#52

Suporte Técnico

Sou viciado em mulher, isso é fato. Não há uma mulher que eu não admire, embora tenha desejo especial por algumas e verdadeira loucura por outras. Esse vício me faz correr riscos. E embora eu já tenha me dado mal algumas vezes, quando faço uma loucura e me dou bem, a sensação é inigualável.

A personagem principal deste conto é uma atendente de suporte técnico por telefone, branquinha, cabelos pretos lisos até o meio das costas, dona de uma voz deliciosa e um sotaque mineiro apaixonante. Com 1.61 m de altura,  peso inferior a 50 kg (bem magrinha mesmo), mas dona de seios consideráveis e uma bundinha redonda e macia, espetacular. Não era nenhuma beldade, mas sua expressão facial – situada na tênue linha entre a inocência e a safadeza – me despertava desejos sexuais tremendos.

OBS: Parte de sexo iniciada em negrito.

Entrei em contato com tal suporte devido a um problema recorrente em minha internet, e fui atendido por uma mineira de voz fina e deliciosa, que me surpreendeu por sua atenção ao caso e seus esforços para me ajudar da melhor maneira possível. Nosso contato nesse momento foi apenas restrito ao assunto principal.

No dia seguinte, recebi uma ligação da mesma mineira, perguntando se o problema havia sido solucionado. Não, não estava, mas novamente a mocinha me causou uma enorme surpresa ao dizer que continuaria comprometida com o caso e voltaria a entrar em contato mais tarde, coisa que ela realmente fez, mais duas vezes naquele dia. No final da noite, recebi uma solicitação de contato em um aplicativo de conversa no celular, e reconheci o nome de imediato: era a mineira.

Sua foto me causou ereção instantânea, uma daquelas típicas fotos em que as meninas buscam enaltecer seus egos espremendo os peitos diante da câmera ou diante do espelho. A maquiagem pesada lhe deixava surrealmente sexy, quase incompatível com sua voz doce, mas o ar de menina não havia deixado seu rosto, mesmo com 21 anos de idade.

Logo no início da conversa a mocinha deixou clara suas intenções para com a minha pessoa. Ela disse que só a minha voz lhe tinha deixado louca, e  ela fazia questão de me conhecer. Ainda segundo ela, minha foto do perfil lhe fez “sonhar acordada”. E ao longo da noite trocamos uma boa prosa, entrando inclusive em uma temática sexual bem picante, com direito a fotos dela para ilustrar o papo. Havia uma foto com uma calcinha branca que, leitor, quase me fez fecundar o celular. Moça incauta, se eu fosse um zé ruela, suas fotos poderiam estar passeando pela internet nesse momento.

Ao longo dos dias de conversa, o tesão foi crescendo a ponto de tomar o controle da minha racionalidade, fazendo inclusive com que os 650 km de distância entre minha casa e a sua se tornassem quase nada. Combinamos alguns detalhes do encontro e, logo que possível, coloquei meu intrépido possante na estrada, rumo ao desconhecido. No meio do caminho pensei em desistir, imaginei que pudesse ser alguma furada, ou que as fotos fossem falsas, mas bastou ela me mandar uma foto de seus incríveis mamilos rosados (falsos ou não) para qualquer vestígio de razão ser ejaculado junto com meu DNA naquele banheiro sujo à beira da estrada.

Logo que entrei na cidade, liguei pra menina. O combinado era que eu a buscasse na rodoviária, levando-a para passar o final de semana comigo no hotel. Sua desculpa para a família era de uma viagem com as amigas, por isso ela estaria na rodoviária à minha espera. Parei um pouco distante do ponto de encontro e desci, discreto, para sondar o local e procurar a tal menina. Leitor, fiquei feliz ao ver que não havia sido enrolado, pois a mineirinha era deliciosa, estava usando uma calça jeans totalmente colada em seu corpo, um salto bem alto, blusa decotada, mochila nas costas e a irritante maquiagem exagerada.

