#46

Deliciando-me com a fabulosa Gats

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Meu estimado leitor, tenho um enorme prazer (literalmente) em apresentar a personagem principal desde conto: uma deliciosa mocinha de 18 anos, com sedutores cabelos castanhos, ligeiramente ondulados, além de 59 kg perfeitamente distribuídos em 1.63 m de altura. Legítima magrinha, seus seios e nádegas são de tamanho suficiente para o deleite deste que vos escreve, além de possuírem um formado moldado pelos deuses, sendo os peitinhos apontando decididos para o céu, firmes como frutas ao amadurece. E a bundinha? Ah meu amigo, cada banda abriga-se perfeitamente em minhas mãos, e nem o melhor escultor conseguiria reproduzir com exatidão o formato desta delícia.

Ainda não deu para descobrir quem é? Digo então seu nome (fictício): Carla. Mas ela também aceita ser chamada de Gats, e costuma nos levar ao delírio com seus deliciosos contos aqui no texton. Eu, como não aguento ficar só no campo da imaginação, não pude descansar até chegar a um denominador comum entre eu e Gats, e aqui venho relatar-lhes como ocorreu nosso delicioso encontro.

Dos e-mails para os telefonemas foi um pulo, e depois de muitas incompatibilidades de agenda conseguimos marcar um encontro, em um movimentado shopping aqui da cidade maravilhosa. Não pude ocultar o nervosismo ao ver aquela pequena delícia caminhando na minha direção, eu realmente sou um cara de sorte. Nossos olhares se cruzaram decididos, e a química que existia entre nós fez arder o fogo no meu corpo, apesar de minhas mãos geladas que usei para segurar Gats pela cintura enquanto eu lhe beijava. Não havia motivo para perder tempo com troca de palavras ou qualquer enrolação, tesão é tesão, e aproximar aquela mocinha do meu corpo fez o little Del despertar de imediato, bem como creio ter despertado sensações similares em Gats, a julgar pelo arrepio de seus braços.

Minha pequena musa dos contos eróticos logo estava plenamente envolvida pelo meu corpo, e o lugar mais perto aonde poderíamos manter o ímpeto de nossos beijos sem atrair a atenção dos seguranças era em um corredor mais vazio, que dava acesso a uma área restrita a funcionários do shopping. Coloquei Gats contra a parede e deleitei-me ao percorrer o interior de sua blusa com as mãos, sentir sua pele macia e quente, seguir trilhando caminho pela cintura, desbravando suas costas e chegando ao soutien, sentindo o suspiro profundo da mocinha quando minha mão tomava seus seios de assalto.

A outra mão era mais ousada, e buscava a porção interior daquele corpo delicado, pressionando-lhe um lado das nádegas com facilidade, obtendo como resposta um beijo mais intenso, e um breve gemido bem suave da minha doce companheira. Ah leitor, como desejei esta mulher em meus braços, sentindo seu delicioso perfume dominar-me as narinas e o tenro toque de seus lábios a me inebriar. As mãos dela aproveitavam-se do meu corpo em iguais proporções, adentrando minha camisa, tocando-me os músculos e arranhando-me discretamente, dando uma visão plena do quão deliciosos seriam os momentos que se seguiriam.

No ápice da loucura possível para um ambiente público, virei a pequena de frente para a parede. Em seguida segurei seus cabelos com uma mão, levantando-os e obtendo pleno acesso à nuca, aonde desferi beijos por toda a extensão do local, com a outra mão segurando firme sua cintura. Gats se empinou, arrepiou-se mais e gemeu baixinho, dizendo que estava louca, e dizendo que estava louca, e liberando meu acesso à zona proibida: o interior de sua saia.

Com o corpo bem colado ao dela para ocultar meus movimentos, deslizei a mão sobre sua saia, sentindo o contorno da pequena calcinha sob o tecido de malha fria, desci até sentir a pele macia de sua coxa e toquei gentilmente a quente área entre suas pernas. Gats virava o rosto para me beijar, mas eu lhe provocava fugindo de sua boca, dando meus lábios apenas à pele cheirosa de seu pescoço. A moça estava totalmente arrepiada, e eu pude sentir sua respiração ficar mais ofegante no momento em que meus intrépidos dedos tocaram-lhe a intimidade sobre a calcinha, que por sua vez já se encontrava deliciosamente úmida e quente.

