#49

Me Levando ao Delírio

Nossa relação não tem frescuras, e como eu mesmo digo, quero que ela me use, quero que ela se delicie com minhas habilidades sexuais e me jogue fora depois. Mas, de fato, ambos sempre saímos totalmente deliciados de nossas aventuras (que podem ser acompanhadas aqui e aqui), e cada sexo nosso deixava um delicioso sabor de “quero mais” em nossas bocas. Como o estimado leitor já sabe, a personagem principal deste conto é uma das minhas preferidas, sem dúvida uma das mulheres mais saborosas que já degustei em toda a minha existência.

OBS: Como é de costume, a parte de sexo se inicia na próxima frase em negrito.

Cheguei ao ponto de encontro adiantado, como de costume, e o combinado dessa vez era seguir para o motel no seu carro, apenas um capricho de minha parte que tenho um sério tesão por mulheres ao volante. Logo ao entrar em seu veículo me deparei com sua deliciosa vestimenta: um vestido longo colado ao corpo, deixando evidentes seus enormes seios e sua bunda fascinante, bem como seus quadris saborosos e suas coxas de altíssimo nível. Ela estava nervosa como da primeira vez, e me praguejou por eu estar vendo-a de óculos. Mal sabe ela quão sexy e misteriosa ela fica com aqueles óculos em sua face.

Seguimos para o motel ao som de “Hoje” da Mc Ludmila, definitivamente um ode à diversão que teríamos dentro de alguns instantes. Achei divertido quando ela questionou o fato de eu achá-la fútil por conta de seu gosto musical, pois definitivamente eu estava longe de julgar qualquer coisa, pois meu senso de percepção havia sido capturado há muito tempo pela visão daqueles belos seios, que me surpreendem desde a primeira vez que a vi.

Logo ao chegar não perdemos tempo, subimos as escadas e logo estávamos diante da cama em pé, trocando beijos deliciosos e carícias mútuas. Como eu sou fã dessa mulher! Meu deleite por percorrer aquele corpo delicioso com as mãos é inigualável, e meu tesão crescia na proporção em que eu subia o seu vestido. Ah moreninha deliciosa, como fostes malvada em colocar um vestido tão longo! Mas valeu à pena cada segundo gasto para livrá-la daquele pano e finalmente ter a tenra pele de suas nádegas em minhas mãos.

Ela gentilmente afastou-me para tirar completamente o vestido, e fiz questão de fantasiar com os minutos vindouros, observando aquele corpo suculento e imaginando quão fabuloso seria mergulhar naquela morena e levá-la ao ápice do prazer. Sua calcinha preta era bem pequena, e deliciosamente se abrigava entre suas generosas nádegas, tornando ainda mais bela a visão daquela obra de arte.

Enquanto ela me esperava na cama, mantendo fixo em mim o seu olhar sedutor, livrei-me de minha roupa e liguei (ou melhor, pensei ter ligado) o ar-condicionado. Em seguida fiquei em pé na cama, utilizando-me da minha amplitude corporal para impressionar visualmente a morena. Trouxe-a para junto de mim e retomamos os beijos, e as carícias agora ganhavam um tempero especial devido ao contato pleno de nossas peles. Logo estávamos deitados na cama, e tocar aquela calcinha molhada foi a deixa para iniciar o ato sexual tão aguardado.

Assim que tirei sua calcinha, já me livrei da minha cueca e posicionei o meu corpo sobre o dela, na posição clássica do missionário, deixando minha trosoba atingir rigidez máxima ao mesmo tempo em que roçava no mel abundante da bucetinha de minha companheira. Sem demorar-me, coloquei o mastro na direção, separei as pernas da morena com meus joelhos e introduzi minha virilidade dentro dela, abrindo devagar a musculatura daquela prexeca ardente e sentindo meu pau ser totalmente revestido pela intimidade da delicinha. Enquanto isso, eu segurava-a gentilmente pela cabeça enquanto continuava a beijar sua boca.

Logo passei a socar fundo meu mastro na morena, apoiando-me em meus braços e observando as expressões de prazer em seu rosto lindo à medida que eu lhe fodia gostoso. Trouxe então suas pernas para cima, colocando suas panturrilhas em meu ombro, sem deixar de meter forte e cadenciado na morena delícia. O calor daquela foda era incrível, e eu sentia meu corpo todo ferver à medida que eu metia mais forte minha trosoba fumegante na buceta incrível da tesuda. Ela gemia gostoso, e aquilo era como música para os meus ouvidos, uma música selvagem, um tambor de guerra, me instigando a meter mais e mais forte.

Abri suas pernas no frango assado ao mesmo tempo em que me sentei sobre meus pés, tendo plena visão da minha piroca a entrar naquela prexequinha tão molhada quanto depilada. Segurando nas coxas da morena eu mandava meu pau para dentro dela, cada vez com mais intensidade, enquanto ela caprichava nos gemidos e me tirava do sério. Rapidamente mudamos de posição, eu a coloquei de ladinho e introduzi meu pau naquela bucetinha com vigor, e o ápice daquela posição era observar nossos corpos no espelho do teto, um encaixe perfeito de nossos instrumentos sexuais. Era tesão suficiente para me enlouquecer, e o calor do quarto me obrigou a parar para respirar, deitando-me na cama e puxando-a para um 69.

Ter a visão de uma buceta tão fabulosa a poucos centímetros do meu rosto era incrível. O aroma daquele néctar vaginal em minha língua era inestimável, e enquanto eu lhe chupava o grelinho com dedicação, aproveitei para introduzir um dedo em seu cuzinho apertado, que resistia para receber o dedo intruso mas recompensava a ofensiva com um interior quente e macio. Quão delicioso era receber o impecável boquete da morena ao mesmo tempo em que eu lhe fazia delirar com minha língua em sua intimidade, gozar era questão de minutos naquela posição.