Liguei para o seu celular e informei minha posição. A mineira olhou ao redor e me encontrou. Logo em seguida ela desligou e veio andando, sorridente, na minha direção. Minha trosoba ardia em fogo selvagem nesse momento, praticamente indisfarçável sob minha bermuda de turista. Ela se aproximou sorrindo, mostrando um belo sorriso metálico que eu desconhecia, e me deu um beijo delicioso, manchando minha boca de batom e penetrando minha alma com o aroma de seu chiclete de menta.

Perguntei se os planos estavam de pé, ela respondeu que sim, e andamos juntos para o carro, enquanto ela tentava vencer a timidez conversando assuntos diversos e multiplicando meu tesão com seu sotaque. Assim que comecei a dirigir para o hotel, cobrei a ela sua promessa de chupar meu pau enquanto eu dirigia. Ela se mostrou bem mais envergonhada do que havia demonstrado online, mas não se fez de rogada quando minha piroca carnuda saltou para fora. A mineira magrinha envolveu-me a pica com sua mão pequena, me tocando uma punheta suculenta.

Imaginei que nosso desejo mútuo seria grande demais para caber em um pequeno quarto de Hotel de uma cidadezinha pacata do interior. No mínimo seríamos convidados a nos retirar, assim que os gemidos da mineirinha ecoassem pela vizinhança. Sugeri à minha delícia um destino diferente, um motel vistoso que eu vira na entrada da cidade. A menina acatou minha ideia com um risinho, e manteve a dedicação na bronha durante todo o trajeto. Apesar da insistência por um boquete de responsa, fui agraciado apenas por lambidas discretas na cabeça da trosoba, suficientemente deliciosas.

Quando paramos na entrada do estabelecimento, a branquinha me falou para guardar o boneco, mas ele estava duro e animado demais para aceitar a reclusão, então o escondi apenas com a camisa ao chegar no guichê. A atendente era uma loira oxigenada com uma boca enorme e deliciosa. Seus olhos castanhos buscaram imediatamente o volume sob minha camisa, e meu pau com síndrome de ex-BBB tratou logo de aparecer, quando me movimentei para pegar o documento de identidade. A loira mordeu o lábio em aprovação à envergadura do meu membro, enquanto a doce mineira ao meu lado não perdeu tempo em agarrar o little Del e mostrar que ela era a dona do salame.

Estacionei na garagem da suíte escolhida e, antes mesmo que eu descesse do carro para fechar o portão, a mocinha livrou-se de toda a sua timidez, abocanhando minha trosoba com vontade e iniciando um boquete selvagem, com direito a banho de baba e sonoplastia variada. Reclinei um pouco o banco e obtive uma vista privilegiada daquela boca pequena em meu mastro, se esforçando para engolir metade da envergadura e tossindo quando eu jogava o quadril pra cima, tocando em sua garganta com a pica.

Conduzi parte de seus movimentos a pegando pelos cabelos, enquanto ela segurava majestosamente na base da mandioca e alternava chupadas vigorosas com lambidas por toda a superfície do cacete. Liberei então minha mão e desferi alguns tapas e apertões em sua bunda macia, partindo logo em seguida para um estímulo firme de sua prexeca, que ainda estava oculta pela calça jeans, mas deixava claro seu convite para meus dedos da forma que umedecia o tecido. A mineirinha respodia aos meus estímulos com investidas mais intensas na minha trosoba.

Abri o zíper de sua calça jeans e a tirei do caminho “aos costumes”, enfim podendo ver ao vivo o esplendor daquele rabinho branco delicioso. Fiz com que ela ficasse de quatro no banco do carro, sem parar de me chupar, e sua bunda apontando para o alto era incrível. Aquela pele tão branquinha ficou marcada com minhas impressões digitais após um único tapa, e aquele era o primeiro de muitos. Busquei o que aquela calcinha cavada escondia e dedilhei o cuzinho da mineira delicadamente, logo em seguida descendo para sentir o mel de sua buceta, que já se fazia presente em abundância.

Soquei dois dedos na bucetinha da moça enquanto ela chupava meu pau com dedicação plena. Enquanto ela encharcava mais seu túnel da felicidade, eu só desejava mais e mais sentir e ver minha virilidade ser revestida por aquele néctar dos deuses. Preliminares? Preservativo? Ignoramos tudo isso quando eu a puxei para o meu colo, de costas pra mim, cheguei sua calcinha para o lado e enfiei minha pica devagar naquela prexequinha fervente. Ela se debatia para se livrar do jeans que estava preso em seus calcanhares, enquanto eu deslizei o banco todo para trás, dando pleno espaço para nossa foda automobilística.

