#54

Novinhas em um boquete duplo

Eu bem que tento ficar longe de confusão, mas a confusão me persegue, especialmente quando tal confusão é protagonizada por minha querida e recorrente Coelhinha Novinha (leia os contos dela aqui, aqui e aqui). De fato a sorte sempre esteve ao nosso lado, e mesmo quando desafiamos todas as probabilidades de algo dar errado, acabamos escapando ilesos de nossas aventuras. Até quando vamos continuar contando com a sorte? Não faço ideia, mas a adrenalina e o tesão tomam as rédeas das minhas decisões quando estou diante dessa moreninha.

Desde que tivemos nosso primeiro encontro sexual, minha Coelhinha diz que não esconde nada das amigas, contando desde detalhes de nossas transas até mesmo detalhes do meu corpo (especialmente o tamanho da minha trosoba), e se aproveita da minha safadeza para me dizer o quão curiosas suas amigas são em relação a mim. Ela sempre disse que não é ciumenta, então sempre deixou claro que poderia me compartilhar com uma de suas amigas a qualquer momento.

Levou um tempo até isso efetivamente ocorrer, e a amiga escolhida para a brincadeira era uma verdadeira delícia: moreninha estilo índia de 18 anos, com longos cabelos negros e lisos, lábios carnudos, seios generosos e bundinha arrebitada, distribuídos em um escultural corpo de 1.70 m de altura e 67 kg. A ocasião? Uma festinha de casamento, aonde minha doce coelhinha trajava um vestido preto colado ao corpo, até a metade das coxas, e a amiga trajava um vestido longo, estilo frente única, evidenciando a exuberância de seus peitos.

Eu e a coelhinha dividimos uma mesa com meu amigo (primo da coelhinha), sua namorada, a amiga morena da coelhinha e uma outra amiga gordinha, cujo vestido curtinho chegava a ser vulgar, e atraía minha atenção a todo momento. Por sinal, esta foi a primeira ocasião em que eu e a coelhinha saímos como “namoradinhos”, depois dela finalmente se livrar do encosto que ela chamava de namorado. Portanto, estávamos livres para qualquer aventura, tendo meu amigo como cúmplice, evitando que os pais da coelhinha soubessem de seu novo affair.

Notei que a coelhinha e sua amiga morena cochichavam a todo instante, e quando eu olhava, elas me olhavam de volta e davam risinhos. Aquilo foi me instigando, pois ao mesmo tempo em que elas cochichavam, eu sentia pernas se arrastando na minha por baixo da mesa, e definitivamente não eram apenas as pernas da coelhinha. Discretamente mandei um whatsapp picante para a namoradinha, tentando entrar na brincadeira das duas ou pelo menos fazer a coelhinha ter outro motivo para rir. Ela então pegou o celular com a mensagem, leu, e mostrou para a amiga morena, que olhou para mim com um sorriso safado no rosto. O que eu tinha escrito? Nada mais do que “se continuar passando a perna em mim, vou ser obrigado a passar outra coisa em você”.

Aquele olhar da morena me deixou de pau duro, e as pernas se arrastavam na minha com mais intensidade. Já estava praticamente impossível manter as outras pessoas da mesa alheias ao que acontecia, então meu amigo discretamente disse em meu ouvido: “tá foda, cara, dá um jeito nelas”. Dar um jeito nelas? Ok. Esperei um pouco até a barraca desarmar, me levantei e disse no ouvido da coelhinha para que ela me seguisse até o estacionamento. Pensei em sugerir que ela levasse junto a amiga morena, mas não quis me precipitar e atrapalhar o que poderia ser uma noite épica.

Caminhei na frente até o carro, abri a porta de corree e me sentei em um dos bancos. Era uma van, que eu aluguei para levar todos até o casamento, e felizmente tinha filme nos vidros, tornando o carro um motel itinerante de respeito. A coelhinha safada nem bateu na porta e foi entrando, pulando por cima de mim e dizendo que estava explodindo de tesão. Sentada no meu colo com as pernas abertas e o vestido já levantado, a novinha beijava minha boca, enquanto eu acariciava suas coxas e apertava sua bunda deliciosa, que engolia completamente a minúscula calcinha que ela usava.

