#51 (Gats)

Nossa transa!

Os aflores dessa transa são ligadas a cada toque, menção e imaginação do que estaria por vir. Esse conto não é nada mais nada menos que entre nós dois. Sim, eu e você, meu querido leitor. Espero que consiga acompanhar e se deliciar tanto quanto eu em cada parte, cada trecho e gemido desse nosso conto.

Uma sexta-feira, digamos sem dúvida que surpreendente. De manhã, nebulosa, seguida por uma tarde ensolarada e calorenta, uma noite fresca e memorável.

Encontramo-nos em público e desconhecidos de nossas vidas virtuais em meio a diversas navegações pela web. Frente a frente, olhos nos olhos, passos leves, no entanto pouco mais ágeis devido à chama que se acendia dentro de nós.

Não demorou muito para que eu pudesse sentir suas mãos firmes e um tanto suadas envolvendo-me pela cintura e puxando ao encontro de seu corpo fervilhante. Sua singela curvatura ao baixar para nossos lábios se encontrarem enquanto sua outra mão explorava por minhas costas, descendo as nádegas e subindo novamente até o couro cabeludo numa pegada forte que me causou arrepios dos pés a cabeça.

Já minhas mãos um curiosamente um tanto frias deslizavam por seu braço rijo e forte, passando sucinta pelo ombro e acariciando de leve o dorso, movendo-se lentamente até o lombar, simultaneamente seus lábios percorriam meu pescoço sensível arrancando um leve gemido, seguido de um barulho externo nós que nos acordou do devaneio.

Afastamo-nos um tanto, tentando disfarçar, quando deixei em seu bolso meu cartão com o número do meu celular. Não muito demorou você para reparar. Em questão de menos de meia hora já recebia mensagens picantes de sua partem, propostas indecentes que faziam meu sexo dar sinais vitais acelerados enquanto eu ainda me encontrava dentro das roupas.

O tempo para mim era um tanto apertado, pois estava acompanhada de umas amigas em missão de auxilio pessoal a elas. Entretanto, quando há tesão em ambas as partes e depois daquela viagem em público que avivou uma chama intensa de perigo e safadeza, arrumei desculpa rápida para me afastar e ir até então onde você se encontrava.

Tentava ignorar a presença das pessoas ali como se soubessem exatamente do nosso ímpeto ao mesmo tempo em que te procurava. Num susto delicioso, desatenta em me aproximei de uma esquina e velozmente e puxou e encurralou a parede, prendendo singelamente meus pulsos, de forma que nossa brincadeira pareceu não ser foco da atenção de ninguém que ali passava.

Talvez por certa insegurança que alguém nos notasse entrelaçados ali, ambos decidimos ir a um lugar tanto mais privado, onde nossa intimidade eternizasse em nossas mentes pervertidas, tendo como testemunha terrena somente o ar que respiramos.

Andamos em passos rápidos e largos, sem correr creio eu, por ruas populosas, onde sinceramente nem mesmo eu sei onde fui parar, devido ao fato de muito pouco ter prestado atenção no caminho e em tempo razoável termos chegado ao recinto.

Assim que entramos, ludibriei-me com aquele aroma urbano, adentrando mais um tanto desemboquei no cenário de nosso pecado imenso. Uma cama de casal perfeitamente arrumada, coberta com edredom vermelho puro e intenso como os momentos ali aparentavam se suceder.

Suas mãos novamente agarraram-me pela cintura agora puxando contra si enquanto ainda eu estava de costas, parada por menos de um minuto que fiquei, senti o necessário para consentir que o desejo igual emanava e aos poucos tomava mais e mais conta do meu corpo, sendo isso proveniente do toque perceptível de seu instrumento dando sinais de salte significativo que, por ventura, deixaram meu corpo tanto mole naquele instante.

Retomei as forças ao sentir sua respiração quente em minha nuca. Soltei um gemido quase inaudível, logo me viraste bruscamente defronte a ti, puxando-me para seu colo, onde o agarrei colocando minhas pernas firmemente em sua cintura, ficando cara a cara, desviando a diferença de altura de foco e barreira de nossa volúpia.

Seus olhos estavam ferozes, selvagens, pedintes e nem tão gentis como aquele que só faz algo para ajudar. Era possível ver a chama de segundas intenções, ousadia, desejo, um mix de atitudes e se possível caracterizar como sentimentos me atingiram tão precoce que sem dúvidas fizeram meus hormônios entrarem em ação e em menos que dois minutos minha xana se encharcava, umedecendo significativamente minha calcinha.

Desequilibrei-me um pouco quando me beijou de novo, sendo assim tive que agarrar o tecido grosso de sua camisa, puxando para cima, mostrando parte suas costas. Minhas unhas arranharam um tanto seu braço, então retornei a olhá-lo seu rosto com os lábios levemente avermelhados. Meus cabelos soltos penderam ao lado, caindo sobre o ombro, quando inclinei sutilmente a cabeça e mordi o lábio inferior simultaneamente a uma lenta piscadela assentindo total vontade para iniciar nossa sapecagem.

Seus braços colocaram-me calmamente sobre o tecido gélido do edredom na cama, sem me soltar, percorrendo suas mãos até meu tórax, levantando vagarosamente minha blusa justa, evidenciando aos poucos meu sutiã, logo em seguida retirada.

