#34

Patricinha Ousada

A personagem principal desde post é, como diz o título, uma “patricinha” em sua mais pura essência. Loira de farmácia, cerca de 1.75 m de altura, não mais do que 60 kg, corpo longilíneo, bundinha arrebitada e trabalhada tanto por personal trainer quanto por cirurgião plástico, seios naturalmente siliconados e apontando para o céu, barriga lisinha e cintura bem definida, ou seja, mulher estilo reality show ou bailarina de programa decadente dominical. Sua idade é desconhecida, mas eu chutaria algo entre 20 e 24 anos. O belo rosto esculpido por pupilos do Dr. Ray era bem chamativo, com traços marcantes, lábios carnudos e maquiagem pesada. Uma legítima buceta de ouro.

OBS: Para ir diretamente até a parte mais interessante, continue a leitura a partir do próximo trecho em negrito.

Era apenas um dia normal de trabalho para mim, e como parte dos meus dias normais de trabalho, costumo fazer minha refeição noturna sempre naquela mesma lanchonete famosa à beira da estrada. Enquanto eu concluía meu pedido e retribuía o sorriso da bela mulatinha atrás do balcão, três garotas visívelmente bêbadas entraram de forma barulhenta no recinto, acompanhadas por um legítimo cafetão de puta pobre (embora pobreza não fizesse parte da realidade daquela turma). Devido à hora avançada, eu era o único cliente, e além do meu carro no estacionamento, havia também aquele imponente SUV alemão, de onde supus que tinha saído aquela turma arruaceira.

Pelo aroma do perfume importado misturado ao hálito etílico das moças, percebi que se tratavam de bucetas douradas, algo que não estou acostumado a lidar, visto que tenho uma profunda admiração e ligeira preferência por meninas mais desfavorecidas financeiramente, especialmente funkeiras e afins. Patricinhas sempre deixaram marcas negativas em meu currículo até aquela noite e, embora eu jamais as evitasse (“cachorro que rejeita osso, pau nele”), também não as procurava.

Caminhei com a bandeja diante das moças, e a ousadia de uma delas me provocou um estímulo peniano imediato. Era a loira descrita aqui no primeiro parágrafo, que trajava um vestido azul coladíssimo, decotado, e tão curto quanto o de suas companheiras. Na mão ela carregava uma bolsinha piriguete que custava duas vezes o meu salário, e sua única diferença para as amigas de cabelo loiro, liso e maquiagem pesada, era a forma como ela prendia parte do cabelo com um tic-tac no alto da cabeça. Quem me conhece sabe o tesão que esse penteado causa em mim, logo aquela patricinha loira estava correndo sério risco ao me provocar daquela forma.

O grupo se sentou na mesa próxima à minha, e a loirinha puxou papo de forma provocante, elogiando tanto o meu físico quanto a minha indumentária, dizendo que “morria de tesão por homens da minha profissão”. Convidei-a para a minha mesa e sugeri que me mostrasse o quão grande era o seu tesão, percorrendo com minhas mãos as suas coxas lisas e firmes, tocando imediatamente sua calcinha e sentindo a maciez úmida de sua prexeca chique. Ela soltou um gemido discreto e beijou meu pescoço, marcando-me com seu batom francês enquanto retribuía minha gentileza, levando suas mãos pequenas e magras até meu instrumento. Não, não meu instrumento sexual e sim meu instrumento de trabalho, o que me deixou alerta, fazendo-me conter o ímpeto da mocinha ousada com vigor.

Perguntei se ela estava procurando diversão ou problema, e ela respondeu que adoraria sofrer uma repressão por sua atitude errada. Relaxei e voltei a pressionar o interior de sua coxa e a superfície ainda mais úmida de sua calcinha, enquanto beijava aquela boca experiente e tentava desvendar quais bebidas aquela moça havia entornado antes daquele nosso momento. A loira agora estava pegando no instrumento certo, e se derretia em elogios baratos quanto às dimensões do little Del. Só que, novamente, a deliciosa transgressora da lei voltou a tocar aonde não devia, me obrigando a pegar em sua mão e virar seu braço para trás, dizendo que agora ela realmente seria punida. Então ela assentiu, pois era justamente aquilo que ela queria.

Levei a transgressora para fora do restaurante, sob o olhar silencioso de seus amigos bêbados e o olhar invejoso da atendente, que no fundo desejava estar no lugar da loira. Caminhei segurando os braços da moça para trás enquanto ela repetidamente dizia o que eu deveria fazer com ela, praticamente tentando me ensinar como abordar uma mulher ousada e colocá-la em seu devido lugar, ou seja, extasiada. Cansado de ouvir aquela voz meio embaralhada pela bebida, proferi apenas uma frase:

“Cale a boca, vadia!”

Entramos no banheiro feminino que ficava na área externa da lanchonete, meio sujo e apertado para uma foda completa, mas suficientemente grande para o que eu pretendia fazer com a loirinha. Mandei que ela espalmasse a parede, e ela atendeu com um “sim senhor”, já empinando a bunda suculenta na minha direção. Levantei seu vestido curto revelando a calcinha rosa, fio-dental, minúscula, que dividia deliciosamente as duas protuberâncias daquela bundinha branca excepcional, ainda mais branca devido à luz fria do banheiro fétido.

Dei dois tapas fortes no rabo da paty, que se empinou ainda mais, agora implorando verbalmente para ser violada pelo meu membro veiudo. Afastei um pouco sua calcinha para o lado, arreganhei sua bunda revelando sua intimidade rósea, e dedilhei aquela prexequinha totalmente depilada e babada, deixando meu dedo totalmente revestido pelo néctar da moça. Não havia espaço para chupar aquela buceta como ela merecia, mas penetrei sem dificuldade seu orifício fervilhante e trouxe os dedos encharcados até a boca, deixando o sabor adocicado e ácido daquele mel vaginal dominar totalmente a minha língua.

