#40

Bailarina Loirinha

Estimados leitores, a personagem principal deste conto não é uma menina qualquer. Venho apresentar-lhes minha deliciosa bailarina profissional de 24 anos, loira natural com cabelos longos e lisos, 1,66 m de altura e 60 kg, corpo bem torneado, merecendo destaque especial suas coxas bem grossas e sua bundinha grande e arrebitada, graças aos longos anos dedicados à sua arte. Não tem o mais belo dos rostos, mas o aparelho em seus dentes lhe faz parecer ter menos idade, bem como sua voz suave e seu jeito sapeca, embora o costume de usar maquiagem exagerada seja um demérito. Seus seios são medianos e discretos, mas ela abusa dos decotes para dar volume, especialmente em fotos postadas nas redes sociais.

OBS: A parte de sexo se inicia nas próximas frases em negrito.

Conheci essa pequena delícia em uma viagem profissional ao interior do país. A operação que deveria durar duas semanas cresceu para quatro, e o pouco tempo livre que eu tinha precisava, definitivamente, ser bem aproveitado. A cidade era pequena e, por conta disso, as únicas atrações locais (leia-se: lugar para encontrar bucetas) eram os Rodeios, e apesar de eu não ser muito fã desse tipo de atração, morro de tesão por mulheres de bota, calça jeans colada e chapéu de vaqueiro. Na intenção única de ver o nível das cowgirls locais, me arrisquei em um desses eventos, mais exatamente um show de uma dupla sertaneja conhecida por aquelas bandas, legítimos imãs de prexecas, embora estes fossem totalmente desconhecidos à minha pessoa.

Enquanto eu tomava umas cervejas para entrar no clima, três baixinhas com maquiagem super pesada, jeans colado, bota e chapéu de couro passaram por mim sorridentes, e fui obrigado a dizer alguns gracejos. As três olharam e demonstraram apreço por meu galanteio com sotaque carioca, e uma delas, loirinha de bunda fabulosa e sorriso metálico, despertou um desejo selvagem em mim e no little Del. Fui atrás da mocinha, sem pensar duas vezes.

Me apresentei, trocamos um papo em grupo e logo as outras nos deixaram em paz, dando-me espaço para galantear apenas a minha escolhida. A moça risonha falava pouco, mas com seu rosto ruborizado e a forma com que ela se derretia aos meus elogios, ficou claro que eu não terminaria aquela noite zerado. Mas antes de atacar a presa, perguntei sua idade, afinal seu rosto e sua altura nem de longe revelavam suas vinte e quatro primaveras. Completamente dentro da lei, puxei aquela delicinha pela cintura e tasquei um beijo vigoroso em seus lábios, extraindo profundamente seu aroma de morango do brilho labial.

Ousada, ela apertou minha retaguarda e mostrou que não estava para brincadeira, e eu já procurei um local aonde pudesse levar a loirinha e conhecer melhor seus encantos. Apertei sua bunda guardada na calça jeans e me impressionei com a dureza do local, pura musculatura! Viciei rapidamente em apertar forte aquele rabo, e a mocinha correspondia aos meus apertões com gemidinhos e mordidas em minha orelha. Minha piroca já pulsava frenética dentro da roupa, e a cowgirl percebeu, colocando suas mãos pequenas sobre o volume da minha calça e dizendo que eu era “um rapaz crescidinho”.

Tudo parecia sugerir que em poucos instantes minha trosoba nervosa estaria cutucando o útero da loirinha, talvez encostados em uma árvore das redondezas ou jogados em um matagal qualquer. Porém, ela tinha uma surpresa para revelar: se eu quisesse algo com ela, teria que esperar acabar o show, pois ela era uma das bailarinas da dupla sertaneja que iria se apresentar dentro de 15 minutos. Fala sério! Eu não iria ficar esperando quase duas horas por ela, ainda mais tendo que ouvir sertanojo e, pior, sem poder pegar ninguém. Disse para ela que não iria rolar, mas que poderíamos trocar telefones e nos encontrar depois (ou seja, nunca).

Ela fez uma carinha triste e disse que tinha gostado de mim, que realmente queria ir mais além comigo naquela noite. Então pedi que ela me desse um motivo bem convincente para lhe esperar. A mocinha abriu um sorriso enorme e me puxou pela mão até o local dos camarins e vestiários, me levando para dentro de uma tenda improvisada que parecia servir de vestiário, mas estava escura e vazia. Fomos até o fundo do recinto, atrás de algumas caixas, aonde ela se abaixou diante de mim, olhou nos meus olhos, abriu um sorriso metálico e mandou eu colocar meu boneco para fora. Como assim? Rápido e direto desse jeito? Apaixonei!

