#28

A Rolezeira e a Escadaria do Shopping

Minha delícia deste conto é, como diz o título, uma rolezeira, ou seja, uma dessas meninas que participam de “rolezinhos”, usam roupas padronizadas, cabelos quase sempre totalmente escovados e, em algumas situações, gozam de pouco juízo. A protagonista do conto é uma rolezeira morena clara, de cabelos alisados e bem pretos, cerca de 1.60 m de altura e não mais do que 55 kg. Ela trajava uma short jeans bem curto e de cintura baixíssima, blusa preta de alça colada no corpo que não cobria sua barriga linda e seu piercing no umbigo, aparelho com elástico azul nos dentes e sandália laranja alta nos pés, que a fazia crescer uns 10 cm. Suas coxas grossas eram o seu principal atrativo, seguidas de perto pela bunda de dimensões consideráveis e os seios bem empinados. Seu rosto era até bonito e delicado, mas pecava pelo excesso de maquiagem colorida.

Nos conhecemos de uma forma curiosa. Enquanto eu adentrava uma loja de roupas no Shopping Center em outra unidade da federação que adoro visitar, o recinto foi tomado por um “rolezinho”. Enquanto as pessoas corriam e se escondiam em pânico, e os seguranças baixavam a porrada naqueles moleques vestidos com roupas coloridas e estranhas, eu apenas observava tudo parado na porta da loja, que aproveitei como refúgio durante a confusão. O tal “rolezinho” era um belo desfile de delícias. Haviam mulheres de todos os tipos, novas, velhas, altas, baixas, gordas, magras, loiras, morenas, negras, um espetáculo. E algo em comum entre elas era a roupa curtíssima, pernas e mais pernas para o deleite de um tarado como Delicious M. Sweetness.

O clima estava esquentando entre a galera e os seguranças, então fui solenemente expulso da loja, que fechou as portas e me deixou entregue ao meu próprio destino naquele palco de gritos, correria e caos. Resolvi seguir o fluxo da multidão, rumo à saída de emergência, local aonde conheci a doce rolezeira, que já tinha desistido da brincadeira e agora procurava também um jeito de dar o fora dali. Enquanto procurávamos uma rota de fuga, nos apresentamos e notamos um interesse mútuo de ambas as partes, eu seduzido por sua pouca roupa, ela seduzida pela minha masculinidade viril (ou talvez por minha vestimenta de grife).

Entramos na escadaria do Shopping, que para baixo daria no estacionamento e para cima daria no alto da torre comercial, ainda em obras, uns 10 andares acima de nossas cabeças. Como era um feriado, a probabilidade de encontrar pedreiros trabalhando naquele local era baixa, então maliciosamente sugeri que subíssemos alguns lances de escada, apenas para trocar uma idéia longe de toda aquela confusão. Diante do aceite de minha recém-conhecida, subimos com pressa uns 7 andares acima de onde estávamos, o máximo possível, pois acima disso havia um bloqueio por causa das obras. O acesso ao andar também não era possível, então aquele parecia ser o dead end da escadaria, o local perfeito para nossa apresentação mais detalhada.

A única coisa que ela disse, antes de me beijar com seu batom ultra vermelho, foi que ela se sentia uma louca por estar ali comigo. Respondi apenas que ela não era louca, mas ficaria louca. Os beijos da menina eram selvagens, sua língua quase tocava na campainha da minha garganta e seu aparelho nos dentes tentava de todas as formas dilacerar meus lábios, mas eu retribuía a intensidade apertando firme sua cintura desnuda e sua deliciosa bunda de carne bem macia. Puxei seu cabelo, fazendo-a jogar a cabeça para trás e liberando o acesso ao seu longo pescoço, que exalava um perfume da moda. Assim que sentiu o toque dos meus lábios em sua pele suave, a pequena rolezeira mostrou que não estava de brincadeira, agarrando minha trosoba por cima da bermuda e dizendo que ali havia “um monstro” (sic).

