#37

No quarto da novinha

A personagem deste conto já é conhecida de vocês, queridos leitores, é a minha novinha preferida, e suas aventuras podem ser lidas aqui e aqui. Devido às circunstâncias de nossas vidas, planejar qualquer brincadeira é praticamente impossível, logo precisamos aproveitar qualquer oportunidade possível e transformar nosso desejo louco em uma foda inesquecível. E qualquer foda com essa deliciosa moreninha é inesquecível, mas se eu fosse relatar cada uma delas, o blog seria inteiramente dedicado à minha coelhinha novinha.

OBS: Como de costume, a parte de sexo se inicia na próxima frase em negrito.

Como vocês sabem, sou um grande amigo do primo da coelhinha, e uso da nossa amizade para estar sempre perto da novinha, que por sinal, ficou mais apegada à família do primo desde que comecei a aparecer na área. Certo dia acabei ruborizado quando a mãe do meu camarada comentou que a coelhinha só aparecia na casa dela quando eu estava por lá, e perguntou se estava rolando algum clima ou coisa do tipo. Tive que usar de minhas habilidades de enrolation plus para escapar da situação, embora não seria nada mal tomar a deliciosa mocinha de seu namorado velho, flácido e peludo.

Mas a minha ousadia se tornou tão grande, que aceitei o convite para uma churrascada no sítio do supracitado namorado rico da novinha. Graças às minhas habilidades no preparo de carnes, logo eu tinha a confiança do balofo com micropenia, que depois de algumas cervejas ficou mais animado, e inclusive tinha a audácia de falar mal de sua namorada novinha diante de mim, embora eu nunca prestasse atenção, afinal meu olhar ficava apenas na bundinha morena da coelhinha, que fazia questão de passar bem perto de mim com seu biquini comportado, mas desafiando sem dó os limites do meu autocontrole. Quanto ao corno branquelo e calvo, felizmente sua preocupação era comer, beber e de vez em quando secar as amigas de sua namorada novinha (que eu ignorava, apesar de deliciosas).

Metade do dia já tinha ido embora, e fora uma esfregada aqui e um beijo ali, nada de mais elaborado tinha acontecido entre eu e minha coelhinha morena, e aquilo já estava me tirando do sério. O sítio estava tão cheio de gente que era impossível achar um lugar a sós, até mesmo no meio do mato, local aonde dois caseiros do proprietário flácido quase flagraram a novinha com a mão dentro da minha sunga. Para disfarçar o fato de eu e ela estarmos sozinhos entre as árvores, aleguei que alguém chutou uma bola longe demais, e corremos juntos para buscar. Felizmente eles engoliram a história e foram embora, mas eu e a novinha decidimos que era mais sensato evadir dali também.

Chegamos ao final do dia no zero a zero, e eu já tinha perdido as esperanças de conseguir algo com a moreninha, ainda mais pelo fato de ter sido escalado para dormir na sala, visto que haviam dois quartos de hóspedes, e enquanto um foi definido como “quarto dos homens” o outro ficou como “quarto das mulheres”. Para não ser obrigado a passar a noite ao som de roncos e peidos de marmanjos, preferi dormir no sofá da sala, dividindo a companhia dos cachorros da casa. A coelhinha, para a minha surpresa, iria dormir sozinha em um quarto reservado para ela, apenas para manter a falsa imagem de menina recatada, enquanto o meu amigo balofo, depois de finalmente me deixar em paz após uma longa conversa sobre charutos, carros e mulheres, foi dormir em sua suíte particular.

Eu ainda estava acordado e zapeando os canais da TV, quando minha coelhinha surgiu na sala, trajando uma calça de moleton amarela e blusinha baby look. Devido ao fato de estar sem soutien, seus peitinhos empinados e pontudos elevavam a blusa, deixando à mostra seu umbigo e sua barriguinha naturalmente deliciosa. A calça era de um tecido bem fino, e estava totalmente colada ao corpo, deixando evidentes os volumes generosos de sua prexeca e daquela bunda sem igual. Transparente, a calça revelava com perfeição a calcinha branca que estava por baixo, tipo biquini, feita de algodão, do jeito que ela adorava usar.

