#29 (Cherry)

Ruiva Cult – Parte 2

OBS: Esta é uma continuação, leia a primeira parte aqui.

Passei a noite em claro, imaginando como seria a carne da ruivinha. Seus olhos não saiam na minha cabeça, eles me seguiram pela casa inteira, no banho, jantando e até conversando com um amigo que ligou já de noite (difícil lembrar quem ligou). Meu banho se resumiu a esperar a banheira encher, relaxar um pouco e gozar pensando naquela boca pequena percorrendo todo o meu corpo. Havia de ser um encontro bem romântico, isso era fato. Mas o que fazer para tornar um simples encontro pra trepar em algo especial? Afinal Carmen não era qualquer uma, não se encontra mais meninas como ela por ai (ainda mais ruiva).

Depois de gozar pela segunda vez, decidi por me arrumar, servir alguma coisa pra ela beber e decidir com ela se ficaríamos ali mesmo ou se sairíamos pra algum outro lugar (torcendo pra que ela escolhesse ficar em casa). Mas, de banho terminado e enrolada ainda na toalha, escuto o celular tocar com um número desconhecido na tela da frente.

– Oi moça, é a Carmen, a menina do Justine. Queria saber se você não está afim de fazer algo hoje. Meus pais foram viajar, estarei sozinha o final de semana inteiro, estou meio depressiva. Que tal?

Que tal? Nem precisava perguntar, claro que eu iria aceitar. Marcamos um cinema e, em 5 minutos eu já estava no carro, rumo ao nosso ponto de encontro.

Carmen entrou no carro com um vestido azul claro de tecido bem leve, na altura dos joelhos e um pouco decotado. Não pude conter meu olhar, eu praticamente a comi com os olhos quando ela se sentou ao meu lado e me deu um beijo no canto da boca.

– Veio bem rápido, espero que não tenha levado uma multa. – disse ela, rindo da minha cara de safada e abrindo um sorriso que me deixou molhada.

– A fila do cinema deve estar grande, precisamos chegar cedo… – eu disse, tentando conter o tesão em meu olhar.

– Ahhh, vamos meeeeesmo ao cinema? – sua voz era irresistível.

Ao terminar a frase, Carmen pousou sua mão em minha coxa direita, me fazendo frear em cima do carro da frente, arrancando uma risada da linda ruiva. Ah, antes que eu me esqueça, eu também trajava um vestido, o meu era estampado, um pouco mais curto que o de Carmen, mas igualmente decotado e “lolitamente” provocante.  E quando paramos no sinal vermelho, nossos olhares se cruzaram, não tive como ocultar minha mordida no lábio característica de quando estou com tesão, e Carmem me beijou. Sua mão pegou firme em minha coxa, enquanto eu sugava loucamente o aroma de sua boca. Larguei o volante e pousei a mão também em sua coxa, mas fui mais ousada, subindo até tocar em sua calcinha e sentir o calor de seu sexo. Só paramos de nos beijar quando fomos interrompidas pela buzina frenética do carro atrás de nós.

Fiquei em dúvida se levava Carmen para um motel ou para a minha casa, mas pensei na possibilidade de passar o final de semana inteiro com aquela ruiva em minha cama, então defini rapidamente nosso destino. Aquela gostosa não tirava a mão de minha coxa direita, e de vez em quando se aventurava mais pra cima, chegando bem perto da minha buceta, que àquele momento estava completamente melada.

– Aonde vamos? – disse Carmen.

– Caladinha, apenas aproveite o passeio. – respondi, pousando o indicador sobre seus lábios.

– Devo dar queixa para a polícia por ter sido sequestrada por uma bela morena? – disse ela, logo após segurar minha mão e chupar todo o meu dedo indicador.

– Deixe para dar queixa depois do estrago que farei com você, querida. – dei mais um dedo para ela chupar, e ela entendeu o recado.

