#35

Ruiva Cult (Finale)

OBS: Este post é a conclusão de um conto iniciado pela Cherry. Clique aqui para a primeira parte, e aqui para a segunda.

Quando aparece o número da Cherry no meu telefone, meu pau já fica duro. Mesmo quando ela liga para me dar esporro por qualquer motivo, sua voz deliciosa aciona o dispositivo que intumesce-me a trosoba. Apenas para lembrar leitor, Cherry é uma universitária de 19 anos, pele bronzeada, 1.60 m de altura e 54 kg distribuídos em um corpo incrível, cujos seios contam as estrelas do céu e a bunda parece ter saído do atelier do mais renomado escultor. Seu corpo está sempre bronzeado, e as marquinhas de biquini que ela ostenta são o toque de mestre em seu conjunto arrebatador. Seu codinome vem da tatuagem estrategicamente posicionada em seu belo corpo, mas tenho certeza que sinto um aroma de cereja, sempre que minha língua explora qualquer atributo desta doce morena.

OBS: Todo o post é interessante, logo não haverão outras frase em negrito.

Cherry foi imperativa, passou-me um endereço e mandou eu me apresentar no local indicado o mais rápido possível, cheiroso e excitado, como de costume. Não me lembro de ter tomado banho e me arrumado em tão pouco tempo, mas quando Cherry ligou novamente, poucos minutos depois, eu já cruzava a cidade como um louco. Durante nossa conversa, a doce cereja disse que me enviaria uma foto do que eu encontraria quando chegasse e, querido leitor, um conselho do seu amigo Del: não leia mensagens com fotos quando estiver dirigindo, especialmente quando o recheio da foto se tratar de duas deliciosas ninfetas desnudas sobre uma cama desarrumada, quase me fazendo atropelar um carrinho de pipoca. Cherry tinha uma amiguinha nova, e queria me apresentar.

Quando cheguei no endereço descrito, estacionei atrás do carro da cereja, identificado por um adesivo discreto da sua fruta preferida. Mandei um SMS dizendo que já estava no local e Cherry pediu para eu aguardar na porta, que eu logo seria atendido. Ao abrir a porta, a morena abriu seu belo sorriso incomparável, e não pude deixar de reparar que ela estava descalça, descabelada e trajando um vestido estampado bem curto, que valorizava seu corpo delicioso. Fui convidado para entrar, então peguei na cintura de Cherry e desferi um beijo intenso em seus lábios adocicados, trazendo a morena de encontro à minha masculinidade hirta, embora oculta pela calça jeans.

Deslizei a mão para a bundinha empinada da cereja e ela me conteve, dizendo que precisava me apresentar a alguém. Uma voz suave veio pelo corredor e disse que ela própria faria as honras. Era Carmen, uma ruiva deliciosamente linda, de rosto delicado, com altura e composição física bem semelhantes ao da doce Cherry. Ela trazia uma garrafa de vinho na mão, duas taças na outra, e trajava uma camiseta branca masculina que pouco escondia sua intimidade, além de revelar peitos pequenos e empinados, cujos mamilos se esforçavam para furar o tecido.

Carmen se aproximou, deixando no ar um perfume de ninfeta. Antes de receber meus cumprimentos, deu um longo beijo de língua na Cherry, a poucos centímetros da minha face, deixando-me inebriado com aquela visão do paraíso. Logo em seguida deu um selinho discreto em minha boca, e me falou para ficar à vontade. Cherry me conduziu até o sofá enquanto Carmen nos servia uma dose de vinho. Observei então a retaguarda da ruiva, com cabelos lisos naturalmente “beijados pelo fogo”, tatuagem floral nas costas e uma saborosa bunda empinada e volumosa, cujas polpas estavam visíveis por baixo da camiseta. Minha trosoba se debatia dentro da roupa como uma fera enjaulada, e Cherry contribuiu para me deixar ainda mais excitado, colocando “Sylvia” (Elvis) para tocar na dock, iniciando passos de dança deliciosamente sensuais.

A ruiva me trouxe a taça de vinho e falou para tirar a camisa, pois, segundo ela, ficaria bem quente ali, e ela abriu um sorriso maroto ao dizer isso. Logo em seguida ela caminhou até a cereja morena, e juntas dançavam ao ritmo da música lenta de Elvis, trocando carícias e beijos, tudo diante de minha pessoa. Ameacei me levantar, mas Cherry me empurrou de volta para o sofá, dizendo para eu ficar quieto e assistir. Carmen passava suas mãos pequenas pelas coxas da morena, levantando seu vestido e apertando firme aquela bunda escultural. Cherry retribuiu baixando uma das alças da camiseta da ruiva, beijando o pescoço desta, alternando com mordidas leves em seu ombro. E enquanto faziam isso, elas rebolavam, de forma perfeita.

