#39

Sexo no Sofá

A personagem principal deste conto, queridos leitores, é a deliciosa moreninha deste conto. Ela sabe que é uma das melhores delícias que já tive em minha breve vida, quiçá a melhor, e finalmente consegui colocar esta nossa outra aventura “no papel”. Como o último conto escrito para ela já foi ao ar algum tempo atrás (link acima), sugiro a sua leitura para relembrar quão deliciosa foi a nossa primeira transa. Quanto à personagem, a única diferença é que sua idade neste conto é de 20 aninhos, e, como todo bom vinho, com o acréscimo de idade, mais suculenta se tornou a doce morena.

OBS: A parte de sexo se inicia na próxima palavra em negrito.

Estava revisando os contatos do meu celular, quando encontrei o número dessa morena deliciosa e, mais adiante, vi que ela tinha conta em um mensageiro instantâneo móvel, com direito a uma deliciosa foto de perfil. Mesmo sob o risco de seu namorado ler, mandei uma mensagem elogiando sua foto, e perguntando como ela estava. Como ela estava? Solteira. Um sorriso enorme brotou em meu rosto, e nosso papo fluiu como antes, culminando em um convite para jantar no dia seguinte. Eu não podia perder tempo, sua solteirice nunca durava muito tempo.

Quase chegando no local combinado, ela me ligou e informou que houvera uma mudança de planos, e ela não poderia sair comigo para jantar. Mas antes que eu ficasse puto, ela emendou dizendo que estava sozinha em casa naquela noite, e se ofereceu para me preparar o jantar. Ótima ideia, parti como um foguete direto para sua casa, e lá chegando, pude sentir o cheiro de comida boa assim que ela abriu a porta. Qual o menu? Morena suculenta e volumosa em roupas curtas, perfumada e recém-saída de um delicioso banho.

Não houve a menor cerimônia, eu já havia me encarregado de seduzir a moreninha em nossas conversas online, logo, o que sobrava para o contato físico, era puramente a exacerbação de tanto tesão reprimido. Logo ao sentir o toque dos seus lábios percebi que ela não tinha me esquecido, pelo contrário, seu tesão por mim parecia ter crescido nas mesmas proporções que o meu desejo por ela. Nosso beijo intenso veio acompanhado de amassos, apertões e sarradas mil. E eu sabia que aquela noite seria especial.

A deliciosa morena me puxou pelo braço, e não ofereci resistência à sua iniciativa de me jogar no sofá. Caí sentado, e ela segurou em meu cinto, fazendo meu corpo deslizar pelo sofá, me deixando quase deitado, do mesmo jeito que um adolescente revoltado senta na cadeira da escola, apoiado no sofá apenas pelas costas e cotovelos. Minha tesuda então se ajoelhou entre minhas pernas e abriu com rapidez meu zíper, puxando minha cueca para baixo e fazendo o little Del saltar. Este, por sua vez, endureceu totalmente ao toque de suas mãos fofinhas, que me punhetou e bateu com o moleque em sua língua, abrindo um delicioso sorriso em minha direção.

Pensei que seria agraciado com um delicioso boquete, mas a novinha peituda se levantou, tirando em seguida seu short e a calcinha de uma só vez, deixando-me ainda mais excitado ao ver aquela linda morena vestida apenas com a blusinha e nada mais, masturbando sua prexeca carnuda à minha frente e chupando os dedos, que já brilhavam devido ao mel de sua intimidade. Mandei que ela se abaixasse e chupasse minha piroca, e ela assim o fez, dando duas chupadas da cabeça à metade do mastro, mas apenas durante o tempo que levou para abrir meu cinto e minha calça. Com meu jeans abaixado até minhas canelas, ela veio por cima, de frente para mim, e colocou a trosoba fumegante na mira exata da sua fonte de calor vaginal.

