#45 (Gats)

Volúpia extrema com Del

Caro leitor, primeiramente apresento-me como Gats e venho aqui publicar meu primeiro conto no C.E.A com distinta maravilha e alegria, conto-lhe um delicioso encontro com um rapaz de tamanha personalidade, caráter e talento ímpar em escrever contos eróticos: Del, o qual conheci por via Texton (outro site onde ambos postamos nossos contos).

Para aqueles que leem seus contos (até mesmo os que não leem), descrevo-lhe aos meus olhos, de simples moça observadora, tal esplendor do digníssimo que apresento, aos um metro e noventa de puro charme, másculo e corpo delineado sem imperfeições e, caso haja, não se é possível perceber, pois a primeira olhada, por mais que em questão estimada de menos que segundo, repara-se seus fortes braços e peitoral encoberto pelo tecido da camisa que deixava qualquer mulher curiosa para tirá-la e conferir com as próprias mãos em leves e cuidadosos toques em seu abdômen.

Com o perpassar de comentários, após, email, mais mensagens e até telefonemas, de sérios a ousados, conversas incríveis, um tempo desejado por cada um foi concedido de forma recíproca e laçado num encontro consagrado. Num shopping carioca, em certo dia, qualquer digamos, foi realizado tal ato, encontro esperado por ambas as partes. Em diálogos pouco tempo foi gasto até um tocar quente dos nossos lábios e deslizar das mãos frias de Del por minha cintura, leve e lentamente, aproximando-me para si, deixando o clima de trinta e cinco graus daquele dia em contagem ligeiramente maior. Apesar da sensação fervente, senti arrepios, por todo o corpo, com cada toque recebido.

Com o aumento da intensidade de nossos beijos, o ditoso Del levou-me a um corredor menos movimentado, disfarçando o olhar das pessoas em volta que já percebiam a agravação estonteante entre a química que rolava. Aquele era um corredor de entrada restrita a funcionário. Não era possível escapar de tal sensação. Eu me encontrava arrepiada e domada. Levemente minhas seguiam caminho por baixo da camisa pólo dele, acariciando cuidadosamente suas costas.

Del, de malícias e tesão constante, tal qual nos atingia, também explorava meu corpo com suas mãos curiosamente safadinhas. A esquerda me envolveu pela cintura, caminhando ao seguir de minha pele, atingindo minhas costas, desembocando numa firme pegada em meus seios, os quais levemente eram acolhidos pelas mãos de Del que simplesmente ignorava a presença do sutiã. Nessa hora, não segurei um baixo gemido próximo a orelha, enquanto ele beijava-me o pescoço e retornara a meus lábios. Sua mão direita, por outro lado, descia pouco mais que a outra e sendo percebida ao atingir meu quadril e dar uma leve apertadinha em um dos lados de minhas nádegas.

Tal sensação resultou numa leve arranhada nas costas de Del e beijo seguinte veio com mais força, vontade, pressão. Aquela cena não era nada em comparação ao que estava por vir. Ele virou-me, deixando frente a frente a parede. Já entregue, acolhi ansiosamente cada beijo recebido em minha nuca sem bloqueio dos cabelos, os quais Del deu de primeira a não torná-los um obstáculo. Senti um generoso arrepio correndo por minha coluna e não poupei outro gemido baixo, seguido de uma risada de Del na minha orelha.

Já não me encontrava em mim. O corpo de Del estava colado ao meu e suas mãos delineando meu corpo deixavam-me ligeiramente arrepiada, louca e delirante. Senti solene a mão do rapaz descendo até minha saia, acariciando minha coxa com suas mãos enlouquecedoras e adentrando por baixo do tecido, chegando enfim ao bloqueio da calcinha, a qual já se encontrava molhada e aquecida pelo desejo que Del provocara em mim desde que trocamos os primeiros olhares. Seus lábios consultavam toda a extensão de meu pescoço. Não era possível deixar de sentir toda veracidade da situação em que nos encontrávamos, chegando já a ofegantes.

Via-me envolvida e meu corpo já não acompanhava minha mente. Del percebia e provocava-me de vez enquanto. Cheguei a achar que nos entregaríamos à volúpia, porém, dentre um gemido e outro, demos conta que ainda estávamos em local público. Voltei-me defronte a ele que levemente tocou meu queixo e retornou beijar-me a boca deliciosamente. Com sua mão deslizante por minha cintura, captei um sinal de conversação entre nossas intimidades situada em meio aos nossos quadris, sinal de que os momentos seguintes seriam mais convenientes num local tanto privado a nós.

