#32

Amigo fura-olho

A personagem principal deste conto é, atualmente, uma esposa de respeito e uma mãe exemplar. Seu companheiro? Um grande amigo meu. De pele branquinha, longos cabelos pretos com franja sobre a testa, cerca de 1.78 m de altura e uns 68 kg, essa deliciosa magrela tem como único defeito o fato de ser comprometida com meu amigo. Dona de um belíssimo rosto, sua pequena e alva bunda podia não despertar olhares quando oculta por uma calça jeans, mas quando trajava um shortinho colado ou biquini, era mais eficiente do que catuaba com amendoim e ovo de codorna. Com 25 anos na época em que esse conto ocorreu, a tal delícia ainda ostentava pequenos e belos seios naturalmente empinados, que hoje ganharam reforço de 400 ml de silicone pós-gravidez. A chamarei de “Violino”, descubra o motivo no Google.

OBS: Esse post é muito longo MESMO. As partes que você talvez esteja procurando começam nas próximas frases em negrito.

Em uma época na qual fiquei solteiro, passei a ser convidado por esse casal de amigos para algumas baladas ou bares. A ideia era que o pobre Del desencalhasse alguma das amigas estranhas da Violino. Para mim, missão dada é missão cumprida, logo, fiz questão de desencalhar com gosto cada uma das tais meninas. Não foram muitas, mas me lembro das mais interessantes, caso da mulata “desmaio” (desmaiava ao gozar) e da gordinha insaciável (foi quase impossível fazer ela gozar), e principalmente da melhor de todas, uma bela baixinha loira de aparelho nos dentes, engenheira química de 26 anos de idade, mas que aparentava, no mínimo, uns 10 anos a menos.

Deixemos as amigas de lado (pelo menos neste conto), e vamos nos concentrar na Violino. Fato é que, de tanto o Del michê satisfazer as moças encalhadas, o interesse da Violino por minha pessoa começou a crescer. Primeiro com manifestações discretas, como falar comigo mordendo o lábio, passar o dedo na borda do copo ou esfregar o pé em minha perna por debaixo da mesa. Como não reagi a tais manifestações, a coisa começou a esquentar, como dançar funk a centímetros do meu pau na balada, se jogar em meus braços a qualquer momento (quando bêbada) e até mesmo apertar descaradamente a minha bunda. Toda hora.

Diante destas investidas, tive receio que meu amigo reagisse mal a tudo isso. Mas ele levava na brincadeira, o que me deixava mais preocupado, e ao mesmo tempo dava liberdade para Violino intensificar seus ataques. Eu tentava fugir dessas situações recusando os convites para sair, mas o casal era insistente, e por várias vezes foram me buscar em casa, situações aonde as roupas provocantes de Violino me faziam mudar de ideia. Então, como me vi sem saída, passei a entrar no jogo, e sempre que Violino investia em mim, eu investia de volta. Se ela apertasse minha bunda, eu apertava a dela. Se ela se jogasse nos meus braços, eu a envolvia. Se ela dançasse funk com a bunda a centímetros de mim, eu pegava em seu quadril e eliminava essa distância. E meu amigo, quando falava alguma coisa, chamava ela de “puta” e me chamava de “fura-olho”, mas deixava evidente o tom jocoso de seus xingamentos.

Um certo dia, fui com meu amigo a um bar próximo ao trabalho, para assistir um jogo de futebol do nosso time. Lá pela quinta garrafa de cerveja que dividíamos, Violino ligou para meu camarada, perguntando se ela podia nos encontrar. Era um jog importante, e o bar estava lotado de torcedores bêbados. Além disso, nosso time estava perdendo, e aquele era um péssimo lugar para levar sua namorada, a menos que ela fosse fedida e desdentada. Fato é que Violino estava longe de ser assim, e apareceu deslumbrante com cabelo preso em rabo-de-cavalo, trajando um vestido de tecido suave, que delineava as formas de seu corpo. O decote era vigoroso, e quase indecente devido aos seios duríssimos da moça, ainda que pequenos. A julgar pela reação dos presentes no bar, era como se houvessem jogado um pedaço de carne em uma jaula de tigres esfomeados.

Violino sentou no colo do meu amigo e pediu uma caipirinha, visto que não havia qualquer cadeira livre. Ofereci meu lugar e me propus a ir para o balcão, mais perto da TV e mais longe daquela tentação, mas a moça recusou. Sentada no colo do meu camarada, ela chupava o canudinho da caipirinha olhando diretamente nos meus olhos. O jogo não era mais importante pra mim, e Violino, percebendo que tinha a minha atenção, começou a simular um boquete no pequeno canudo, sem parar de me olhar. Minha trosoba a esse momento já havia se transformado em uma tora, e começou a pulsar quando Violino se empolgou, pulando e rebolando no colo do meu amigo, enquanto ria e simulava se interessar pelo jogo.

Gol. Não, não gozei, foi gol mesmo, e do time adversário. Todos ficaram putos, exceto eu, que continuava em pleno êxtase diante daquela cara de safada que Violino fazia para mim. Foi quando meu amigo, em uma atitude de extrema babaquice, expulsou a namorada de seu colo.

Amigo: “Porra Violino, você veio azarar nosso time, sai do meu colo, fica em pé aí que eu estou tenso.”

Violino: “Mas eu quero sentar, estou cansada.”

Del: “Senta aqui.” – Levantei e ofereci a cadeira.

V: “Não Del, fica aí, não quero te incomodar.”

A: “Senta no colo do Del então, vai que dá sorte.”

Gelei. Violino triplicou a safadeza em seu olhar, e não pensou duas vezes antes de acatar a ordem de seu amado, não sem antes confirmar se ele estava falando sério. Sim, ele estava. Eu não conseguia acreditar naquilo, até sentir o calor do corpo magro de Violino sobre meu colo. E meu pau estava duro, aliás, duro ele fica em situações normais de tesão, mas naquele cenário, ele estava prestes a explodir. E a moça sentou exatamente sobre ele, sentindo que sua brincadeira com o canudinho tinha surtido efeito. Ela pediu para si duas caipirinhas, e uma dose de vodka.

Não satisfeita em ficar apenas sentada sobre meu cacete hirto enquanto degustava suas bebidas, Violino malvada passou a saltitar, e rebolar. A magrinha encostou suas costas em meu corpo, rebolou mais, depois se apoiou na mesa, abriu as pernas, e passou a quicar mais intensamente em meu colo. Eu segurei em seu quadril, mais para conter seus movimentos incompatíveis com um lugar público e com a presença do seu namorado, mas ela entendeu como se eu estivesse incentivando sua loucura. E meu amigo ali, diante de nós dois, alheio ao show de Violino e hipnotizado pelo jogo de futebol.

Outro gol. Dessa vez do nosso time. Os presentes no bar explodiram em comemoração, meu amigo se levantou e abraçou marmanjos suados e bêbados, enquanto sua namorada pulava com mais intensidade no meu colo, maltratando minha trosoba que quase furava a cueca e a calça social. Violino estava fora de controle, aproveitou aquele momento de excitação geral para se levantar, puxar o vestido para cima mostrando sua bundinha branca de relance, e depois sentar no meu colo de novo, dessa vez na pele, com o vestido caindo para os lados. Senti mais intensamente o calor do seu corpo em meu colo, estava impossível controlar meu mastro.

