#36 (Cherry e Del)

Freud explica…

Cherry – Estava cedo ainda, 19:00 da noite e eu já estava bêbada. Me encontrava num boteco de esquina no centro do Rio, daqueles bem antigos, com baleiro, cerveja barata e um bêbado encostado na pilastra da escada. No caso a o “bêbado” era uma morena, com os cabelos emaranhados e a maquiagem borrada. Motivo? O de sempre. Mulher. Depois que Alice (Alice?) parou de me procurar, não vi mais sentido em encontrar outra mulher para ficar. Ela era perfeita, mais perfeita que a Ruiva. Carmen era somente uma diversão. Alice eu comeria a vida inteira, talvez arrumasse seu manual e decorasse do início ao fim só para poder entender um pouquinho do que é ser ela. Conversa de corno… não é? Pois na noite anterior, a tinha visto com uma mulata em uma boate. A filha da puta havia me trocado por uma passista! Passista! Como eu ia disputar com a Rainha do Carnaval???

Por fim, havia começado a minha “noite” ao 12:00 e ás 19:00 ele parecia não ter fim. Foi quando ouvi um cara me chamando de dentro do carro. Olhei pra cima de dei o dedo do meio pra ele:

– A puta aqui tá de folga! – disse com raiva e gritando em direção ao carro escuro. E então, ele desce do carro, chega perto e abaixa para ficar de frente pra mim.

– Desculpa mas eu não quero comer a puta. Só quero levá-la para dar uma volta. – Del estava afastando meu cabelo do rosto e colocando atrás da orelha, como sempre fazia enquanto eu estava por cima, sentando gostoso no pau dele.- Posso?

Assim que o reconheci, o abracei e só o senti me pegando no colo e me colocando dentro do carro. Ele dirigiu por um bom tempo sem me perguntar nada mas, como eu já o conhecia há tempos, sabia que ele estava morrendo de vontade de saber oque tinha me deixado tão pra baixo (e morrendo de vontade de meter a porrada na pessoa se fosse necessário). Olhei para ele e disse que era pra continuar calado e me levar pra um lugar tranquilo. Chegamos em sua casa, sentei no sofá da sala e esperei ele voltar com um copo de vodka na mão. Bebi e resolvi contar tudo sobre a Alice, sobre oque eu tinha visto e a briga que tivemos no meio da boate.

– Você não estava namorando com ela Cherry, realmente não tinha o direito de cobrar fidelidade. Por mais que você estivesse sendo fiel desde o início… Não é assim que as coisas funcionam.

É, não é mesmo, pensei. Conversamos um pouco mais e de repente nos pegamos olhando um para o outro. Que ele sempre teve um tesãozinho por mim eu já sabia (e os seus olhos podiam comprovar naquela hora). Oque eu não sabia era o tesão enorme que eu estava sentindo por aquele homem. Era incontrolável. Tentei achar uma explicação para aquilo, vasculhei minha “psicologia básica” mental pra encontrar uma teoria sobre o repentino tesão naquele cara que me acolheu (Freud, explica?). Mas… nada… Era o sentimento, da maneira mais simples e pura. Tive que interrompê-lo com um beijo.

– Esse beijo não era pra mim né?

– Porque não seria?

Ele chegou mais perto e me beijou com mais vontade, se inclinando pra cima de mim e me deitando no sofá. “Você e essa sua mania de responder perguntando, me deixa louco” ele disse, sussurrando no meu ouvido e já descendo a mão pelo meu corpo, puxando a calça mesmo sabendo que ela não desceria. Estávamos nos olhando, nos analisando e nos comendo com os olhos enquanto nos despíamos e quando finalmente estávamos nus, ele me puxou pelo cabelo e me colocou de quatro no sofá. Confesso que sentia saudade de ser usada como ele me usa, de virar um objeto na mão dele, servir somente como lugar para o pau dele habitar e gozar. Naquela hora empinei minha bunda pra ele e pedi pra ele me foder com vontade. Ele passou a mão na minha bunda e deu um tapa tão forte que pude sentir arder.

– Eu ia te chupar, mas não dá…

Ele disse já metendo o pau dentro da minha buceta e, como ela tava toda molhada, entrou todo de uma vez. Gememos alto ao mesmo tempo e ele começou a meter forte na minha buceta, batendo na minha bunda como um louco e puxando meu cabelo. Só ele tinha o poder de me fazer me abrir toda daquele jeitos enquanto levava gostoso na buceta, estava machucando um pouco mas eu não me importava, queria todo o pau dele de uma vez dentro de mim. Ele pegou na minha cintura e começou a puxar meu corpo para o dele, metendo feito um animal e gemendo bem alto. Imaginava há quanto tempo ele queria aquilo… Ele me comia como um animal com fome e eu não queria parar de ser a comida dele. Suas mãos percorriam meu corpo e me agarravam com vontade, me arranhando e me apertando transmitindo o tesão que ele estava sentindo.