Ela então chegou um pouco para trás, sentando quase sobre meus joelhos, e abriu meu zíper com vontade, fazendo minha virilidade grossa saltar para o exterior e ser rapidamente envolvida pelas mãos grandes da coelhinha, que me masturbava com dedicação, olhando em meus olhos enquanto desferia elogios à minha pica. Trouxe sua boca de encontro à minha novamente, dedilhando sua buceta já molhada por cima da calcinha enquanto ela continuava a manusear meu instrumento.

Foi quando notei um vulto do lado de fora do carro, e quase joguei a coelhinha para o lado no susto, mas ela imediatamente me acalmou e abriu um sorriso, dizendo que alguém tinha aceitado o convite dela. Ainda sentada no meu colo, a novinha abriu a porta e revelou a presença de sua amiga morena, que arregalou os olhos como ovos estrelados quando viu a cena, mas não pensou nem duas vezes antes de aceitar o convite para entrar na van.

Coelhinha: “Agora você acredita?” – disse ela para a amiga, sem parar de me masturbar.

Amiga: “Acredito…” – disse a amiga, com os olhos congelados na direção do meu pau.

C: “Del, ela não acreditou que seu pau era enorme!”

Fiquei sem palavras.

A: “É enorme mesmo…e…lindo!”

C: “Quer pegar, amiga?”

A coelhinha então desceu do meu colo, sentou-se ao meu lado e conduziu a mão da amiga até minha verga. Apesar de ser maior do que a coelhinha em todas as proporções, a mão da amiga era pequena e gordinha, e mal foi capaz de envolver toda a minha trosoba. Ela parecia assustada e ao mesmo tempo encantada com as dimensões do meu mastro, e começou a me tocar uma punheta desajeitada, estimulada pela coelhinha.

A: “Como isso cabe em você?”

C: “Cabendo, oras! E é delicioso, a sensação é incrível, parece que vai te rasgar quando entra, mas depois é uma delícia.”

A: “Del, você é um cavalo.” – disse ela, olhando em meus olhos e mordendo o lábio inferior em uma expressão deliciosa de safadeza. Retribuí com um sorriso safado, ansioso pelos instantes seguintes daquela situação deliciosa.

C: “Del, sabia que ela nunca chupou um pau?”

Del: “Isso é verdade?”

A: “Cala a boca (nome da coelhinha)! Eu já chupei sim!” – disse ela, meio nervosa.

C: “Chupou nada!”

A: “Chupei…mas…não era grande assim…”

D: “Quer experimentar? Aposto que a (nome da coelhinha) não é ciumenta…” – disse eu, sorrindo para a minha doce coelhinha.

A: “Sim…”

A amiga morena então desceu seu lindo rosto na direção da minha trosoba pulsante, lentamente, como se estivesse tentando buscar o melhor ângulo para colocar a piroca na boca. Ela foi então interrompida pela coelhinha, que rapidamente desceu e abocanhou minha vara, iniciando uma chupada voraz e rápida, que causou uma descarga intensa de tesão por todo o meu corpo, me fazendo urrar de tesão. Ela então parou, olhou para a amiga morena e disse: “viu? é assim que se faz”.

Conforme a morena se projetou em direção à minha vara, com mais dedicação dessa vez, fiquei apreensivo. O fato dela ter a boca virgem ou não, pouco importava, mas definitivamente ela não era acostumada à prática da felação, e geralmente meninas pouco habilidosas e seus dentes pontudos causam pequenas feridas em meu caralho um pouco grosso. Ainda assim, toda preocupação se desfez quando seus lábios carnudos fizeram forma de beijinho antes de entrar em contato com a cabeça da trosoba. Que delícia de visão!

A moreninha chupava só a cabeça, bem desajeitada mas cuidadosa para não me dar uma dentada. Enquanto me chupava a ponta da caceta, ela me punhetava, e deixava claro que estava se deliciando com minha verga ao seu dispor. Estava bom, mas minha doce coelhinha interrompeu a amiga, mandou ela continuar segurando a piroca e então deu mais uma chupada voraz, engolindo metade do mastro e voltando, lambendo a base do membro até a cabeça, olhando para mim e me enlouquecendo com sua cara de putinha.

C: “Faz assim, primeiro chupa, bota na boca, e depois sobe lambendo e olhando pra ele.”

Concordando com a amiga, a moreninha obedeceu, voltando a se projetar na direção da trosoba até abocanhá-la. Foi engraçado ver ela tentando administrar minha envergadura peniana em sua boca, que apesar de carnuda, era pequena. Ela foi cuidadosa em descer chupando, e seus dentes pouco me incomodaram. Ao subir, ela fez exatamente como a coelhinha mandou, passando a língua da base da piroca até a cabeça, olhando nos meus olhos e abrindo um sorriso ao perceber minha satisfação. Com isso, vendo que sua habilidade era suficiente para me dar prazer, ela se soltou, e passou a repetir os movimentos de forma mais natural, me enlouquecendo com o delicioso toque daqueles lábios macios.