“Assim não dá Violino, tá foda, eu vou gozar.” – Falei bem próximo ao ouvido dela.

Era para fazer ela parar, mas só piorou a situação, pois ela começou a roçar sua buceta com força no meu mastro oculto pela calça. Seu movimento estava totalmente sexual, e mesmo com todo o bar cantando e vibrando com o empate de nosso time, era perfeitamente possível que alguém percebesse o que acontecia ali.

“Violino!” – Disse meu amigo, com voz autoritária.

Fiquei bolado. Porra, fudeu, sabia que iria dar merda, aquela safada não podia ficar fazendo movimentos tão sensuais no meu colo, e eu não podia ter aceitado aquela situação. Meu amigo estava bêbado, com certeza iria me enfiar a porrada, talvez quebrar uma garrafa na minha cabeça e depois tentar me matar com o gargalo quebrado. E com razão. Me preparei para o pior, quando ele abriu um sorriso e disse:

“Não saia do colo desse filho da puta, vamos ganhar esse jogo!”

Violino respondeu balançando a cabeça.

Um alívio correu pelo meu corpo, mas imediatamente fiquei tenso quando ele, logo em seguida, me chamou pelo nome. Mas outro sorriso se formou em seu rosto antes que ele proferisse a seguinte ameaça:

“Se ficar de pau duro embaixo da Violino, eu te mato, seu merda.”

Então, meu amigo, minha sentença já estava dada, era só me executar. Minha piroca estava não apenas dura, mas pulsante e em chamas. Se não fosse arrisacado demais, eu a colocaria para fora e invadiria Violino ali mesmo. Mas aí era abusar da sorte e da boa vontade de meu amigo cuckolder. Enquanto isso, a branquinha tesuda parecia não se importar com meu conflito interno, e teimava em rebolar gostoso no meu colo.

Poucos instantes depois saiu mais um gol, novamente todos se abraçaram no bar, pois estávamos ganhando. Meu amigo sumiu no meio de vários marmanjos cantantes e saltitantes, cerveja voava pelos ares, garçonetes eram apalpadas por torcedores felizes, e Violino aproveitou tal oportunidade para enfiar a mão por baixo de sua bunda e agarrar meu pau. Respondi deslizando a mão por sua coxa e tocando firme com o dedo indicador sobre sua calcinha, que estava totalmente babada.

Violino: “Me come Del.” – Disse ela, virando-se para mim.

Del: “Se eu pudesse te enrabava agora em cima dessa mesa, mas não posso fazer isso com meu amigo.”

V: “O maior sonho dele [meu amigo] é saber que você me comeu, ele vai querer saber de todos os detalhes.” – Disse ela, virando para mim, e quase me beijando.

D: “Então isso tem que partir da boca dele.”

V: “Se ele pedir você me come?”

D: “Na hora.” – Pressionei mais forte o local aonde sua calcinha protegia o túnel do prazer.

V: “Enquanto ele não pede, vou ao banheiro me recompor. Mas se quiser realizar agora o sonho do seu amigo, siga os meus passos…”

D: “Olha que eu vou…” – E mordisquei sua orelha.

Violino se levantou e ajeitou o vestido em seu corpo suado. Ela estava muito bêbada, quase não conseguia se equilibrar no salto de altura mediana. Quando passou por mim, percorreu com a ponta dos dedos a distância entre meu ombro e meu pescoço, beliscando minha orelha. Olhei para ela e ela sorriu, antes de seguir rebolando para o banheiro. Olhei para baixo e minha calça estava marcada com o mel que vazou por aquela calcinha, o cheiro suave da buceta de Violino estava em mim, aquilo me deu mais tesão, só que tratei de ocultar minha barraca armada quando meu amigo retornou para a mesa. Era o fim do jogo, hora de pedir a saideira.

Claro e evidente que não fui atrás da branquinha, e ela retornou alguns minutos depois, me dando língua e dizendo no meu ouvido que eu tinha perdido a chance da minha vida. Não me abalei, e Violino sentou no colo do meu amigo dessa vez, enquanto tomávamos a saideira. Ela iniciou uma sessão de beijos intensos com seu amado, na minha frente, com a clara intenção de me provocar. Entre um duelo de línguas e outro, ela olhava para mim, para ter certeza de que eu estava olhando. Eu não estava olhando diretamente, apenas fingia que olhava e dava a entender que estar no lugar do meu amigo seria bem interessante.

Pagamos a conta, e caminhamos todos juntos até aonde Violino tinha estacionado o carro. Foi então que meu amigo, quase em coma alcoólico, perguntou se eu não queria ir até a casa deles para experimentar uma dose do whisky novo que ele ganhou de presente do sogro. Eu recusei educadamente dizendo que já havia bebido além da conta, mas Violino foi bem convincente me dando a chave do carro, dizendo que eu era o bêbado com mais condições de dirigir ali. Ok, assumi o volante do carro e disse que apenas os deixaria em casa, e depois iria de táxi para a minha residência.

A doce Violino estava sentada com seu amado no banco traseiro, enquanto eu conduzia sem dificuldades o belo carro do casal. Como de costume ao beber demais, meu amigo caiu no sono, e a moça deu um jeito de pular para o banco dianteiro, quase me fazendo atropelar um motoqueiro quando seu vestido ficou preso entre os bancos, deixando à mostra sua bela calcinha rosa de malha, suas coxas deliciosamente brancas e sua barriguinha deliciosamente suave, com lindos pelinhos dourados. Ela riu da minha reação, e riu mais ainda ao perceber que minha trosoba acordou diante do seu descuido.

Tentei me concentrar em outra coisa que não fosse a mão dela em minha coxa, mas ela me provocava cada vez mais, acariciando e apertando meu membro por cima da roupa. E logo em seguida caprichou em sua ousadia, abrindo meu zíper, puxando minha cueca e fazendo minha piroca saltar vigorosa. Violino confessou que suas amigas lhe deram um caprichado feedback sobre a envergadura de minha tora vascularizada, mas estava achando o membro mais impressionante ao vivo. Por um momento esqueci do meu amigo adormecido no banco traseiro, e sem falar nada, puxei a cabeça da moça em direção ao membro hirto e pulsante. Ela abocanhou com vontade, engolindo meio mastro de uma vez, e emendando com uma bela mamada sem ajuda das mãos. Reduzi a velocidade do carro para não correr maiores riscos, e conduzi suavemente a cabeça da branquinha enquanto ela mamava meu pau com dedicação incrível.

Del: “Eu vou gozar Violino, que boca deliciosa.”

Violino: “Deliciosa? Você ainda não viu nada.” – Ela parou o boquete apenas para dizer isso, e abrir um belo sorriso.

A safada aumentou a velocidade do boquete, sugando minha piroca como se tentasse arrancar ela do meu corpo. O toque suava de sua língua e seus lábios era incrível, e eu definitivamente não conseguia mais dirigir, tive que encostar o carro para me concentrar exclusivamente na sensação daquela chupada. Assumindo o risco de acordar seu namorado, Violino ficou de quatro no banco do carona, virada para mim, enquanto me chupava com velocidade e precisão incríveis. Reclinei um pouco o banco e tapei minha própria boca para não gemer. Meu pau pulsava na boca da branquinha, que agora segurava meu mastro com uma das mãos e acariciava minhas bolas com a outra. Seu boquete era profissional, incrível, e ela alternava bocadas com lambidas em torno do mastro e algumas tentativas de garganta profunda. Totalmente fora de série.

