#43

Parrilla Argentina

A personagem principal deste post é um espetáculo. Argentina loirinha, 19 anos, rosto misterioso, com traços tão belos quanto delicados. Lábios ligeiramente carnudos e rosados contrastam com a pele branca, enquanto o verde dos seus olhos hipnotiza. Mas nem o seu rosto de altíssimo padrão atrai mais atenção do que seu belo corpo: 1,70 m de altura, não mais do que 63 kg, seios de medianos a pequenos mas super empinados, cintura fininha, quadris estreitos e uma excepcional bunda arredondada, suficiente para causar acidentes de trânsito. O espetáculo fica completo com coxas deliciosamente bem torneadas e uma pele alva, ligeiramente rósea, entregando sua origem européia.

OBS: Próxima frase em negrito = sexo.

Eu nunca fiz tanto sexo com estrangeiras como estou fazendo durante esta Copa do Mundo.  Nem Carnaval, nem JMJ, nem Reveillón, nem verão, nem nada. Nunca na história esta trosoba fora tão esfolada por bucetinhas gringas, a ponto de eu me dar ao luxo de dispensar brasileiras nas noitadas para dar preferência às turistas. E dentre as minhas preferidas, estão as argentinas, deliciosas amantes, inebriantes como um bom vinho e intensas como uma parrillada. Embora não sejam tão safadas quanto as chilenas, chegam bem perto, e tiram do sério este que vos escreve.

Mas dentre todas as turistas que visitaram o meu obelisco, tive que eleger a minha preferida, e ela será a primeira personagem dos meus contos internacionais, que deverão pintar por aqui de tempos em tempos.

Quase vendi meu ingresso para um jogo da Argentina, por falta de companhia agradável para ir secar los hermanos, mas em cima da hora resolvi ir ao jogo, vestido com a camisa do meu clube do coração e disposto a não torcer contra nem a favor de ninguém, apenas iria apreciar um bom futebol e tentar atacar alguma bela torcedora incauta. E quando cheguei ao estádio, vi que meu lugar estava completamente cercado de torcedores argentinos, me convencendo mais ainda de que torcer contra seria uma má ideia.

A poucos instantes do início da partida, os lugares vagos ao meu lado foram ocupados por três lindas loirinhas argentinas, e a personagem principal do conto sentou-se ao meu lado. Não perdi tempo, e imediatamente puxei papo, tirando a ferrugem do meu péssimo espanhol, mas abusando dos gracejos e galanteios que sempre me garantiram belas mulheres ao longo da vida. Nem 10 minutos de jogo haviam se passado e nossas bocas já estavam se conhecendo melhor, enquanto suas amigas faziam tanto barulho ao lado, que parecia ter saído um gol da Argentina.

Passamos o resto do jogo como namoradinhos, nos beijando a maior parte do tempo, com mais intensidade durante as comemorações de gol, mas nunca passava de beijo. Àquele instante eu já havia reparado no quão bela era a bunda da moça, perfeitamente delineada e exposta pela calça estampada de tecido colado que ela usava. E sua camisa da Seleção Argentina era curtinha, estilo baby look, e deixava seu corpo ainda mais evidente, para o meu delírio e de todos que me invejavam por estar degustando aquela deliciosa ninfeta argentina. Só que todas as minhas tentativas de entrar na pequena área eram refreadas pela zaga atenta da chavita, e eu já começava a me conformar com o zero a zero.

Só que acabei me lembrando que o jogo do amor era eliminatório, e logo, ainda havia chance de ganhar na prorrogação. Quando acabou a partida com vitória da Argentina no campo, minha doce loirinha argentina perguntou se eu não queria me juntar a ela e alguns amigos na comemoração, que seria em um bar na zona boêmia da cidade. Todos juntos vamos, pra frente Brasil, e logo eu estava naquele metrô lotado de argentinos, gritando “Messi es lo mejor”, e abraçando minha loirinha argentina por trás na confusão, encoxando-a enquanto ela saltitava na comemoração. Em determinado momento a segurei pela cintura, colei nossos corpos e beijei seu pescoço, provocando arrepios na mocinha, que se empinou contra minha trosoba já hirta dentro da bermuda, algo que pode ser considerado um escanteio a favor do meu time.