Aquela ousadia da mocinha me fez colocar a trosoba monstruosa para fora, fazendo-a admirar o bicho veiudo por alguns instantes, antes de mandar eu enjaular a Anaconda. Cobri a mandioca apenas com a cueca e a puxei para perto de mim novamente, iniciando outra sessão de beijos vorazes e apertões intensos naquele corpo juvenil. A safadinha interrompeu o beijo para tirar minha camisa, rendendo outro momento de admiração silenciosa, enquanto eu despia meus músculos trabalhados à base de academia, peito de frango, batata-doce e trembo. Sem resistir à tentação, a gostosinha começou a beijar meu peitoral e meus mamilos, descendo até minha barriga e beijando-me os gomos do abdômen com afinco. Segurei discretamente em sua cabeça e a empurrei gentilmente para baixo, até sentir que a boquinha da rolezeira já estava beijando a cabeça do monstro veiudo, que não se continha em seu lugar e exibia metade de seu corpo por cima do elástico da cueca boxer.

Tinha certeza que um boquete começaria naquela hora, mas ela novamente subiu e voltou a beijar minha boca, dessa vez levantando a perna direita e esfregando seu corpo com vontade contra o meu, mais específicamente fazendo minha jeba roçar em sua pepeca, protegida pelo short jeans. Enquanto eu deslizava a mão das suas costas até a polpa da bunda, usei meus dedos espiões para desocobrir que ela usava calcinha de algodão bem enterrada entre suas nádegas. Sem resistência da parte dela, a virei de costas pra mim, fazendo-a espalmar a parede e empinar aquele rabinho delicioso na minha direção. Com minha piroca totalmente pra fora da cueca, colei meu corpo no dela, puxei seu cabelo para beijar seu pescoço e masturbei sua bucetinha por cima da roupa, sentindo a umidade daquela pepeca mesmo sob o isolamento do jeans.

Ela rebolava gostoso e gemia baixinho conforme eu aumentava o ritmo da masturbação, e era delicioso olhar pra sua carinha e ver como ela mordia o lábio inferior com seu batom borrado. Aproveitei o clima para abrir os botões de seu shortinho, novamente sem qualquer resistência da delícia, que continuava rebolando e esfolando-me o couro da piroca contra sua roupa. Toquei sua buceta por cima da calcinha, e a umidade relativa do local era de 100%, confirmando minhas suspeitas. Aprofundei (literalmente) os movimentos dos meus dedos e a safadinha aumentou o volume dos gemidos, me obrigando a cobrir sua boca com a outra mão, fazendo com que isso resultasse em deliciosos sons abafados no timbre daquela voz macia e sensual da rolezeira.

Meu pau não aguentava mais aquele “lepo lepo” a seco na superfície áspera do jeans, então usei as duas mãos para arriar o short da moreninha e liberar a visão plena daquela bundinha. Que bunda linda, desenhada com perfeição e do tamanho da palma da minha mão, pena que eu não podia dar um mega tapa estalado naquele rabo, sob pena do ruído atrair atenções indesejadas. Suas nádegas mordiam majestosamente sua calcinha branca de algodão, uma visão tão bela que faria qualquer mulher desejar ser lésbica. Pena que a diversão durou pouco, pois a rolezeira puxou o short pra cima, virou de frente pra mim e disse que não era para brincar daquele jeito. Ela me abraçou e me beijou, mas agora eu já sabia o que é bom, e enfiei as duas mãos dentro daquele short aberto, cravando todos os meus dedos na carne suculenta daquela bunda, fazendo a delicinha dar um leve gemido e ficar na ponta dos pés.