Devidamente montada, a mocinha tirou a blusa e apoiou as mãos em meu peitoral, enquanto seus braços apertavam aqueles peitos incríveis um contra o outro, uma delícia de cena. Por falar em cena fantástica, a morena maravilha começou a engolir meu pau lentamente com sua buceta apertada, curvando o corpo de forma a mover apenas o quadril, e olhando para cima enquanto gemia baixinho e constante, apreciando a sensação de sentir uma pica grossa e pulsante em seu interior. Meu desejo era pegar aqueles dois peitos enormes em minhas mãos enquanto a morena rebolava sentada em meu mastro, mas na posição que eu estava, tirar um dos cotovelos de apoio seria igual a cair no chão e interromper aquele delicioso início de transa. A safadinha sabia disso, e se divertia ao ver que, a mim, só restava apreciar seu show.

A morena sentava e rebolava lentamente, se deliciando com minha virilidade, fazendo uma cara de safada incomparável, além de me agraciar com gemidos de prazer real e intenso. Forcei minha lombar e projetei o quadril para cima, fazendo-a corresponder sentando totalmente em minha pica, e abrindo um olhar arregalado na minha direção ao sentir minha trosoba cutucar-lhe o fundo da intimidade. Baixei o quadril para a posição normal novamente, e a moreninha peituda passou a cavalgar com mais vontade. Foi lindo ver ela colocar as mãos nos joelhos, subir e descer bem rápido, provocando uma dança frenética de seus seios, que saltavam junto com ela naquela foda inesquecível.

Mediante um orgasmo intenso, a delícia sentou totalmente em minha pica e ficou lá, parada, ofegante, suada e trêmula, degustando do prazer de uma gozada fabulosa. Ela então se levantou, deixando o little Del cair para o lado ainda hirto, mas deliciosamente coberto por uma camada generosa de mel da morena. Antes mesmo que ela pedisse, eu liberei uma das pernas do jeans, me arrastei um pouco para cima no sofá e fiquei com as pernas bem abertas, aguardando o próximo ato de nossa ópera sexual. A moça virou as costas para mim, dando-me o visual de sua bunda enorme para apreciação. Sua ideia era sentar imediatamente sobre meu pau, mas agora que eu tinha as mãos livres, a peguei rápido pelos quadris e mordi uma das nádegas, dei um tapa forte na outra, e depois enfiei a cara com vigor no interior daquela maravilha, alcançando rapidamente o cuzinho e dando linguadas intensas naquele orifício delicioso.

A morena correspondeu, botando as mãos nos joelhos e se empinando para mim. Abri então sua bunda com as duas mãos e mergulhei de vez no paraíso, chupando e lambendo seu rabinho com vontade. A gostosa rebolava e se empinava mais, jogando a bunda em minha cara, me instigando a foder seu cu com a língua, e aquilo me dava tesão demais. E enquanto a língua trabalhava, eu usava uma das mãos para estapear repetidamente suas ricas nádegas e, com a outra mão, eu usava dois dedos para dedilhar sua bucetinha, fazendo com que o mel literalmente escorresse por suas coxas, resultado do estímulo colossal de sua volúpia.

Quase enlouquecida, minha delícia afastou-me, se posicionou entre minhas pernas, segurou minha trosoba na direção da prexequinha e sentou de uma vez. Apoiada em meus joelhos, ela quicava com força em meu pau, possuindo meus ouvidos com o som de seus gemidos mais intensos e com o “chlap chlap” que sua bunda deliciosa fazia ao efetuar contato com meu colo. E enquanto ela fazia seu espetáculo, segurei em seu cabelo e dei tapas fortes em sua bunda, ela correspondia com sentadas cada vez mais firmes e mais rápidas, estávamos ainda mais suados e mergulhados em um oceano de puro nirvana erótico. A puxei mais forte pelos cabelos, trazendo seu corpo de encontro ao meu, sentindo o contato de nossas peles ardentes, e fazendo-a deitar a cabeça para trás em meu ombro, e seus gemidos tão próximos do meu ouvido jogavam álcool no fogo do meu prazer.

