#48

Branquinha Longilínea

A personagem principal deste conto é um pequeno pedaço do paraíso, uma escultural novinha de pele branquíssima, belos cabelos negros até os ombros, rosto belo e enigmático e um corpo deliciosamente moldado em uma forma de 1.82 m de altura e uns 71 kg. Uma legítima falsa magra longilínea, um dos meus tipos preferidos de mulher, com longas pernas e coxas bem torneadas, cintura fina com barriguinha natural, seios pequenos com mamilos deliciosamente saltados e uma bundinha redonda de tamanho ideal para me enlouquecer. Sabe aquele tipo de mulher aonde o umbigo fica bem longe da porta da felicidade? Pois bem, esse tipo mesmo que eu adoro.

OBS: Partes de sexo iniciando-se em negrito.

Quando fui apresentado a essa novinha pela primeira vez, algo em meu interior dizia que eu teria sérios problemas em me envolver com ela. Safadinha, a moça tratou logo de puxar papo comigo naquele churrasco de família, aonde todos estavam bêbados demais para perceber que a novinha deliciosa estava papeando demais com o churrasqueiro. Na ocasião ela trajava uma calça jeans que pouco revelava seus melhores atributos, mas sua altura considerável e seu sorriso fácil me tiravam do sério.

De qualquer forma, ela foi habilidosa em escapar todas as vezes que eu tentava esquentar o papo, deixando claro que tudo funcionaria no tempo dela. E a novinha confirmou seu controle da situação quando, ao se oferecer para me servir uma cerveja direto do freezer, empinou sua bela bundinha na minha direção, fazendo questão de manter a posição enquanto olhava para trás e via minha cara de babão. Depois dessa ocasião, ela me deu liberdade para deixar a safadeza fluir em nossa conversa, mas a hora já era avançada demais para qualquer ousadia.

Nosso segundo encontro se deu no Carnaval, e ela estava deliciosa com uma saia jeans bem curta combinada blusinha branca colada e sem manga. Aquele sorriso estava ainda mais enigmático, mas a novinha ignorou solenemente a minha presença durante as poucas horas que estivemos juntos em uma festinha. Sem paciência para glicose anal, busquei outros horizontes, e a aventura que me envolvi pode ser conferida clicando aqui.

O tempo passou e voltamos a nos encontrar, dessa vez em outra festa, na qual eu voltei a ser o churrasqueiro e ela voltou a se interessar por coisas como temperatura exata do carvão e cortes ideais para Picanha. Trajando um short jeans curtíssimo, que revelava a beleza de suas pernas, bem como uma blusa rosa coladinha, ela tinha tudo o que era suficiente para me fazer queimar qualquer peça de carne. Decidi que não deixaria o rumo da brincadeira ser ditado pela novinha, e abusei das safadezas em seu ouvido que, para a minha alegria, foram prontamente correspondidos.

Sozinhos na cozinha, aproveitei para colar meu corpo ao dela por trás e sentir o aroma de seu perfume direto da fonte, em sua nuca. A novinha se arrepiou e, sem eu sequer tocar no assunto, disse que tinha um certo desejo por fazer sexo em lugares perigosos. Pedi para que ela elaborasse melhor o comentário, e ela empinou a bundinha até tocar meu mastro já semi-acordado, logo antes de dizer “aqui, por exemplo”.

Ah leitor, aquele lugar não era apenas perigoso, era praticamente suicídio. Haviam convidados em excesso naquela festa, e a qualquer momento alguém poderia aparecer naquela cozinha, especialmente a mãe da novinha. Eu refuguei e não dei nenhuma resposta, então ela novamente se empinou, sentindo minha pica ereta e disse que já sabia a minha opinião sobre aquilo. Que novinha safada! Àquela altura minha cabeça menor já tinha tomado as rédeas dos meus instintos, e qualquer atitude que eu tomasse dali para a frente seria tomada com base no fluxo de testosterona em minhas veias.

Na posição que estávamos, eu rapidamente saquei minha trosoba voraz para fora, enfiei os polegares nas laterais do short da novinha, baixando jeans e calcinha com um golpe só, fazendo saltar sua excepcional bundinha branca com marquinha de biquíni fio-dental. Ela se apoiou na pia e empinou a bunda, dizendo que eu era completamente louco. Então fiz jus à minha loucura e botei a piroca entre suas nádegas, fazendo-a gemer e dizer em seguida que meu pau era gigante. Tão nova e tão mentirosa, mas pouco importava, o importante era curtir o momento sarrando meu mastro dentro daquela bundinha, cutucando forte a porta daquele cuzinho, que não poderia ser violado sem lubrificação adequada.

A putaria durou pouco, e quase fomos flagrados por um convidado bêbado que confundiu a porta da cozinha com a porta do banheiro. Ouvindo a chegada do empata-foda, a novinha puxou seu short para cima rapidamente e quase decepou meu boneco. Dolorido e assustado, só tive tempo de me virar de costas para a porta e pensar em tragédia para o mastro amolecer e permitir ser guardado dentro da bermuda.