Não perguntei nada, nem ela, a delicinha simplesmente sentou-se sobre uma das minhas pernas e beijou-me boca profundamente, enquanto minha mão já explorava o interior de sua blusa, dedilhando seus mamilos e manuseando aqueles seios deliciosos. Levantei sua blusa e chupei com vontade cada um daqueles peitinhos, enquanto minha coelhinha respirava ofegante e passava a unha devagar em minhas costas desnudas. Quando toquei sua bucetinha volumosa por cima da calça e tirei sua blusinha, ela notou o little Del atingir seu tamanho máximo debaixo do meu short, atraindo a menina a apertar firme o boneco rígido, fazendo-a elogiar o dito cujo enquanto sussurrava.

Como havia sido o costume daquele dia, um ruído nos separou, e a coelhinha se escondeu atrás do sofá maior, na lateral, mas não teve tempo de pegar sua blusa, que ficou no chão aos meus pés. O corredor com os quartos ficava de frente para o sofá aonde estávamos, e eu pude ver quando o namorado da novinha apareceu no corredor e cambaleava na direção da cozinha. Me ajeitei discretamente, fingi estar dormindo e ignorei sua presença, tentando evitar que ele viesse falar qualquer coisa inútil comigo, e encontrasse sua namoradinha seminua escondida atrás da estante.

Felizmente, depois de beber água, o perigo voltou para o seu quarto, e fiz sinal para a coelhinha de que estávamos seguros. Mas realmente ali não poderíamos levar à frente nossa brincadeira, então sugeri um dos banheiros, mas ela me lembrou de que os quartos coletivos não tinham banheiro, logo seria perigoso. Minha sugestão seguinte foi o meu carro, mas poderíamos ser gravados pelas câmeras externas ou vistos por algum caseiro insone, ou seja, também descartamos.

Na sua vez de sugerir algo, a novinha sugeriu que fôssemos para o quarto dela, mas teríamos que ser bem silenciosos pois a cama era barulhenta e seu quarto ficava exatamente entre os quartos coletivos, e aquele sítio ficava em uma região completamente silencioso durante a madrugada, logo qualquer gemido dela ou da cama seria ouvido a quilômetros de distância.

Andei furtivamente até o quarto da novinha e entrei primeiro, esperando poucos instantes até ela entrar depois e trancar a porta. Para não brincar com a sorte, tirei o colchão da cama de solteiro e coloquei no chão, com o máximo de cuidado possível para não fazer barulho, pois assim estaríamos livres dos rangidos daquela cama frágil. A coelhinha se deitou de ladinho no colchão, com aquela bundinha empinada e linda me convidando para uma inserção voraz. Tirei o short e me deitei por trás dela, na clássica conchinha, já com a trosoba fumegante em riste e pronta para visitar o íntimo profundo da moreninha.

Comecei a passar a mão pelo corpo da pequena delícia, deslizando os dedos por sua pele macia, pressionando sua barriga, apertando seu quadril e em seguida invadindo novamente sua blusa, em busca daqueles pequenos seios que me matavam de tesão. Enquanto isso eu mexia de leve o meu quadril colado ao seu, e ela podia sentir a pressão que minha trosoba fazia em sua bundinha vestida, rebolando gostoso conforme sentia minha virilidade a tentar rasgar sua roupa. Enquanto ela rebolava, eu respirava ofegante em seu ouvido, beijava seu pescoço e pegava firme em seus deliciosos peitinhos, mostrando para a doce novinha que ela estava prestes a sentir o meu vigoroso ímpeto sexual.

