#41

Sósia da Jéssica Alba

Quando fui ao consultório daquela nutricionista esportiva, nada tirava da minha cabeça que aquela consulta era uma forma de perder dinheiro. Fato é que sempre treinei pesado na academia desde os 16 anos, e meus gomos na barriga foram conquistados à base de muita força, dedicação e tremb…bem…deixa pra lá! Enfim, fato é que a idade me fez repensar o uso de substâncias ilícitas, e minha definição muscular foi pras cucuias. Então aceitei o conselho de procurar auxílio profissional, e foi assim que eu cheguei ao consultório da Jéssica Alba (sósia perfeita dela, uns 10 anos mais nova).

OBS: Ao contrário do que ocorre em meus textos, não descreverei a personagem principal deste conto no primeiro parágrafo. Para saber como é a mocinha deste conto, veja algumas fotos da Jessica Alba no Google. Ah, para ir direto ao que interessa, procure a próxima frase em negrito.

Fui recebido com um sorriso meramente simpático, mas todos os meus receptores nervosos transmitiam a mesma mensagem entre si: “QUE TESÃO”. Por mais que Jéssica persistisse no bla bla bla, e me fizesse aquelas perguntas que respondi no automático, eu apenas conseguia imaginar aquela delícia arrancando o jaleco, deitando sobre aquela mesa e gritando mediante invasão cruel de minha trosoba voraz.

Mas a realidade era bem mais fria do que meus devaneios selvagens, e os contatos entre eu e Jéssica penduravam-se na tênue linha entre o “estritamente profissional” e o “ligeira simpatia”. Saí do consultório com uma dieta louca nas mãos e uma meta agressiva na cabeça: encaçapar aquela loirinha maravilhosa.

No intervalo de um mês até a consulta seguinte, treinei como um cavalo e segui a dieta cetogênica à risca. Trinquei bonito, até minhas veias do abdômen começavam a aparecer, e no dia da consulta eu me sentia particularmente atraente, quase um Zyzz careca. Jéssica também estava particularmente atraente, ostentando um belo sorriso em seu rosto totalmente livre de maquiagem. Mas seus cabelos presos por um tic-tac em cima eram a deixa para fazer minha testosterona entrar em ebulição e fazer meu sangue borbulhar da cabeça à piroca.

Na hora de mandar eu tirar a camisa para medir meu percentual de gordura, ela mostrou-se bem entusiasmada com meu progresso, e fez questão de passar suas pequenas mãos com suavidade sobre meus gominhos. Mostrei orguhoso também as veias do abdômen, abaixando um pouco a bermuda e a cueca, mas quando Jéssica aproximou o rosto para ver mais de perto, aquela visão fez minha trosoba erguer-se de imediato. A loirinha enrubesceu-se e se afastou, e eu tentei (de forma deficiente) ocultar o volume.

Jéssica conduziu o resto da consulta com as bochechas vermelhas, e evitou de toda forma olhar para mim. Eu acho que minha cara de safado estava mais evidente do que nunca, suficiente para constranger a moça. Quando terminou de explicar os detalhes da dieta, a loira enrubesceu-se mais ainda, e anotou seu telefone celular no final da receita, dizendo para eu lhe ligar caso me sentisse mal com a restrição de carboidratos, ou se eu tivesse alguma dúvida, ou ainda se precisasse de alguma dica com os suplementos. Ok, entendi, ela queria que eu ligasse, não importava o motivo.

Liguei alguns dias depois, conversa vai, conversa vem, marcamos alguns encontros regados a beijo e nada mais, e eu já estava ficando cansado daquele namorico de adolescentes, visto que ela bloqueava minha mão sempre que eu tentava percorrer suas coxas magras ou lhe envolver pela pequena cintura. Por falar nisso, minha Jéssica Alba genérica se assemelhava à original apenas no rosto, pois seu corpo era magérrimo, com seios pequenos, empinados e delicados, bundinha pequena, redonda e bem desenhada, e corpo bem desenhado, embora de biquíni ela aparentasse ser uns 10 anos mais nova do que o esperado para suas 23 primaveras.

