#42

42? Meu Número

Na minha tenra puberdade, não me faltou experiência com meninas de idade próxima à minha, afinal eu “comi” todas elas em minhas inúmeras punhetas que multiplicavam a quantidade de espinhas em minha cara. Raramente pintava uma experiência sexual antes de arrumar uma namorada fixa, e sempre eram transas rápidas com meninas de uma época em que funk e internet não existiam. Minha vida só mudou quando uma deliciosa coroa loira divorciada começou a facilitar as coisas para o meu lado. Pois embora eu não percebesse com tanta facilidade, era notório para todos os meus amigos que a tal coroa deixava um rastro de mel vaginal pelo chão toda vez que me via. Ok, mas como eu chegaria em uma mulher daquele naipe se eu mal conseguia pegar nerds bigodudas na escola?

A resposta veio em forma etílica, mais exatamente vinho. Havia uma festa no bairro, e lá estava a coroa, trajando um vestido preto colado ao corpo. Loira natural e legítima, cabelos ligeiramente ondulados na altura dos ombros, olhos castanhos e nariz levemente arrebitado sobre uma boca pouco carnuda e pequena. Devia ter em torno de 1.65 m de altura e pesava não mais do que 62 kg, distribuídos à excelência, em um corpo moldado pelas 42 primaveras de existência. Plenamente revestida por sardas, a delícia loira tinha belos seios de tamanhos generosos, coxas grossas, quadris no tamanho certo, cintura condizente com a idade e uma bunda de tamanho normal, que se tornava suculenta nos shorts curtos que ela costumava usar.

OBS: Vá direto para o que interessa na próxima frase em negrito.

Hoje em dia a loira amargaria uma cela fétida em uma prisão feminina, mas felizmente na minha época de adolescente, não era crime um moleque espinhento passar a trosobinha em coroas. Incentivado pelos meus amigos, virei alguns copos de vinho barato para criar coragem de dar uma ideia na coroa, que desfrutava do mesmo vinho e dançava sozinha algumas músicas de forró, plenamente enlouquecida. Me aproximei como quem não quer nada e, dentro de alguns instantes e sem saber como, eu estava amassando a coroa na escadaria do bloco, percorrendo minhas mãos inábeis por seu corpo tesudo, apertando forte aquela bunda dura e enfiando minha língua na garganta da loira. Ela respondia apertando minha bunda e passando a mão pelas minhas costas, até que finalmente enfiou a mão dentro da minha calça e pegou minha piroquinha pulsante na mão, soltando um elogio qualquer.

Virei a coroa de frente para a parede e aproveitei que minha jeba estava desnuda para fazer pressão naquela bunda, ainda por cima do vestido. A loira espalmava a parede e me chamava de safado enquanto empinava seu rabo em minha direção. Eu segurava firme em seus quadris e fazia pressão para frente, alternando com momentos de alívio, criando um movimento cadenciado que fez a loira rebolar. Levantei seu vestido até a cintura e visualizei como aquela bunda era branca, grande e tesuda, com uma pequena calcinha branca de renda fazendo a separação das nádegas. Coloquei novamente meu pau púbere e moreno no meio daquele rabo, apenas para ver como era lindo o contraste entre minha piroca marrom e uma bunda tão branca. Se eu tivesse as habilidades de hoje em dia, teria desferido alguns belos tapas naquelas nádegas, mas minha sabedoria de moleque não detinha esse conhecimento.

A loira mexia aquela bunda loucamente, e eu apenas a segurava pelo quadril, abaixando meu corpo sobre o dela e beijando seu pescoço. Minhas pernas tremiam de expectativa e tesão, e comecei a tentar tirar a calcinha da coroa do caminho, em vias de finalmente enfiar meu mastro juvenil plenamente em alguém. Só que passos foram ouvidos na escada, então fomos obrigados a nos recompor e disfarçar até a passagem de nosso algoz empata-foda. Nos entreolhamos e tomamos a decisão mais certa, que foi subir para o apartamento dela. Enquanto ela foi de elevador, eu subi de escada os nove andares “naquele pique”, dopado de testosterona da puberdade, e acabei chegando antes do elevador. Quando a coroa saiu pela porta, ela fez sinal para eu só ir depois que ela chamasse.

Esperei apenas alguns instantes até o chamado e, quando entrei no apartamento, a coroa estava em pé no meio da sala, trajando apenas a calcinha branca, com seu vestido jogado no chão. Tirei minha camisa de qualquer maneira, abri o zíper e fui pra cima da coroa como um tarado, beijando-a de forma selvagem e passando a mão por todo aquele delicioso corpo, apertando com vontade a bunda dela e apertando os seios com ímpeto demais enquanto os chupava. Ela foi gentil em não me mandar apertar menos seus peitos, mas hoje em dia eu sei o quanto aquilo deve ter sido incômodo. Mas minha deliciosa coroa não estava afim de ser minha professora, apenas queria ser devorada por aquele moleque espinhento e se sentir renovada por isso, ou talvez estivesse apenas bêbada demais.