Se eu pudesse me ajoelharia ali perante àquela delícia, e teria o prazer em lhe explorar profundamente com a língua, mas estávamos em um lugar público, e Gats me lembrou isso entre um gemido e outro. Sem problemas, a virei de frente novamente e voltei a pressionar meu corpo contra o dela, deixar-lhe restrita ao espaço entre minha virilidade e a parede, enquanto eu a segurava pelo queixo e voltava a sentir o doce sabor de sua boca soberba. Nesse momento deixei que Gats sentisse a envergadura de meu prazer, deixando claro que não podíamos mais ficar ali, e precisávamos de um lugar mais reservado.

Tiramos alguns instantes para respirar e nos recompor, e enquanto a mocinha ajeitava sua roupa, pude observar quão linda era aquela face ruborizada envolta por seus belos cabelos ondulados. Gats era definitivamente uma obra de arte com vida própria, algo que nem o mais renomado artesão poderia igualar. A deixa para sair dali veio com um sorriso, e uma pergunta, entonada com voz doce:

Gats: “Aonde vamos?” – ela me perguntou, com um ar inocente e mordendo o lábio inferior com jeito de menina sapeca.

Del: “Ao nirvana.”

Respondi e ofereci a mão. Gats segurou, e caminhamos juntos até meu carro, aonde fiz questão de abrir a porta para que a mocinha entrasse e me inebriasse com a plena visão de suas coxas. O estacionamento estava movimentado demais para qualquer investida em público, o que me fez ocupar imediatamente o interior do carro e iniciar uma sequência de beijos calorosos em minha parceira. Segurei Gats pela nuca e deixei a outra mão seguir decidida do joelho até a calcinha, aonde fiz pressão e obtive duas respostas da moça: um suspiro profundo e um tapa em minha mão abusada.

Fingi não ter sentido o tapa, mas mudei a rota de minhas mãos, que agora subiam por baixo da blusa, tocando seu umbigo, caminhando através da barriga de pele suave e chegando ao soutien, que abrigava seus deliciosos seios por dentro de sua vestimenta justinha. Aproximei mais a mocinha de mim, caminhando por suas costas com os dedos até a presilha do soutien, que soltei sem dificuldade, fazendo Gats elogiar minha habilidade. Fiz então o caminho de volta e logo estava deslizando seu soutien para baixo por dentro da blusa, deixando seus belos seios empinados livres para a felicidade.

Primeiro abriguei um dos seios em minha mão, sentindo sua firmeza e o seu calor, e com o dedo, tracei um círculo imaginário ao redor de seu mamilo, que já se encontrava deliciosamente hirto. Só parei de beijar Gats ao levantar sua blusa, abrir bem sua jaqueta para os lados e deixar seu par de belos seios à mostra. Não sei o que era mais lindo, fiquei em dúvida se olhava para o belo rosto com as bochechas coradas da musa Gats, ou se fitava aqueles seios deliciosamente empinados e convidativos.

Para por fim à dúvida, mergulhei de encontro ao paraíso, segurando um dos seios enquanto degustava o outro com minha língua, rodeando o mamilo, chupando e mordiscando de leve. Leitor, poucas coisas se comparam à sensação de ter os seios de uma doce ninfeta em sua boca. Gats segurava minha cabeça, gemia e levantava minha blusa, passando os dedos por minhas costas como se estivesse com receio de me arranhar. “Pode arranhar”, eu lhe disse, e a delicinha não tardou em passar suas unhas por uma longa extensão de meu dorso, ao mesmo tempo em que se entregava ao prazer de ter os peitinhos chupados por minha boca voraz.

Gats então me empurrou, se posicionou no banco virada para mim, e foi rápida ao abrir meu zíper, fazendo minha trosoba pulsante saltar de seu cativeiro. Antes de apreciar o little Del, a delícia beijou-me no canto da boca, após abusar de mim com um olhar sexy arrebatador, mordendo os lábios como menina sapeca prestes a fazer arte. Em seguida pude observar a delícia abrigando minha virilidade em sua mão, beijando-o delicadamente e sorrindo pra mim, em retribuição à expressão de cafajeste que lhe destinei.