Del – Era delicioso poder desfrutar daquela minha vadia preferida com tanto ímpeto, eu socava minha piroca dentro da Cherry com tanta força e violência que eu não me reconhecia, parecia que eu estava possuído por um demônio do sexo ou algo tão selvagem e cruel quanto. A bunda suculenta daquela morena já estava vermelha com meus tapas, e ao mesmo tempo em que ela gemia loucamente e deixava meu pau esfolado, ela parecia dar sinais de que não aguentaria por muito tempo aquele ritmo de selvageria imposto por um carrasco bem mais alto, com o dobro do seu peso e o triplo de sua força.

Então sentei-me no sofá e mandei Cherry pousar aquela buceta deliciosa em meu mastro, mostrando sua capacidade exemplar de me tirar do sério. A morena se apoiou em meu joelho e sentou entre minhas pernas abertas, com a prexequinha bem fechada, fazendo com que eu sentisse o calor da baixinha dominar aos poucos a extensão de minha pica pulsante. Não sei se eu tinha mais tesão em finalmente me sentir dentro dela ou em ver novamente aquela delícia de mulher pequena sentar e rebolar em meu pau. Os gemidos de Cherry eram mais suaves agora, e ela fazia questão de olhar para trás mordendo o lábio inferior, mostrando para mim que a garotinha levada estava se divertindo.

Segurei os quadris da putinha e fiz com que ela agora sentasse e cavalgasse de acordo com o ritmo que eu viesse a impor. Cherry se entregava totalmente à minha pegada voraz, e em determinado momento a mantive fixa, segurando por baixo de sua bunda, e movi os quadris com velocidade, fazendo a pequena delícia saltar e gemer de prazer extremo. Era notório que minha delícia estava gozando em minha pica, mais uma vez, e ver a satisfação de Cherry em dar pra mim me fazia meter com mais vontade.

Mandei ela levantar e se sentar novamente no meu mastro, agora de frente pra mim. Cherry se sentou deliciosamente, na posição da cavalgada, e agora eu podia apreciar o lindo rosto da moreninha, ver a satisfação e o prazer supremo em seu rosto, observar aquele sorriso e quase gozar com as expressões de prazer da minha doce cereja. Cherry cavalgava gostoso em mim, aproveitava cada milímetro do meu pau dentro de sua buceta fantástica, enquanto eu apenas a segurava pelos seios, e trazia sua boca de encontro à minha. 

Cherry então decidiu por acelerar o ritmo, mantendo-se apoiada nos pés ao invés de nos joelhos, e passou a sentar rápido em minha trosoba, arrancando de mim um tesão supremo ao visualizar aquela cena. Que delícia era ver a moreninha gozando mais uma vez, deixando fluir através de seu néctar vaginal todo o tesão que ela tinha por mim. 

Cherry – Eu não parava de gozar no pau dele. Gozava incansavelmente e ainda pedia mais, mandava ele me foder com força, mais rápido. Isso quando ele não parava e ficava me dando tapas na boceta, na cara e na bunda. Eu já estava toda vermelha mas mesmo assim pedia mais como uma cachorrinha. Observei que Del não estava mais aguentando segurar, queria muito gozar mas não queria falar para não me fazer parar de cavalgar gostoso no pau dele. Então desci de seu colo e, antes que ele pudesse me mandar voltar, fiquei de joelhos e comecei a chupá-lo com fome, olhava para ele esperando sua reação, que não foi nada mais que gemer muito alto e me agarrar pelos cabelos.

– Você vai me fazer gozar assim. – Ele disse, gemendo e quase sem voz.

Ele sabia que era isso que eu queria, então coloquei seu pau todo na minha boca, até o fundo me fazendo engasgar e falar que tava muito grande pra minha boquinha pequena. Ele me olhou e riu antes de puxar meu cabelo e meter forte o pau na minha boca, como se tivesse fodendo minha boceta, me fazendo ficar toda molhada. Senti seu pau pulsando 1… 2… 3 vezes e depois explodindo na minha boca, não dando tempo nem de me avisar. Senti o gozo preenchendo minha boca e depois escorrendo pelos meus lábios. Engoli todo o suco doce que ele me dava com satisfação, ele sabia que eu amava tomar aquela porra quentinha como se fosse leite. Tirei seu pau da boca e fiquei masturbando enquanto ele terminava de gozar

– Gostou é? rsrs Você me deixa louco.

– Você também me deixa louca.

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