Já no bar, continuamos como namoradinhos, e a cada caipirinha degustada pela mocinha, mais animada ela se tornava. Algumas horas depois já namorávamos com ela em meu colo, minhas mãos tocando cada extremidade de seu corpo por cima da roupa, e ela se mostrando cada vez mais disposta a me ceder a vitória, bastava apenas eu tirar ela dali. Perguntei aonde ela estava hospedada, e ela disse que estava em um trailer longe dali, tinha vindo com um grupo de amigos. Ok, não era uma opção seguir para lá, então a convidei para simplesmente sair dali, e ela aceitou com uma facilidade absurda.

Enquanto caminhávamos em direção a ruas mais movimentadas, sugeri que a levaria para jantar na minha casa, já esperando uma possível recusa, que não ocorreu. Ela aceitou meu convite, mas disse que com o cansaço que estava, precisava mais de uma cama do que de comida. Entendi perfeitamente sua indireta, e embarcamos no táxi imediatamente, rumo ao matadouro.

Mas não era indireta, a loirinha estava tão cansada que apagou no meu colo enquanto estávamos no táxi, e quando chegamos tive que levá-la no colo, pois a pendeja dava claros sinais que não acordaria tão cedo. Entramos no meu apartamento e eu a levei até a cama, aonde a coloquei deitada e tirei seus calçados. Assim que tirei suas meias, ela se virou de bruços, colocando aquela bunda perfeita para o alto, capturando minha atenção por uns instantes, e entumescendo-me a pica imediatamente. Eu poderia me aproveitar da situação e foder aquela argentina bêbada e sonolenta de todas as formas que eu desejasse, mas ainda me resta um pouco de honra, e deixei a moça quieta enquanto eu fui tomar um banho, na esperança da minha presa voltar à vida em breve, e me permitir degustar de sua intimidade, com plena consciência por parte dela.

Durante o banho, tive a sensação de estar sendo observado mas, quando me virei, vi apenas o vulto da minha delicinha argentina fugindo do flagrante. Finalizei a chuveirada, enrolei-me na toalha e fui até o quarto, aonde a mocinha estava deitada sob as cobertas, ainda de bruços. Mas havia algo diferente no chão: sua calça estava jogada ao lado das meias e do tênis. Cheguei próximo à cama, afastei seus cabelos e beijei-lhe o pescoço, recebendo um suspiro em retorno, e então um belo sorriso da loirinha em seguida. Beijei sua boca e ela elogiou meu cheiro de banho recém-tomado, e disse que também precisava de um banho. Só de imaginar como estava aquela delícia embaixo das cobertas, meu mastro ficou hirto, desfazendo o nó da toalha.

Minha doce chavita olhou decidida para a trosoba desnuda, e disse que o boneco era enorme. Ah, como mulheres mentem! Dei um sorriso e respondi que havia ficado assim apenas de imaginar o que havia debaixo das cobertas. Então a loirinha jogou as cobertas para o lado e continuou deitada de bruços, apenas de camisa da Argentina e uma calcinha rosa bem pequena, totalmente engolida por sua belíssima bunda redondinha e branquíssima, uma perfeição. Aquela visão fez meu sangue ferver e meu pau pulsar, e a moça contribuía para o meu tesão ao fazer carinha de menina tímida e sapeca. Aproximei meu rosto daquela bunda e beijei cada lado, para em seguida dar um breve tapinha e uma mordida leve na banda direita.

Afastei os dois lados daquela bunda suprema e tive acesso àquele cuzinho totalmente rosado, parcialmente coberto apenas pelo discreto fio-dental. Antes mesmo de tirar a calcinha do caminho, ataquei aquela intimidade anal rósea com a ponta da minha língua, provocando um suspiro intenso da mocinha, que se tornou mais intenso à medida que livrei do meu caminho sua calcinha e lambi com dedicação aquele pequeno cuzinho. A menina empinava sua bunda para cima, como se quisesse ser enrabada apenas pela minha língua, e chupei intensamente seu cu, fazendo-a rebolar, gemer e se empinar com mais vontade.