Ataquei primeiro sua calça, baixando-a até revelar toda aquela bundinha com formato moldado pelos deuses, e deliciosamente revestida por sua calcinha. Uma pena estarmos de luzes apagadas, pois a bunda da coelhinha é algo fenomenal, e merece ser apreciada sem pressa, degustada com os olhos como uma legítima obra de arte, antes de finalmente ser devorada. Aproximei novamente meu corpo ao da moreninha, deixando minha trosoba quente tocar-lhe a pele. Diante dessa sensação, a novinha ameaçou emitir um gemido, que eu rapidamente abafei, tapando sua boca.

Depois de alisar sua coxa macia e apertar suas nádegas firmes, separei as bandas de sua bundinha, fazendo a calcinha entrar totalmente em seu rabo e ao mesmo tempo deixei com que minha trosoba se acomodasse majestosamente naquela fenda deliciosa. Dedilhei a prexeca da coelhinha sobre o algodão da calcinha e senti que seu mel já se fazia presente, encharcando o tecido, e preparando o terreno para a minha virilidade rombuda. Masturbei sua bucetinha macia e tive que tapar sua boca com mais dedicação, evitando que seus gemidos incontroláveis se tornassem muito audíveis.

Minha trosoba pulsava em sua bunda e meus dedos frenéticos lhe masturbavam por cima da calcinha, que ficava cada vez mais melada, me convidando para um banho de língua naquela prexeca deliciosamente carnuda e depilada. Mas agora não tinha mais volta, a própria coelhinha se debateu e baixou sua calcinha o suficiente para liberar acesso a qualquer uma de suas portas da felicidade, e colocando a mão para trás, punhetou deliciosamente meu mastro, cuja cabeça estava apontada exatamente na direção daquele cuzinho espetacular.

Forcei a piroca na moça, que trancou o bumbum e fez sinal de negativo, empurrando então meu instrumento para baixo e se empinando mais, deixando sua volumosa buceta pronta para o abate. Com os dedos lhe masturbei de leve o grelinho por trás, e voltei com uma camada suculenta de mel vaginal em meus dedos, levando-os à boca e me deleitando com o aroma frutado de seu néctar. Com o membro na direção certa, empurrei e senti a cabeça da trosoba separando os músculos daquela bucetinha, que naquela posição fica mais apertada do que nunca.

A novinha se inclinou e manteve a bundinha empinada na minha direção, enquanto eu agora a segurava pelo cabelo com uma mão, e abria sua bundinha com a outra. Meu membro entrou lentamente através daquele túnel das perdições, e eu senti plenamente a sensação totalmente engolido pela atmosfera vulcânica daquela prexequinha novinha. Puxei e soquei devagar a jeba na pequena, fazendo ela arfar à medida que sentia-me lhe invadindo vagarosamente, centímetro por centímetro de trosoba grossa e pulsante desbravando sua intimidade juvenil.

Apesar da escuridão, eu percebia por meio dos vultos o modo como a doce coelhinha se contorcia, para não gemer diante da minha investida viril. Eu não podia ver a expressão de seu rosto, mas a silhueta da pequena novinha e a pulsação descontrolada de sua bucetinha eram o feedback perfeito para o meu trabalho. Empurrei todo o mastro contra aquele pequeno interior deliciosamente úmido, fazendo a moreninha me apertar a coxa e gemer baixinho. Tive que dedicar mais ímpeto a cobrir a boca da mocinha e ocultar seus gemidos, para então puxar quase todo o membro viril para fora e novamente enterrar em seu íntimo, dessa vez com vigor pleno.

A moça tentou fugir, parecia não dar conta de se manter em silêncio diante de minha invasão, mas a segurei firme pelo quadril e soquei novamente toda a minha verga na buceta da coelhinha, que com um sussurro ofegante pediu pra eu botar mais devagar. Obedeci e passei a enfiar em um ritmo cadenciado, e o único som que ouvíamos eram as onomatopéias impublicáveis produzidas pelo meu membro, durante seu delicioso mergulho naquela pequena intimidade macia e enchararcada.