A loira estava impaciente, me xingava e dizia que queria ser fodida logo, pois já estava quase gozando só com o toque do meu dedo. Ok, aquela vagabunda seria recompensada por sua ousadia recebendo uma pirocada voraz, sem precedentes em sua vida. Coloquei o little Del para fora da calça, coloquei a capa de chuva no menino, me abaixei o suficiente para mirar o obelisco na direção da buceta irrigada, segurei no quadril da patricinha, e enterrei tudo de uma vez, até o talo, suficiente para meu saco arrepiar-se ao tocar o monte de vênus molhado da moça.

Minha parceira soltou um urro de tesão, e passou a gemer intensamente conforme eu lhe penetrava com toda a minha força. Eu alternava xingamentos à loira com tapas fortes em sua bunda, deixando-a marcada com as impressões digitais de Delicious M. Sweetness. Quanto mais eu batia, mais ela pedia para apanhar, e eu puxava seu cabelo com força, fazendo-a multiplicar seus gemidos e proferir xingamentos alternados com elogios à minha pessoa. Minhas pirocadas eram tão violentas que a moça não conseguia manter-se em pé corretamente, e buscava se apoiar como conseguia em cada uma das três paredes que tinha ao seu redor naquele ambiente claustrofóbico.

A patricinha loira mergulhou em um orgasmo intenso que lhe estremeceu o corpo, fazendo-a gemer ofegante e me mandar parar, dizendo que estava doendo. Parar? Ela devia estar de sacanagem. Realmente deve ter doído um pouco, sua buceta secou totalmente e passou a esfolar minha trosoba destruidora sem dó, mas eu continuei socando firme meu membro dentro da menina, buscando tocar seu útero com a cabeça rombuda de meu instrumento de prazer. Não demorou para ela se entregar ao tesão daquele momento e voltar a ficar melada, dessa vez com tanta intensidade, que escorria por sua coxa, conforme ela fez questão de dizer, entre um gemido agudo e outro.

Novamente a menina gozou, e a tremedeira de seu corpo foi ainda mais voraz, acompanhada por gemidos baixinhos e por espasmos do corpo daquela deliciosa cadela com pedrigree. Eu bem que tentei continuar rasgando aquela buceta com minha verga hirta, mas a loira fora suficientemente rápida e virou-se de frente para mim, dizendo que não aguentava mais ser esfolada pelo meu pau, embora tenha feito questão de dizer que aquela foi a melhor foda de sua vida. Ok, eu fingi que acreditei, e disse que ela ainda não estava liberada, pois minha porra fervilhante tinha um destino certo: seu estômago.

A loirinha sentou-se na privada e ficou na altura ideal para a felação intensa em minha pessoa. Ela segurou meu mastro em sua mão direita, e com a mão esquerda pegou em minhas bolas. Antes de efetivamente engolir-me a trosoba, sua língua percorreu cada milímetro da minha superfície peniana, e o membro pulsava loucamente quando a delícia ía do saco até a glande com a língua aveludada, mantendo o olhar fixo no meu. Segurei então o cabelo da putinha, dei um tapa em sua face delicada e mandei que ela chupasse logo meu pau, antes que eu despejasse porra em seu rostinho angelical.

Obediente ela abocanhou a trosoba, fazendo pressão na chupada e soltando em seguida, com um estalo e um belo sorriso na minha direção. Na primeira vez que foi feito, aquilo foi legal, mas depois que vi o repertório de boquete da patricinha resumido apenas àquilo, mandei ela tirar a mão e segurei firme sua cabeça. Bombei minha piroca na boca da loira, que babava e se engasgava, mas quando eu lhe dava uns instantes para respirar e perguntava se podia continuar, ela agitava a cabeça concordando de forma decidida, para logo em seguida ter sua boca novamente fodida por minha piroca selvagem. A baba da mocinha escorria pelos seus lábios, revestia meu pau e pingava sobre o vestido da mocinha.

Segurei sua cabeça com mais firmeza e enterrei meu pau na boca da tesudinha até sumir mais da metade dele. Ela apertou minha coxa e tentou fugir, seus olhos ficaram vermelhos, mas a segurei na posição até minha porra vulcânica jorrar do membro pulsante, diretamente na garganta da minha patricinha ousada. Quando aliviei a pressão ela tossiu, me fazendo acreditar que meu leite protéico seria desperdiçado na pia ou no chão, mas como uma putinha respeitável deve fazer, ela abocanhou novamente o mastro, mamou as últimas gotas e depois me mostrou que tinha engolido tudo.

A loira se levantou, ajeitou o vestido da forma que deu e abriu a porta atrás de mim, dizendo que precisava respirar. De fato eu também precisava respirar, a temperatura naquele recinto apertado deve ter passado dos 60 graus. Saímos do banheiro, eu totalmente suado e enloquecido por aquela gozada incrível, e a loira descabelada, caminhando desajeitada e com o vestido amassado e babado. Os poucos passos seguintes até a nossa despedida foram suficientes para ela dizer que era atriz de uma emissora famosa de TV, e eu acreditei, afinal o único momento que assisto TV é enquanto corro na esteira pela manhã.

Ela entrou no carro dos amigos, abriu a janela e se despediu de mim com um largo sorriso em seu rosto apaixonante. Nome? Telefone? Nada disso, a mágica daqueles 10 ou 15 minutos foi o acaso, e foi mais do que suficiente. Com certeza dormiríamos felizes naquela noite.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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