O resultado não poderia ser outro. Gozei. Despejei intensos jatos de porra na boca daquela delícia, por meio de espasmos vigorosos da minha piroca, que mesmo expelindo tal quantidade de leite, não era abandonada pela boca da Violino. E ela bebeu tudo, aquela deliciosa safada engoliu cada gotícula de minha porra, e fez questão de mamar minha pica até que esta desfalecesse lentamente. Por mais que eu tentasse, não consegui conter todos os meus gemidos. No final, Violino olhou em meus olhos, lambeu os lábios e se disse surpresa com o fato da minha porra ser docinha. Que mulher fantástica.

Talvez acordado pelos ruídos, meu amigo se manifestou com um grunhido, e perguntou qual o motivo para estarmos parados. Fiquei meio tenso para responder, com receio que ele tivesse visto algo acontecer ali, então Violino respondeu que estávamos colocando gasolina. Ele então se levantou rapidamente e ficou sentado no banco, dizendo que não parecíamos estar em um posto. Desconversei, escondi a trosoba e coloquei o carro em movimento, enquanto isso Violino aumentou o rádio e pulou para o banco traseiro, agora deixando sua bunda à mostra por um instante, e revelando a bela calcinha, engolida por sua bunda pequena. Meu amigo não fez nenhum comentário, apenas comentou que podíamos comprar um lanche no caminho ou pedir uma pizza. Optei pela pizza, afinal meu sentimento de culpa havia crescido, e eu realmente não tinha a intenção de subir na casa deles, mesmo com aquele boquete excepcional antecipando uma noite que poderia ser incrível.

Mas não consegui escapar, meu amigo parecia totalmente recuperado do coma alcoólico e disse que não aceitaria minha desfeita. Segundo ele, eu poderia ir embora apenas depois de comer uma pizza e beber uma dose de seu whisky especial. Ok, minha mente bêbada não tinha condições de processar aquele drama, então aceitei. Violino manteve-se quieta no elevador, mas toda hora voltava um sorrisinho maroto na minha direção, enquanto meu amigo falava sem parar sobre o jogo, sobre seu whisky, sobre trabalho, etc. Quando chegamos no apartamento, Violino disse que precisava de um banho, enquanto eu e meu amigo nos sentamos no sofá e iniciamos a degustação do whisky, que realmente era de boa qualidade.

Enquanto eu conversava com meu amigo, o sentimento de culpa crescia, e definitivamente eu pensava em fugir dali e não levar à frente aquela brincadeira. E eu devia estar na segunda dose quando Violino veio para a sala, com um vestido ainda mais curto, realmente vulgar, mas menos decotado que o anterior. O aroma de seu perfume invadiu a sala, seus cabelos estavam molhados e seu rosto estava livre de qualquer maquiagem, era lindíssima. Ela disse que já havia feito o pedido da pizza, então foi para a cozinha e voltou com uma garrafa de cerveja long neck na mão, dizendo que não era muito fã de whisky. Violino se sentou no sofá perpendicular ao que eu dividia com meu amigo, e fez questão de mostrar sua calcinha antes de cruzar as pernas.

Meu amigo então matou sua dose de whisky de uma vez, enchendo o copo com outra dose generosa, antes de convidar Violino para o nosso sofá, algo que a magrinha cumpriu depois de uma golada em sua cerveja, sentando-se entre nós dois. Então meu amigo fez sinal de negativo, e disse que não era para a moça sentar ali, e sim no meu colo. Comecei a ficar tenso com aquilo, mas Violino parecia não se importar, pelo contrário, estava se divertindo.

Amigo: “É assim que você gosta meu amor?” – Disse ele, pousando a mão na deliciosa coxa da namorada.

Violino confirmou com a cabeça. Eu estava gelado, o nervosismo tomava conta do meu corpo e eu já não sentia o efeito da bebida em meu cérebro, parecia que eu havia ficado sóbrio repentinamente, preparado para reagir bem a qualquer situação ruim, garantindo minha sobrevivência. Sob o comando de seu namorado, Violino rebolava no meu colo como havia feito no bar, e meu membro começava a endurecer loucamente, mesmo eu me lembrando daquelas palavras do meu amigo, que se eu ficasse de pau duro, ele me matava. Ok, que me matasse então, pois era impossível resistir aos encantos de Violino.

Amigo: “Me diga uma coisa Del, você é louco para comer a Violino, não é?”

Del: “Que porra é essa cara? Somos amigos, ela é sua mulher.” – Menti.

Amigo: “Deixe de ser mentiroso Del, porra, quero que seja sincero comigo.” – E bateu forte com o copo no apoio do sofá, ele parecia nervoso. – “Eu vejo como você olha para a minha vagabunda, e não é de hoje. Seu pau te denuncia Del, está quase rasgando a sua calça.”

Fiquei em silêncio. Acho que qualquer resposta que eu desse seria ruim para mim, ainda mais com aquela magrinha deliciosa saltitando em meu colo. Falei para ela sair do meu colo e se sentar ao lado, mas não fui obedecido. Então eu mesmo tratei de (gentilmente) empurrar ela para ao lado e fui me sentar no outro sofá, tentando disfarçar a barraca totalmente armada. Imaginei que Violino pudesse ficar bolada com o meu gesto, mas ela apenas alternava sorrisos com goladas em sua cerveja. Resolvi tentar resolver a situação.

Del: “Cara, você exagerou na bebida. Faz o seguinte, vou embora e a gente conversa amanhã, ok?”

Amigo: “Se você for embora, vou considerar você um grande filho da puta.”

D: “Por qual motivo, porra? Por eu não estar dizendo que não quero comer sua mulher? Por eu não querer te botar chifres?”

A: “Não Del.” – Deu uma golada no whisky, deixando um pouco escorrer pela lateral dos lábios. – “Se você for embora, eu não vou ter como apagar o fogo da minha putinha, e ela vai acabar dando pro vizinho. Prefiro ver ela no seu pau do que no pau do negão da porta ao lado.”

Meu amigo foi bem convincente, embora mentiroso. Violino, enquanto isso, fez sinal de positivo com a cabeça, e sua cara de safada bêbada estava deliciosamente provocante.

Amigo: “Meu amor, diga para o Del o que você quer que ele faça contigo.” – Disse ele, pousando o copo de whisky sobre a perna branca da namorada.

Violino: “Eu quero que o Del me faça de puta.”

A: “Puta de quem?”

V: “Puta dele! Puta do Delicious!” – A moça respondeu abrindo suas pernas.

A: “Aqui Del, essa putinha aqui quer ser sua. Vai dispensar uma bucetinha dessas? Estou achando que você deu a bunda e gostou. Virou viado cara?” – Enquanto falava, meu amigo chegou a calcinha da namorada para o lado, e masturbou discretamente sua buceta, que era linda e rosada, deliciosamente carnuda e totalmente depilada.

V: “Vem cá Del, vem retribuir o que fiz por você no carro, deixa eu gozar na sua boca também, mostra pra ele que você é macho.”

Agora fudeu, se o meu amigo não tinha visto ou percebido o boquete no carro, agora ele sabia. Mas, para a minha surpresa, ele acompanhou cada cena daquele boquete épico de sua namorada em mim.