Senti que minha doce argentina já irrigava mel em sua prexequinha carnuda, e introduzi meu dedão em sua vulva apertadinha, masturbando-lhe o grelinho com o dedo indicador, fazendo idas e vindas com a mão enquanto lhe chupava o cu com mais voracidade. A loirinha já estava de quatro na beirada da cama, rebolando e prendendo meu rosto com a bunda, enquanto agora eu a fodia com os dedos médio e indicador juntos, e meu dedão melado de seu néctar agora invadia seu cuzinho trancado e babado. Que delícia ouvir aquela argentina tesudinha gemendo em meu quarto, de quatro na minha cama, uma visão perfeita do paraíso.

Ela disse que estava delirando, que eu era incrível, mas eu ainda podia ser mais incrível, e comecei a provar isso pra ela quando a segurei pela cintura e a joguei deitada com as costas na cama, e coloquei suas pernas bem abertas. Incrível como aquela mulher era linda, pele deliciosamente lisa com delicados pelinhos dourados, totalmente branquinha, uma bucetinha carnuda estufando a calcinha rosa totalmente molhada e uma barriguinha maravilhosa à vista, com sua camisa da seleção argentina um pouco levantada. Seu rosto perfeito era excepcional, e ela ostentava um sorriso incrível, algo que eu tinha certeza que lembraria pelo resto da minha vida.

Mergulhei primeiro em seu umbigo, rodeando-o com a língua e lambendo lentamente, para em seguida percorrer com os lábios a estrada da perdição ao sul, até chegar ao monte de vênus. Tirei lentamente sua calcinha com a boca, segurando-a pelos dentes e levando até os pés, e minha doce argentina se derretia em elogios à minha pessoa. Com aquela bucetinha totamente disponível para o meu deleite, abri suas pernas segurando-a pelas coxas, e apliquei a arte do cunnilingus (aprenda como fazer, clique aqui), não descansando até fazer a loira alcançar um orgasmo intenso, com tremedeiras que nunca havia visto em outra mulher. Ela disse que foi o primeiro orgasmo de sua vida, e eu disse que acreditava, da mesma forma que disse acreditar que a Argentina seria campeã.

A delícia então me puxou para cima dela, e nos beijamos por longos minutos, roçando nossos sexos sem penetração. Pude sentir em meu pau o quanto aquela menina já estava recuperando sua lubrificação, e a intensidade de seus beijos me dava um prazer incrível. Nos viramos na cama e ela deitou por cima, sem largar de me beijar por um instante sequer, dizendo que meus lábios eram “la puerta del cielo”, e eu dizia o mesmo dela, sendo que nela, o paraíso tinha 3 caminhos diferentes para ser alcançado. E o little Del lá embaixo já estava a ponto de explodir sentindo aquela deliciosa bucetinha roçando nele, e a minha doce argentina fugia elegantemente de qualquer tentativa de penetração.

O roça-roça me trouxe à lembrança minha deliciosa rolezeira, e então questionei se a argentina era donzela, torcendo para a resposta ser negativa. E foi, ela disse apenas que estava assustada com a grossura do meu membro, por isso fugia quando eu me movimentava na tentativa de lhe penetrar. Afaguei-lhe os cabelos e disse para não se preocupar, pois o prazer seria maior do que qualquer dorzinha e, do jeito que ela estava lubrificada, qualquer dor estaria definitivamente fora da nossa brincadeira.

Ela aceitou abrigar minha trosoba em seu interior, mas antes me obrigou a colocar uma camisinha e então ficar deitado na cama, pois ela sentaria e comandaria o show. Fiz conforme ela mandou, e observei sua dificuldade para encapar meu boneco grosso e pulsante. Ajudei-a discretamente, e logo em seguida dei-lhe uma mão de apoio para que ela se posicionasse suavamente sobre minha piroca. Seus cabelos caíam sobre seu rosto enquanto ela olhava para baixo, e senti meu pau ser deliciosamente engolido por aquela bucetinha absolutamente apertada e quente, sensacional.