A mineira segurou no volante e enfim encontrou apoio para seus pés, enquanto eu a peguei firme pelo quadril e fiz ela sentar gostoso na minha trosoba pulsante. O visual era lindo, a mocinha gemia jogando a cabeça para trás, curvando sua coluna e deixando sua bundinha empinada enquanto sentava no meu mastro. Soltei seus quadris e deixei ela controlar os movimentos, e enquanto isso puxei seus cabelos com uma das mãos e liberei seus seios com a outra, puxando a blusa para baixo de qualquer maneira, fazendo aquele lindos peitos branquelos saltarem pelo decote, para em seguida serem agarrados por minha mão.

Ela se virou para mim e disse que precisava de mais espaço, e eu imediatamente a joguei para o banco ao lado e fui baixar o portão, com a piroca ereta e pingando melado daquela bucetinha mineira com aroma de pão de queijo. Voltei e ela me esperava no mesmo lugar que a deixei, só que totalmente livre da calcinha e com as pernas bem abertas, deixando sua prexequinha volumosa e depilada em destaque. Me ajoelhei fora do carro, segurei as coxas da menina e mergulhei no âmago de sua flor vaginal, sentindo o doce sabor de seu néctar explodir em sensações na minha língua.

A mineira se estremecia enquanto eu lhe devorava a buceta em um cunnilingus intenso e, ao mesmo tempo, lhe introduzia um dedo no cuzinho e com outro dedo lhe massageava o Gräfenberg. Um orgasmo voraz se fez presente, ilustrado por uma cascata de mel vaginal e um gemido agudo da pequena branquinha. Delícia ao extremo. Aquele era o momento ideal para lhe invadir inteira com minha trosoba troncuda, e então me levantei, coloquei o corpo para dentro do carro e posicionei o quadril entre suas pernas abertas, violando aquela intimidade com toda a envergadura da minha virilidade, socando algumas vezes antes que ela gozasse novamente, tirando sangue de minhas costas com suas unhas afiadas.

Subimos então para a suíte, aonde ela logo se deitou para relaxar após seus intensos orgasmos. Quando me deitei ao seu lado, ainda com a trosoba hirta, ela lembrou-se de que eu não tinha gozado, e eu lhe respondi que eu ainda teria muito tempo para gozar no final de semana. Leitor, aquela menina branquinha deitada de bruços ao meu lado era de uma beleza incrível. Sua brancura contrastava com minha pele morena no espelho do teto, e as curvas discretas de seu corpo magro eram delicadamente ornadas por pelinhos dourados bem discretos. Não tinha como olhá-la sem o desejo de devorá-la.

Puxei um travesseiro e coloquei debaixo do seu quadril, deixando-a curiosa sobre o que eu faria em seguida. Deslizei pelo seu corpo beijando desde sua nuca até a bundinha, mordiscando os ombros da moça e beijando lentamente todo o vale formado por sua coluna. Chegando no bumbum, beijei e mordi devagar cada lado de suas nádegas macias, em seguida abri o caminho para o paraíso e adentrei seu cuzinho com minha língua, alternando lambidas circulares com inserções de língua dura no interior do buraquinho. A delicinha rebolava e seu cuzinho piscava, convidando-me a invadir-lhe sem dó.

Ordenei que a branquinha continuasse naquela posição enquanto eu levantei para procurar um lubrificante. Por sorte, havia um tubo de KY no armário trancado da suíte, e nem me importei com o fato deste custar os olhos da cara. Besuntei a rola com o gel, pinguei um pouco na portinha da felicidade, posicionei meu corpo sobre o corpo da mineira e, sob permissão da moça, comecei a adentrar devagar sua intimidade anal. Tentei ser o mais suave possível, mas ela não estava relaxada o suficiente para suportar a grossura do meu membro, e a investida acabou resultando em fracasso e dor para a pequena mineira.