Então mudei a delícia de posição, estávamos completamente suados e entorpecidos pelo aroma sexual daquele quarto, e o passo seguinte foi botar minha deliciosa morena em pé, espalmando a parede e empinando sua fascinante bunda para mim. A segurei pela cintura e coloquei meu mastro em sua buceta, entrando gostoso naquele túnel irrigado pelo néctar do prazer e socando forte na moreninha, enquanto delirava com seus gemidos e pegava em seu cabelo, combinando as estocadas com tapas fortes em sua bunda. Quanto mais eu socava, mais ela gemia, e mais tesão despertava em mim.

Fui então para a beirada da cama e me sentei com as pernas abertas, trazendo a moreninha comigo, botando-a na direção certa para sentar gostoso no meu mastro. Leitor, meu camarada, tudo naquele quarto era uma combinação perfeita de como deve ser um ambiente perfeito para o sexo. Desde a iluminação até os aromas, passando pela alta temperatura do local, tudo era incrível. E visualizar a morena da bunda suculenta sentando e rebolando no meu pau foi demais, minha piroca parecia querer explodir de tesão, e a moreninha caprichava nos seus movimentos, apoiada com as mãos em meus joelhos e rebolando gostoso como só ela sabia fazer.

Eu estava prestes a explodir de tesão, meu coração pulsava louco no peito e meu preparo físico negligenciado ao longo dos anos começava a cobrar o seu preço, mas se eu morresse ali, morreria lutando, e feliz! Puxei a morena e a coloquei de quatro na cama, posicionei a trosoba hirta na porta da buceta e meti com força, soquei com raiva meu pau dentro da gostosa enquanto a estapeava a bunda e a segurava firme pelo quadril. Cada pirocada a lançava pra a frente, e os gemidos que ela emitia eram incríveis! Eu pingava de suor, minhas pernas tremiam, a força me faltava, mas eu continuava a meter o mastro com uma vontade louca para dentro da morena, fazendo-a dizer meu nome, dizer o nome do sortudo que estava comendo-a naquele momento.

A vontade de gozar veio junto com minha exaustão física, e me joguei na cama ao lado da morena, com a piroca ainda pulsante e o tesão ainda dividindo espaço com o sangue em minhas veias. Como se fosse capaz de ler minha mente, a delícia pegou meu mastro e pôs-se a chupar minha piroca com sua boca incrível e macia, sugando minha vara como se tentasse separá-la do meu corpo, e punhetando-me como se tentasse ordenhar o leite vulcânico diretamente do meu saco. E foi isso que ela conseguiu, jatos incessantes de porra ardente diretamente na sua garganta, que ela bebeu cada gota, sem desperdiçar qualquer vestígio dos meus gametas intrépidos.

Após gemer como um louco e trazê-la para o meu lado, formando um lago de suor sob nossos corpos, levantei-me novamente e constatei que o ar-condicionado estava apenas em modo ventilação, o que explicava o calor intenso que sentíamos. Sugeri um banho, mas eu não tinha forças para levantar, então só nos restou conversar sobre variados assuntos olhando para o espelho no teto, deliciando-nos com a visão de nossos corpos colados, devaneando acordados com os prazeres daquele momento.

Então o papo esquentou, a conversa buscou detalhes como posição sexual preferida e sexo anal, e lembramos de nossas últimas aventuras, o que fez minha trosoba voltar à ativa, babando e fumegando como uma fera incansável, e seu desejo era só um: cu.

Bruto como um Neanderthal, coloquei minha doce morena de quatro, lubrifiquei suavemente aquele rabinho com minha saliva e coloquei a piroca na direção certa para a felicidade. Nas primeiras tentativas ela refugou, e aquilo só deixava minha trosoba ainda mais ardente e pulsante. Então com um pouco mais de lubrificação, o mastro adentrou aquele rabo apertado, fazendo a morena pedir apenas para eu começar devagar, algo que atendi com prontidão.

Logo ela já estava acostumada com meu grosso membro, que navegava esfolado mas feliz dentro do cuzinho da moça, e então tive liberdade para socar sem dó. Que delícia! Enquanto eu socava a piroca inteira naquele cu e fazia a moreninha gemer loucamente, lembrei-me de quando conversávamos na internet anos atrás e ela me dizia que tinha pleno prazer em fazer sexo anal. Lembrei que eu afirmei a ela: eis uma mulher dos sonhos. E aquela mulher dos sonhos estava ali, abrigando em seu cuzinho toda a envergadura da minha piroca selvagem. Soquei forte, com raiva, com força, com vontade, enfiei meu pau com intensidade louca, fazendo-o sumir inteiro dentro da morena, que gemia e aguentava minhas pirocadas com louvor, até que não pude mais conter meus gametas, e enfim despejei uma carga tremenda de porra vulcânica no cu da moreninha.

Tirei o mastro e fiquei em pé, olhando para aquela mulher maravilhosa, respirando ofegante e com o coração quase saindo pela boca. A morena continuou de quatro por alguns instantes, também ofegante e gemendo baixinho, e em seguida sentou-se na cama e ficou me observando, ao mesmo tempo em que eu me sentia um cara de sorte por ter aquela delícia diante de mim. Meu pau morreu honrado, e deixou bem claro que não estaria pronto novamente tão cedo, restando-me a mim apenas convidar a moreninha para um belo banho, e depois partir de volta para a realidade, certo de que aqueles momentos não sairiam jamais da minha cabeça, pelo menos até o próximo encontro.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade. Leia também meus contos eróticos exclusivos para o Texton.

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