Mediante seu convite, resolvi acompanhar-lhe em um jogo de seu time (rival do meu), no estádio, e ver aquela loirinha torcendo era algo tão belo que acabei contagiado, e torci como nunca por aquela equipe de perebas. Eles ganharam. E eu ganhei o dia, pois Jéssica estava tão animada que aceitou meu convite para comemorar em um belo restaurante de massas. Para acompanhar os pratos, pedimos vinho, e na segunda taça a loirinha já ria bem alto perante meus gracejos, e se oferecia verbalmente à minha pessoa, bem mais do que havia feito em qualquer um de nossos encontros anteriores.

Já no carro, partimos para um amasso delicioso, aonde finalmente pude beijar aquele pescoço delicado, deslizar minhas mãos pela pele macia de suas coxas, apertar sua bunda macia e até mesmo ter aqueles discretos peitinhos empinados desnudos, totalmente entregues ao deleite de meus lábios vorazes. Era delicioso ouvir seus gemidos e sua respiração ofegante conforme minha boca passeava na porção norte de seu tronco, e ela se arrepiava por completo com meus beijos em sua nuca ou minhas palavras quentes ao pé de sua orelha.

Nesse momento abri meu zíper e deixei a trosoba respirar, e quando Jéssica viu meu membro hirto e pulsante, não se conteve em apenas elogiar seu tamanho e beleza (sic), e o pegou com sua mão pequena, segurando de forma desajeitada e se divertindo quando o boneco contorcia-se. Meu tesão em ver a cena era incrível, e suavemente conduzi-lhe a cabeça em direção ao mastro, e me estremeci quando os lábios macios e ligeiramente carnudos da loira tocaram me o couro da piroca. Delicadinha e espetacular, é assim que posso definir Jéssica na arte da gulosa, aonde com a mão ela segurava a base do membro (cujo qual só era envolvido até a metade pelas mãos magras da moça) e com a boca chupava apenas a cabeça, ora prendia o cogumelo com os lábios, ora lambia-lhe ao redor do buraquinho. E Jéssica me olhava o tempo todo, um show de imagem

Tirei minha camisa e a loira pôs-se imediatamente a me acariciar o peitoral e a barriga, parando de me chupar apenas para dizer que eu era gostoso. Eu lhe segurava pelo cabelo e até pensei em fazê-la chupar em ritmo voraz, mas ela dava plenos sinais que gostava de um ritmo mais lento, e aquele boquete era 5 estrelas. Percorri então a mão pelo seu corpo e invadi sua calça, sentindo a calcinha comportada que ela usava. Ela parou de me chupar e falou que tiraria cada peça de roupa que eu já tivesse tirado de mim. Como eu já estava sem camisa, ela rapidamente desnudou seu tronco, mostrando quão empinados e lindos eram aqueles peitinhos.

Abaixei então minha calça e cueca, e ela fez o mesmo, tirando primeiro a calça e, com as bochechas vermelhas de vergonha e vinho, resistiu um pouco para tirar a calcinha. Ela virou-se de lado no banco, deixando sua bundinha a capturar minha visão, e era adorável ver o desenho tão belo de uma bundinha pequena como a de Jéssica. Dei um tapa e apertei, e depois conduzi minha mão em direção ao sul, buscando a intimidade da loirinha, e senti o forte calor daquela prexequinha a me cozinhar o dedo do meio. A loira deu um pulo e riu, virando-se de frente para mim, dando-me a visão inesquecível de sua barriguinha delicada e negativa, bem como sua bucetinha depilada.

Puxei a loira de volta para o seu trabalho de felação, e pus-me a dedilhar sua intimidade por trás, sentindo seu mel em meus dedos, tocando o delicado grelinho e adentrando seu apertado orifício vaginal lentamente, extraindo gemidos suaves de Jéssica. Tentei buscar o botãozinho proibido, mas fui duramente repreendido pela moça, dizendo para eu continuar aonde eu estava antes. Passei então a socar o dedão em sua buceta, e ela se empinava gostoso, enquanto amplificava a intensidade de suas chupadas, agora engolindo-me a pica até a metade, e soltando com um sonoro estalo quando chegava à cabeça. Adoro isso!

