#33 (Cherry)

Eu e meu Tio (Cherry)

Essa noite me peguei lembrando de uma situação que aconteceu há alguns anos. Estava lendo o jornal e vi um anúncio que me remeteu a casa da minha vó, ou melhor, ao terreno que ela dividia com meu tio.

Eram três irmãos: meu pai, minha tia e meu tio. Meu tio foi adotado pela minha avó já criança e sempre soube que não era filho de sangue mas que minha avó o amava do mesmo jeito. No início, vivíamos com ela, na casa dos fundos do terreno e eu sempre podia entrar lá para brincar quando eu bem entendesse. Saímos do terreno quando meu tio precisou de um lugar pra ficar com a família (mulher e filha) e assim, minhas aventuras na casa da vovó se resumiram em visitas, reuniões de família e tardes de brincadeiras com a minha prima. Adorava ir para brincar de exploradora no jardim enquanto meu tio nos olhava. Ele nos olhava muito. Por vezes já nos tirou de encrencas, como quando brincávamos com as plantas da vovó no jardim, sempre nos afagando os cabelos depois de livrar nossa cara.

O tempo passou e eu mantive o contato com minha prima, mesmo tendo me mudado pra longe. No início da adolescência ficávamos mais no quarto dela, falando ao telefone com outros primos e amigos e, sempre que dava, meu tio ia lá pra nos ver… ver se não estávamos aprontando. Certa vez, desci para pegar sorvete na cozinha o encontrei na cadeira de balanço, lendo o jornal tal qual meu avô fazia e fumando seu cigarro de sempre. Ele notou quando desci as escadas (aliás, ele notava sempre que eu aparecia por menor barulho que eu fizesse) e sorriu pra mim por cima do jornal com seus óculos grandes. Sorri de volta e resolvi ver oque ele estava fazendo: dei uma corrida e de súbito pulei no colo dele, deixando o jornal todo desarrumado (ele odiava isso). O olhei sorrindo e perguntei:

– Qual é a notícia de hoje?

– Estupro… ele disse baixinho.

Sentei mais pro meio do colo, bem em cima do pau dele, para poder ler melhor a tal matéria; enquanto isso, ele se espreguiçava na cadeira de balanço, olhando pra minha bunda e pegando na minha cintura, fazendo uma cara de quem não poderia evitar oque estava fazendo.

Meu corpo já estava se desenvolvendo, senhores, oque pode lhes dar uma noção da minha idade. Meus seios não eram grandes, cabiam na palma de uma mão adulta, minha bunda começava a ficar grande e meio desproporcional ao resto do corpo e, como sempre tive uma cintura fina, isso a fazia parecer maior e dava a impressão de que  meu corpo já estava bem desenvolvido. Fatores relevantes para um homem da idade dele. Estava lendo a matéria enquanto ele acariciava minhas costas até os cabelos quando percebi que estava quase deixando o jornal cair. Peguei da sua mão e debrucei os cotovelos sobre minhas pernas, oque me fez ficar toda empinada em seu colo…

Involuntariamente…

Então comecei a sentir a cadeira balançar, seus pés faziam o movimento lentamente quando percebi algo crescer entre as minhas pernas. Foi me dando um calor muito grande (era inverno) e ele não parava de balançar aquela maldita cadeira. Comecei a roçar minha perna na dele, me perguntando por que estava fazendo aquilo mas logo esse pensamento deu lugar a outro, não um pensamento… mais um sentimento… de prazer em roçar meu corpo no dele. Eu mal sabia oque era prazer.

Fechei o jornal pois não havia mais nada a ser lido ou visto, olhei pro meu tio e perguntei se podia continuar… ele gemeu um “por favor” baixinho e desceu as mãos pro meu quadril. Não esperei pra saber se o por favor era pra parar ou continuar, continuei a rebolar no colo dele enquanto ele olhava minha bunda fazendo o movimento (me perguntava oque se passava em sua cabeça… oque ele seria capaz de fazer) sempre apertando meu quadril e emitindo sons quase inaudíveis. Sua cara expressava um tesão incontrolável, e era perceptível a força que fazia pra não olhar pro meu rosto, por mais que eu o quisesse. A cadeira já balançava bem e acompanhava o movimento que eu fazia com o quadril em seu colo; ele gemeu mais alto e subiu meu vestido (ato de descontrole). Olhou minha bunda e recostou na cadeira quase não acreditando no que estava vendo. E no segundo seguinte senti uma explosão quente entre as bandas da minha bunda e coxas. Ele de olhos fechados apertando minha bunda com a máxima cautela para não deixar marcas.

Depois de ter gozado por cima da calça do seu pijama, ele a abaixou (se certificando para ver se ninguém estava entrando em casa ou descendo as escadas) e eu pude ver seu pau enorme, duro, apesar de ter acabado de gozar, e molhado.

– Tá vendo oque você faz com o titio… – Ele disse me olhando.

Fiz uma cara de medo, porque realmente não sabia oque havia acontecido, realmente estava com medo. Tentei me levantar e sair mas ele me pegou pelo braço e pediu desculpas. Disse que foi uma coisa boa, muito boa e que queria de novo. Ainda me pegando ela braço, me levou pra cozinha e encostou na mesa. Eu estava muito molhada e como não sabia como agir na hora, beijei o pescoço ele, o pressionando ainda mais na mesa.

– Não quer limpar oque você fez comigo? – ele disse baixinho no meu ouvido. – Fica de joelhos.

Obedeci, como uma boa menina. Bem no fundo eu queria aquilo, só não tinha certeza se podia fazer. Ver aquele pau enorme na minha frente me deu uma vontade imediata de colocá-lo na boca, mas como eu não sabia como fazer aquilo, comecei a “limpá-lo” com as mãos, passando delicadamente os dedos no pau dele e chupando os meus dedos para “lavá-los”. Ele olhava com uma fome nos olhos para oque eu estava fazendo. Senti deus dedos em meus cabelos e olhei pra cima.

– Porque você não faz isso nele? Limpa com a boca…

Ele esperou eu colocar a boca para começar a forçar minha cabeça no seu pau. Meus lábios tocaram a ponta e ele soltou um gemido satisfeito, colocou a outra mão na minha cabeça e agarrou os meus cabelos enquanto eu ia colocando seu pau pela metade na minha boca pequena. O olhava para combinar seu rosto explodindo de prazer com a pulsação da sua rola. Involuntáriamente e tirei e esfreguei na minha língua. Ele tirou seu pau da minha mão e deu tapinhas enquanto gemia e falava como eu era uma menina má. Todo aquele papo de menina má me encheu de tesão e então resolvi colocar tudo na minha boca e fuder logo aquele pau pra ele nunca mais esquecer do boquete da sobrinha.

Eu chupava com vontade enquanto ele só acompanhava com a mão nos meus cabelos. Então paramos… Sofia me chamava no segundo andar.

– Cadê o sorvete?!

Rapidamente levantei e abri a geladeira enquanto meu tio levantava a calça do pijama e entrava no banheiro. Só me lembro de depois ter visto Sofia na porta da cozinha perguntando porque meu cabelo estava tão bagunçado.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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