Virei a taça de vinho e comecei a abrir minha calça, pois precisava estimular o pobre little Del de alguma forma, mas Carmen usou de crueldade para me impedir. Ela colocou um dos pés no sofá, a milímetros de minhas bolas, e disse que se eu colocasse qualquer coisa para fora, da próxima vez ela pisaria no lugar certo. Eu poderia puxar aquela ruiva safada pela perna e lhe punir por me ameaçar daquele jeito, mas aquela noite era delas, eu era um mero convidado e talvez seria um mero expectador, talvez um consolo animado de carne e sangue, então me rendi ao papel de expectador e pedi desculpas à doce ruiva, dizendo que não repetiria minha audácia. “Bom menino”, ela disse, e Cherry apenas sorriu, de propósito, pois ela sabia que seu sorriso causava uma explosão de testosterona em meu corpo.

“Suspcious Mind” era a música da vez a ecoar pelos auto-falantes, e as meninas agora dançavam mais animadas, dividindo goladas de vinho direto da garrafa. Cherry tirou totalmente a camiseta da ruiva e derramou vinho diretamente de sua boca sobre os seios de Carmen, lambendo tudo em seguida. As gotas que escorreram pela barriga alva da menina também foram cuidadosamente removidas por Cherry, que usava de uma habilidade ímpar com a língua para explorar o corpo de sua amiga. Nem mesmo o monte de vênus depilado e volumoso da ruiva foi deixado de lado, e a morena agora estava de cócoras, lambendo discretamente a intimidade de Carmen, ambas ao alcance de minhas mãos, mas eu fora instruído apenas a olhar.

Quando os primeiros acordes de “Sweet Caroline” tomaram conta do ambiente, Carmen já havia incorporado seu estilo dominador, puxando Cherry para cima pelos cabelos, estapeando-a na face e beijando sua boca em seguida. A ruiva puxou com força o vestido de Cherry, tentando tirá-lo rápido, e se tivesse a minha força, teria rasgado aquele pano sem dó. Cherry ajudou a se livrar da roupa e logo já estava completamente nua, aquele corpo excepcional que eu tanto vi e sempre voltava à minha mente quando estávamos distantes, agora era objeto de prazer de outra ninfeta escultural, e aquela cena era algo incomparável.

Carmen era cruel, e puxou Cherry pelo cabelo até o sofá, jogando-a ao meu lado, com as pernas totalmente arreganhadas, e eu pude ver como aquela deliciosa prexeca pingava de tesão extremo. Da forma que Carmen mergulhou na intimidade da minha doce cereja, tive certeza que as duas já tinham certo grau de cumplicidade, e Cherry se estremecia e se debatia no sofá conforme a ruiva lhe invadia com a língua, ajoelhada no chão à nossa frente. Pausa na dinâmica do conto para observar tal perfeição: era uma ninfeta ruiva, de olhos claros e rosto tão delicado quanto lindo, mergulhada entre as pernas e com a boca totalmente oculta pela prexeca morena que é a minha referência de beleza vaginal. Os ruídos daquele trabalho oral eram conhecidos, similares aos que eu fazia, bem como os gemidos de Cherry se assemelhavam aos que eu extraía dela quando lhe chupava, mas aquela cena inédita para mim era um tesão diferente, extremo, espetacular.

Cherry me puxou pelo cabelo e abocanhou-me a boca, em um beijo quase desesperado e ornamentado com gemidos. A morena mal conseguia se conter de tanto tesão, e seus gemidos ecoavam dentro da minha boca, uma delícia de sensação. Ousei e desci beijando o pescoço da morena, chegando até seus belos seios, segurando e chupando um depois o outro, alternadamente, enquanto Cherry aliviava seu tesão passando as unhas pelas minhas costas. Carmen parecia me ignorar ali, e continuava chupando a bucetinha melada da morena com um ímpeto descomunal. Naquele momento desejei ter uma buceta entre as pernas, apenas para sentir a língua aveludada de Carmen.