Já próximo do êxtase absoluto, puxei Jéssica para o meu colo, aonde ela se aconchegou sem resistência. Pequenina, ela sentou sobre minha púbis e colocou minha piroca à frente de sua intimidade, e ao ver que a extensão do mastro passava de seu umbigo, ela disse que seria rasgada por dentro. Então a segurei pelos dois seios e beijei sua boca com vontade, deixando-a rebolar em meu colo e molhar-me o membro com o mel proveniente de sua deliciosa bucetinha. Com mais alguns beijos e um tour mais intenso de minhas mãos em seu corpo, e Jéssica estava louca de tesão, suficiente para se levantar e conduzir ela própria meu pau para o seu interior.

Senti minha trosoba fumegante ser envolvida pelo calor da intimidade de Jéssica, e ela gemeu gostoso ao me sentir invadir seu pequeno e apertado interior. Reclinei totalmente o banco pois ela estava com dificuldade para apoiar os pés, então a segurei pelos seios e fiz o vai-e-vem com meu quadril, entrando e saindo devagar na prexequinha apertada de minha bela nutricionista. Jéssica tinha as pernas abertas, o corpo totalmente largado de costas sobre o meu, e a cabeça deitada em meu ombro, de forma que eu ouvia seus gemidos bem próximos ao meu ouvido, e aquilo me estimulava a ir mais fundo na mocinha, mas sempre em ritmo lento, pois sempre que a velocidade aumentava, ela me reprimia. Em outros casos eu estaria entediado, mas aquela loirinha era tão doce, tão cheirosa, tão deliciosa, que mesmo o ritmo lento me deixava louco.

Minha loirinha maravilha rebolava como louca à medida que eu lhe masturbava a bucetinha enquanto meu pau lhe adentrava, e com a outra mão eu acariciava seus peitinhos, ao mesmo tempo em que lhe mordiscava a orelha e beijava sua nuca. Que delícia de mulher. Com seu tesão aumentando, ela se inclinou para frente, segurando no volante e abrigando meu pau inteiro em sua suculenta prexequinha. Ela ficou parada um instante sentindo meu pau pulsar, e em paralelo eu sentia as contrações de sua bucetinha a pressionar meu pau.

Achei delicioso quando ela virou-se para mim com um sorriso e disse que coube tudo dentro dela. Que mocinha safada, adorei sentir meu mastro totalmente agasalhado por sua buceta incrível, e suas contrações se tornavam mais intensas conforme eu mexia o quadril e a fazia pular sobre meu boneco. Ela entendeu o que eu queria, segurou firme no volante e passou a saltar bem intensa sobre meu pau, e tornou-se mais intensa quando conseguiu apoiar seus pés no assoalho do carro. Ela se empinou gostoso e sentava com vontade em minha trosoba, alternando quicadas rápidas com reboladas intensas quando tinha todo meu membro dentro de si.

Ela disse que estava totalmente enlouquecida e, já prevendo um gozo da loirinha, a auxiliei a se virar de frente pra mim, apoiar seus pés no banco ao lado do meu quadril, e a apoiei pela bundinha enquanto ela quicava gostoso em meu pau, beijando-me a boca o tempo todo, gemendo enquanto tocava meus lábios. Que delícia era aquilo leitor, a bucetinha apertada de Jéssica segurava meu pau como uma mão, me prendendo com firmeza e elevando meu tesão a níveis épicos. Foi então que ela gozou, me abraçou forte e arranhou minha careca, enquanto colava o corpo no meu e se contraía em espasmos violentos, intensos, deliciosos. Ela ficou parada sobre mim uns instantes, com a prexequinha mastigando meu membro, desfalecendo em prazer intenso.

Avisei que iria gozar, então ela gentilmente saltou do meu colo e se posicionou no banco do passageiro, exausta e extasiada, mas ainda disposta a me punhetar até minha porra vulcânca emergir da trosoba fumegante. Ela se divertiu com o jato que voou longe, e não teve nojo do que escorreu sobre sua mão, comentando até mesmo sobre o calor da mesma, e dizendo que seria delicioso sentir aquilo dentro dela. Pena que não recolheu meus gametas com a boca, obrigando-os a morrer em um guardanapo de um restaurante fast-food, e depois abandonados em uma lixeira qualquer.

Depois que nos recompomos, nos vestimos e quase adentramos em outra deliciosa sessão de sexo maravilhoso, deixei a doce Jéssica em sua casa aonde, após beijar-me demoradamente antes de sair do carro, minha loirinha virou-se para mim e disse que mal poderia esperar para me ver novamente. Parece que estávamos em plena sintonia.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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