Separando por certo tempo, recuperando o fôlego e ajeitando as vestes, percebi que Del olhavam-me quietamente, deixando escapar unicamente o sorriso frouxo. Ao consertar-me, reparava toda ação dele, viril, sexy e interessante, sem dúvidas, até estender sua mão para mim.

Eu: “Aonde vamos?” – mordendo o lábio inferior, curiosa e ousada, querendo saber que local o brilhante Del reservara a nós.

Del: “Ao nirvana” – recebi como resposta, pegando em suas mãos e o acompanhando até o carro.

Andamos pelo estacionamento movimentado até darmos no carro de Del. De imediato, ele abriu a porta para mim, que entrei, percebendo seus olhos fitarem minhas coxas. Logo em seguida, ele entrou no carro reiniciou nossos beijos intensos e toques mais íntimos, tal qual Del deslizou sua mão por meu corpo, dando por baixo de minha saia a calcinha que, ao o sentir fazer pressão, soltei um leve suspiro e dei um tapinha em sua mão para provocá-lo.
Após tal, ele simplesmente desviou o caminho de suas mãos, as quais subiram pela frente, renderam meus seios, seguindo posteriormente por minhas costas, Del se aproximou e logo soltou a travinha do sutiã, sem mais nem menos, praticada de cobiça em relação a homens que têm alto grau de dificuldade para isso. Em questão de segundos, meus seios já se despediam do sutiã, sendo encobertos somente pela blusa justa que destacavam os biquinhos firmes.

Del, colocando uma das mãos sob a blusa, enquanto beijava-me com a outra tocando minha nuca, acariciava-os, fazendo movimentos circulares a auréola. Vagarosamente, ele levantava o tecido justo, até ter vista plena de meu busto e adorná-lo com olhar fixo e ousado. Tocou-os por mais segundos e se inclinou para abocanhá-los.

Senti novamente um arrepio, dos pés a cabeça, e comecei a gemer baixinho, paciente aos cuidados do divino Del. Sua boca deliciosa dava umas mordiscadas, beijinhos e chupadas, que me deixavam ainda mais excitada com aquele homem dos céus. Ao decorrer do delírio, minha mão percorria suas costas, no momento em que a outra segurava a cabeça dele próximo a mim.

Repentinamente, causando certa surpresa nele, empurrei-o, virei em sua direção, fingindo fisgar-lhe um beijo, ágil, abrir o zíper de sua calça jeans, tendo a primeira vista do famoso little Del. Mordendo o lábio inferior, aproximei de seu rosto, dando-lhe somente um beijo no canto dos lábios e descendo mais afundo para consultar sua virilidade. Não por muito observei a não ser tal quão tamanho e grossura muito bem combinados. Peguei em seu pau, dei um beijinho, voltei meus olhos para seu rosto que liberava um sorriso safado, retrucado com outro, voltando ao foco em mãos e o degustando devagar, em cada extensão sem deixar um só carente por minha língua.

Suspirava com aquele mastro e minha boca, pulsante e quente, aquecendo meu interior, chegando a minha bucetinha que começara a latejar, pronta alarmante para receber mesmo tratamento de minha boca que iniciava movimentos de entrar e sair de tal orifício que me fizera liberar um breve gozo e encharcar minha calcinha.

Senti meu corpo desvanecer quando a mão de Del percorrer meu corpo, enfim chegando a minha flor que esbanjava meu mel de tanto tesão existente. Percebi certa dificuldade de Del em tocar-me, então pus-me em posição mais próxima e prazerosa para seu agrado. Senti um dos seus dedos adentrar-me e experimentar meu calor interno e o gosto íntimo, iniciando em seguida uma sessão de masturbação, enquanto eu me mantinha na concessão do boquete naquela pica aprazível, os quais aumentavam a intensidade de acordo com o outro, deixando escapar um leve gemido entre um e outro.