Falei no ouvido da morena que meu pau iria explodir, e Cherry mais que depressa abriu minha calça e livrou minha trosoba do cativeiro, masturbando-a com sua mão pequena, pela primeira vez atraindo a atenção de Carmen para outra coisa que não fosse a bucetinha suculenta de Cherry. Eu e a morena voltamos a nos beijar, quando senti outra mão agarrando meu mastro, e quando olhei para baixo, a ruiva também me masturbava, junto com Cherry, cada uma em um ritmo, mas aquilo era incrível.

A cereja morena não aguentou muito mais antes de gozar, com seus gemidos intensos e insuperáveis. E logo após beber cada gota do néctar doce de Cherry, Carmen abocanhou meu pau, iniciando um boquete suave e perfeitamente cadenciado. Quanto mais eu observava aquela ruiva percorrendo minha trosoba com sua língua e depois abocanhando até engolir com dedicação, mais tesão percorria intensamente pelo meu corpo. Cherry queria dividir o membro com a ruiva, mas minha ordem foi clara para a morena, e ela se deitou no chão abaixo da ruiva, que majestosamente sentou-se sobre as pernas, praticamente sufocando Cherry com sua deliciosa buceta carnuda.

Pude sentir no meu pau, por meio de uma leve mordida, a intensidade de prazer que Carmen sentiu ao ser vigorosamente chupada por minha doce cereja morena. Carmen sorriu para mim quando emiti um gemido breve com a mordida, e voltou a trabalhar no seu boquete incrível, agora aumentando o ritmo. Segurei então os cabelos ruivos da moça e conduzi seus movimentos, fazendo-a arranhar minhas coxas quando eu forçava o pau em sua garganta, ou mesmo quando Cherry lhe dava prazer extremo lá embaixo. Logo a ruiva se derreteria em uma bela gozada, mas eu ainda tinha muito a fazer antes de derramar minha essência em algum lugar.

Não demorou para se concretizar o orgasmo da ruivinha, que me chupava mesmo diante de seus espasmos delicados, menos intensos que aqueles observados na Cherry. A morena se levantou e puxou Carmen pelo cabelo para longe do meu pau, que tentou resistir, mas acabou cedendo. Cherry disse que era a vez dela, mas Carmen espertamente disse que devíamos continuar na cama, aonde teríamos mais conforto. Fomos todos para o quarto, Cherry correndo, Carmen rebolando na minha frente e eu delicadamente acariciando minha trosoba babada e ereta, meditando no quão sortudo eu era, por ter aquelas duas delícias nuas diante de mim.

Me deitei na cama e Cherry veio por cima no norte-sul, abocanhando meu pau com dedicação, abusando da condição de velha conhecida da minha trosoba fumegante. A prexequinha suculenta da doce Cherry já estava novamente irrigada, e a visão daquela obra de arte diante dos meus olhos em um 69 era algo fantástico. Cherry gemia enquanto me chupava, e minha língua lhe explorava quase tão bem quanto Carmen fizera momentos antes, afinal mulheres entendem de prexecas melhor do que qualquer homem. Se podia ficar melhor? Podia! A ruiva surgiu com seu rosto próximo do meu, e passou a dividir comigo o trabalho oral na bucetinha molhada da Cherry. E, além disso, a ruiva alternava com lambidas no cuzinho da morena, e de vez em quando beijava minha boca, trocando comigo sua saliva misturada com o néctar viscoso da amiga. Tesão extremo.

Depois Carmen mudou de lugar, e passou a dividir com Cherry o trabalho em meu pau. Aí, meu amigo, eu fiquei louco. Cherry fugiu do 69 para não ser “desligada” por outro orgasmo intenso, e então tive a visão mais fantástica de minha vida até aqui: duas ninfetas do mais alto garbo dividindo o trabalho oral em minha trosoba. Cherry abocanhava e fazia sua mamada rápida e intensa, depois Carmen vinha com seu ritmo cadenciado mas igualmente suculento, e eu já estava no paraíso. Não tive tempo de avisar que iria gozar, e um jato intenso voou dentro da boca de Carmen, que rapidamente cuspiu sobre minha barriga, aonde caíram os outros jatos de porra vulcânica. Enquanto meu pau dava seus últimos suspiros orgásmicos, Carmen beijou Cherry na boca, com dedicação, e logo as duas se deitaram ao meu lado, abraçadas em um beijo delicioso, trocando carícias e gemidinhos, coisa de louco.