Ela apenas rebolava no meu mastro, e eu podia sentir o seu mel escorrer pelo meu saco, uma sensação única. Outro orgasmo fluía através do corpo da minha morena tesuda, e os músculos de sua prexequinha se comprimiam, espremendo o meu membro como se quisessem ordenhar meu clímax lácteo. Não, não era a hora. Levantei junto com ela do sofá e, ainda segurando-a pelo cabelo, foi minha vez de jogá-la de encontro ao móvel. Ela entendeu o que eu queria, se apoiou sobre os cotovelos no assento e ficou com a bunda deliciosamente empinada na minha direção. Sem pensar muito enterrei o membro em sua bucetinha e soquei com força o meu vigor dentro dela, fazendo minha piroca selvagem cutucar os cantos mais remotos daquela bucetinha tesuda.

Agora a morena gemia para valer, e eu larguei seu cabelo para segurar seu quadril com firmeza, permitindo que ela não caísse para a frente com minhas socadas vorazes. Fodi a mocinha com tanta intensidade que eu não apenas gemia, eu rugia, bradava, urrava! Estocava minha trosoba fumegante naquela buceta como se buscasse atravessar a morena, e o impacto do meu corpo contra o corpo dela era brutal, tanto que a bunda dela e meus quadris estavam ardidos, e meu saco doía cada vez que era lançado de encontro à púbis da menina. E a morena parecia querer disputar comigo no volume dos sons, e seus gemidos eram quase gritos, uma deliciosa sinfonia sexual de altíssimo nível.

O desejo de gozar era incontrolável, e quando tirei rápido o membro de sua buceta, minha gostosa já previu o que eu queria: saiu da posição que estava, se sentou no sofá e me trouxe para perto dela, abrindo a boca bem próximo ao meu mastro, aguardando ansiosamente por meu apogeu do tesão. Jatos de porra fervilhante voaram de meu mastro diretamente na garganta da delicinha, enquanto algumas gotas rebeldes pingaram em seu queixo e sobre seu peito. Minhas pernas estremeceram com o tesão daquela gozada, e meu corpo implorava para cessar a brincadeira por ali e ir dormir. Mas quem disse que as coisas com essa morena acabam rápido assim? Ela primeiro puxou com o dedo a gota de porra que estava no seu peito, e lambeu, para depois fazer o mesmo com as gotas que estavam no queixo. Em seguida ela pegou minha trosoba, que já ameaçava adormecer, e começou um boquete lento e intenso, abusando da minha sensibilidade pós-gozo para me dar prazer.

A sensação deliciosa daquela língua macia, somada à visão perfeita daquela bela menina me chupando o mastro, foram suficiente para meu maracatu voltar a ser atômico, rapidamente. Ela então, ciente do dever cumprido, se apoiou no encosto do sofá e abriu bem as pernas, revelando para mim toda a formosura daquela intimidade morena, de lábios grossos, e licor sexual a fluir sem cerimônia. Entendi o recado, e me ajoelhei diante do sofá, mergulhando diante de sua prexeca e iniciando um cunniligus de primeira categoria (aprenda a fazer, clique), sem arredar pé do meu serviço até atingir o objetivo final, que era fazer a delicinha emendar orgasmos, derramando mais de seu mel na minha língua.

Quando finalizei, a morena exalava uma mistura de prazer extremo, satisfação intensa e gratidão plena, e seus elogios à minha habilidade eram o feedback perfeito diante do meu trabalho feito com paixão. Ela então se deitou no sofá, abraçando o encosto e deixando sua bundinha na minha direção, me convidando para deitar-me com ela de conchinha. Devido às minhas dimensões enormes, o único jeito de não cair do sofá era grudar na minha delícia e, assim que minha piroca sentiu que estava próxima do seu destino preferido, cresceu vigorosa dentro da bunda generosa de minha morena, que rebolou em resposta, anunciando que nosso show ainda não tinha chegado ao fim.

