu pau se acomodava graciosamente no interior de sua vagina mágica, tenra e apertada como poucas.

Segurei nos braços da cadeira e deixei que ela comandasse o show, com excepcionais movimentos de quadril que faziam sua prexeca engolir-me o mastro quase totalmente, antes de liberá-lo praticamente por completo. Tive que direcionar a piroca quando esta saía de seu úmido refúgio, tamanha era a amplitude de movimentos da moçoila. Confiando na segurança de que ninguém incomodaria nosso ato e, atendendo ao meu pedido, a princesa delicada virou-se de frente para mim, abraçando-me enquanto sua buceta magnífica recebia todo o meu mastro em seu interior, e beijando-me vorazmente enquanto rebolava em altíssimo nível, sob a tutela de minhas mãos em seus quadris, levando-me a um estado incontrolável de loucura.

Gozei! Enquanto minha pica dava seus espasmos ao jorrar na camisinha toda a sua carga láctea, a delicinha me abraçou com força e gemeu baixinho em meu ouvido, destinando apenas a mim os acordes sensuais de sua doce voz. Depois de um beijo demorado, ela se levantou e sentou-se na cadeira do lado, já colocando a calcinha no lugar e usando um lenço umedecido para limpar sua intimidade. Usei do mesmo artifício para limpar meu membro, que cheirava a uma mistura de látex, chocolate e porra. Procurei com os olhos nossas cúmplices, o casal de lésbicas, mas a julgar pela ausência delas, ou estavam em um 69 embaixo das cadeiras, ou desistiram da brincadeira, ou foram chamar algum segurança para dar fim à brincadeira de um certo casal na última fileira daquela sala de cinema. Sem problemas, assim que nos higienizamos, deixamos o local e fomos embora, ávidos por um replay daquele dia.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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