Amigo: “Del ficou louco com a boquinha da minha doce Violino, não foi?”

Fiquei em silêncio.

Amigo: “Responde filho da puta! Fala a verdade pro seu amigo, seu merda, eu vi tudo! Diz que você gozou na boca da minha puta! Diz que você quer comer ela agora!”

Fui salvo pelo gongo, aliás, pelo interfone. Era a pizza, e também era a minha chance de escapar daquela situação. Por mais que Violino me desse um tesão danado, e por mais que ela já tivesse me pago um boquete absurdamente gostoso, meter minha pica na namorada deste meu grande amigo era algo que eu não conseguiria fazer, mesmo bêbado. E, por sinal, quando o efeito da bebida passasse no dia seguinte, quem garante que a nossa amizade continuaria a mesma? Bem provável que ele tentasse me matar, ou no mínimo cortar minha trosoba fumegante e jogar para algum cachorro vira-latas.

Atendi o interfone e abri o portão eletrônico para o motoboy. Porém, disse para meus anfitriões que o entregador não estava conseguindo entrar, então informei que desceria para ajudar, mesmo sob protesto de meu amigo.

Amigo: “Vai lá bicha louca, vai dar seu cu fedorento pro motoboy. Mas passa uma manteiga nessa bunda antes, seu merda, viado escroto! Enfia a cueca na bunda merdão!”

Tive que ignorar as ofensas etílicas do meu amigo, por mais que ele merecesse ser corno e ainda levar umas porradas. Saí rápido pela porta, e minha ideia era sumir dali. De fato eu já estava totalmente errado, me aproveitei de Violino quando ela estava no meu colo, bem como não ofereci resistência ao seu boquete incrível. Minha atitude mais honrada era desaparecer da vida daquele casal, mesmo que meu amigo nunca mais me perdoasse.

Foda é que a hora já estava bem avançada, e não passava um mísero táxi. Meu celular estava tocando, era o meu amigo, fui obrigado a desligar o aparelho. Foi quando ouvi uma voz feminina gritando meu nome, olhei e era a Violino, que havia descido atrás de mim, andando com seu vestido indecente pela rua, sob o olhar obsceno de alguns bêbados no bar da esquina.

Violino: “Del, volta, vamos conversar.”

Del: “Não tem o que conversar Violino, ele está bêbado. Você está bêbada. Todos nós estamos muito bêbados.”

V: “Del, você disse que realizaria o sonho do seu amigo, se partisse dele a iniciativa. Lembra?”

D: “…” – Fiquei em silêncio, ela tinha razão. E por um momento percebi que eu não estava me reconhecendo, afinal eu nunca havia negado uma buceta antes, não importando a situação. Acho que eu estava bêbado demais.

V: “Vem, vamos embora, comer um pouco e tomar cerveja…” – Violino me pegou pela mão, convincente.

D: “Violino, sendo sincero, eu estou com uma vontade incontrolável de te comer, algo que sempre tive. Mas tem que ser na frente dele?”

V: “Ele já estará dormindo quando a gente voltar.”

Violino sorriu de forma safada, se aproximou e beijou minha boca, já agarrando meu pau. Peguei firme seu quadril e depois apertei com vontade sua bunda, invadi seus lábios com minha língua e fiz ela sentir em um beijo o nível de tesão que eu estava sentindo. A magrela retribuiu passando a unha devagar pelas minhas costas, e esfregando sua coxa direita em minha perna. Minha trosoba estava novamente em riste, pronta para violar as profundezas mais remotas daquela deliciosa mulher, mas não poderia ser ali, afinal aqueles bêbados no bar já gritavam coisas de baixo calão para nós; os mais educados mandavam a gente ir procurar um motel, o que não seria uma má ideia.

Voltamos para o apartamento discretamente, por causa da vizinhança e do circuito interno de TV do condomínio. Fazer meu amigo de corno já era ruim, mas isso não precisava se tornar público. Entramos pela porta da cozinha e, quando chegamos na sala, meu amigo estava caído no chão, sendo que dessa vez eu fiz questão de conferir se ele estava dormindo realmente. Violino se aproximou e me trouxe uma cerveja, que aceitei por educação, já que eu não aguentava mais beber. Fiquei sentado no sofá, próximo ao meu amigo moribundo, pensando sobre o que eu estava prestes a fazer, enquanto minha anfitriã deixou o recinto.

Alguns instantes depois, a doce Violino voltou para a sala com o mesmo vestido, e fez questão de se abaixar bem na minha frente, com a desculpa de que iria tirar um copo do chão. Olhei diretamente para aquela delícia, e vi que ela havia se livrado da calcinha. Sua bucetinha branca estava ali diante dos meus olhos, e era possível ver até seu cuzinho rosado, tamanha era a sua ousadia ao se abaixar diante de mim. Meu pau pulsava dentro da calça, e naquele momento meu receio e minha sensação de culpa desapareceram. Segurei Violino pela cintura e a puxei firme para o meu colo, perguntando se era aquilo que ela gostava de fazer. Seu vestido bem levantado não atrapalhou o acesso de meus dedos à sua bucetinha fervilhante e molhada, enquanto minha outra mão buscava seus seios. A safadinha se contorcia sobre mim, e aproveitei para lhe chupar o pescoço com vontade, forçando ela a dizer que queria ser minha puta, da forma que ela disse antes.

Eu a segurava firme, mas em um gesto rápido ela deslizou até perto dos meus joelhos, girou, e abriu com vontade minha calça, puxando-a junto com a cueca até minhas coxas, deixando minha trosoba ver o mundo exterior novamente. Após um delicioso elogio ao tamanho, Violino voltou para o meu colo, agora de frente pra mim, fazendo sua prexeca molhada tocar no corpo de minha piroca, me enlouquecendo com beijos intensos e gemidos de prazer, por sentir meu pau pulsando em contato com seu grelo. Eu pegava forte em suas coxas e ainda mais forte em sua bunda, desferindo alguns tapas, mesmo sob risco de acordar o bebum próximo de nós dois. Violino gemia mais gostoso e esfregava forte sua pepeca ainda mais molhada na minha pica. Eu precisava invadir aquela mulher, então tentei posicionar a ponta do membro na entrada de sua buceta, mas ela impediu, saltando com agilidade e ficando em pé, de frente pra mim.

“Você não vai comer minha buceta antes de retribuir o que fiz por você no carro.” – Ela disse, com a mão na cintura, e só faltava bater o pé.

Me levantei e planejei jogar ela com as pernas arreganhadas no sofá, para sentir a habilidade de minha língua intrusa. Só que ela se esquivou, e disse que não seria ali, me puxando pela mão enquanto andava pela sala. Fiquei com receio de que ela me levasse até o seu quarto, pois eu até poderia fazer meu amigo de corno, mas não faria isso na cama dele. Acho que ela também levou isso em consideração, e me conduziu até o quarto de hóspedes/escritório, que era bem pequeno e estava climatizado. Tinha uma estação de trabalho com dois laptops no canto, uma cama de solteiro bem pequena e um outro móvel com gavetas, além de uma TV de LCD na parede, que exibia um filme pornográfico, detalhe que talvez houvesse sido arquitetado por aquela safadinha magrela. Camisinhas e um tubo de lubrificante foram colocados sobre a escrivaninha.

