#47 (Gats)

De quatro, porque sim!

Provas no curso geralmente deixam muita gente nervosa e algumas optam pelo antigo método de reunir-se com os amigos em algum local, seja lá qual for, e em muitas dessas “saídas para estudar” ocorrem aventuras memoráveis.

O local em questão de uma dessas aventuras é a casa de Wellington, um rapaz com cerca de um metro e oitenta de altura, ombros largos devido a prática de judô, olhos amarelados como os de um gato, cabelos castanhos médios e uma leve sombra de barba de charme.

Combinados no domingo, juntei-me a Miranda e Luan e fomos em direção a casa de Wellington, a qual por sinal, eu própria não fazia a mínima ideia de onde se localizava. Assim que cheguei, notei que se tratava de uma residência de classe média, bem conservada apesar da estrutura aparentar antiga, com longos muros em cor cinza e portões pretos. O morador veio nos elucidar com um sorridente bom dia.

A casa em si não era tão grande: dois quartos, sala, cozinha, banheiro e uma pequena área de serviço. Reunidos em torno da mesa, tirando dúvidas após cerca de meia hora somente conversando, o tema sim foi discutido e não custou muito para o casalzinho de muito fogo que há bastante tempo estava entre amassos deixar-nos a sós e ir para um lugar mais reservado, um hotelzinho pelo qual tínhamos passado durante o percurso.

O assunto não muito prosseguiu, o calor aumentou e observei atentamente enquanto Wellington retirava a blusa e deixava o peitoral exposto, definido e corado pelo sol. Sentado ao meu lado, senti sua respiração em meu pescoço quando se aproximou pouco mais, um tanto ofegante de ansiedade, digamos assim, sua mão deslizou lentamente por minha coxa, chegando finalmente em minha virilha e fazendo leve pressão contra o tecido da calça jeans, quando me retirei para o toalete.

Logo que sai, fui surpreendida por Wellington, puxando-me para o lado e pressionando contra a parede.

Ele: “Se acalmou?!”

Eu: “Sim, mesmo não estando nervosa ou com raiva”.

Um leve sorriso brotou em seus lábios. Senti seu perfume invadir-me e deixar um tanto tonta. A mão esquerda me segurava pela cintura, enquanto a outra lentamente subiu por baixo da camisa e arrancou num só golpe meu sutiã.

Os lábios dele discorriam leves beijos por meu pescoço, abrindo aos poucos os dois botões de minha calça e a retirando, ágil. Afastou-se um pouco, passou a língua no lábio inferior, percebendo eu o quão comia-me com os olhos.

Só de calcinha já, segui para a sala, como o próprio sugeria ao mexer de cabeça. Tirando os materiais da mesa, subi e sentada fiquei. Não custaram dois segundos para que a boca de Wellington consultasse fortemente meus seios com longas chupadas e pressão, fazendo-me soltar leves gemidos.

Colocou-me de quatro depois e deferiu dois leves beijos em cada nádega, descendo sua língua áspera, quente e versátil por meu cuzinho chegando, enfim, a minha bucetinha que começava a umedecer com as cenas que possivelmente se sucederiam.

Assim que me sentei novamente, Wellington já tirava sua bermuda e era ligeiramente notável seu membro rígido pela cueca box de cor preta. Desci então com uma de suas mãos apertando fatoradamente cada seio, posta de joelhos, retirei seu pau pulsante e bem quente, de glande rosada e grande, médio em largura e comprimento, lambendo com a pontinha da língua o início, descendo até o talo e tomando em minha boca numa só vez quase por completo, vagarosamente num entra e sai. Com uma pequena pausa para chupar suas bolas e retornando com mais veracidade o boquete intenso, não muito duradouro.

Pedindo para que eu ficasse de pé, prontamente atendi. Apoiada eu em uma das cadeiras, já Wellington levantou uma de minhas pernas um pouco e com a outra mão prestou-se a masturbar-me calmamente, tomando leves gemidos de tesão simultaneamente minha xana ficava encharcada.

Repentinamente, segurou-me pela cintura e pressionando contra a parede não muito longe de onde estávamos, posicionou sua pica e invadiu minha bucetinha, a qual não tardou em engoli-la na primeira entocada.

Um ritmo intenso de primeira, segurava-me com uma das mãos em Wellington, enquanto com a outra segurava a perna para ele me foder mais. A posição não era uma das melhores, mesmo assim estava uma delícia.

Subitamente, Wellington parou, puxou-me para si num beijo o qual nem pude retribuir de surpresa, levando-me, em seguida, com sua mão em minha cintura para o último quarto.