Terminantemente, aquilo era algo muito maior para continuarmos esta guinados ali. Apesar de aconchegante, o carro de Del não era o lugar ideal para saciar nosso desejo carnal. Via sua alacridade tal qual recíproca, logo ardia o organismo, necessitava sentir aquele homem domar-me. Del segurou e me puxou levemente até ficar defronte seus lábios, ouvi atenta e alegre quando ouvi falar que desejava me comer ali, naquele exato momento, voraz e decidido, tornando aquele dia memorável a satisfação com o little Del. Acariciei seu rosto e para acirrar, disse-lhe que era tesão demais para aquele ambiente, embora estivesse no ápice de ceder e me entregar imediatamente.

Sem delongas, saímos do estacionamento e Del dirigiu a um lugar segundo ele muito especial, de primeira falou. De início, imaginei que me levaria a um lugar tradicional como hotel, entretanto, para minha surpresa, paramos num belíssimo mirante não muito distante, com vista privilegiada para a cidade maravilhosa. Para nossa sorte, não havia ninguém lá, logo o local aparentava receber bastante visita de casais com intenções semelhantes as nossas.

Desperdiçando nulo tempo, ao sairmos do carro, Del colocou-me defronte a tal e começou a consultar mais a fundo meu corpo. Sentia deliciosamente suas mãos tocando-me por toda parte, fato que só aumentava meu tesão. Arrepiava com seus beijos em meu pescoço e sua pegada firme. Seus dedos que ultrapassavam as barreiras do tecido de minha roupa para encontrar-se ao prazer. Pude sentir que também sua envergadura atingindo minha bundinha. Novamente o surpreendi, ficando frente a frente, segurando em seu pescoço e laçando-o com minhas pernas, beijando-lhe os deliciosos lábios.

Sabendo exatamente o que fazer, Del aproveitou a oportunidade e me deitou no capô do carro, descendo pelo meu corpo, mordiscando meus seios ainda por cima da blusa, passando por meu umbigo, até chegar a minha bucetinha úmida e quente. Iniciou sua consulta, senti sua língua caminhar pelo tecido encharcado e degustando meu sabor. Sua curiosidade não estava saciada, então ajeitou a calcinha para a lateral e senti sua língua quente tocar-me o grelo, resultando um gemido pouco mais alto que os demais. Abri pouco mais as pernas para facilitar nosso contato e estremecia por inteira a cada hora que me lambia, segundo forte pelas coxas.

Minhas mãos percorriam a superfície do capô do carro como se procurassem algo para apertar. Ajeitei os cabelos e olhei para frente, reparando o olhar maliciosamente excitante que Del direcionava a mim. Minhas mãos percorreram minhas pernas até encontrar as de Del e segurá-las fortemente. O rapaz novamente olhou-me, deu uma risada, retornando em seguida a consulta extrema de meu sexo.

Não tardou e um orgasmo atingiu-me de tal forma que minha própria feição demonstrava sem sombra de dúvidas o que sentia em tal momento: prazer pleno. Assim se sucedeu o aumento do tesão e minha bucetinha já apresentava contrações mais fortes, as quais não passaram despercebidas do experiente Del, trazendo-me junto a si vagarosamente até a beirada do capô. Ligeiramente, ele fragmentou minha calcinha quase por inteira num golpe só. Aproveitando tal, posicionou o little Del na portinha de minha xana e firmemente iniciou a penetração, lenta, contudo impactante, logo meu corpo estremeceu em conjunto ia chegando cada vez mais perto do corpo de Del até sentir minha cintura em seu quadril.

De início, pude sentir minha bucetinha apertadinha engolindo voraz o little Del que mantinha movimento extremo, pedindo cada vez mais e mais, facilitado ainda mais pela lubrificação que cada vez mais se intensificava. Minhas mãos sobre as de Del já deixavam por cravas minhas unhas em sua superfície, denunciando que mais um gozo fora bem sucedido.

Tal se conservou por boa estadia de tempo muitíssimo aprazível, os quais por vontade de ambos poderiam durar por toda noite, entretanto, Del retirou seu mastro do meu interior, fitou-me num beijo ardente, segurando-me pelos cabelos, direcionando-me a seu instrumento, tal qual ideia captei de imediato, agachei, agarrei-o com uma das mãos e o abocanhei com gosto, lentamente o pau de Del desaparecia na aptidão e degustação de minha saliva, deixando cerca de metade a vista do dono do brinquedinho que visitava minha boca.