Ela tirou o vestido e sentou-se na beirada da cama, mandando que eu tirasse também a minha roupa. Enquanto eu me despia, observei como aquela mulher era deliciosa. Embora fosse um pouco mais magra do que a minha preferência, sua pele branquíssima contrastava deliciosamente com seus cabelos pretos naturais, e seus seios eram uma obra de arte: medianos, empinadíssimos e duros, deliciosamente duros. Sentada de pernas abertas e tocando delicadamente em sua própria buceta, Violino revelava também a beleza de sua bucetinha, uma bela peça depilada, com interior róseo e grandes lábios bem carnudos para o seu tipo físico. Quando me livrei da última peça de roupa, Violino puxou-me em sua direção, já abocanhando com vontade meu salame carnudo.

Agora a cena era perfeita, eu estava de pé, vendo aquela mulher de rosto lindíssimo executando seu boquete ímpar em minha rola, que estava no seu auge de dureza. Violino, safadíssima, abusava dos momentos de garganta profunda, e fazia questão de se movimentar muito rápido quando mamava com mais intensidade. Em pouco tempo eu gozaria de novo naquela boca, então mandei que fizéssemos um 69, com ela por cima. Ela negou e disse que ficaria por baixo, deitando-se na cama com as pernas bem abertas, me chamando para a deliciosa posição norte-sul.

Tive o primeiro contato oral com aquela buceta, que expelia um mel agradabilíssimo, de sabor suave e textura fina, que já escorria para o lençol da cama. Enfiei a cara com gosto naquela prexequinha, praticamente me afogando em tanta lubrificação, e quando enfiei um dedo para buscar seu ponto G, me impressionei em como era apertada e aveludada. Fiz Violino gemer e rebolar gostoso quando soquei um dedo em sua bucetinha e outro no cuzinho, e aproveitei para enfiar forte a pica em sua boca, me divertindo quando ela engasgava e batia em minha coxa para conter meu ímpeto.

O tesão subia de forma impressionante, e em uma dessas estocadas com o pau no fundo de sua boca, gozei gostoso, jogando os jatos diretamente na garganta. Quase que ao mesmo tempo, Violino mergulhou em um orgasmo evidenciado por uma tremedeira deliciosa, e novamente continuou me chupando mesmo após eu gozar, só que dessa vez o mastro continuou vivo, pois eu queria muito conhecer o interior daquela mulher, imediatamente.

Levantei-me e Violino manteve sua posição, deitada com as pernas abertas. Masturbei minha piroca enquanto observava aquela mulher deliciosa deitada na cama, com cara de safada e ofegante, depois de uma gozada gostosa. Me preparei então para finalmente invadir aquela bucetinha, quando Violino fechou as pernas diante de mim.

Violino: “Não Del, no parque do seu amigo não.”

Del: “Como não? Vai ter que ser à força?”

V: “Não Del, nem à força, nem de jeito nenhum.” – Disse ela, fechando a cara e cruzando os braços.

D: “Porra, não é possível, estou desesperado aqui, preciso meter em você.”

V: “Pois não vai meter na minha buceta. Aqui é propriedade do seu amigo, só dele.”

D: “E eu fico na merda?”

V: “Claro que não.” – Disse Violino, se levantando da cama.

Foi aí que me lembrei de um diálogo que tive com meu amigo algum tempo atrás, sobre sexo anal. Ele dizia que sua namorada (Violino) era virgem do cuzinho, e sequer cogitava fazer sexo anal, mas um dia ela quis tentar, e eles fizeram, mas ele disse que a moça não parecia sentir tanto prazer, e logo pedia para voltar para a buceta. Eu até passei umas dicas para o cara tentar novamente, mas ele disse que apesar de violar o brioco da namorada com alguma frequência, a diversão dela era mínima.

Meu amigo não entendia era que Violino tinha uma vontade louca de dar o cu, mas com gosto, dar como uma puta. De fato Violino não utilizou claramente essas palavras, ela apenas disse que queria dar ele para mim, e falou que eu poderia pegar pesado. Definitivamente, naquela altura do campeonato, com a trosoba em riste pós-orgasmo, sob influência etílica e depois de tudo que ocorreu naquela noite, “pegar pesado” com aquela delícia era a única opção.

Mandei que Violino se deitasse no franguinho assado, para começar a brincadeira. Ela negou, disse que eu iria comer o rabo dela na posição que ela quisesse, e além disso, me fez prometer que não pararia nem diminuiria o ritmo, não importa o que acontecesse. As únicas exceções seriam em caso de gozo, ou caso a palavra de segurança fosse dita. Por sinal, a palavra de segurança era bem criativa: o nome do meu amigo. Nem preciso dizer que fiquei com um tesão absurdo para comer aquela bundinha, pois historicamente Violino foi uma das poucas moças que se mostrou disposta a encarar minha trosoba fumegante no rabo sem dó.

A tesuda se apoiou com as mãos espalmadas e o rosto encostado na parede. Pausa para observar como aquele corpinho era tão delicioso. O rabo-de-cavalo continuava lá, e descia no meio de suas costas estreitas e brancas, formando aquele contraste dos deuses. Sua bunda, como defini no começo do conto, era branca, pequena e deliciosamente redonda, desenho realmente perfeito. Peguei o lubrificante e espalhei entre sua bundinha, dedilhando seu cu primeiro com um, depois com dois dedos, e ela já começou a gemer. Aquele cuzinho era delicioso, completamente rosado, absolutamente apertadinho e quente, muito quente em seu interior. Coloquei a camisinha na trosoba, conforme ordem da Violino, e mandei que a moça empinasse mais seu quadril, algo que ela fez, me deixando ainda mais louco.

“Mete logo Del, para de enrolar.” – Disse Violino, me olhando com cara de estressada.

Eu não estava enrolando, só era delicioso demais dedar aquele cuzinho tão apertado. Mas sua ordem foi clara, e eu obedeci. Coloquei a trosoba pulsante na mira, bem na entrada daquele cuzinho rosa, e comecei a enfiar devagar, segurando em sua cintura. Seu rabo era espetacular! Enquanto meu pau ía entrando, pude sentir que a safadinha se contorcia, e às vezes tirava a mão da parede, talvez com a intenção de pedir uma pausa. Mas ela estava determinada, e tentava se manter firme e forte, embora suas pernas ameaçassem tremer. Meia piroca já se escondia dentro daquele cu, e a expressão de dor na cara da Violino era notável, só que ela resistia bravamente, e continuava a aguentar, agora soltando alguns gemidos mais sofridos.

“Enfia tudo, seu maldito desgraçado!” – Violino socou a parede, e eu não tive escolha.

Empurrei tudo para dentro do cuzinho da magrela, fazendo meu pau sumir inteiro dentro da moça, que gritou e depois gemeu, socando novamente a parede, e depois passando a mão como tentasse arranhar a pintura. Puxei pra fora o pau, e soquei para dentro em seguida. Dessa vez ela não se aguentou na posição, e foi com o corpo pra frente, colando na parede. Fui junto, mais uma puxada para trás e outra socada para dentro, agora mais forte. Violino gritou ainda mais alto quando meu pau lhe tocou o fundo do rabo. Puxei ela pela cintura de volta para a posição, deixando ela empinadinha. Outra puxada de pica para fora, e nova estocada, agora mais cadenciada, sentindo a entrada. Violino estava ofegante, suas pernas tremendo. Com a mão senti que o mel de sua bucetinha escorria pelas coxas. Dei mais duas estocadas em seu cu e parei, a mocinha estava gozando, seu corpo tremia com vontade, sua respiração ofegante se misturava com seus gemidos.