Ainda me beijando, ela baixou minha cueca e punhetou meu pau, elogiando a minhoquinha púbere e logo em seguida sentando-se no sofá e colocando o bonequinho na boca. Leitor meu, que tesão eu senti pela primeira mamada de qualidade que havia recebido na vida. Não tinha nada a ver com aqueles boquetes dentuços das meninas da minha idade, era simplesmente boquete em sua mais pura essência, estado da arte, um espetáculo. Para imitar o que eu havia visto em filmes, botei uma das mãos na cintura e a outra na cabeça da coroa, mas apenas acompanhando seus movimentos. A visão era linda, a loira segurava a base do meu pau com vontade, sem punhetar, e sua cabeça ia e vinha no meu cacete, deixando-o coberto com sua saliva etílica e fazendo uma onda de tesão subir do pau ao cérebro, e em seguida voltar para o pau, descer para as pernas e me estremecer inteiro. Estava difícil ficar em pé.

Ela perguntou se eu iria gozar, e eu disse que apenas precisava me sentar, pois estava tremendo. Me sentei então no sofá e ela ficou sentada ao meu lado, me chupando lateralmente enquanto aqueles seios quentes pousavam suaves na minha coxa. Tive então a brilhante ideia de tocar em sua bunda, primeiro apertando, depois puxando sua calcinha para cima, e então resolvi ser mais ousado, e enfiei o dedo no cu da loira. Vendo que ela não fez objeção, e continuava me chupando, passei a socar o dedo no cu dela, e aquilo era uma delícia. Ela se virou sorrindo pra mim e perguntou se era a minha primeira vez, menti que era, e ela disse que seria inesquecível pra mim. A coroa então pegou meu saco enquanto me chupava, botando o pau quase todo em sua boca, enquanto meu dedo agora explorava o interior de sua buceta hirsuta e deliciosamente molhada.

Eu não fazia ideia de como masturbar uma mulher, mas aquilo parecia estar bom pra ela, pois ela ficou de quatro no sofá, perpendicular ao meu corpo, e me chupando com uma vontade louca. Claro e evidente que não dava pra segurar, e eu gozei. Ela tirou da boca quando sentiu o primeiro jato, e usou a mão para conter o resto de minha porra selvagem, tomando cuidado para não pingar em seu sofá. A coroa me fez andar com ela até o banheiro, aonde lavou meu bonequinho na pia e limpou cuidadosamente os pingos que caíram no chão.

Devidamente limpo e com a minhoca já acordando novamente, fomos para o quarto, aonde a coroa me chupou de novo até o moleque endurecer, e me colocou uma camisinha. A loira punhetou minha trosobinha até que ficasse novamente hirta e apontando para o céu, e então (finalmente) tirou a calcinha, deitou na cama de pernas abertas e disse para eu ir por cima. Leitor, aquela cena marcou minha vida, era simplesmente a maior buceta que eu já havia visto, maior até mesmo do que as que eu tinha visto na internet, uma mega bucetona com muita carne nos grandes lábios, e o fato de estar completamente felpuda fazia com que aquela prexeca se tornasse ainda mais impressionante. Meu pau podia esperar, aproveitei a posição da coroa e caí de boca naquele matagal amarelado, feliz como criança mergulhando em um enorme bolo confeitado.

A loira ficou surpresa com minha iniciativa, e fingiu prazer com minha investida labial contra sua buceta, afinal eu não tinha nem um pouco da minha atual habilidade ímpar para o cunnilingus (não há mais desculpas para não saber como chupar uma prexeca, aprenda aqui). Fiquei por alguns minutos chupando aquela delícia, que despejava seu mel azedo em minha língua, e marcava o início da minha apreciação pela arte de degustar prexecas. Talvez cansada da minha pouca habilidade, a coroa me pegou pelo cabelo e falou: “me come agora!”

O desejo dela era uma ordem. Em um salto rápido me posicionei e invadi aquela bucetona. Meu pau entrou fácil, bem mais fácil que havia entrado nas minhas namoradinhas, era puro sexo sem enrolação, algo que todos os moleques púberes precisam vivenciar. Eu tinha ímpeto para dar e vender, apesar de não ter muita técnica. Lembro que aplicava toda a força possível nos meus quadris e bombava na coroa sem dó, e ela gemia gostoso, me puxava pra junto do corpo dela e parecia estar louca com aquela situação. Sinceramente não sei dizer se ela gozou ou não, demorei bastante pra conhecer as reações de uma mulher ao orgasmo, mas sei que estava cumprindo muito bem o meu papel.