Percebendo que a amiga já estava no controle da situação, minha doce coelhinha se posicionou para me beijar, enquanto eu passava a mão pelo seu corpo, dedilhando seu cuzinho e dizendo a ela que queria ter minha vara pulsando em seu interior imediatamente. Safada como só ela, passou a rebolar conforme meu dedo lhe fodia, e ao mesmo tempo em que gemia baixinho, incitava a amiga a aumentar o ritmo da mamada, me tirando do sério.

Abusando da coordenação motora passei a acariciar também o corpo da morena, toda durinha, e logo minha mão já invadia a frente única do vestido, acariciando aqueles seios firmes e volumosos, dedilhando o mamilo e fazendo a mocinha perder um pouco da concentração no boquete. Enquanto isso a coelhinha quase quebrava meus dedos, sentando e rebolando com um dedo em cada orifício íntimo como se estivesse fodendo minha piroca. O interior da minha novinha é fantástico, e quando ela se excita, a contração dos canais parece mastigar o que estiver lá dentro.

Vendo que a coelhinha se aproximava de um orgasmo, deitei no banco da van, mandei a amiga morena se posicionar para continuar o boquete e mandei minha doce novinha sentar sobre a minha cara, para eu me deliciar com o mel suave daquela buceta. A coelhinha levantou o vestido, tirou a calcinha e fez exatamente como eu mandei, sentando com aquela buceta carnuda incrível na minha cara, quase me afogando em tanto néctar vaginal, e tão logo comecei minhas chupadas em seu grelinho, ela iniciou uma rebolada voraz. Certos momentos tive receio que ela quebrasse meu nariz com seu ímpeto, mas eu não desistiria do combate sem a vitória.

Eu alternava a pegada entre sua cintura e sua bunda, e ela alternava movimentos em que esfregava literalmente a buceta em toda a minha cara, com reboladinhas controladas, me dando liberdade para trabalhar a língua como deveria. E lá embaixo, o boquete seguia incrível, a amiga morena já se sentia cada vez mais à vontade com minha trosoba e, com isso, trabalhava quase como uma profissional na felação.

O prazer circulava pelo meu corpo como uma corrente elétrica, e eu gozaria em instantes, mas minha gozada foi precedida pelo orgasmo voraz da coelhinha, que espalmou os vidros da van e se estremeceu com a buceta na minha cara, me encharcando todo o rosto com seu néctar incrível. Ela ficou ali parada por uns instantes, e sua amiga morena parou o boquete para observar, apenas me punhetando lentamente enquanto via sua amiga coelhinha gemendo e perdendo as forças, até se sentar no chão, se derretendo em elogios à minha habilidade.

C: “Acaba logo isso aí, senão eu que vou acabar.” – disse a coelhinha, pegando a cabeça da amiga e empurrando seu rosto na direção da minha trosoba fumegante.

Disposta a cumprir sua missão com louvor, a amiga morena mergulhou sobre minha piroca e abocanhou o salame como nunca, fazendo-o sumir quase inteiro em sua boca. Seu boquete ganhou vida, e agora, com as palavras de incentivo da coelhinha, a moreninha efetuava uma felação babada de respeito. Para ajudar, fiz um rabo-de-cavalo com seus cabelos e conduzi sua mamada, algo delicioso de se observar, mas que poderia ficar ainda melhor. Complementei a perfeição da situação pegando a coelhinha também pelos cabelos e colocando-a para revezar a chupada com a moreninha.

Primeiro uma chupava enquanto a outra beijava as bolas, depois uma subia lambendo a piroca enquanto a outra observava, e em determinados momentos as duas me chupavam ao mesmo tempo, uma passando os lábios pela cabeça enquanto a outra chupava de lado o corpo da trosoba. Não demorou para os lábios das duas se encontrarem, e no calor do momento, alguns beijinhos começaram a rolar, mas sem deixar de lado a personagem principal da brincadeira: minha rola.