Carmen não falou mais nada após largar meus dedos, apenas emitiu um breve ruído de aprovação. Logo ela viria a tornar-se mais ousada com a mão, invadindo meu vestido e minha calcinha, mergulhando seus pequenos dedos no lago que se formava em minha buceta. Eu estava completamente louca com aquilo, mas não achava nenhum lugar deserto para encostar o carro e me atracar imediatamente com aquela ruiva safada.

– Lembra que te falei sobre minha casa estar vazia, então… – Carmen puxou o vestido todo, revelando sua calcinha rosa melada. – …que tal jantar comigo?

Acho que nunca dirigi tão rápido na minha vida, em poucos instantes já estávamos estacionando em frente à sua casa. Era uma casinha antiga, daquelas aonde casais de velhinhos curtem a aposentadoria regada a doses de vinho chileno e comprimidos azuis. Carmen desceu do carro e correu para abrir a porta. Eu fui atrás dela e, pela primeira vez, reparei em dois detalhes: primeiro a tatuagem com várias flores em suas costas e, logo em seguida, sua bunda enorme, grande demais para as proporções de seu corpo delicado. Logo que entramos, me aproximei e segurei aquela bela ninfeta (falo como se eu fosse muito velha) pelos quadris, colando sua bunda em mim. Carmen tentou escapar, mas logo se entregou às minhas unhas cravadas em sua pele.

– Aonde você pensa que vai depois de me provocar assim, sua putinha? – dei um tapa bem ruidoso em sua bunda.

Carmen não disse nada, apenas se virou para mim e beijou minha boca com vontade, tanto desejo fluía entre nós duas que era difícil saber quem estava com mais tesão. Mas isso não importava, o que queríamos mesmo era desvendar os mistérios de nossos corpos, conhecer cada recanto escondido de nossas geografias, elevar a níveis desconhecidos as nossas sensações orgásmicas.

A boca da ruiva era espetacular, e seu ímpeto era frenético. Eu costumo tomar a iniciativa quando estou diante de outra mulher, mas Carmen mostrou logo de cara quem estava no controle ali. Ela me atraiu para o seu território, me prendeu em sua jaula, e agora eu era a sua presa, seu alimento, sua…ahhhh, que delícia foi sentir Carmen me surpreender e enterrar um dedo na minha buceta sem eu esperar. E antes que eu percebesse, já haviam mais dois dedos lá, que ruiva cruel, eu precisava revidar, mas quando comecei a me concentrar, minha “amiga” tratou de abaixar minha calcinha de renda até minhas coxas, me deixando desguarnecida.

– Vamos para aquele sofá ali Carmen, minhas pernas estão trêmulas. – apontei para um sofá de dois lugares no canto da sala, perto de uma estante com livros e próximo a uma mesinha de centro.

Mal eu terminei minha frase e os dedos da ruiva já estavam entrelaçados em meus cabelos, me puxando como uma puta para o sofá. Ela não teve pena de mim, me arremessou no sofá e eu, sem querer, caí com as pernas bem abertas. Carmen mandou que eu tirasse o meu vestido, eu respondi que se ela queria, devia ela mesma tirar. Pra quê? Levei um tapa na cara. Fiz pirraça, cruzei os braços e disse que não iria tirar. Quando ela se aproximou, a puxei pelos cabelos ruivos e a joguei no sofá do meu lado. My turn, bitch!

Sentei em suas pernas, de frente para ela. Com uma das mãos segurei em seu cabelo e investi com um beijo certeiro em seu pescoço, enquanto a outra mão buscou sua bucetinha, que já havia molhado ainda mais aquela pequena calcinha rosa. Enquanto eu masturbava freneticamente o grelinho da ruiva, meu antebraço roçava em minha buceta. Meu tesão estava incontrolável e, conforme Carmen gemia e me xingava, eu sentia um fluxo orgásmico forte emergir do meu interior. A ruiva cuidou de me enlouquecer, chupando enraivecidamente meus dois peitos, que ela colocara para fora e, como se não bastasse, ela agora estava apertando e estapeando minha bunda.

– Não goza, vadia! Quero que você goze junto comigo! – Carmen disse, depois de um tapa forte em minha nádega direita.