Estava impecável como quarto dos melhores hotéis da cidade, antes que o próprio dissesse, pus-me de quatro sobre a cama, rebolando o mais sensual possível, atraindo-o com sucesso e novamente seu pau me invadiu com intensidade, causando inicialmente certo ardor, transformado em seguida em pleno prazer, com a rapidez do bombardeio de Wellington, tal qual eu mesma mal conseguia continuar de quatro sobre a cama.

Com as pernas já pouco bambas, ele se sentou ao meu lado, aproximando-se de mim, abrindo ao máximo minhas pernas, enquanto meu tronco estava deitando, começou, apoiado sobre a perna direita, com a minha esquerda sobre seu ombro, a socar mais lentamente em minha bucetinha, sentindo seu saco bater em minha virilha, e o som de nossos corpos se encontrando a cada movimento.

Não resisti e gozei, e percebendo isso, Wellington começou a massagear meu clitóris enquanto continuava a me penetrar, agora um pouco mais forte, com seu pau que parecia ter aumentado de tamanho dentro de mim nesse intervalo de tempo.

Uma sorrateira gargalhada, não alta nem baixa, proferiu Wellington que soltou minha coxa, já avermelhada com o quão ele apertava, deitou e me puxou para ele, ficando colados e, de ladinho, retomou o impacto, agora mais forte e mantendo o ritmo, demonstrando aos poucos a respiração mais ofegante, igualmente a minha que a instantes anteriores já se encontrava. O calor parecia tornar tudo mais proibido e prazeroso, e aos poucos começávamos a suar, e ao momento que esta quantidade aumentava (o calor), os entra e sai, entra e sai, entra e sai, contínuo e voraz, intensificavam-se.

Durante a mudança de posição, preparando-me para um papai e mamãe, Wellington deu-me uma espécie de “golpe carinhoso”, digamos até divertido, colocando-me ao contrário e sugerindo pelos gestos obscenos que fazia, um 69, o qual foi iniciado ao mesmo momento. Meus leves gemidos eram abafados pela pica dele quase em minha garganta e seu saco tão próximo aos meus olhos.

Terminado este, ao final de bastante durabilidade, incrivelmente excitante, o próprio disse que era a minha vez de escolher a posição, pois certamente, era a última e onde eu mais “sofreria”.

Posicionada de joelhos, passei os dedos em minha xana ligeiramente encharcada e latejante, olhei para ele que apresentava a sobrancelha direita arqueada enquanto batia uma punheta para manter o ritmo.

Ele: “Você acha que aguentará o tranco de quatro?”

Eu: “Mais é claro. É só vir. Sua putinha está louca por pica. Vai dar não?”

Mordi então o lábio inferior e acariciei minha bundinha. Logo veio ele com uma expressão safada, sorriso largo e olhos alegres, como se esperasse o que tinha escutado. Tocou minha bundinha avermelhada pela pressão que fizera anteriormente, dedilhou meu cuzinho e olhou para mim como se tal fosse a sobremesa, posicionou seu pau e adentrou.

Rápido e intensivo, forte e instigante a mais, soberbo e relaxando, aquela penetração era uma mixagem de forte emoções, a qual tinha sensação certas vezes de sentir seu membro quase em meu útero, totalmente indolor e saciando a fome de minha bucetinha, dando mais veracidade a tudo com tamanha lubrificação.  Por segundos despercebidos, minhas mãos tremulavam, perdia eu a postura, já Wellington não parava momento algum nas fortes e famintas entocadas, escutando eu até certos gemidos da parte dele, no entanto eram quase que por completo ocultados pelos meus que chegavam até ficar pouco mais altos que de costume.

Não sendo possível chegar a sobremesa, ele retirou seu cacete no momento exato em que ia gozar, lambuzando com cada jato minha bundinha, acertando um na porta me minha bucetinha e escorrendo devagar por minha perna.

Recompondo-me do ocorrido, retornei o olhar malicioso que ele me deferira durante toda a transa e arqueei a sobrancelha sem apagar o sorriso, ganhando o mesmo em troca. Um dos jatos de gozo tinha atingido seu dedo, o qual fiz questão de lamber vagarosamente, degustando cada gota.

Após um banho de água fria, Wellington me deixou em casa, estando ainda claro o dia, apesar de o relógio apontar dezoito horas e meia. Na semana seguinte, recebi uma mensagem de texto pelo celular a qual dizia: “Prova de química. Vamos combinar para estudar novamente? Aliás, ainda não tive minha sobremesa”.

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