Seu rosto desceu ao encontro de meu umbigo, com as mãos firmes em meus seios, subindo aos dengos até estes, os quais só apresentavam o sutiã como barreira, tão quão fiz questão de retirar imediatamente, notando eu em seguida um sorriso em sua face, antes de perder-se ao encontro de meus montes superiores.

Sentia suas mordiscadas, chupões com a mais devida precisão, pressão e dedicação em lambidas nestes que logo os biquinhos ficavam mais sensíveis que nunca, arrancando mais um suspiro e gemido.

Seguiu-se descendo e arrancando quase que num único golpe minha bermuda e calcinha. Um ventinho atingiu minha bucetinha, seguida de sua língua quente e certeira, que atingiu meu clitóris, arrepiando-me novamente. Explorava-me com tal garra que aumentava ainda mais meu tesão, logo que minha mão passeou por minha perna até encontrar sua cabeça, acariciando, quando repentinamente, com um golpe semelhante a uma “mordidinha” trouxe uma sensação de dor pouca e aprazível, arrancando um gemido mais alto desta vez.

Trocamos de posições. Agora eu em cima de você. Arranquei-lhe a camisa. Deferi alguns beijos por seu pescoço, fugindo um tanto de sua boca para atiçar-lhe mais, percorrendo aos poucos seu tórax. Só então percebi que já tinhas dado conta de tirar antecipadamente a calça jeans, deixando somente a cueca com a protuberância notável.

Olhei-lhe com visão de menina sapeca louca para fazer arte e obtive retribuição. Cuidadosamente tirava a cueca do caminho quando em um salto, seu mastro saiu da toca evidenciando-se por completo. Não perdi tempo em abocanhar voraz. Era uma delícia senti-lo pulsante em minha boca, querendo eu cada pedaço deste dentro de mim. Fazia ao máximo para nenhuma parte dele ficar carente de minha linguinha, indo do talo até a cabeça rosada, brincando com suas bolas e de relance notando uma de suas mãos cerrando em punho e abrindo como porta de liberação, já a outra me tocava os cabelos, tirando-os do caminho para não prejudicarem o boquete.

Confesso que poderia ficar naquela delícia por mais tempo, todavia minha bucetinha deu um apito de tesão incontrolável que tive de deixá-lo. Engatinhei até encontrar-lhe novamente o rosto, agachando aos poucos e em questão de segundo sentia sua pica penetra-me lenta e deliciosamente enquanto sentava-me nela com toda disposição.

Subia e descia devagar, rebolando, aos poucos pegando maior ritmo. A cavalgada, contudo, não muito durou, quando você pediu para eu descer, colocando-me de ladinho. Com perna levantada para evitar atrapalhar, posicionou seu pau e de imediato começou a socar com força. Perdi-me em gemidos, quando tornei a abrir os olhos, em direção a janela, percebi somente que já havia anoitecido mais rápido que pensei, e um leve barulhinho de chuva tomava conta do clima, deixando tudo ainda mais fresco e propício para nosso ato.

Tornamos a um sessenta e nove delicioso ao ritmo que a chuva se intensificava e brandeava, retornando a se intensificar novamente. Meus estímulos estavam em trabalhos constantes quando não resisti em gozar, sabendo que perceberes ao apertar fortemente minhas coxas, tirando um leve gemido abafado pela presença de seu membro em minha boca.

Findando tal, enquanto tomavas fôlego, pus-me de quatro, ainda um tanto ofegante, lancei os cabelos de lado e tornei o olhar para ti. Um sorriso jovial de acendeu em sua face, mesmo ainda um recuperando a respiração, com as mãos agora frias, percorreu minhas nádegas, deferindo um tapa simultâneo em cada uma.

De charme, gemi baixinho e logo já estava você posicionando sua pica em minha grutinha, entrando vagarosamente e em seguida podia já sentia seu saco se chocando contra minhas coxas, ta qual tornou a acontecer sucessivamente aos seus golpes de vai e vem, vai e vem, em velocidades distintas, com precisão adequada, tendo eu em certos momentos que segurar para não escorregar e ir de cara aos travesseiros.

Agora ambos ofegantes, mas sem querer parar com a foda magnífica, recorremos ao mais tradicional Papai e Mamãe. Nossos corpos surpreendentemente não estavam tão suados como deveriam devido aos ventos gélidos que entravam pelas brechas abertas no superior das janelas em ambos os lados do quarto.

Retomamos o ritmo das entocadas não por muito tempo quando fui atingida por outro orgasmo resultado em gozo, ótimo para facilitar na lubrificação. Entretanto, este foi acompanhado logo depois por você, quando liberou quantidade significativa de porra quente ao meu interior, tirando seu pau de minha xana somente quando flácido, deixando os gametas escorrerem.

Deitamo-nos juntos até o sol do outro dia raiar. Quando acordei, seu sonho ainda era leve e eu particularmente estava mais que atrasada da minha “voltinha” do dia anterior. Dei-lhe um beijo nos lábios, arrumei-me e sai, deixando um presentinho especial meu para lembrar sempre dessa transa fantástica que tivemos.

A partir daí, sua imaginação dá conta do que viveres, enquanto eu alego que foi uma maravilha reviver mentalmente cada momento desse dia. Espero que tenha gostado e quem sabe possa receber outra visitinha da Gats?! rs 😉

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