Como se eu conseguisse controlar, eu tentei, juro que tentei, mas não foi possível conter meu gozo. O orgasmo veio forte e certeiro, uma descarga de prazer em minha espinha, que subiu até o cérebro e me fez gargalhar irracionalmente. Com isso, despertei a ira da ruiva, que me pegou pelo cabelo novamente, e praticamente me arrastou até o que parecia ser o seu quarto, um cômodo bem arejado, com pé direito alto, uma cama de casal, um armário simples, um belo espelho na parede ao lado da cama e uma TV de LED, que contrastava com o aspecto nostálgico dos móveis.

Carmen disse que eu iria aprender a não desobedecer uma ruiva mandona. Eu ainda estava fraca por causa daquela gozada incrível, então só me restou acatar. Ela novamente mandou eu me livrar do vestido e da calcinha mas, acho que não fiz no ritmo que ela esperava, pois enquanto eu desembaraçava meus cabelos que prenderam no vestido, ela puxou minha calcinha de renda com força, quase rasgando-a. Esbocei um protesto, mas Carmen me empurrou na cama e terminou de arrancar fora minha peça íntima. Quando ela terminou, eu já estava molhada novamente, mas ainda sensível por causa do orgasmo, então já que não tinha como escapar, abri as pernas e chamei a ruiva para sentir o sabor da cereja em sua língua.

Antes de mergulhar em meu mundo, a ruiva livrou-se do vestido, revelando para mim aquele corpo perfeito: magrinha, pele branquíssima, algumas poucas sardas perdidas ao longo de sua barriga, seios pequenos e empinados, com mamilos totalmente rosados e biquinhos vermelhos. A calcinha rosa caiu logo em seguida, revelando sua bela bucetinha com poucos cabelos ruivos. E, como se já não tivesse me deixado apaixonada até então, Carmen virou-se e mostrou sua bunda impecável, quase uma cópia fiel da minha, mas pintada de branco.

– Quero te apresentar alguém… – a ruiva abriu uma gaveta de seu armário, e de lá tirou um enorme consolo marrom, com a “cabeça” avermelhada, que me lembrou de imediato aquela piroca veiuda e grossa do Del.

Minha buceta voltou a jorrar só de imaginar o rumo que a brincadeira teria dali pra frente. Carmen veio em minha direção com o consolo na mão e o jogou na cama logo em seguida. Pensei que outra perversidade a ruiva iria aprontar, mas era apenas um tubo de lubrificante, que ela tirou de alguma gaveta e também arremessou sobre a cama. A expectativa só aumentava conforme Carmen andava de um lado para o outro do quarto, ela parecia pensar em algo, mas logo descobri que fazia apenas parte do seu plano para me deixar louca.

Quando ameacei levantar da cama, Carmen veio e se deitou sobre mim, deixando seus seios em contato com os meus e sua pele quente roçando na minha. Ela estava deitada com as pernas dobradas ao lado do meu corpo, e eu percorria minhas mãos por suas costas, descendo até tocar aquela bunda maravilhosa, deixando-a arrepiada. Em meio a beijos intensos, gemidos e suspiros, minha buceta latejava de tesão. Rolamos na cama e logo eu estava por cima, na mesma posição que ela estava antes, e agora era a vez da ruiva percorrer as mãos pela minha bunda, buscando meu cu com seus dedinhos. Eu segurava seus dois peitos com força e chupava aqueles biquinhos vermelhos, fazendo Carmen estremecer com o toque da minha língua.

Como ela não tomou a iniciativa de me chupar, eu dei as honras. Deslizei pelo seu corpo abaixo e logo senti aqueles pelinhos ruivos em meus lábios, uma experiência única. Fiz Carmen afastar as pernas e ela foi além, ficando na posição de franguinho assado, liberando o caminho da minha língua para brincar em suas duas jóias. A buceta da ruiva era linda, tudo era branco, rosa ou vermelho. Seus grandes lábios eram macios e proeminentes, branco-roseados. O interior era bem vermelho, e tinha um aroma tão maravilhoso quanto o sabor. Enfiei meu rosto ali com vontade, sentindo o néctar dela explodir em minha língua, enquanto Carmen estremecia e rebolava a cada chupada mais intensa. Visualizei e lambi também seu cuzinho, que era totalmente trancado e ornamentado em um tom de rosa apaixonante. Minhas lambidas no cuzinho da Carmen faziam a ruiva gemer loucamente, tornando o ato de puxar meus cabelos como válvula de escape para seu tesão reprimido.