Minha trosoba foi recompensada com uma punheta discreta, mas vigorosa, enquanto os beijos e as carícias continuavam. Para dar um start nos trabalhos orais, levantei aquela blusinha, revelando seus dois peitos lindos, com mamilos pequenos e rosados, uma obra de arte. Não eram tão grandes, mediam o mesmo que meias laranjas, mas a firmeza deles era notável. Abocanhei aqueles peitinhos com vontade, segurando-os firme nas mãos, mamando no biquinho e em volta, alternando entre os dois e deixando a rolezeira louquinha. Ela não largava meu mastro e continuava a dedicada punheta com seus dedos magros. Com a mão que estava livre ela puxou minha cabeça e voltou a me beijar, disse que tinha curiosidade pelo gosto dos próprios peitos e queria sentir o aroma a partir dos meus lábios.

A mocinha me falou para encostar na parede, então arriou meus panos até a metade da coxa e se acocorou diante de mim, fazendo um choque de tesão percorrer cada milímetro do meu corpo. Minha trosoba estava envolta por sua mão direita, enquanto sua mão esquerda percorria o espaço entre meu peitoral e minha coxa, subindo e descendo, e em alguns momentos visitava-me a bunda. Seu rosto estava a centímetros da minha pica, mas ela apenas beijava-me a região pubiana e observava bem de perto o movimento de sua mão em minha trosoba pulsante. A punheta era incrível, mas eu queria logo o boquete da menina, então peguei em seu cabelo, buscando conduzi-la ao seu dever antes que eu gozasse apenas com o toque daquela mão aveludada.

“Se forçar, eu vou parar.” – ela disse.

Menina malvada, vadia safada, putinha do caralho. Aquela masturbação era o suficiente para me estremecer as pernas, mas era torturante  ver aquela gostosinha tão linda e tão próxima do meu cacete, mas sem me agraciar com sua língua molhada. Pensei em puxar aquela vagabunda pelo cabelo, socar o pau em sua garganta e mostrar quem mandava naquela situação, mas não precisei, logo a rolezeira safada iniciou a sequência de beijos na extensão do meu mandacaru atômico. Primeiro beijos delicados, selinhos, logo em seguida os beijos ficaram mais quentes, profundos, intensos e babados. Cada beijo era acompanhado por uma linguadinha discreta, que deixava um belo fio de baba ligando meu intrépido mastro à sua boca juvenil. Os espasmos do meu membro eram intensos, e quase entrei em transe orgásmico quando ela deu um beijo chupado na ponta do meu pau, lambendo meu líquido seminal como uma putinha safada.

“Pre-pa-ra”, foi esta a última palavra da rolezeira antes de abocanhar-me o salame de uma só vez. Ela passou a segurar a piroca com as duas mãos, ambas sobre a base do membro, e engolia meio pau com uma facilidade e habilidade ímpar, quase profissional. Seu movimento com a cabeça era rápido e intenso, ela mantinha o olhar fixo em meus olhos, e seus cabelos bailavam ao ritmo daquela felação deliciosa. Os estalos e ruídos característicos de um boquete benfeito eram abafados apenas pelos meus urros, ainda que discretos. Ela parecia se motivar ainda mais com o meu deleite, e aumentava vorazmente o ritmo das chupadas. Tentei, em vão, segurar seu cabelo em um rabo-de-cavalo para ditar o ritmo e tomar o controle, ela me repeliu com um gesto de mão, e tive que me contentar em apenas cerrar os punhos para controlar o tesão e não gozar antes do tempo.

Minha trosoba estava deliciosamente revestida pela saliva da delícia, e meu pensamento estava firme em socar minha virilidade naquela rolezeira, embora eu não me importasse em receber um boquete daquela qualidade por horas a fio. Segurei a menina pelo queixo, ela continuou com minha pica na boca e olhou em meus olhos, já quase antevendo qual seria o próximo passo da nossa brincadeira. Disse-lhe o quanto eu desejava adentrar sua intimidade naquele momento, então ela abriu um sorisso e largou minha jeba babada de lado. Seus olhos brilhavam enquanto ela (mentindo) elogiava minha beleza, os atributos do meu corpo e, principalmente, as qualidades da minha trosoba.