Sentir o toque macio dos lábios e língua de Gats em meu membro era tão delicioso quanto ver aquela cena. A delícia degustava-me a pica com graciosidade, lentamente percorrendo-o com a língua e em seguida aconchegando-o no interior de sua boca. Pude perceber que a mocinha se deliciava com o ato, fruto do desejo que nutrimos um pelo outro enquanto esperávamos por esse momento. Enquanto ela se divertia com minha trosoba em sua boca, segui com as mãos até sua bundinha firme e deliciosa, levantando-lhe a saia e buscando o calor de sua intimidade, tocando a calcinha totalmente encharcada, fazendo uma leve pressão e amplificando o tesão de minha parceira.

Gats se posicionou no banco de forma a facilitar meu acesso ao seu sexo, e eu imediatamente afastei sua calcinha para o lado e dedilhei seu clitóris brevemente, antes de introduzir um dedo em sua deliciosa bucetinha, revestir meu dedo com seu néctar antes de trazê-lo de encontro à minha língua, enfim sentindo o doce sabor que a moça guardava em seu interior. Voltei a masturbar a intimidade de Gats enquanto ela aumentava o ritmo de seu fantástico boquete, tirando o mastro de sua boca apenas para gemer conforme eu lhe massageava o grelo com mais intensidade.

Definitivamente não tinha mais como manter o desejo por Gats guardado. Ali não tinha o espaço que necessitávamos para uma transa à altura de nosso desejo, mas eu precisava sentir meu membro entrando lentamente naquela bucetinha tão quente quanto apertada. Puxei Gats pelos cabelos e trouxe seu ouvido à altura de minha boca, e lhe disse que queria comê-la imediatamente, vorazmente, tornar inesquecível para ela a sensação de receber o little Del em seu interior. Mas, para me provocar, Gats respondeu que seu tesão era grande demais para aquele local, apesar de eu perceber em seus olhos que seu desejo real era ser possuída ali mesmo.

Mas sem problemas, saímos do estacionamento e eu dirigi até um lugar especial. Motel ou o meu apartamento seriam locais muito comuns para devorar uma mulher única como Gats, então resolvi ousar, e fomos até um mirante próximo, local movimentado durante o dia e em noites de verão, mas em noites de inverno apenas casais fogosos subiriam aquela ladeira, e com a mais safada das intenções. Felizmente o mirante estava vazio, então paramos o carro e nos deleitamos com a bela vista privilegiada do Rio de Janeiro, que serviria de cenário para o nosso ato de volúpia extrema.

A ideia era não perder tempo, pois a qualquer momento alguém poderia frustrar nossa diversão, então peguei Gats pela cintura, a posicionei apoiada de frente para a lateral do carro e pus-me a lhe beijar o pescoço de forma intensa. Levantei sua saia e deixei que ela sentisse meu membro quente entre suas nádegas, cavando ainda mais a calcinha no interior daquele monte dos prazeres. Passei a mão com firmeza por seu corpo, cravando os dedos em sua bunda quando a encontrava, ou pegando forte em seus seios quando eu lhe invadia o interior da blusa. Gats virou-se de frente pra mim e me beijou com vontade, me surpreendendo ao se pendurar em meu pescoço e me abraçar com as pernas, deixando apenas sua calcinha servindo de barreira entre nossos sexos.

Aproveitei a posição que estávamos e deitei a mocinha sobre o capô do carro, fazendo-a imaginar o que viria em seguida enquanto eu descia beijando seu pescoço, mordiscando os seios por cima da blusa, lambendo seu umbigo e enfim chegando ao local que eu mais queria encontrar. Lambi a bucetinha de Gats por cima da calcinha, sentindo como seu mel já molhava o tecido, e então afastei a barreira para o lado e finalmente tive o néctar daquela flor caliente a escorrer pela minha língua até minha garganta. Segurando Gats pelas coxas, deixando-a em um belo frango assado, visitei seu grelo e seu pequeno orifício com minha boca, fazendo-a estremecer depois de alguns instantes, um orgasmo intenso e belo, algo delicioso de se ver, ouvir e sentir.

Mas eu ainda não me encontrava satisfeito, o sabor da intimidade de Gats em minha língua era deveras agradável, então voltei ao meu trabalho com a língua, sentindo a moça irrigar-se novamente aos poucos, totalmente enlouquecida com minha habilidade em lhe levar ao delírio. Não demoraria para um novo orgasmo chegar, mais intenso e ardente que o anterior, mas preferi inovar. Quando as contrações de Gats se tornaram mais intensas, levantei-me e puxei a moça mais para a beirada do capô. Em um golpe rápido (e correndo o risco de ser repreendido), transformei sua calcinha em retalhos, e sem perder muito mais tempo, aproveitei a lubrificação intensa daquela delícia para introduzir minha trosoba em sua intimidade de uma vez. Foi uma penetração lenta porém firme, e após colocar meu boneco na mira da felicidade, segurei a pequena Gats pela cintura até sentir meu quadril tocar o seu.