Enquanto eu me recuperava daquele orgasmo intenso, foi a vez das duas partirem para o norte-sul, com Cherry por cima de Carmen, e aquela sinfonia de gemidos da mais perfeita qualidade era impressionante. Fui ao banheiro me recompor e, quando voltei, as duas se divertiam intensamente, e eu tive que parar em pé diante da cena, para olhar e enlouquecer. Carmen então olhou para mim e mandou eu comer a Cherry, que ela queria assistir dali de baixo. Obedeci e me posicionei atrás da morena, que se empinou de quatro, permitindo a invasão de minha trosoba em sua deliciosa buceta. Segurei Cherry pelo quadril e introduzi minha virilidade dentro dela, fazendo a delícia gemer e se envergar ao sentir meu mastro grosso em seu interior.

Comecei a acelerar o ritmo das estocadas na morena, e Carmen mandou eu reduzir o ritmo, pois ela queria ver em detalhes. E, imperativa como só ela, mandou Cherry continuar lhe chupando. Dito e feito, obedecemos os pedidos da ruiva, que se deliciava com a visão da bucetinha da Cherry sendo rasgada, daquele ângulo tão especial. Senti que Carmen tentava lamber Cherry enquanto meu pau entrava, mas como não deu muito certo, senti que Carmen se agarrou à minha bunda e passou a lamber atrás do meu saco, ensaiando um annilingus, enquanto eu continuava enfiando meu pau em Cherry de forma cadenciada, que por sua vez caprichava no trabalho oral na buceta da ruiva.

Carmen então pediu licença, disse que precisava fazer algo, e saiu debaixo de nós. Aproveitei o momento a sós para puxar o cabelo de Cherry e socar forte meu pau em sua buceta, fazendo-a gemer enloquecida, da forma que ela gostava. Meus tapas em sua bunda lhe deixavam mais louca, e ela jogava o quadril forte para trás à medida que eu lhe invadia vigorosamente. Por mais que eu já tenha conhecido inúmeras outras prexecas ao longo da vida, nenhuma parece abrigar minha trosoba tão bem, e nenhuma mulher consegue ser tão suculenta e selvagem como Cherry. Definitivamente aquela deliciosa cereja era um vício que eu não perderia jamais, comer Cherry é algo capaz de me tirar completamente de órbita, e me fazer vagar feliz pela dimensão do prazer intenso. E pensando nesses detalhes eu a comia mais forte, e conforme ela gozava no meu pau, as contrações de sua bucetinha mastigavam meu membro, um verdadeiro espetáculo.

A ruiva então voltou com aquela coisa assustadora na mão, uma piroca de plástico de proporções volumosas, embora não fosse tão grossa quanto o intrépido little Del. Perguntei o que ela pretendia fazer com aquilo, e ela disse que era pra eu continuar comendo minha “pequena vagabunda”, pois Cherry iria comer ela também. Carmen fez questão que eu tivesse a visão que ela teve enquanto eu metia em Cherry tão próximo de seu rosto, e me fez deitar na cama. Cherry veio por cima e iniciou uma cavalgada, enquanto Carmen ficou de quatro, empinada na direção de Cherry, e com as pernas exatamente ao lado da minha cabeça. Aquela bucetinha ruiva era linda, e se tornou ainda mais linda naquele ângulo em que fora penetrada pela piroca de plástico, devidamente comandada por Cherry, a selvagem.

Cherry socava forte o boneco dentro de Carmen, e aquela buceta ruiva volumosa literalmente respingava seu meu sobre meu rosto. Eu aproveitava para estapear aquela bunda bem branquinha, mesmo estando por baixo, e de vez em quando subia o rosto para lamber seu umbigo ou recolher o mel que transbordava daquela prexeca rosada. Cherry continuava metendo o consolo sem dó na amiga, enquanto sentava com força no meu pau, intensamente, sem dó. Aquilo era uma loucura, Carmen se derreteu em um orgasmo leve, pouco antes de Cherry explodir em uma gozada espetacular, possuíndo com seus gemidos aquele ambiente de prazer supremo.

A morena então levantou do meu pau, enquanto Carmen continuava caída sobre a parte superior do meu corpo, me impedindo de ver os próximos passo de Cherry. Senti que alguém encapava o meu pau, que continuava hirto e pulsante, e logo em seguida ouvi a cereja instruindo sua amiga a sentar em meu mastro, para sentir o calor e ardor de uma piroca de verdade. Carmen concordou, deslizou seu corpo delicado sobre o meu e sentou gostoso sobre a trosoba, gemendo baixinho e se contorcendo enquanto era preenchida por mim. Aquela ruiva era linda, quando sentou-se totalmente em meu pau, ela apoiou as mãos em meu peito, olhou em meus olhos e fez uma carinha incrível de ninfeta safada. Enquanto Carmen cavalgava gostoso sobre mim, seus delicados peitinhos ruivos saltavam, e a menina olhava para cima, como se buscasse no céu uma forma de resistir ao tesão que sentia, sem desfalecer em um orgasmo demorado.