Como uma professora digna, ela me instruiu a parar minha investida e deitar na cama ao lado dela. A camisinha estava meio torta e os meus pelos pubianos estavam totalmente melados daquela buceta loira, era delicioso. A coroa então veio por cima, se ajoelhou em volta dos meus quadris e colocou minha trosobinha para dentro da sua prexeca, mexendo o quadril bem gostoso, rebolando no meu pau e deitando seu corpo suado sobre o meu. Mesmo com o ventilador de teto ligado, fazia um calor danado naquele quarto, o que tornou ainda mais inesquecível aquele momento, pois com a minha sabedoria da época, eu imaginava que uma mulher estava realmente tendo prazer quando suava durante o sexo.

Mas eu queria ir além, queria meter nela de quatro, como eu via nos filmes e nunca havia conseguido fazer antes (pois minhas parceiras nunca ficavam de quatro corretamente). A coroa acatou o meu pedido, posicionou-se de quatro na cama com a cara enfiada no travesseiro, o tronco apoiado nos cotovelos e a bunda deliciosamente empinada na minha direção. Tive um pouco de dificuldade para mirar na buceta, mas a coroa me ajudou, e em instantes eu estava lá, metendo forte a minhoquinha para dentro daquela prexeca deliciosa, segurando a coroa pelo quadril e usando o máximo da minha força para meter como louco nela. Era delicioso demais ouvir a loira gemer e pedir por mais, e eu lhe dava mais, metia como um coelho que tinha usado viagra, fazendo a coroa gemer mais alto.

Ela então me pediu para segurar o ímpeto, e passei a meter devagarinho, cadenciado, puxando até ver a cabeça e depois enterrando devagar, e a loira gemia baixinho, gostoso, me elogiando a todo o momento. Foi então que passei a reparar como aquela bunda branca era gostosa, mas nem tive a iniciativa de dar um tapa, porém, me peguei admirando e desejando aquele cu rosado, lindo, que piscava pra mim e pedia que eu lhe invadisse sem dó. Não seria o meu primeiro cu, mas a loira não precisava saber. Enfiei o dedo inteiro nele, e continuei metendo o pau na buceta. Era divertido sentir meu pau cutucando meu dedo, que estava dentro do buraco vizinho.

Percebendo minha alegria, a loira perguntou se eu queria gozar no cu dela. Ela nem precisou pedir duas vezes, puxei o pau da buceta (detalhe: a camisinha ficou lá pendurada), mirei na porta do cu rosado e entrei como um foguete. A coroa xingou um palavrão hediondo, e depois mais alguns, mas eu não estava nem aí, e aproveitei aquele rabo suado para socar com força minha trosobinha ensebada pela camisinha. Foi apaixonante aquela visão, meu pau marrom dividindo uma bunda branca como a neve, entrando e saindo sem dó, trazendo para o ambiente os aromas característicos do sexo anal. Uma delícia de foda. A loira gemia mais alto, e entre seus gemidos ela xingava alguns palavrões e ao mesmo tempo pedia para eu gozar logo. Gozei. Estoquei o pau até o fundo e gozei forte, despejei minha porra vulcânica em seu rabo, e ela gemia e dizia que estava gozando também. Só então ela perguntou aonde estava a camisinha. Não respondi, e ela não se importou.

Ela se deitou de bruços e eu fui junto com ela. Fiquei com meu pau amolecendo no seu cu, deitado sobre aquela loira deliciosa, ouvindo ela dizer que eu era um “moleque sacana”. Então ela começou a rebolar alguns instantes depois, e aquilo acordou o molequinho, e eu voltei a socar o pau naquele rabo rosado por mais alguns poucos minutos, até gozar de novo, agora menor quantidade de porra, mas o dobro de intensidade em prazer. Loucura. Eu suava como um porco assando, e ela não ficava longe. Nossos fluidos se misturavam naquele ninho do sexo, e eu ficava marcado pra sempre com aquela foda excepcional.

Quando finalmente nos desengatamos, tomamos banho juntos aonde nos masturbamos em conjunto, e eu tentei comer aquele rabo outra vez, dessa vez com o precioso auxílio do sabão, mas fomos interrompidos pelo telefone. Para nossa sorte, a filha da loira tomou a iniciativa de ligar para ela antes de ir para casa, e eu tive tempo (quase) de sobra para me arrumar e voltar para a festa como se nada tivesse acontecido, mas com um sorriso gigante no rosto. Pena que não pude contar para os meus amigos, afinal esta era a condição da loira para repetirmos a dose.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade. Leia também meus contos eróticos exclusivos para o Texton.

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    • Delicious M. Sweetness

      Obrigado pelo comentário Amy, viu que linkei você? É difícil achar um blog com a qualidade do seu hoje em dia.

      Ah, sobre a minhoquinha, rs, faz parte do meu show, gosto de usar termos diversos (e alguns engraçados) pra descrever meu membro. 🙂

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