Não precisei dar mais do que duas ou três estocadas vorazes na menina para sentir sua bucetinha morder meu mastro com vontade e, por sinal, aquela era uma fantástica intimidade: apertada e fervilhante, transbordando em fluidos da felicidade, envolvendo minha virilidade como se não quisesse jamais deixá-lo sair. Mais delicioso do que estar dentro de Gats era ver em seu rosto o reflexo de seu prazer intenso, denunciando outro gozo, que lhe fazia cravar suavemente as unhas em minhas mãos, que pousavam em seu quadril para apoiar-lhe durante nosso início de trepada.

Eu poderia continuar socando a trosoba fumegante no interior de Gats a noite inteira, mas ver aquela boquinha me fazia imaginar como seria um boquete de tal menina. Para que imaginar quando se pode ter? Tirei o membro de dentro daquela deliciosa buceta e peguei Gats pela nuca, segurando-lhe o cabelo e trazendo seu rosto em direção ao meu, sem dizer nada. Primeiro dei-lhe um beijo na boca, mas em seguida conduzi seu corpo em direção ao little Del, e rapidamente ela visualizou as cenas dos próximos capítulos. Gats se acocorou diante do meu pau, pegou-o com uma das mãos e imediatamente abocanhou com vontade, fazendo desaparecer dentro de sua boca macia metade da minha envergadura. Que absurdo!

Gats se movia tão majestosamente que eu nem devia estar segurando seus cabelos durante o ato, mas algo naquele belo rostinho despertava um espírito selvagem em mim, o que me fazia pegar a mocinha pelos cabelos e amplificar a intensidade do boquete, respeitando seus limites conforme ela avisava. A posição não estava ruim, mas podia melhorar, então abri a porta do carona, conduzindo Gats a sentar-se no banco e retomar a chupada. Dessa vez deixei que ela fizesse tudo por si só, enquanto eu apenas me apoiava na porta e no teto, me entregando aos prazeres daquele boquete delicioso enquanto urrava feito um louco. Que boca incrível era aquela, e a menina dominava com perfeição a arte do felatio, não demorando para me fazer chegar ao ápice do prazer, derramando minha porra fervilhante na língua de Gats, uma gozada tão extrema que chegou a bambear-me as pernas.

Depois da minha gozada, a mocinha ficou observando minha respiração ofegante, sentindo-se satisfeita por me dar prazer tão extremo, e aquela combinação da foda incrível com o lugar proibido era algo de outro mundo. Mas não podia acabar por ali, embora a probabilidade de alguém aparecer crescia exponencialmente à medida que demorávamos no local. Eu queria mais de Gats, queria ter minha trosoba em seu interior de todas as formas possíveis, e vê-la ali com sua carinha de safada, aguardando meu próximo passo, me levou a uma reação louca.

Del: “Queira se levantar e sair do veículo, por favor.” – falei com voz firme, em tom de comando.

Gats se levantou, primeiro sem entender direito o que acontecia, mas logo que a virei de encontro ao carro, puxei suas mãos para trás e algemei seus delicados braços, ela percebeu o que aconteceria dali para frente. Como um bom policial, meu dever é ser preciso na abordagem, sem deixar escapar nenhum detalhe que possa deixar em liberdade um cidadão infrator. E uma parte importante da abordagem é a revista. Coloquei Gats de encontro ao carro, com os seios apoiados na carroceria, afastei suas pernas e iniciei a revista.

Me abaixei por trás da moça algemada e passei as mãos pelas suas pernas, subindo pelos tornozelos e panturrilhas até chegar às coxas, que apertei vigorosamente, tendo sua bundinha a poucos centímetros de meu rosto. Em seguida subi, perguntando se a mocinha havia bebido ou estava escondendo algo ilegal em seu veículo, e Gats entrou na personagem, colaborando com minha abordagem da mesma forma que algumas motoristas mais assanhadas costumam fazer na vida real. Duro é que ver aquela linda bundinha empinada tão próxima de meu rosto foi algo que dominou todos os meus instintos, e fui obrigado a levantar sua saia, abrir as nádegas e dedicar alguns instantes ao toque daquele cuzinho com minha língua. Gats se empinou e ensaiou uma rebolada enquanto eu lhe visitava o ânus com a ponta da língua, e eu apertava sua pele com força enquanto perdia-me com o rosto em sua bundinha.