Enquanto eu chupava, passei a socar também dois dedos na buceta apertada e quentíssima de Carmen, fazendo-a latejar e pulsar os músculos vaginais, e eu acompanhava toda aquele espetáculo com meus dedos.  Eu socava os dedos cada vez mais forte, e notei que seu cuzinho também piscava de forma louca. Interpretei isso como uma intimação para pelo menos um de meus dedos, e foi uma loucura enterrar um dedo no rabo de Carmen. Sempre que enfio dedos no cu de outra menina, entendo a tara dos homens por esse orifício. E o cu de Carmen parecia especial, ele simplesmente engolia meu dedo, e ela gemia como uma louca, tudo combinava de forma incrível.

A ruiva propôs um 69, então me virei e continuei por cima. O primeiro toque da língua de Carmen em minha buceta fez eu estremecer da cabeça aos pés. Ela realmente gostava de chupar uma buceta, sua habilidade era incrível, e ela parecia ter um manual de instruções dos pontos do meu prazer. E tudo ficou ainda mais delicioso quando ela passou a socar os dedos em minha buceta ao mesmo tempo em que chupava meu grelo com vontade. Enquanto isso eu enterrava três dedos na bucetinha da Carmen, e do jeito que ela ficava molhada, parecia que aquela flor queria engolir minha mão inteira. Não demorou para a ruiva gozar, e encher minha língua com uma quantidade considerável de seu mel.

Eu estava totalmente louca de tesão, logo eu visitaria o paraíso orgásmico novamente, mas eu não contava mesmo com o próximo coelho que Carmen tiraria da cartola. Senti que seus dedos e sua língua abandonaram minha buceta por alguns instantes e, antes que eu me preparasse, senti a inserção vigorosa daquele consolo grosso em minha buceta. Carmen foi cruel, enfiou toda aquela piroca emborrachada em mim de uma vez, me fazendo gemer silenciosamente na primeira estocada e depois gemer em alto e bom som, com as estocadas rápidas seguintes.

– Goza sua puta! Goza nessa pica, vai! – Carmen parecia possuída.

Eu gemia como uma puta, me senti uma cadela no cio quando, além de enfiar aquela coisa em mim, Carmen ainda fez questão de chupar meu grelo ao mesmo tempo. Não aguentei nem dois minutos, um novo gozo espetacular, dessa vez me fazendo tremer e me contorcer por longos instantes.

Saí da posição, quase desfalecida e, quando olhei para a ruiva, ela estava chupando o consolo, bebendo todo o meu mel que revestia o preservativo daquele consolo. Ainda estava sem forças quando Carmen, após trocar a camisinha, pediu que eu enterrasse nela, com vontade. A ruivinha safada se posicionou de quatro, com a bucetinha pingando novamente. Fui para trás dela e enterrei o brinquedinho em sua buceta, fazendo-a urrar com cada estocada. Para amplificar as sensações, lambi seu cu ao mesmo tempo em que masturbava seu grelo e socava o consolo dentro da ruiva. Em poucos instantes foi a vez dela gozar, um gozo lindo, gemidos inesquecíveis da minha nova amiga.

Quando ela se deitou, me deitei ao seu lado, e ficamos fazendo carinho no cabelo uma da outra, enquanto de vez em quanto trocávamos beijos, ao mesmo tempo em que refletíamos sobre nossa brincadeira. Era apenas o começo, havia todo um final de semana pela frente, e poderíamos brincar de muitas maneiras. E essa situação me fez ter uma ideia.

– Carmen, acho que é a minha vez de te apresentar alguém… – peguei o telefone e comecei a discar para o Del.

Continua…

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s