#38 (Cherry)

College Party

Vamos começar com a brincadeira do copo. Eu já estava no segundo semestre da faculdade, e todas aquelas brincadeiras com calouros não faziam mais sentido. Sabia que, no final, todo mundo ficaria nu, e haveria uma grande orgia, e que no dia seguinte, todo mundo se trataria do mesmo jeito na sala de aula. Mas… fazer o quê? Isso é faculdade! Por mais que a brincadeirinha não fizesse mais sentido, eu deveria participar. Até porque o que me interessava, ali tinha: bucetas de todos os tipos!

Nossa brincadeira do copo não era nada igual aquela que todo mundo morre de medo (aquela que é pela força do pensamento ou pelo lado negro da força)…

Não…

Nossa brincadeira era basicamente cada um com um copo, uma garrafa de vodca do lado e um dado. Porque não tinha muito sentido inventar regras pra um jogo se no final todo mundo ficaria nu do mesmo jeito, certo? Pois bem… Alyssa era a caloura mais gostosa do ano, não restava dúvidas sobre isso. Todos os meninos queriam comer aquele 1,64 de pura carne suculenta e cara de puta. Todos os meninos e eu… a lésbica da classe. Sei que Alyssa não é um  nome muito convidativo, coitada, mas o que ela tinha de feio no nome, ela tinha de perfeita fisicamente. Morena, cabelos encaracolados, peito e bunda na medida certa (nem muito grande, nem muito pequeno), coxas bem grossas, nariz pequeno e boca pequena… e o melhor: olhos azuis naturais. PUTA QUE PARIU eu amo a bagunça de raças que há no meu país! Onde mais podemos encontrar uma mistura tão perfeita? Alyssa era tudo de bom dos vários tipos de mulheres brasileiras em uma só. Então os caras começaram a cair em cima de mim:

– Nem pensa em tentar assediar a caloura, ouviu?! – Disse o Marcos, ele me empurrou na parede, pegou no meu queixo e quase me levantou enquanto me olhava com uma raiva que mais parecia tesão (juro que pude sentir o pau duro dele roçando na minha buceta).

– Sua sorte é que hoje sou hétero. – Disse rindo pra ele quanto deslizava minha mão em seu corpo até quase chegar em seu pau. Ele tirou o corpo do caminho e segurou minha mão, dizendo que eu tinha que respeitá-lo e que ele não se envolvia com sapatão. Sim, preconceituoso mas doido pra comer duas mulheres ao mesmo tempo. Só de pensar que eu corto pros dois lados já ficava de pau duro (fato confirmado por fonte segura). Ignorei o hipócrita como sempre e continuei na festa investindo na morena, mas nada. Ela estava sempre cercada por homens e, até aquele momento, não dava pra saber se ela curtia mulher ou não.

Até que começamos a jogar…

As perguntas começaram normais claro, nada provocante até a parte da vodca. Escolhi consequência quando caiu com ela e as pessoas pediram que virássemos 2 copos puros. Viramos e pude ver os olhos dela brilhando sob o efeito do álcool subindo rápido. Passei a mão no rosto dela e puxei para o meu. Nós rimos e deixamos o jogo rolar, sempre trocando olhares durante a partida e torcendo para cair pra nós duas de novo. Até isso acontecer ela virou mais uns 3 copos cheios de vodca e um de Whisky enquanto eu estava purinha. Estava adorando ver como ela se soltava quando ficava meio alta, falando um pouco alto e rindo a toa, mas o tesão que ela sentia enquanto me olhava já estava transbordando pela sua face quando mordia o lábio inferior. Dai caímos juntas novamente e assim que ela viu, gritou “consequência” e encheu um copo pra mim, pegou no meu pescoço e me deu a vodca na boca (todos gritando vira vira nesse momento) e depois que eu tomei a ultima gota, sua boca veio de encontro a minha, levando os homens a loucura. Todos os tipos de loucura. Ouvi gritos desde “que porra é essa?!” até “tira a roupa dela!” e é claro que eu só ouvi o segundo porque como diz o ditado, a voz do povo…

Comecei tirando o sutiã, porque eu não sabia até que ponto ela estava sóbria. Quando tirei pude sentir o bico do peito já marcando a blusa enquanto minha língua explorava a boca dela. Passei os dedos no bico dos seios dela e perguntei baixinho se podia tirar a blusa.