Movimentava-me distinta e ágil mantendo o ritmo do boquete feito, sentindo uma de suas mãos em meu cabelo a todo o momento, fazendo-o me auxiliar na manutenção da intensidade do ato, deixando-me de uma maneira digamos que bestial, levando em consideração certos limites quando sinalizava. A postura em que me encontrava era oportuna, no entanto, havia como melhorar, logo Del abriu a porta do carro na parte do carona, livre de bloqueios, dirigiu-me até o banco, sentei e restabelecer aquele delicioso boquete. Seguindo-se assim, Del não mais interferiu no ritmo, apoiando-se na porta e teto do carro, deixando-me totalmente encarregada da obra, ouvindo seus sons másculos ecoar pelos lábios sedutores. Em meio a tais, ao clímax, liberou sua surpresinha branca e magnificamente quente em minha boca, a qual me invadiu escorrendo um tanto pelo queixo devido à enorme quantidade, sentindo com certeza o sabor maravilhoso aquele homem.

Após tal, pude perceber que um arrepio dos pés a cabeça atingiu-lhe, as pernas bambearam e sua expressão modificou-se um tanto, seguido de pouco tempo retornando ao normal. Tudo até então estava uma real maravilha, no entanto sentia que apesar de ali estarmos, algo ainda estava por vir e para Del igualmente, tal qual me surpresou.

Del:“Queira se levantar e sair do veículo, por favor.”  – com severidade.

Ao início não entendi muito bem, levantei-me e repentinamente Del virou-me contra o carro, pôs minhas mãos para trás e me algemou com instrumento que nem sei de onde tirara e nem estava preocupada em descobrir. Dedicado ao ofício, meu delicioso policial iniciou uma revista minuciosa por meu corpo a fim de averiguar se eu, por ventura não estava sendo uma garota má.

Senti suas mãos descerem por minhas pernas por trás, levemente subindo via tornozelos, panturrilhas, fixando minhas coxas e nádegas firmemente com as mãos, estando ele a poucos centímetros de distância em relação a mim. Logo perguntou se por acaso eu não estaria transportando algo ilegal em no carro ou teria ingerido bebida alcoólica, aos poucos entrei na personagem em questão agindo da melhor forma possível como uma motorista devidamente ousada e abusiva da arte carnal. Notei então as mãos de Del singelamente adentrando minha saia, abrindo caminho por meus glúteos chegando enfim a meu cuzinho privilegiado pela presença da excelentíssima língua de Del que o averiguou por instantes. Suas mãos agarravam minha pele com força e, de charme, empinei a cintura dando uma ocasional rebolada atiçando ainda mais Del.

Posteriormente, Del retomou o personagem e percorreu com suas mãos por minhas pernas a cima, passeando por minha bucetinha que se aguava novamente e seus dedos abusados dedilhavam-me o reto já brevemente lubrificado por sua saliva. Pude sentir seu dedo médio violando-me o cu instigando Del com baixos gemidos. A revista persistiu percorrendo cada centímetro por baixo de minha blusa para obter qualquer prova, segurando firmemente os seios, dizendo-me ao pé da orelha que eu precisava de um corretivo.

Em questão de segundos, encontrei-me imóvel de corpo e alma sentindo somente Del desbravar-me penetrando determinado por trás, segurando-me pelos cabelos enrolados em suas mãos, fazendo minha cabeça curvar para trás, meu tronco curva-se junto, empinando formidável para que Del metesse forte a pica em mim. O ritmo de entocadas aumentava e em conjunto a altura e grau de meus gemidos que começaram a ser mais perceptíveis, fazendo com que Del os abafasse tapando-me a boca.

Aproveitando ao máximo a oportunidade para caso o destino não nos reservasse outra transa épica como tal, Del pegou uns retalhos de minha calcinha e improvisou numa espécie de venda em meus olhos para que fosse receptora passiva e surpreendida com o que se sucederia, o que de fato ocorreu.

Del novamente me conduziu ao que deduzi ser o capô do carro onde fui posta defronte a este, vendada e algemada. Pude o sentirele enfiando com força seu pau em minha xana que já latejava de tanto tesão. Meu ditoso policial acelerou ao máximo o ritmos das entocadas em conjunto mexia em meus cabelos deixando-me na sensação única de ter atenção total ao meu tato em contato com o de Del. Não resisti em gozar novamente, notando piamente o choque entre o quadril dele e minha bundinha, e Del para fechar com chave de ouro maltratou-me um tanto dando tapas em minha nádegas, causando-me uma dor suportável e prazerosa.