Minha suculenta moreninha evidenciou um orgasmo profundo ao se contorcer no colchão, tirando minha mão de sua boca e mordendo o travesseiro enquanto soltava um longo gemido abafado, quase um urro. Esse foi mais alto que o desejável para as condições, mas contávamos com a benção dos deuses do sexo para não sermos descobertos em nosso deleite. Aquele gozo amplificou sua sensibilidade, deixando-a intolerante à minha grossa trosoba, mas não arredei pé da socada cadenciada, fazendo a novinha virar o corpo para tentar escapar de minha anaconda. Quem disse que funcionou? Ela acabou ficando de bruços, e eu logo estava sobre ela, já com o encaixe realizado entre nossos sexos.

Tentei manter o ritmo de estocadas naquela bucetinha, mas a posição estava prejudicada; ela de bruços com as pernas juntas deixava sua prexeca trancada em demasia, fazendo-lhe sentir dor com as minhas investidas penianas. Então puxei o travesseiro para debaixo do seu quadril e tirei totalmente sua roupa, permitindo que suas pernas ficassem bem abertas e a bundinha empinada. Como não havia mais travesseiro para ela morder e abafar seus gemidos, tirei sua blusa e fiz uma mordaça para a pequena, passando em sua boca e amarrando atrás de cabeça. Aquela discreta situação de dominação fez a coelhinha irrigar sua bucetinha ainda mais.

Me posicionei entre suas pernas e enterrei o boneco inteiro dentro daquela pepeca apertada, ao mesmo tempo em que puxei o cabelo da novinha amordaçada, fazendo-a emitir breves urros abafados e cravar as unhas no colchão. Com a trosoba no fundo daquela bucetinha deliciosa eu me concentrei em mover meu quadril em círculos, fazendo o little Del dançar dentro daquela prexeca juvenil, levando minha doce moreninha ao delírio, fazendo-a rebolar em um ritmo contrário ao meu, uma verdadeira coreografia erótica destinada ao prazer supremo.

Passei a socar minha piroca com força na menina, e nossos corpos suados estavam gerando ruído demais quando meu quadril colava naquela bunda deliciosa, logo seria perigoso em demasia continuar naquele ritmo. Fiquei parado sobre ela então, com meu pau pulsando dentro de sua prexequinha, e ela gemendo gostoso e baixinho quando sentia tal movimento. Respirei ofegante no ouvido dela, tomando cuidado para não pesar demais sobre seu corpo, e então ela baixou a mordaça, virou o rosto um pouco para mim e disse:

“Quero sentar em você, quero ver sua cara de safado enquanto mete na minha bucetinha.”

Como recusar ao desejo de uma novinha tão suculenta? Rolei para o lado e me ajeitei no colchão enquanto ela se levantava, e se posicionava na posição ideal para sentar sobre minha extremidade viril. Dei uma das mãos para que ela se apoiasse e achasse o caminho certo da felicidade na escuridão do quarto, e com a outra mão mantive a verga ereta para que minha doce novinha se acomodasse. Ela sentou bem devagar, fazendo meu pau quase explodir de tesão ao ser revestido por aquela vagina aveludada aos poucos. Ao engolir todo o mastro com sua intimidade, a coelhinha gemeu gostoso, e se apoiou nos próprios joelhos para quicar e rebolar lentamente na trosoba fumegante.

Tentei pegar em seu quadril para comandar a foda, mas ela me impediu, então coloquei minhas mãos sobre a cabeça e me concentrei em observar o vulto daquela moreninha fantástica quicando sobre meu membro ereto, enquanto ela tivesse força nas pernas. E não demorou para a novinha alegar cansaço, então deixei que ela apoiasse os joelhos em volta de mim e ficasse sentadinha na cavalgada, só rebolando gostoso, enquanto eu acariciava seus deliciosos peitinhos com uma mão, e ela chupava meus dedos da outra mão. Que mocinha deliciosa!