O gozo era uma das condições para a brincadeira terminar, mas eu ignorei, pois minha trosoba estava começando a gostar de ficar naquele rabinho. Violino ainda estava tremendo quando dei outra estocada até o fundo, provocando mais um grito da gostosa branquinha. Ok, era a hora de pegar pesado e ver o quanto essa vadia estava disposta a aguentar. Segurei firme em seu quadril e comecei a bombar seu cu em velocidade cadenciada, seus gemidos eram incríveis, com certeza acordariam não só o meu amigo bêbado, bem como todo o prédio. Mas eu sequer me importei, continuei enrabando Violino em pé do jeito que ela pediu, como uma puta. A vadia safada começou a masturbar a buceta enquanto meu pau lhe rasgava as pregas. Vi que seu mel já pingava no chão de madeira, e eu só aumentava o ritmo de pirocadas. Novas tremedeiras surgiram, agora mais intensas.

Passei então a maltratar o rabo da magrela. Eu tirava o pau de seu cuzinho, deixava ele piscar, e depois enfiava de novo, com força. Em uma dessas puxadas para fora Violino colocou a mão para trás e arrancou minha camisinha, disse que queria me sentir de verdade dentro dela. Meu pau entrou gostoso, e meu tesão foi às alturas enquanto senti seu cuzinho gostoso e quente. A sensação de prazer era tão intensa que eu só pensava em meter mais forte, e Violino gritava como louca, gemia e me xingava de forma aloprada, e emendou outro orgasmo quando lhe puxei pelo cabelo, realizando ainda mais seu desejo de se sentir uma puta. Enquanto ela estremecia pela terceira vez, meti devagar em seu rabinho e dei alguns tapas em sua bundinha branca, deixando-a marcada com minhas digitais.

“Você vai me matar seu filho da puta, nunca gozei desse jeito!” – Violino estava irreconhecível, o prazer anal lhe transformara em uma vadia de primeira categoria.

Quando as tremedeiras diminuiram e sua bunda já estava bem marcada dos tapas, voltei a enterrar com força meu cacete em seu rabo, agora masturbando também sua bucetinha absurdamente molhada, literalmente pingando. Eu estava impressionado como aquela putinha aguentava minha piroca no cu daquele jeito, e quanto mais forte eu botava, mais ela gemia, grunhia, socava a parede, me xingava e pedia mais pica. Isso me fez segurar em sua cintura e meter com mais velocidade ainda, me obrigando a reduzir o ritmo logo depois para respirar.

Violino aproveitou a oportunidade para mudar de posição. Andamos de ré com meu pau engatado em seu cuzinho, e ela me empurrou com o quadril na direção da beirada da cama, aonde me sentei, junto com ela, sem meu pau desengatar de sua bunda pequena. Violino começou a quicar gostoso no meu pau, se apoiando em meus joelhos para lhe dar amplitude para sentar. Agora que ela estava no comando, eu queria ver se ela iria manter o ritmo forte, algo que ela honrou. Suas sentadas eram fortes e vigorosas, ela subia com velocidade, para logo em seguida descer com força até seu corpo encostar no meu. E cada sentada era acompanhada de gemidos deliciosos, Violino realmente sabia gemer e meter, era uma mulher fantástica. Que sorte tem o meu amigo.

Quando ela largou o peso, com meu pau pulsando todo dentro do seu cu, acabou entrando em outra sequência de tremedeira incrível. Masturbei sua bucetinha encharcada com uma das mãos, e com a outra segurei em seu delicioso peitinho. Ela gemia baixinho agora, um gemido diferente, meio que um urro, e se misturava com sua respiração ofegante. Já que nossos corpos estavam colados, a beijei no pescoço, e ela em seguida se virou para beijar minha boca. Um beijo gostoso, com minha pica pulsando dentro de seu rabo delicioso. Que delícia, que mulher gostosa, eu estava louco, mas queria ficar ainda mais louco.

Fiz Violino se levantar, seu cuzinho estava literalmente arrombado, era um cenário de destruição, e ela parecia pouco disposta a mais pirocadas. Meu pau também estava esfolado, e compartilhava do mesmo cenário visto naquele furico rosado. Eu bem que adoraria lavar o pau e comer aquela bucetinha até gozar, enchendo seu útero do meu DNA, mas eu já estava abusando da boa vontade do meu amigo, e como Violino disse, aquele parquinho era só dele.

Puxei então a vagabunda pelo cabelo e a joguei na cama, mandei que ela ficasse de quatro. Ela respondeu que eu tinha lido seu pensamento. Quando se arreganhou na beirada cama, seu cu ainda piscava e estava irreconhecível, mas Violino estava feliz, se sentia uma puta, e seus serviços ainda não tinham terminado.

“Acaba comigo agora Del, acaba com essa puta!” – Violino disse, antes de se arreganhar mais e empinar o quadril para trás.

Me posicionei de pé na beirada, mirei a pica na direção daquele rabo excepcional e enterrei a piroca de uma vez, sem qualquer cerimônia. Violino deu um berro, mas não arredou pé de sua posição. Segurei então firme no quadril da magrela e passei a enterrar o pistão em sua câmara de combustão com uma força sobrehumana. Nem eu sabia que era capaz de enrabar alguém com aquela violência, mas Violino me provocava repetindo a frase “mais forte”, embora sua expressão de dor fosse notável, e seus gemidos eram abafados por mordidas no travesseiro. Cada vez que minha trosoba sumia naquele cu, a mocinha se curvava, e eu ía atrás, mesmo quando o membro escapava do seu esconderijo.

A branquinha já demonstrava que estava em seu limite, mas o meu orgasmo começava a se aproximar, e eu iria até o fim, ou até Violino proclamar a palavra de segurança. Me acocorei então na cama, por trás da moça, e enterrei de vez meu mastro em seu cu como em um filme pornô, e dei algumas bombadas extremas antes de Violino se desequilibrar em suas pernas trêmulas e cair de bruços na cama. Eu caí junto, sem tirar a pica de dentro, e fiz um rápido movimento de perna para manter a magrela arreganhada. Com meu peso em cima da moça, e enfiando meu mastro dentro dela sem dó, gritei em seu ouvido para que ela “pedisse arrego”, mas ela gritava que “não”, e me xingava. Aumentei o ritmo, e logo éramos três a gritar: eu, Violino e a cama. Não tinha como meu amigo não acordar, mas eu definitivamente não ligava para isso, e continuei metendo na moça até finalmente meu orgasmo chegar, e uma carga fervilhante de porra galática ser despejada no reto da pobre Violino.

Minhas forças acabaram, e Violino rebolava discretamente debaixo de meu corpo inerte, como que curtindo os últimos instantes de minha pica dentro de si, ou talvez tentando expulsar o invasor de seu interior. Nós dois gemíamos baixinhos, exaustos, e eu dizia no ouvido da moça o quão tesuda ela era. Meu prazer intenso começava a dar lugar ao sono pós-coito, e eu já me preparava para rolar lateralmente e adormecer na companhia da deliciosa namorada do meu amigo. Mas eis que meu momento é interrompido por palmas. Sim, palmas. Meu amigo estava diante da porta, com a piroca rígida, batendo palmas para a nossa performance.