O suor e o néctar da moreninha serviram de lubrificante para minha trosoba, mas ainda assim foi necessária alguma concentração para meu mastro penetrar gracioso naquele cuzinho tão suculento e apertado. Comer o cu da morena assim, de ladinho, era algo de outro mundo. Enquanto eu fazia um vai-e-vem discreto, acostumando a moça às minhas dimensões, eu segurava um de seus seios deliciosos com a mão, enquanto beijava seu pescoço ou mordiscava sua orelha, e cada vez mais colava o meu corpo ao dela, compartilhando calor e espasmos.

Conforme o tesão dominava a atmosfera, nos vimos necessitados de trocar para uma posição com maior amplitude de movimentos. Voltei a me sentar no sofá com as pernas abertas, e novamente ela sentou de costas pra mim, mas agora com a pica no cuzinho. A morena desceu sua bunda engolindo-me o mastro com dedicação, até o limite que aguentava, e passou a rebolar gostoso enquanto eu pulsava dentro dela. Segurei seu quadril apenas como apoio, pois queria deixar ela controlar os movimentos, e ela alternava quicadas com reboladas de tirar o fôlego. E então ela jogou o corpo para trás, se apoiando em mim, emitindo gemidos baixinhos, misturados à sua respiração cada vez mais ofegante. Ela ficou apenas parada ali, com minha trosoba pulsando em seu reto, e eu masturbei vigorosamente sua buceta com o dedo, irrigando o lago de néctar que ali havia, até os espasmos vaginais denunciarem outro orgasmo da morena.

Já exausta, ela sugeriu uma nova troca de posição e, assim que dei espaço para que se acomodasse, minha tesuda ficou de quatro no sofá, paralela ao encosto, com a bunda deliciosamente empinada e aquele olhar de menina safada, me intimando a socar minha vara em seu rabo até gozar. Me acocorei sobre a moça, mirei o baguete na entrada do forno e enterrei lentamente, até o fundo, enquanto a doce moreninha emitia um urro, mas não refugava em momento algum. Segurei firme no seu quadril e comecei a estocar, ainda em ritmo cadenciado, e a minha morena tesuda gemia com gosto, enquanto minha trosoba era deliciosamente esfolada por aquele rabo estreito e ardente.

Acelerei o ritmo e investi em estocadas mais vigorosas e profundas, fazendo a morena gritar e estremecer as pernas. Passei a segurá-la pelos cabelos com as duas mãos, e minha piroca cutucava o âmago daquele rabo, enquanto meu saco descia voraz de encontro à sua bucetinha, emitindo aquele inconfundível som de contato com algo bem molhado. Era tesão demais, praticamente incontrolável, e pelo urro da doce morena, ela havia gozado mais uma vez, e dava sinais claros que estava em seu limite. Eu também estava, e controlar o gozo por mais um segundo sequer seria impossível. Explodi em uma ejaculação épica, voraz, intensa, única. E a morena só esperou a primeira golfada de minha piroca para desabar, ficando de bruços e ofegante no sofá, enquanto eu continuei na posição anterior, e as gotas remanescentes do meu clímax caíram sobre a lombar e a bunda da morena.

Me deitei sobre ela e ali ficamos, em silêncio, apenas ouvindo a respiração um do outro. Ela então me convidou para uma ducha, aonde nos beijaríamos por longos instantes com a água caindo sobre nossos corpos. Água essa que foi insuficiente para apagar a chama da nossa volúpia e, findado o banho, abandonamos o sofá como cenário e fomos para a cama dela, aonde fizemos um lento e cadenciado papai-e-mamãe, regado a beijos, carícias e planos para o futuro. Planos que, infelizmente, nunca se concretizariam, visto que, mais uma vez, o destino quis nos separar, devolvendo-a para os braços do namorado.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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  1. Yash_DJ

    Sabe Del , já li todos os seus contos , mas esse , realmente superou as expectativas … Adoraria te conhecer , se pudesse me mandar um email , gostaria muito de te ver ao menos uma vez . Você é um ótimo escritor …

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