Certo momento Del deu-me uns poucos instantes de descanso, aproveitando para tomar fôlego, imaginava que possivelmente ele deveria estar fitando-me e/ou comendo-me com os olhos. Os cabelos caiam ao rosto, despenteados, roupa desajeitada, mal conseguia pronunciar uma palavra sequer, realmente sem importância alguma enquanto aos poucos me recompunha para o segundo round.

Fui guiada por Del que me guiava segurando meus cabelos, abriu a porta do carro e me conduziu ao seu interior, posicionando-me de joelhos ao banco e rosto apoiado a uma almofada que ali havia. Pude apreciar novamente Del tocando-me o cu com sua língua ímpar, lubrificando ao máximo para introduzir seu membro, o qual já imaginava enquanto curtia ao extremo cada segundo em sua ilustre presença.

Ele arrumou a posição ideal na beirada do banco com quadril empinado e voltado para o teto do carro. O próprio igualmente incorporou a posição exata tendo como apoio um dos pés na soleira da porta e o outro naturalmente no chão, agarrou-me pela cintura e vagarosamente iniciou a penetração anal ainda apertadinho, causando de início incomodo notável por um urro de tesão que liberei por instinto. Imobilizada devido as algemas, não tinha opções de eu própria influenciar naquele instante, contudo pedia de vez enquanto para que Del fosse pouco mais devagar, o qual prontamente atendia meu pedido.

Aos poucos já acostumava-me com a presença de little Del, pelo qual o dono deste iniciou vais e vens mais ágeis sentindo de leve os tapas de Del em minha bunda, ao mesmo sentia sua pica ser engolida por meu cuzinho. Logo sentia durante a penetração o saco de Del encontrando-se a minha bucetinha repetidas vezes, trazendo-me alto crescimento no tesão que sentia.

Dentre as várias entocadas, cabei por desequilibrar do banco de acordo com o fato de não ter onde segurar, terminando deitada de bruços neste, cortando a conexão com a pica de Del. Novamente pus-me na função de recuperar o fôlego, sendo por seguinte liberta das algemas por meu policial, retirando dos olhos eu própria a venda. Virei-me ao encontro de Del que somente me observava. Rapaz deliciosamente mau!

Convidei-o a acompanhar-me ao interior do carro, onde um ao lado do outro tratamos de nos despir e, por seguinte, colocando-me sentada em cima de Del, beijei-o os lábios, descendo por pescoço e ombros, sentindo igualmente suas mãos explorando meu corpo. Quando uma brecha aberta foi, Del pôs seu cacete na porta do meu cuzinho novamente, talvez aceitando já a opção da recusa, a qual tirei de questão, descendo lentamente sobre a pica, liberando um gemido e outro em meio a nossos calorosos beijos intensos e sem paradas.

Mantivemo-nos por produtivo tempo naquela transa divina e inesquecível, fazendo eu questão de cavalgar e rebolar jeitosamente no mastro de Del, que por sua vez agarrava-me a cintura, chupando e mordiscando meus seios, ao mesmo eu acabava por arranhar suas costas, No ápice, agilizei a cavalada resultando num gozo no qual tive que agarrar Del num abraço para me manter firme interrompendo os movimentos temporariamente. Não diferente acontecia com Del que moveu o quadril, socando-me e em seguida liberando sua surpresinha quente em meu interior.

Continuamos em mesma posição por minutos seguintes até seu membro sair flácido de dentro de mim, seguindo da porra de Del passeando por minhas coxas. Outros minutos foram dedicados a nos recompor, usando quase toda caixinha de lenços de papel, pois infelizmente não tinha como eu aceitar o maravilhoso convite de passar a noite na casa de Del.

O próprio levou-me até onde pedi e durante o percurso conversamos de tudo um pouco, sem deixar de fora a vossa reação, caros leitores, ao saber dos detalhes de nosso encontro magnífico. Dei-lhe por fim um beijo e lhe agradeci pela aventura erótica fantástica que me proporcionara, recebendo em contraponto a mesma declaração.

Ocasiões assim memoráveis são, tais quais seria impossível esquecer e não com tais sonhar ao decorrer das noites que se seguiram, lembrando, sentindo, revivendo mentalmente cada segundo de nosso encontro.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade

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