Abri o zíper e deixei o little Del saltar animado para fora, diante da face da loira, que imediatamente pegou no mastro e iniciou uma apaixonante punheta, destilando elogios baratos às dimensões do meu camarada. Sua mão era bem pequena, uma das menores que já tocou em minha trosoba atômica, e a visão daqueles pequenos dedos branquinhos se esforçando para segurar minha jeba morena era algo que eu não esqueceria jamais. Sugeri que ela usasse as duas mãos, e assim ela o fez, masturbando-me com as duas mãos em uma sincronia quase profissional.

Sua habilidade para a punheta era ímpar, mas eu queria mesmo era sentir aquela boquinha tesuda abocanhar o salame e me levar ao delírio, mas apesar de manusear o instrumento bem próximo ao seu rosto e dar alguns beijinhos molhados na cabeça do menino, a bailarina safadinha não colocava o menino na boca. E que punheta fantástica era aquela? A loirinha era quase tão habilidosa quanto minha mão esquerda, e fazia algo que eu não conseguia fazer, que era usar as duas mãos com uma coordenação motora incrível. A sensação da punheta somada à visão daquele sorriso metálico e das mãozinhas pequenas em minha jeba só poderiam resultar em uma coisa: gozo.

Não tive nem tempo de pegar sua cabeça para lhe forçar a abocanhar minha trosoba ejaculante antes que minha essência sexual fosse lançada na atmosfera. Simplesmente fui dominado por um prazer visceral, que se traduziu em um prazer intenso espalhado por todo o meu corpo, culminando em pulsações desenfreadas de minha piroca e uma gozada viril, intensa, cujo primeiro jato de porra foi lançado a alguns metros de distância, e os restantes caíram um pouco mais próximos. A bailarina safadinha e habilidosa escapou de ser alvejada com meu magma seminal, e deu uma gargalhada ao ver quão longe meus gametas haviam voado.

Del: “O alvo era a sua garganta. Deixa de ser malvada e me chupa agora, me dá outra gozada dessas…”

Bailarina: “Claro que não, se eu contar o final do filme no trailer, por que você iria pagar pra ver o resto? Vai me esperar ou não?”

Del: “Se não for propaganda enganosa…”

Bailarina: “Sua única opção, carioca, é esperar para ver…” – se levantou e saiu, rebolando sua deliciosa bundinha e me mandando um beijo assoprado de longe, acompanhado de um lindo sorriso.

Safadinha! Me seduziu o suficiente para eu manter minha palavra, e de quebra atiçou o meu tesão e minha curiosidade para o que ela poderia me oferecer em termos de serviços sexuais. Por falar em serviços, o que será que ela quis dizer com “pagar para ver o resto”? Talvez isso explicasse sua habilidade manual para lidar com meu boneco carnudo.

Assisti pacientemente ao show irritante daquela dupla sertaneja demente, mas a música ruim pouco afetava minha concentração nos movimentos da bailarina loira. Que flexibilidade! Que movimentos precisos! Que graciosidade ao dançar! O filho da puta do cantor babaca de cabelo cheio de creme e camisa aberta nos peitos se engraçava mais com ela do que com as outras bailarinas. Aliás, que outras bailarinas? Eu só conseguia ver aquela doce loirinha à minha frente, e aos poucos eu chegava mais próximo do palco, praticamente babando ao ver sua prexequinha inchada espremida naquele short rosa tão curto.

Quando finalmente aquela tortura musical acabou, ela fez um sinal para mim lá do palco, dizendo para eu lhe encontrar na lateral. Chegando lá, fiquei ainda mais excitado ao ver aquela delicinha suada, com a maquiagem borrada e os cabelos zoneados. A loirinha me disse para esperar só mais um pouco, até ela tomar um banho e se trocar. Negativo, respondi a ela que queria degustar dela daquele jeito mesmo, in natura, até fedida se fosse o caso, mas eu não aguentaria esperar nem mais um segundo. Então ela correu até o vestiário (que bunda linda naquele shortinho colado) e voltou com sua bolsa pendurada no ombro, dizendo que a partir daquele momento, ela era minha até as 5 da manhã, quando ela deveria estar em casa.

Como o relógio já marcava mais de 2 da manhã, peguei a loirinha pela mão e caminhamos rapidamente até o hotel, que ficava a menos de duas quadras dali. O tesão em mim era incontrolável, mas não havia um mísero beco escuro naquela cidade pequena, mesmo sendo alta madrugada. O jeito foi continuar caminhando com a trosoba dura roçando na calça, e a bailarina delícia me provocando com sorrisinhos e elogios variados a minha pessoa, até chegarmos ao hotel.