Minha vara começou a pulsar de forma descontrolada, e minha coelhinha percebeu os sinais de que a porra vulcânica logo se faria presente. “Bota na boca”, ela ordenou pra amiga morena, que manteve a trosoba pulsante em sua boca, apenas com parte da cabeça oculta, e logo os espasmos se tornaram mais frequentes até a porra ardente brotar, jorrando diretamente no céu da boca da morena novinha, que afastou um pouco a boca e cerrou os olhos, mas deixou os jatos fortes seguintes voarem em sua cavidade oral, escorrendo pelo seu queixo e caindo de volta sobre meu pau, escorrendo por todo o mastro até atingir a base do pênis e a região pubiana.

Ela continuou estática mesmo depois que o magma escrotal parou de jorrar, e em seguida minha coelhinha entrou em ação. Como os leitores devem lembrar, ela não gosta de desperdiçar nenhuma gota de porra, e tratou de lamber cada vestígio de leite que havia derramado da minha trosoba. Inclusive lambeu o queixo, os lábios e a boca da amiga morena, que retribuiu com um beijo de língua fabuloso, que eu não ousei interromper. Notei que, apesar da reação quando os meus intrépidos gametas voaram em sua boca, a amiga morena mostrou certo apreço pelo sabor de minha porra, e creio que em uma próxima ocasião ela faria questão de engolir tudo até a última gota.

Com alguns guardanapos, as meninas se limparam e em seguida retocaram a maquiagem, enquanto eu apenas me mantive sentado, punhetando meu pau meia-bomba e observado-as, ansioso para que a brincadeira não terminasse por ali. Mas com a quantidade de pessoas circulando pelo estacionamento, era provável que a cerimônia de casamento já tivesse acabado, e logo estaríamos correndo risco demais em prolongar nossa diversão por mais tempo.

Recompostas, as meninas se despediram de mim e desapareceram, risonhas, entre o mar de carros estacionados e pessoas que circulavam, alheias à putaria inesquecível que ocorrera dentro daquela van branca. A mim, só restou a mão e o pau, e antes de me arrumar para retornar, finalizei uma punheta vigorosa, mantendo na lembrança aquelas duas novinhas juntas, fantasiando com o dia em que a sorte voltaria a sorrir para mim.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade. Leia também meus contos eróticos exclusivos para o Texton.

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  1. Manu

    Oi Del,tenho 16 anos e ja comentei por aqui..bom,eu adoro seus contos,leio todos e os conheci pelo texton. Eu queria pedir algo,meu namorado terminou comigo e eu estou triste,será que poderia fazer um conto entre nós dois ? Digo eu e você,haha. Tenho um fetiche por vc haha.
    Obrigada ❤

    • Delicious M. Sweetness

      Oi Manu,

      Fico feliz pelo seu comentário, e ao mesmo tempo pesaroso pelo término do seu relacionamento. Ele deve estar bem arrependido…
      16 anos? Hummm, seria ilegal fantasiar uma brincadeira entre nós dois. 😦
      Vamos fazer o seguinte? Deixo vc criar uma personagem pra mim, todos os detalhes que vc quiser incluir, e faço um conto considerando ela e o Del em uma brincadeira bem especial. Pode ser?
      Me manda os detalhes pelo pimpando@gmail.com.

      Beijos!

  2. VITORIOSO

    O ATIVO.. VITORIOSO.. do Rio de Janeiro Capital…
    eu sou um homem bem ativo e se este conto fosse veridico como o seu enrredo seria.. esta loirinha ou qualquer mulher esterica como a loira do enrredo não a deixaria nunca este homem + o conto e conto tem seus atributos artificiais e ai fica um tanto sem o real tempero de realidade + este conto foi bem elaborado e deixa as mulheradas emsendeada e cheias de desejos de realizarens a mesmas historia no real continua sempre assim despertando desejos foras das rotinas aos casais a se sastifazerens as ocutas e escondidas fantasias.. sexuais pessoais..!!
    eu sepre falo quer não faço sexo..! por quer sr vitorioso..?
    eu costumo fazer a grd diferença não sou melhor e tbm nen pior dos demais homem ativo comedores eu apenas faço adiferença esta quer e uma paixãosexual e as presiosas princesas quer já esperimentou este meu humilde 18.cm de penis gostarão quer as mesmas vierão as repetir por muintas outras veses + se algumas mulheres leitoras deste presioso blog vier a se interessar por por este humilde servo eu a atenderei orgulhosamente e tbm c/ o maximo prazer em servire asastifazerens bem a sua alma e seus desejos beijos as mesmas princesa sem mais o vitorioso

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