O prazer de Carmen se multiplicou quando Cherry chegou por trás, lambendo e dedilhando o cuzinho da ruiva, à medida que esta deitou seu corpo sobre mim, beijava minha boca e gemia conforme meu pau entrava e saía em sua bucetinha. Cherry falou então que era para eu rasgar aquela puta de quatro, comer ela como uma vagabunda, fazer ela gozar como nunca. Trocamos então de posição, Carmen ficou de quatro na beirada da cama, segurei em seu quadril e enterrei a piroca pulsante em sua buceta carnuda, enterrando forte na mocinha ruiva, que se contorcia toda para resistir às minhas estocadas violentas.

Cherry abria a bundinha da amiga e me mostrava seu cuzinho rosado, à medida que eu metia sem dó na bucetinha de Carmen e puxava forte seus cabelos ruivos. Ela enfiou dois dedos nu cu da ruiva, que passou a rebolar mais, praticamente me dizendo o que ela queria em seguida. Mas Cherry disse pela amiga, mandou eu comer a bundinha de Carmen. Então tirei o pau da bucetinha e Carmen, por sua vez, não se fez de rogada, simplesmente se empinou mais e me deu sinal verde. Lubrifiquei a trosoba e a bunda da ruiva com bastante gel, coloquei o mastro na direção daquele cuzinho rosado e entrei, devagar, deixando Carmen se acostumar com o membro dentro dela.

Carmen se contorcia devagar, e me pedia para ir com suavidade, até que finalmente o limite de profundidade chegou, e a ruiva me deu autonomia para socar o pau nela, desde que fosse cuidadoso. Meti então em um ritmo lento mas intenso, fazendo Carmen gemer forte ao sentir minha trosoba lhe penetrando o cu. Cherry ao nosso lado estava deitada na cama, se masturbando e observando enquanto a amiga era violada por um membro grosso e veiudo na intimidade anal, coisa que a própria Cherry ainda se recusava a fazer.

A ruiva quis trocar de posição, e eu me deitei na cama, deixando a menina sentar-se sobre o meu pau devagar, de costas pra mim. A camisinha saiu, mas não colocamos outra, estávamos loucos demais para pensar nisso. Fui então agraciado com a visão perfeita daquela bunda branca e volumosa engolindo meu pau lentamente, até fazê-lo desaparecer em seu interior. Carmen se apoiava apenas nos joelhos e fazia o sobe-e-desce na minha trosoba, e em questão de segundos eu despejaria minha porra fervilhante naquele cuzinho fantástico da moça.

Logo em seguida Carmen deitou o corpo sobre o meu, deixando que eu usasse dos movimentos do meu quadril para socar a trosoba em seu rabo delicioso. Cherry surgiu entre as pernas da moça ruiva, chupando-lhe a bucetinha com vontade enquanto eu tinha em minhas mãos os pequenos seios da linda Carmen. Mas Cherry teve uma ideia brilhante para fazer Carmen jamais esquecer aquele momento: em um golpe rápido, a morena introduziu o consolo na bucetinha totalmente melada da ruiva, fazendo-a se entregar à sensação louca da dupla penetração, não demorando para gozar com uma intensidade fantástica, gritando, gemendo e tremendo como uma louca.

Segurei Carmen pelo quadril para que ela não escapasse, e logo em seguida despejei minha porra incandescente dentro do cu da ruivinha, que soltou um gemido ofegante e trêmulo diante daquela sensação. Cherry gozou mais discretamente ao ver a cena, e logo em seguida se deitou no meu braço, observando enquanto a ruivinha continuava sobre mim e ofegante, tentando recuperar energias para, pelo menos, rolar para o lado.

Adormecemos por alguns instantes e, quando acordamos, tomamos um banho a três, para depois jantar um delicioso risoto preparado por Carmen. Tive a esperança de passar a noite com aquelas duas deliciosas ninfetinhas, mas elas fizeram questão de me botar para fora, dizendo que era a hora da festa do pijama, e meninos não entram na festa do pijama. Ok, voltei para casa meio a contragosto, mas com a trosoba esfolada e um sorriso no rosto.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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