Quando chegamos na suíte, a delicinha fugiu dos meus braços e correu para o banheiro, me deixando como única opção tirar a roupa, deitar na cama e esperar por ela com a trosoba armada. Ao abrir a porta, ela apareceu somente de calcinha, com os cabelos loiros soltos sobre seus ombros, e aqueles peitinhos com bicos vermelhos deliciosamente empinados, a me convidar para uma chupada vigorosa. Ela caminhou lentamente na minha direção, dizendo que minha piroca estava ainda maior, e perguntando se eu estava preparado para o espetáculo. Que delícia de mulher safada e confiante, tinha plena noção de que suas habilidades sexuais jamais sairiam da minha memória.

Levantei da cama e fui em sua direção, e ela fugiu em direção à parede. O olhar de sapeca da moça antecipava o que viria logo a seguir. Ela se apoiou na parede de costas para mim, lançou a perna direita para o alto e fez um tipo de arabesque (que consiste no movimento aonde a bailarina joga a perna para o alto, apontando os pés para o céu com a coluna curvada e a mão segurando o pé), revelando em detalhes sua deliciosa buceta, absolutamente carnuda, guardada pela calcinha de cor creme. Sua bunda branquinha era visualmente espetacular, e em minha cabeça eu só conseguia me imaginar dando tapas ali até deixar tudo bem vermelho.

Fiquei literalmente congelado após o movimento da bailarina, e quando me recuperei do choque, tentei me aproximar, mas ela baixou a perna e me bloqueou enquanto sorria, dizendo que ainda não era a hora. Em seguida ela apoiou as costas na parede, jogou a perna esquerda totalmente esticada para cima, fazendo sua volumosa buceta ficar ainda mais evidente. Minha trosoba estava tão rígida e pulsante que eu poderia engravidar um muro de concreto, e a bailarina continuava a me provocar, dizendo para só observar, enquanto ela graciosamente se tocava, fazendo seu mel lentamente irrigar o tecido da calcinha. Bem que tentei fazer conforme ela falou, mas meu autocontrole deve ter saído de férias.

Em um gesto rápido, enterrei os dedos ao redor da calcinha, puxando-a e rasgando-a em um só golpe. A bailarina safadinha arregalou os olhos e tentou baixar a perna, mas era tarde, a distância entre nossos corpos era pequena em demasia, então logo sua perna já estava pressionada pelo meu peitoral naquela posição magnífica, e minha trosoba apontando decidida para sua bucetinha Peguei a loirinha pelo pescoço com as duas mãos, e ela se entregou ao meu domínio, só pedindo para entrar devagar. Ok, isso eu poderia fazer.

Mantive uma das mãos em seu pescoço e, com a outra, pincelei o mastro entre os grandes lábios volumosos daquela prexequinha rosada e depilada, vendo a cabeça do little Del se revestir com o néctar viscoso da safadinha. Logo em seguida, posicionei o instrumento e introduzi lentamente o pau na loirinha, até a metade, praticamente delirando ao comer pela primeira vez uma mocinha tão flexível, e também me impressionando como sua prexeca ficava apertada naquela posição. Que tesão era começar o vai-e-vem olhando para aquela loirinha sapeca, que alternava gemidos com sorrisos metálicos para mim, já ficando com o rosto vermelho diante da sensação de ser invadida por minha piroca vulcânica.

Eu sabia que ela aguentaria pouco tempo naquela situação, mesmo sendo especialista em flexibilidade, então pressionei mais a mocinha contra a parede, induzindo minha bailarina safadinha a propor outra posição. Qual? Um franguinho assado em pé, que espetáculo! Me afastei e deixei ela se posicionar com as pernas ao redor do meu corpo, apoiando-a pela deliciosas nádegas com minhas mãos, e preparando uma nova inserção de meu maracatu em sua prexequinha deliciosa. Pedi por mais ousadia, e ela acatou, deixando suas panturrilhas pressionando meu peitoral e os joelhos colados em seus deliciosos seios. Enterrei a piroca na sua buceta enquanto a pressionava forte contra a parede. Ela cravou os dedos em meus braços e enfim relaxou, apoiada por minhas mãos e violada no seu íntimo mais remoto por minha trosoba fumegante.

Senti que sua prexeca pingava de tesão, dando-me liberdade para socar o membro com violência no interior da bailarina. Abusando da minha força nos braços ao segurar a loira, forcei minha masculinidade sem dó na safada, que gemia alto e abusava das caras de tesão, ciente de que meus olhos estavam focados nos seus. Ela implorou por meu beijo, e mediante o toque úmido de nossos lábios e a inserção profunda de minha rola intrépida em seu íntimo, a bailarina gozou, desfazendo-se em espasmos e gemidos baixinhos enquanto me beijava.