Minha doce argentina jogou os cabelos para o alto e me olhou, com seu belo rosto expressando a dificuldade que ela tinha em abrigar meu mastro em seu interior. Fato é que sua lubrificação não estava adequada quando ela sentou no little Del, mas naquele momento pude sentir e ver seu néctar fluir, conforme a loirinha subia e descia na envergadura da minha virilidade. E não havia cena que pudesse superar a beleza de observar aquela linda moça sentando em meu membro ereto, usando minhas mãos como apoio para as suas, seus pés plantados ao lado do meu quadril com os joelhos flexionados e seus belíssimos seios firmes bailando no ritmo de nossa transa.

Puxei a loirinha e ela se posicionou com maestria, pousando os joelhos na cama ao meu redor e passando para a posição da cavalgada, recebendo toda minha envergadura peniana em seu interior. Suas mãos estavam apoiadas no meu peitoral, e ela mordia os lábios de forma sensual quando eu movia o quadril para cima, buscando me abrigar totalmente em seu interior fervilhante. Em seguida passei a jogar o corpo para cima com força, fazendo minha deliciosa argentina pular e cravar as unhas em meu peito, gemendo deliciosamente enquanto seus cabelos dançavam loucamente.

Troxe o corpo da gostosinha de encontro ao meu e adorei a sensação de seus peitinhos pressionando meu corpo. A abracei com força e movi o quadril com mais violência, penetrando a mocinha com selvageria e fazendo seu leve corpo saltar sobre o meu, enquanto meu mastro buscava o fundo de sua intimidade e saía quase inteiro. Não demorou até a mocinha gozar como louca, gemendo alto em meu ouvido. Quando senti que ela gozava, parei e deixei ela tremer sobre o meu corpo, em espasmos tão intensos quanto as contrações de sua bucetinha, que mastigava minha trosoba fumegante sem dó.

Ao término do orgasmo a loirinha continuou na posição que estava, apenas olhou para mim com seu rosto totalmente enrubescido e me beijou na boca de forma demorada, mexendo devagar o quadril enquanto sua língua degladiava com a minha. Enquanto isso eu passava a mão por seu corpo inteiro lentamente, sentindo a maciez de sua pele e o calor de seu corpo. Eu ía dos ombros até a bundinha, e quando chegava a essa protuberância perfeita, apertava com vigor e soltava, depois apertava novamente, e então soltava. E cada vez que eu fazia isso, minha doce argentina rebolava com mais intensidade, mas sem sair do ritmo de trepada “amorzinho”.

Virei então na cama com a moça, deixando-a por baixo, na clássica posição do missionário. Passei os braços por baixo de seus ombros e segurei sua cabeça com duas mãos, enquanto meu pau achou sozinho o caminho da felicidade, entrando lentamente dentro da bucetinha encharcada da minha companheira latina, arrancando gemidos baixinhos da delícia loira. Movi o quadril em ritmo cadenciado, entrando e saindo quase por inteiro e dando uma rebolada quando chegava ao fundo, levando a moça ao delírio, fazendo-a elogiar meu gingado brasileiro e dizendo que eu era “el fantástico”. Não demorou para ela mergulhar em outro orgasmo, mastigando meu membro com seus músculos vaginais, praticamente ordenhando meus gametas intrépidos e levando-os ao destino fatídico da morte no látex.

Fiz menção de me levantar, mas ela me manteve colado ao corpo dela enquanto respirava ofegante e me elogiava em espanhol, com palavras que eu sequer identificava, mas devia ser coisa boa, afinal, o sorriso no rosto da argentina era incrível. Estávamos suados e exaustos, mas plenamente satisfeitos com nossa integração intercultural. As relações entre Brasil e Argentina nunca foram tão frutíferas quanto haviam sido na minha cama.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade. Leia também meus contos eróticos exclusivos para o Texton.

 

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