Amigo: “Eu não comeria tão bem essa vagabunda. Realizou seu sonho, meu amor?”

Violino assentiu com a cabeça. Eu não tinha forças para nenhum comentário, e me preparei para o pior, talvez um tiro ou facada, e eu merecia. Apenas estupro de meu corpo eu não iria tolerar, mas aceitaria ser vítima de qualquer outro tipo de violência. Mas meu amigo parecia satisfeito, e mostrou que se divertiu bastante com as cenas, tocando uma rápida punheta e gozando no chão, em uma cena que eu evitei assistir. Quando ele terminou com seus gemidos assustadores, Violino me deu um beijo na boca, se livrou do meu pesado corpo inerte, e se colocou de quatro no chão, lambendo as gotas de porra que haviam escapado da piroca de seu amado. Gostei da cena, e vi que a noite estava longe de acabar.

A branca então se ajoelhou diante de seu namorado, e começou a lhe pagar um boquete em sua piroca mole. Comecei a ficar excitado com a possibilidade de assistir um pornô amador bem diante dos meus olhos, e meu membro começou, lentamente, a voltar para o mundo dos vivos. Violino tinha a boca tão deliciosa que meu amigo se recuperou rapidamente, e conduzia a cabeça da namorada através da extensão de seu pau, tornando a cena ainda mais interessante para o voyeur que vos escreve. Mas logo eu seria tirado da minha paz, e fui convidado a me juntar à brincadeira depois de lavar o membro, dando minha salsicha para completar a dieta de Violino.

Meu amigo teceu um elogio desnecessário ao tamanho da minha piroca, mas cuidei de me concentrar apenas na performance de Violino. A safada estava recebendo o que mais queria, seu dia de puta, e era cativante ver o sorriso de menina satisfeita em seu rosto. Cada uma de suas mãos segurava uma piroca, e sua boca revezava a atenção entre mim e meu amigo. A garganta profunda que Violino fazia em seu namorado era bem interessante, mas quando ela tentava fazer o mesmo comigo, engasgava e despejava litros de saliva sobre meu pau, o que fazia meu amigo ficar louco. Tão louco que mandou ela chupar apenas minha trosoba, enquanto ele se divertia na punheta, observando a performance de sua namorada em mim.

A estranheza da situação foi dando lugar à sensação maravilhosa de receber outra mamada daquela mulher incrível, embora a superfície da minha pica estivesse mais esfolada do que nunca. Violino me tirava do sério, e seu olhar de putinha safada na minha direção me incentivou a pegar sua cabeça com as duas mãos, fodendo sua boca na mesma velocidade que eu fodera seu cu momentos atrás. Meu pau rapidamente ficou coberto por uma quantidade incrível de baba, que escorria sobre os peitos da moça, sua barriga, suas pernas e o chão. Eu só aliviava o ritmo quando os engasgos da branca ficavam mais intensos.

Realmente não acreditava que poderia gozar novamente naquela noite, mas os pulsos orgásmicos já fluiam pelo meu corpo, e logo tomariam as rédeas da situação, se não fosse por um simples detalhe: meu amigo gozou em mim.

Del: “Filho duma puta do caralho!”

Amigo: “Achou que ía foder minha mulher e não ía se foder?” – Disse o infeliz, com uma risada escrota.

Meu amigo tinha Violino como alvo de sua leitada, mas sabe-se lá por qual motivo retardado-etílico, virou-se na minha direção e acabou me acertando o braço com sua carga genética. Graças à minha agilidade, os outros respingos se dividiram entre o corpo babado de Violino e o chão de madeira. Fiquei muito puto, mas a doce mocinha encarregou-se de limpar meu braço com sua língua, e depois com um lenço umedecido. Meu “amigo” estava agora na cama, rindo até tossir. Violino deu um risinho discreto, mas eu, e principalmente minha trosoba, não achamos graça nenhuma. Eu precisava me vingar, mas fazer duelo de porra definitivamente não era uma opção. Foi então que Violino ofereceu para mim, de mão beijada, a minha oportunidade de vingança.

Enquanto o zé ruela não parava de rir, Violino foi até a cama e se deitou na posição do franguinho assado, com as pernas bem abertas e aquela sua deliciosa bucetinha melada totalmente exposta. A magrinha fez cara de ninfeta carente, com um dedinho na boca, enquanto com a outra mão masturbava discretamente seu grelinho. Diante da cena, acabei por dar lugar ao tesão novamente, refletindo em um endurecimento imediato do membro carnudo.

Violino: “Vem Del, vem brincar no parque do seu amigo. Vem comer minha bucetinha.”

Ah leitor camarada, que vingança gostosa. Aquela buceta rosada havia atingido o status de sonho de consumo desde que me fora negada, e agora eu tinha a chance de fodê-la loucamente, canalizando a raiva que eu estava do meu amigo diretamente na invasão de seu playground particular. Ao contrário do que imaginei, meu amigo aprovou o ato, e passou da cama para a cadeira, aonde disse que veria tudo de camarote. Então devidamente autorizado, me posicionei diante daquela bucetinha e inseri deliciosamente minha pica. Violino tinha uma buceta incrível, apertadíssima e deliciosamente encharcada, me incendiando com um tesão incrível conforme eu lhe penetrava na clássica posição papai-e-mamãe.

Eu a fodia vigorosamente, com o rosto a centímetros do seu, observando como ela ficava ainda mais linda sob ação intensa do prazer em seu corpo. Nossas bocas pareciam atraídas por algum magnetismo, mas respeitamos (pelo menos naquele momento) a única regra de seu namorado, que era não beijar. E enquanto meu quadril se movia com plena intensidade, Violino travava suas coxas ao meu redor, como se tentasse me empurrar mais para o seu interior. Que mulher deliciosa, que buceta apertada! E descobri que ela ficava ainda mais enlouquecida quando eu lhe chupava o pescoço, deixando-lhe marcas, que ela retribuía com arranhões em minhas costas, embora não fossem tão profundos.

Violino queria cavalgar, então nos posicionamos rapidamente, e eu pude ir ao delírio com a imagem daquela magrinha fabulosa sentando lentamente em meu caralho hirto, e depois cavalgando vorazmente. Seus peitinhos empinados e saltitantes naquela posição nunca sairiam da minha mente. Aquela mulher rebolava e quicava como se não houvesse amanhã, se deliciava na minha piroca como se a desejasse desde sempre. E em paralelo eu a segurava firme pelo quadril, garantindo que minha trosoba jamais deixasse o aconchego espetacular daquela incrível prexeca.

Mas meu amigo cansou de só assistir, e resolveu reivindicar seu direito de namorado. Violino demorou para deixar meu mastro, dando mais algumas quicadas antes de enfim sentar sobre a piroca do amado, na cadeira. A delícia sentava e rebolava com vontade, e inclinada na minha direção masturbava meu membro com as duas mãos, antes de, mais uma vez, me presentear com o toque arrebatador de sua língua. Meu amigo realmente gostava de ver sua namorada com minha rola na boca, e trocou de posição, metendo rápido na bucetinha de Violino enquanto esta abocanhava meu salame e empinava sua bundinha na direção de seu companheiro. Quão mais intensas eram as estocadas de meu amigo em sua namorada, mais intensa era a mamada daquela doce magrela. Gozar era questão de pouco tempo, mas o casal ainda tinha uma carta na manga.