“Devagar Del, devagar, assim.” – Ela sussurrou em meu ouvido enquanto trocávamos de posição, deixando que suas pernas cansadas baixassem até me envolverem ao redor de meus quadris. Mantive o apoio sob sua deliciosa bundinha, indo e vindo devagar dentro de sua intimidade, ao mesmo tempo em que ela gemia bem baixinho ao pé do meu ouvido, quase como uma gata ronronando.

Voltamos a nos beijar, e eu voltei a acelerar o ritmo, fazendo a deliciosa loirinha arranhar levemente meu pescoço. Bem que eu queria continuar naquela posição, mas meus braços e pernas queimavam, então transportei gentilmente a delícia até a cama, deitando nossos corpos sem desengatar meu mastro de sua bandeira. Deitados em um legítimo papai-e-mamãe, sem deixar que os beijos parassem por um segundo sequer, movimentei meu quadril de forma circular, fazendo com que minha piroca tocasse em cada milímetro do interior da mocinha, que passava a mão por toda a extensão das minhas costas e apertava minha bunda para finalizar.

Logo a bailarina fez-se valer de sua flexibilidade, abrindo as pernas em uma abertura zero de respeito, enquanto eu levantei meu tronco e me apoiei nos braços, visualizando a cena da minha grossa trosoba entrando naquela buceta espetacular, deliciosamente arreganhada pela posição da bailarina. Olhei no rosto da menina e disse que ela era incrível, e ela sorriu, satisfeita por me encantar com suas habilidades ímpares para apimentar a trepada. E para deixar a cena mais deliciosa, eu fazia questão de puxar o mastro quase todo para fora, deixando só a cabeça escondida, e depois enterrar tudo de uma vez, até ouvir o estalo do meu saco encontrando a bundinha da moça.

Então tirei o mastro de uma vez, e me levantei da posição, mas ordenei que a doce bailarina continuasse como estava. Eu iria cair de boca naquela xota disposta em abertura zero das pernas da loira, mas confesso que a cena era tão linda que me paralisou por uns instantes, aonde boquiaberto senti minha piroca vibrar selvagem, um espetáculo. Enfim sob controle de minhas atitudes, mergulhei diretamente naquela linda bucetinha, abusando da minha técnica de cunnilingus (aprenda, clique aqui), não descansando até ver a bailarina mergulhar em outro orgasmo, discreto no início, mas intenso quando se misturou a outro orgasmo em sequência.

Estupefata com minha habilidade em lhe tirar do sério, a bailarina disse que fazia questão de me recompensar, ainda que estivéssemos já avançados no horário. Sua ordem foi para que eu me deitasse na cama e relaxasse, pois agora era só com ela. Quando ela começou a me punhetar, lembrei imediatamente de momentos antes, aonde ela me fizera gozar apenas com o toque aveludado de suas pequenas mãos em meu monstro vascularizado. Delirei ao sentir que ela me masturbava ainda com mais técnica, e ela fez questão de cuspir na pica para deslizar as mãos com mais facilidade. Foda leitor, nem eu me punhetava tão bem.

Só que dessa vez ela não iria escapar de abocanhar meu salame, então a peguei pelos cabelos e trouxe sua boquinha de encontro ao boneco, sem qualquer resistência por parte dela. Foi um boquete único, ela chupava só a cabeça, babando sem dó e deixando sua saliva doce escorrer pelo pau, e com as duas mãos, ela fazia uma espécie de massagem na trosoba; enquanto uma mão subia no sentido pélvis-glande, a outra descia no sentido oposto, e vez ou outra ela descia as duas mãos até a pélvis e engolia meia pica. Absurdo!

Explodi em uma gozada voraz, urrando como um dinossauro e fazendo porra vulcânica jorrar da minha piroca fervilhante, direto na boca da bailarina. E quem disse que ela parou por aí? Ela continuou seu movimento exclusivo, só que agora além de baba, escorriam resíduos de minha porra na superfície da pica, que em seguida também escorriam pela mão da safadinha, que apenas tirou a boca do meu pau para dizer que queria mais leite.

O desejo dela foi uma ordem, e dentro de poucos instantes emergiu uma gozada mais intensa de meu íntimo, fazendo minha trosoba pulsar em ritmo frenético, e meu corpo inteiro se retorcer em fortes espasmos. Uma delícia! E enquanto minha pica morria com dignidade após tal combinação voraz de boquete e punheta, a bailarina loira fez questão de limpar cada gota de meu leite e, quando terminou, abriu a boca para mostrar vestígios de porra em sua língua, e depois me deu um sorriso inesquecível, com meu gozo espalhado em partes do seu aparelho nos dentes. Se o objetivo dela era marcar minha vida, definitivamente ela conseguiu.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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  1. Yash_DJ

    Del , você ainda não me respondeu… Me mande ao menos um email , queria tanto falar com você , por favor não me deixe na mão ! Beijos rs …

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