– Eu estou sóbria, faz o que você quiser comigo. – Ela disse, tirando o peso da minha consciência e me dando carta branca para tirar aquela blusa com raiva. Quase rasgando.

Nisso, Marcos não se conteve e nos afastou, dizendo que não ia admitir aquilo em sua própria casa e que se quiséssemos fazer nossas orgias, deveríamos sair da casa dele. Mas seu discurso foi logo abafado por uma voz que perguntou se ele só não estava com ciumes porque não conseguiu ficar com a Alyssa. Todos riram, inclusive ela, que me agarrou pela blusa e continuou me beijando, fazendo Marcos ficar sem reação e sem poder fazer mais nada pra impedir. Toda aquela hipocrisia só alimentou ainda mais a vontade de todos observarem o espetáculo que é duas mulheres se comendo com vontade.

Alyssa tirou a minha blusa e começou a chupar meus seios enquanto minha mão corria por todo o seu corpo até finalmente parar entre as suas pernas, a saia era tão curta que eu não vi propósito em tirá-la, sendo afastar a calcinha a unica coisa a se fazer antes de poder sentir aquela buceta melada e quentinha. Esfreguei dois dedos nela enquanto fazia Alyssa sentar no sofá e abrir as pernas, ela abriu sem eu precisar pedir, o que confirmou o quão puta era aquela menina… puta e muito MUITO lésbica! Afastei a calcinha dela pro lado e comecei a chupar aquela buceta morena com vontade, lambia e sugava o grelo como de fosse a ultima vez da minha vida, enquanto ela já gemia muito e se entregava pra mim. Não preciso nem comentar o que a galera estava fazendo né… Meu dedo penetrou aquela xota molhadinha enquanto eu beijava sua barriga e chupava seus seios e pude sentir sua buceta pulsar como se já estivesse morrendo de vontade de gozar.

– Goza pra todo mundo ver a puta que você é! – Eu sussurrei em seu ouvido enquanto socava dois dedos naquela bucetinha super apertada. Ela começou a gozar e gemer  mais alto, fazendo minha mão ficar toda encharcada. Dei meus dedos pra ela se deliciar e voltei a chupá-la pra sentir o néctar suave e super doce. A maioria dos homens já estava de pau na mão, batendo fervorosamente uma punheta épica, quando percebi que Marcos se aproximava por trás de mim. Levantei imediatamente, empurrei o cuzão no chão e ameacei pisar no pau dele. Mas, fui boazinha e só enfiei o meu dedão do pé nele por trás.

– Muito engraçadinho você! Se colocar esse pau em alguém aqui você morre! – Foi o bastante pra ele brochar e sair da sala. (palmas ao fundo).

Sinto uma mão nas minhas costas e de repente um empurrão pra baixo pelo pescoço. Era Alyssa me colocando de quatro e enfiando 3 dedos na minha buceta de uma vez. Ela fazia isso enquanto lambia as minhas costas e batia na minha bunda com vontade, como se toda aquela cena a tivesse deixado com muito tesão e querendo me dominar, ou me acalmar. Certamente me fez esquecer do hipócrita e me concentrar no belo trabalho que ela estava fazendo na minha buceta. A menina sabia exatamente onde tocar e rapidamente me fez gozar como uma puta. Depois a puxei pra baixo e ficamos no 69 até gozarmos uma na boca da outra, deixando tudo muito molhado e cheirando a gozo. Alguns homens chegaram perto e quiseram gozar na cara dela, mas ela espertamente apontava pra mim e estes se afastavam. Eramos nós duas contra todos os aproveitadores de lésbicas da faculdade, e isso a excitava.

No dia seguinte, quando entramos na sala, ela não falou comigo. Havia descoberto por terceiros que sou bissexual e isso a fez ter raiva de mim, me tirando como “traidora do movimento”… Enfim…

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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