Amigo: “Sabe Del, minha putinha não está feliz.”

Del: “Achei que ela fosse a minha putinha.” – Entrei no clima, antes tarde do que nunca, puxando Violino pelos cabelos e fazendo ela olhar pra minha cara. – “Não está feliz sua puta? Levou pica em todos os buracos, bebeu leite à vontade, ficou com o rabo ardendo…”

Violino respondeu que não com a cabeça. Então lhe dei um tapa na cara, e a fiz voltar para seu trabalho oral, e ela prontamente abocanhou meu membro com vontade.

Amigo: “Você deveria levar essa piranha para casa.” – Meu amigo deu um tapa forte na bunda de Violino, ela intensificou suas chupadas em mim.

Del: “Não se leva puta para casa.”

Forcei a cabeça de Violino para baixo até ela engasgar com meu pau, e depois puxei seu cabelo, fazendo ela olhar na minha cara novamente.

Del: “O que te faria realizada essa noite minha vagabunda?”

Ela fez o sinal de “dois” com os dedos. Agora foi a vez do meu amigo a puxar pelo cabelo, enquanto eu a peguei pelo queixo e mandei ela dizer em voz alta o que ela queria.

Del: “Dois o quê sua puta? Fala porra!”

Amigo: “Fala que você quer duas varas te rasgando, nós queremos ouvir.”

Violino parecia disposta a não dizer nada e continuar sendo maltratada. Era impressionante o efeito daqueles tapas, gritos e puxões na moça, pois sua buceta estava tremendamente melada, a ponto de escorrer pela coxa. Soquei três dedos com vontade naquela prexeca, e depois dei os dedos para que ela chupasse, e sentisse o gosto delicioso de seu mel. Ela tanto apreciou que repetiu o gesto, dessa vez com seus próprios dedos, me tirando do sério.

Deitei na cama e a magrinha veio sobre mim, sentando de novo com sua deliciosa prexeca em meu mastro, mas agora se posicionando para a dupla penetração. Enquanto meu amigo tentava achar um lugar para os joelhos na tentativa de penetrar o furico da namorada, Violino repousava serena com meu mastro no interior de sua buceta, aproveitando para me provocar com suaves contrações de sua musculatura vaginal. Que vadia deliciosa! E quanto meu amigo finalmente conseguiu adentrar o cu de Violino, fazendo a magrinha enfim sentir dois membros dentro de si, a moça deu um berro de prazer, e pude sentir quando uma cachoeira de néctar transbordou de sua buceta, aquecendo e revestindo minha pica, que entrava e saía de Violino conforme eu movimentava meu quadril, embora fosse difícil coordenar meus movimentos com as investidas de meu amigo no rabo de sua deliciosa namoradinha.

Violino estava louca de tesão, urrava como uma loba no cio sob a invasão das duas pirocas. Diante de tanto tesão, ela desrespeitou a regra de seu namorado e me beijou a boca, intensamente. Meu amigo, com raiva, a puxou pelo cabelo, e aproveitou o momento para foder com força a bunda de Violino, gozando como um porco depois de algumas estocadas. E quando o camarada finalmente desengatou da magrinha, segurei no estreito quadril da moça e soquei gostoso meu pau em sua encharcada buceta, naquela deliciosa posição em que estávamos (ela deitada por cima de mim). Violino gozou, estremecendo seu corpo colado ao meu, e emitindo um suave e doce gemido, bem próximo de meu ouvido.

Ficamos alguns instantes ali daquele jeito, e meu pau pulsava intensamente dentro da prexeca de Violino. Quando ela se levantou, vimos que meu amigo dormia em sono profundo, encolhido no canto do recinto. Violino lançou-me um olhar provocante, me pegou pela mão e me levou até o banheiro da suíte do casal, aonde entramos juntos no box e deixamos a ducha morna cair sobre nossos corpos nus. Sob a água, trocamos um beijo demorado, e depois trocamos carícias enquanto nos ensaboávamos. O efeito do álcool já começava a cair sobre nós, e o sono nos impediu de realizar uma foda subaquática, embora o desejo estivesse ali, sempre presente. Enquanto nos secávamos, disse a Violino que dormiria na sala, mas ela fez sinal para que eu me calasse, e me levou em seguida para o quarto do casal.

Eu ainda não estava disposto a aceitar a ideia de dormir na cama do meu amigo com sua namorada, depois de a foder todos os orifícios de todas as formas possíveis. Mas Violino estava irredutível, ela queria passar a noite comigo e ponto final. E eu estava bêbado demais para discordar de uma tarada bêbada, ainda mais uma tarada bêbada que vestiu uma camisola de seda sensacional. Violino se deitou na cama de bruços, com meia bundinha de fora, e me chamou. Como eu demorei para reagir (estava paralisado por aquela deliciosa visão do paraíso), a magrinha tratou de ser mais convincente, posicionando-se de quatro na cama, deliciosamente empinada, me convidando de forma irrecusável:

Violino: “Del, me faz dormir feliz.”

Era uma ordem. Pulei sobre a cama e me posicionei de joelhos atrás de Violino. Duas pinceladas da pica em sua prexeca foram suficientes para retomar a irrigação de seu fabuloso canal da fantasia. Peguei a moça pela cintura e enterrei meu pau, de uma vez. Violino gemeu e se envergou, e eu aproveitei sua cabeça levantada para puxar-lhe firme pelos cabelos, desferindo-lhe uma sequência cruel de pirocadas selvagens. Alguns segundos para descansar, e mais pirocada intensa. Violino estava disposta a escandalizar a vizinhança com seus gemidos na madrugada.

Violino se deitou de bruços, me levando com ela, mas a puxei de volta para a posição de cadela no cio, me acocorando por trás para lhe invadir. Foi só minha trosoba entrar, e aqueles espasmos de sua bucetinha somados à tremedeira de seu corpo acionaram o meu estopim orgásmico, fazendo-me despejar uma voraz carga de porra no interior daquela prexeca apertada. Violino tremeu ainda mais ao sentir meu leite fervilhante correndo dentro de seu corpo, e escorreu para a posição de bruços novamente, agora ofegante e praticamente desfalecida. Eu não tive a mesma sorte, e caí para o lado, totalmente apagado.

Minha memória mais recente foi de acordar abraçado à Violino, deitado de conchinha com ela, debaixo do edredom. Aquele corpo delicado tão próximo do meu era a cura perfeita para a minha ressaca, e minha trosoba acordou antes mesmo que meus olhos se abrissem completamente. Violino sentiu quando algo lhe cutucava as nádegas, se virou para mim e abriu um sorriso inesquecível, seguido de um “bom dia” apaixonante. Disse a ela que eu iria embora antes que meu amigo acordasse, e ela concordou com a ideia, mas não sem antes me pagar um boquete matinal desses que cativa qualquer homem, lento e ao mesmo tempo intenso, e longo o bastante para resultar em uma gozada deliciosa, que Violino não desperdiçou uma gota sequer.

Passei discretamente pela porta do quarto aonde meu amigo ainda dormia como se estivesse morto. Catei minhas roupas, dei um beijo de despedida em Violino e fui embora. No meu celular, um alerta de SMS, com uma mensagem de Violino:

“A próxima será na sua casa, você e eu. Recuse, e seu amigo saberá quem dormiu na cama dele.”

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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