“Amor, eu sou virgem…” – ela me disse, segurando em minha mão, e com o rosto bem próximo ao meu. – “…não quero perder aqui.”

Porra leitor, virgem? Como uma virgem era capaz de efetuar um boquete magnífico quanto aquele? Claro que, por mais cafajeste que eu seja, não poderia jamais descabaçar aquela menina desconhecida, mesmo que ela insistisse. Com tanta rolezeira deliciosa naquele Shopping, como eu fui escolher logo uma virgem para seduzir? Meu ímpeto murchou na hora, junto com minha pica, mas logo voltei a me animar quando a mocinha, diante do meu descontentamento, disse: “Quer fazer sem enfiar? Eu adoro.”

Lembrei imediatamente da minha primeira namorada, da minha adolescência, das namoradas virgens, da safada da faculdade que tinha medo da grossura do little Del. Nostalgia total. Enquanto eu encapava o salame, respeitando a regra imposta pela menina, ela se livrava do short, ficando apenas de calcinha e blusa, uma cena linda, que até hoje vive em meu imaginário. A rolezeira colocou a calcinha para o lado, mostrando discretamente sua bucetinha depilada, cabaçuda e pouco carnuda, mas ensopada de tesão. Nos abraçamos de frente, ela levantou a perna e pediu para eu segurar, enquanto ela habilidosamente colocava a mão por baixo e segurava meu membro bem colado à sua prexequinha. Os movimentos precisavam ser contidos para o roça-roça ter efeito, mas era delicioso, mais delicioso ainda por ela gemer baixinho próximo ao meu ouvido.

Já sabendo como a brincadeira funcionava, virei ela de frente para a parede, deixando-a com a belíssima bunda toda empinada na minha direção. Era realmente uma escultura, algo fantástico, e aquela calcinha de algodão cavada parecia formar uma única peça em conjunto com aquele jardim dos prazeres. Dessa vez a rolezeira não me repeliu e subiu o short, ao contrário, deixou que eu beijasse e lambesse por uns instantes aquela bunda, mas não deixou que eu desse uma linguada em seu cuzinho, me obrigando a “meter” mais o pau nela, pois estava ficando tarde e ela precisava ir para casa.

Meu mastro entraria fácil naquela prexequinha melada, mesmo com o cabaço para atrapalhar, mas respeitei a confiança que ela teve de empinar sua intimidade para mim, botando meu pau apenas encostado em sua bucetinha, bem no gap entre sua flor molhada e sua mão pequena. Segurei em seu quadril e mexi lentamente, mas estava delicioso, ela gemia e pedia mais, então fui acelerando gradativamente, observando como ela rebolava deliciosamente e deixava sua prexeca ainda mais irrigada. Peguei em seus cabelos com uma das mãos, e com a outra eu pegava em um de seus peitinhos, fazendo a safadinha verbalizar seu tesão, o que me deixava ainda mais louco.

“Goza Del, quero sentir…” – ela virou-se para mim e disse, olhando nos meus olhos.

Gozei, gozei deliciosamente leitor, enchi de porra aquela camisinha, e a menina se divertiu quando sentiu o leite quente encher a ponta do preservativo, ao passo em que achou delicioso os espasmos ainda mais fortes da minha trosoba ejaculante em contato com a área externa da sua bucetinha. Ficamos “engatados” por alguns instantes, ela fez questão de sentir meu pau amolecer após minha deliciosa gozada. Quando os espasmos cessaram, ela virou-se para olhar e achou impressionante a quantidade de leite dentro da camisinha. Falei que ficaria ainda mais impressionante na boca dela, ou quiçá dentro de seu corpo. Ela riu, me adicionou no aplicativo de mensagens instantâneas e se vestiu. Descemos juntos as escadas e nos despedimos com um beijo longo no estacionamento. Ofereci carona, mas ela preferiu voltar com um grupo de rolezeiros (as) que estavam ao redor do Shopping. Ok, sem problemas, aquele boquete me satisfez pro resto do dia.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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