Quando olhei para trás, a novinha não estava mais lá, e eu resolvi voltar para o meu trabalho na churrasqueira. Não tive nem dois minutos de solidão, pois a branquinha já estava de volta, sorridente e sapeca dizendo que tinha amado aquela brincadeira, e teve que ir até o banheiro se secar. Perguntei se ela se importava em continuar nossa brincadeira no tal banheiro, e diante de sua concordância, mandei que ela seguisse para lá e esperasse por mim. E, assim que a novinha sumiu da minha vista, escalei o gordinho cachaceiro para tomar conta da churrasqueira enquanto eu “tirava uma água do joelho”.

Fui em direção ao banheiro com a pica dura e o sangue fervilhando em meu corpo, sedento de tesão por aquela branquinha. Dei duas batidas na porta conforme combinado e, assim que ela liberou minha entrada, avistei a novinha totalmente desnuda, me obrigando a fazer o mesmo. Livrei-me da camisa enquanto ela desabotoava ansiosa a minha bermuda, fazendo então minha pica saltar rígida diante de seus olhos. Ela parecia espantada com o tamanho e formato do meu pau, dizendo que nunca tinha visto um membro igual ao meu diante dela, só em filmes ou na internet.

Enquanto ela masturbava minha pica de forma animada, pude observar a beleza daquele corpo: belíssimos seios pequenos com mamilos rosados e pontudos, barriga lisinha e natural, sem vestígio de abdominais, além de uma suculenta bucetinha volumosa, com pelos pubianos macios e aparados na medida certa. E sem eu pedir aquela delícia já estava acocorada diante da minha pica, abocanhando-a e se deliciando com a que ela dizia ser “a piroca mais linda do mundo”.

Aqueles lábios pouco carnudos faziam milagre e a língua aveludada da novinha tocava em minha pica com uma suavidade sensacional. É realmente diferenciado um boquete apaixonado, um boquete feito por uma mulher que venera o seu pau. Em uma próxima oportunidade, eu definitivamente deixaria aquela branquinha me chupar por horas a fio, mas ali o tempo era curto, e logo o gordinho cachaceiro começaria a fazer merda na churrasqueira, fazendo com que logo começassem a questionar pela minha ausência.

Puxei gentilmente a novinha pelos cabelos e a virei de costas para mim, colocando-a apoiada na parede com a bundinha empinada, em vista de terminar o que começamos na cozinha. Dedilhei sua buceta e senti que o néctar escorria em abundância, e logo em seguida posicionei sem dificuldades meu mastro na porta da felicidade, torando aquela prexeca por trás, deixando meu pau se abrigar lentamente dentro daquele delicioso túnel apertado e quente. Foi delicioso enfiar todo o meu mastro para dentro da menina e sentir suas pernas estremecerem logo que sentiu minha masculinidade inteira dentro de si. Ela estava gozando apenas por me sentir dentro dela, e entre gemidos ofegantes, ela repetia o mantra “é muito grande, é muito grosso”.

Segurei aqueles belos quadris e soquei meu pau para dentro da novinha em um ritmo intenso porém cadenciado, a pedido dela, arrancando ainda mais gemidos da branquinha, que rebolava e se empinava cada vez que meu pau completava uma ida e volta completa no interior desua bucetinha. Em seguida segurei seu cabelo com uma das mãos e acariciei seus peitinhos incríveis com a outra, enquanto perguntava se ela gostava de ser fodida como uma piranha e a obrigava a dizer que era a “putinha safada do Del”.

Sem tirar o pau de dentro da branquinha, a puxei junto comigo para trás, me sentei no sanitário e deixei que a mocinha sentasse gostoso no meu pau, subindo e descendo com vontade, mastigando meu pau com sua prexequinha apertada enquanto o suor tomava conta de nossos corpos. Ela tinha um jeito todo especial de rebolar com meio mastro dentro dela, e melhor do que assisti-la quicar no meu pau se apoiando nos meus joelhos era segurar seus dois peitos em minhas mãos, lambendo seu pescoço enquanto trazia o corpo dela para junto do meu. O ápice dessa posição foi quando masturbei seu grelinho enquanto ela rebolava com minha pica toda dentro de si, culminando com um orgasmo fantástico que quase me fez gozar junto.

Duro é que não esperávamos que fossem dar falta dela tão rápido, e a mãe dela batia forte na porta do banheiro, chamando a novinha pelo nome com uma voz tão raivosa que ela definitivamente deve ter ouvido os gemidos de sua filha dentro do recinto. E, para piorar a situação, o nervosismo me descontrolou, e eu despejei minha carga de porra vulcânica na buceta da novinha, que se contorceu toda ao sentir meu leite quente dentro de si, mas depois pulou rápido do meu colo, com um olhar assustado tanto por sua mãe batendo na porta quanto pelo fato de eu ter preenchido seu útero com meus intrépidos gametas.

Ela disse para eu me esconder no canto (como se fosse possível) enquanto ela sairia e daria um jeito de tirar a mãe dali. Não vi a menor probabilidade daquilo dar certo, mas resolvi me vestir e me esconder no canto do banheiro minúsculo como se eu fosse parte da decoração local.

Felizmente escapei de ser capado, pois quando a novinha abriu a porta, sua mãe desistiu de vasculhar à procura do calhorda que fazia sua prole gemer como uma cadela no cio, mas a preocupação de ter um Del II no interior daquela novinha ainda persistiria por um bom tempo…

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade. Leia também meus contos eróticos exclusivos para o Texton.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s