Mas logo voltei ao personagem, e mantendo Gats na posição, subi com as mãos entre suas pernas, toquei com os dedos o exterior de sua bucetinha, que já se irrigara novamente, e fiz questão de dedilhar seu cuzinho lubrificado com minha saliva. Meu dedo foi vorazmente mordido por aquele delicioso cuzinho, e enfiei apenas a metade do dedo médio, ouvindo como resposta à investida um gemido baixinho e suave de Gats. Em seguida continuei com a abordagem, revistando agora o interior da blusa da mocinha, até finalmente me posicionar atrás dela e segurar seus peitinhos em minhas mãos, com firmeza, aproximando meu rosto de sua nuca e dizendo no pé do seu ouvido que ela precisaria levar um “corretivo”.

Gats nem teve tempo de responder qualquer coisa, meu mastro a esse momento já estava debaixo de sua saia, visitando sua bucetinha encharcada por trás. Delicadamente conduzi o membro para a porta da felicidade, entrando decidido para dentro de Gats com minha virilidade. Segurei no cabelo da mocinha puxando sua cabeça para trás, e passei a enfiar meu pau com vontade nela, que curvava o tronco e empinava a bunda para receber a invasão de minha trosoba. Gats gemia alto conforme eu lhe fodia a buceta sem dó, e fui obrigado a tapar sua boca com a outra mão, transformando seus gemidos em discretos sons abafados.

Poucas vezes na vida tive o prazer de violar uma mulher tão deliciosa quanto Gats, e tudo o que eu queria era fodê-la loucamente, de forma a não haver arrependimento caso nossas vidas não se cruzassem novamente. O nosso ritmo de sexo delicioso era incrível, mas podia melhorar. Os restos da calcinha rasgada ainda estavam à vista, então peguei e improvisei uma espécie de venda para tapar os olhos de Gats, deixando-a privada de um sentido para que os outros pudessem ser estimulados.

Com a moça devidamente vendada e já algemada, coloquei-a sobre o capô novamente, agora com o tronco voltado para baixo e a bundinha devidamente empinada. Enterrei meu mastro em sua bucetinha com força, fazendo sumir toda minha envergadura dentro dela, obtendo um gemido alto de Gats em resposta. Novamente enrolei seus cabelos em meus dedos e passei a meter com força extrema, deixando a moça delirar com os ruídos, cheiros e sensações de nossa foda. O impacto vigoroso de meu quadril contra a bundinha dela já lhe maltratava bastante, mas fiz questão de estapear os dois lados de suas lindas nádegas, deixando-a vermelha e marcada com minhas digitais. No começo eu tentei contar, mas àquele momento eu já havia perdido as contas de quantos orgasmos minha doce parceira já havia tido.

Em um determinado momento tirei meu pau e me afastei, mandando Gats continuar em sua posição. Era delicioso observar aquela linda mocinha com a bundinha vermelha e empinada, a roupa bagunçada, os cabelos despenteados e uma respiração ofegante combinada a gemidos curtos e cadenciados, fruto do prazer extremo ao qual minha delicinha estava sendo submetida. E eu ainda queria mais de Gats, queria conhecer mais um pouco de sua doce intimidade, e meu mastro pulsava ansioso por visitar o interior daquele cuzinho.

Puxei Gats pelos cabelos, abri a porta traseira do carro e a coloquei de joelhos sobre o assento, com o rosto apoiado em uma almofada estratégica que carrego no banco traseiro. Aquele rabinho apontado para o céu era uma pintura, uma imagem impossível de se esquecer em menos de mil anos. Imediatamente mergulhei com o rosto em sua bunda, lambendo e chupando exclusivamente seu cuzinho, lubrificando-o e preparando-o para a vigorosa inserção de meu caralho em seu interior. Como eu não queria ser malvado com Gats nem queria correr o risco da foda anal não funcionar, besuntei o mastro com bastante lubrificante, deixando o boneco lustroso, pronto para a ação.