Quando a puxei de encontro ao meu corpo e mexi o quadril para lhe foder enquanto nos beijávamos, com ela deitadinha sobre mim, pude sentir mais um orgasmo daquela delicinha, que me abraçou forte e se estremeceu, me contagiando com a energia de sua gozada. Era questão de pouco tempo até que jatos de porra vulcânica espirrassem de minha piroca explosiva, e lhe avisei sobre esse detalhe. Minha moreninha falou bem perto do meu ouvido as seguintes palavras:

“Leite docinho é na minha boca, você sabe.”

Claro que sei. Não precisei dar qualquer resposta, e então ela moveu seu corpo para gentilmente expulsar minha virilidade, e então deslizou seu corpo sobre o meu, esfregando seus peitinhos em minha barriga e no meu quadril, pegando meu pau e usando-o para fazer movimentos circulares ao redor de seus mamilos morenos. Daria tudo por qualquer ponto de luz para visualizar aquela cena, mas meu imaginário contou com os vultos para gerar as imagens que eu precisava, e o tesão daquilo era espetacular. Seus peitinhos eram pequenos demais para uma espanhola, mas ela tentou, colocou minha trosobona entre seus seios e os espremeu na direção do membro roliço, tentando envolvê-lo. Sem sucesso, ela usou uma das mãos para apertar os dois peitinhos ao redor da piroca, e com a outra mão me masturbou deliciosamente, me fazendo alertar que, se ela continuasse, o “leite docinho” seria jogado em outro lugar.

Ela disse que não desperdiçaria minha essência peniana por nada, e se encarregou de abocanhar o mastro com dedicação, engolindo-o quase por completo e subindo rápido, repetindo o movimento algumas vezes, enquanto segurava a pica pela base com uma das mãos. Sua outra mão arranhou da minha clavícula ao umbigo, em uma tacada só, e depois foi de encontro ao meu saco depilado, iniciando uma massagem sensacional nas minhas sensíveis bolotas. Sob meu comando, a novinha acelerou seu boquete, e passou a me punhetar em conjunto, levando-me a crer que não levaria nem mais um minuto para a porra magmática emergir das profundezas de meu pirocuçu atômico.

Mas ela disse que queria algo diferente, e se deitou no colchão, com a cabeça para cima, exatamente ao lado do meu corpo. Qual era a ideia da novinha? Que eu fodesse sua boca igual fodi sua bucetinha de bruços. Ai caralho, que mina maluca! Mas não neguei fogo, fiquei em posição de flexão de braço, posicionei, que ela colocou pra cima caso precisasse conter meu ímpeto por qualquer motivo. Desci o quadril até meu membro entrar em sua boca e, assim que a novinha se disse pronta, fiz conforme ela pediu, e fodi sua boquinha com vontade, socando meu pau até tocar sua garganta e puxando para fora com vontade, sem deixar sair, para em seguida socar de novo, buscando não ir tão fundo, mas invadindo o suficiente para fazê-la cravar as unhas em meu corpo, pedindo para diminuir o ritmo. Haja lombar e abdomen!

Nas primeiras socadas ela demorou para gerenciar o contato dos dentes em meu membro, me causando algumas dores discretas, mas nada suficiente para deter minha volúpia. Eu gozaria mesmo que ela continuasse arranhando o cacete com seus dentes, mas logo ela se acostumou com a posição e com minha grossura entre seus lábios, e o prazer cresceu em progressão geométrica. A porra já circulava frenética pela uretra, então empurrei meu mastro viril até o fundo da boca da novinha, no limite que ela aguentava, e despejei a essência do meu tesão direto em sua garganta, com uma vontade fudida de urrar como um bárbaro mediaval devido ao tesào extremo de gozar daquela forma na boca de uma novinha tão linda.

A coelhinha tossiu sem tirar a boca do meu pau, e fez voltar um pouco de porra em sua cara, mas ela usou minha própria trosoba como “colher” para catar os vestígios e devolver para dentro da boca. Com o corpo exausto, rolei para o lado já com a piroca entrando em modo idle, e ela veio sobre mim, deitando seu corpo quente e suado sobre o meu, sussurrando no meu ouvido palavras que eu jamais irei esquecer:

“Você é incrível Del, incrível!”

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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