Questionei se ela queria desistir, mas ela disse que o meu “monstro” só entraria nela em outra posição. Ela então me colocou deitado na cama, com a verga gruesa apontando para o teto, pegou o tubo de KY e passou tanto lubrificante no meu pau que seu brilho poderia ser visto da lua. Em seguida ela se acocorou na direção do boneco, de costas pra mim, e me deleitou com aquela visão incrível da sua bundinha arreganhada descendo rumo ao meu mastro troncudo que lhe empalaria. Antes de efetivamente sentar, porém, ela passou mais uma quantidade considerável de lubrificante na porta de seu cuzinho, para enfim posicioná-lo no topo da cabeça da minha rola.

Ofereci-lhe apoio segurando em suas nádegas, mas ela mandou eu tirar as mãos e apenas observar. Juro que nunca vi alguém com tanto medo de levar minha piroca no cu, mas até que foi agradável observar a visão linda daquela mineirinha levando uns 10 minutos para efetivamente ter metade da minha trosoba em seu rabo. Ela se mantinha parada e com as mãos apoiadas em minhas canelas, enquanto gemia deliciosamente. Minha vontade era mover o quadril pra cima ou puxá-la para baixo, ver sumir toda a minha piroca naquele cuzinho rosado e fodê-la até fazê-la gritar e chorar, gozando enlouquecida com minha piroca rasgando-lhe as pregas, mas o bom senso me fez observar passivamente a delicinha iniciar seus movimentos no meu mastro.

Aquela linda magrinha começava a subir e descer na minha jeba, gemendo suave e me deliciando com a sensação incrível daquele cuzinho apertado envolvendo minha piroca. Era delicioso sentir a trosoba invadir cada vez mais o reto fervilhante da mineirinha, e me fazia delirar o contraste da piroca troncuda e marrom a dividir ao meio a bunda branca da moça. A pequena se acabou no meu pau nessa posição até eu jorrar grandes quantidades de porra em sua cavidade intestinal, em meio a urros e espasmos da minha pessoa. Safada como só ela, a mineira continuou a sentar, agora com mais velocidade e vigor, e eu podia ver a porra sair de seu rabo e escorrer pela minha pica conforme a branquinha subia e descia.

Já que ela não deixou meu pau descansar, aproveitei um momento em que desengatamos para mudar a posição, jogando-a de frango assado na cama, com as pernas bem abertas e o quadril arqueado, permitindo que eu sentasse sobre meus calcanhares e ficasse na posição certa para foder o cu da mocinha. Meti a pica gozada de uma vez para dentro dela, segurando-a pelas coxas e enfiando firme minha virilidade em seu interior. Durou pouco essa posição, pois logo eu já a deixava mais arqueada e, apoiado nos joelhos, usei a gravidade para socar o pau com mais vigor dentro da mocinha branquela.

Desconfortável, ela fugiu da posição e tentou fugir de mim, mas a botei de bruços na cama, larguei meu peso sobre ela e minha trosoba teleguiada entrou fácil no rabinho da pequena. A mineira rebolava debaixo de mim conforme eu lhe fodia com vigor, urrando como um tigre selvagem a dilacerar sua presa. À deliciosa branquinha reservava-se o direito de gemer de forma estridente, arrancando o lençol da cama e mordendo o travesseiro com força nos momentos em que minha piroca lhe tocava o fundo do rabo.

Senti que ela começou a estremecer, dando sinais da proximidade de um orgasmo, então rapidamente me levantei, à coloquei de quatro na cama e me acocorei por trás, socando toda a minha piroca para dentro dela, ouvindo o estalido do meu saco batendo em sua buceta irrigada. Ela gozou poucos instantes antes de eu despejar outro jato de porra dentro daquele rabinho, que ainda guardava parte de meus gametas em seu interior.

Tal intensidade sexual me fez cair praticamente moribundo ao lado da mineira, que deitou sobre meu corpo para me beijar a boca por longos instantes, dizendo que aquela foda tinha sido incrível. Concordei com a moça, e fiquei feliz em lembrar que o final de semana ainda seria longo o suficiente para repetirmos a dose até a exaustão.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade. Leia também meus contos eróticos exclusivos para o Texton.

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