Posicionei a mocinha bem na beirada do banco, com o rabinho devidamente empinado. Em seguida posicionei um pé na soleira da porta, outro pé fora do carro, segurei Gats pela cintura, mirei o boneco na porta e entrei lentamente, sentindo minha trosoba fumegante violar aos poucos cada prega daquele cuzinho tão apertado. Que delícia era foder o cuzinho de Gats, e que delícia ainda mais extrema era ouvir seu urro de tesão. Algemada ela não tinha como cravar as unhas em mim ou me bater para conter meu ímpeto, mas eu respeitava seus pedidos para ir mais lentamente na inserção. Com meio caralho dentro Gats já gritava e pedia para não entrar mais, sem problemas, enfiei lentamente para deixá-la acostumada à minha grossa virilidade em seu interior.

Logo ela já se mostrava mais à vontade com o invasor, e eu passei a meter mais rápido, estapeando sua bundinha devagar e enlouquecendo com a sensação de ter o pau esmagado por aquele rabinho. O prazer viajava no meu corpo com velocidade extrema, fazendo de minha pica o centro de todos os estímulos. A foda fluia tão bem que logo meu pau já sumia quase inteiro no cu da moça, e uma nova sensação do meu saco chocando-se contra sua buceta se juntava à ópera, quadruplicando todo o prazer envolvido.

Gats logo chegou a uma explosão de prazer que lhe desequilibrou, fazendo-a deitar de bruços no banco e fugindo do meu caralho. Ah leitor, como era lindo aquele rabinho pós-violação, como era espetacular ver Gats deliciosamente entregue ao prazer brutal de nossa foda. Meu mastro estava esfolado, mas ostentava uma ereção sem igual, sinal de que ele queria mais e mais daquela bundinha lhe engolindo. Soltei as algemas de Gats, que tirou as vendas, se virou e olhou em meus olhos dizendo que eu era incrível. Na verdade incrível era ela, eu não passava de um coadjuvante naquela foda de proporções épicas.

Mediante convite da moça, entrei no carro e me acomodei confortável no banco traseiro. Gats, que estava ao meu lado, logo se livrou de todas as peças de roupa que restavam e se posicionou majestosamente sobre o meu colo, beijando minha boca de forma voraz, em seguida beijando-me o pescoço e os ombros, enquanto minhas mãos percorriam seu corpo suave e sua pele macia. Quando tive chance peguei meu pau e coloquei de novo na direção do cuzinho de Gats, que ainda se encontrava lubrificado. Preparei-me para uma recusa, que não ocorreu, pois a moça fez questão de descer sobre meu cacete, engolindo-o com vontade e soltando um intenso gemido sem sequer parar de me beijar.

O que se seguiu dali para a frente foi uma das melhores fodas de toda a minha vida, com Gats sentando e rebolando com o cuzinho no little Del, ao mesmo tempo em que me beijava a boca e me arranhava os ombros, as costas e o peitoral. Eu retribuía apertando com força sua cintura, alternando com mordidas leves e chupadas em seus seios. A delícia então aumentou o ritmo da cavalgada e passou a sentar com velocidade extrema, até que me abraçou forte e mergulhou em um orgasmo vigoroso, tremendo e gemendo em meu colo, sem mexer o quadril. Como minha explosão de gozo estava bem próxima, movi o quadril e soquei o pau dentro do rabinho dela até gozar, derramando cada gota de porra vulcânica no rabo fabuloso de Gats.

Ficamos naquela posição por longos instantes, até meu pau já mole sair do interior de Gats, e em seguida pude sentir meu leite saindo daquele cuzinho incrível. Usamos quase toda a caixa de lenços de papel para nos recompor, afinal Gats não tinha como aceitar meu convite de passar a noite em minha casa, o que era uma pena.

Enquanto dirigi levando-a até o lugar que ela pediu para ficar, conversamos bastante sobre tudo, inclusive sobre como seria a reação de nossos leitores a esse delicioso encontro, que não poderia resultar em outra coisa que não fosse um conto de altíssimo nível. E antes de descer do carro, Gats me beijou por um longo momento, agradecendo por ter dado um prazer tão intenso a ela. Eu que devia agradecer por tudo, especialmente por deixar seu perfume natural eternamente guardado em minhas lembranças.

Ah leitor, eu não poderia deixar de relatar que, assim que cheguei em casa e fui me livrar das provas do crime que se espalhavam no interior do carro, encontrei os restos da calcinha de Gats, um singelo souvenir da viagem sexual que eu havia retornado.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade. Leia também meus contos eróticos exclusivos para o Texton. Para ler este mesmo conto sob o ponto de vista da fascinante Gats, clique aqui.
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