#58

Loira Rabuda do Pedágio

A personagem principal deste conto, meus amigos, é de uma “abundância” (perdão Compadre Washington) tremenda. Sua enorme retaguarda supera por pouco a Mãe de Todas as Bundas (leia sobre ela aqui e aqui), mas a composição corporal é bem similar: 1.70 m de altura, seios pequenos e ombros estreitos, barriga natural, quadris bem largos e uma bunda sem igual, além de coxas grossas. Loira, com um rosto pouco delicado para seus 21 anos, e um sorriso metálico absolutamente sedutor.

OBS: A parte de sexo se inicia na próxima frase em negrito.

Todos os dias passo pela cabine de pedágio aonde essa delícia trabalha. Como ela cuida dos carros que passam indevidamente pela pista de cobrança automática, e nenhuma viatura possui tag, eu sempre paro e bato um breve papo com a delícia, ainda que não seja realmente necessário que eu pare para dar qualquer explicação. Quando não é a doce bunduda que está naquela cabine, eu passo direto, com os vidros fechados.

Apesar de nossos contatos diários, ela sempre recusou meus convites para almoçar, dizendo que namorava um dos motoristas de ambulância da rodovia, e ele poderia acabar descobrindo se ela saísse para almoçar com alguém. Sem problemas, não tenho pressa quando o assunto é explorar brechas de uma foda em potencial, afinal, “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. E furou, antes do que eu esperava.

Havia um pequeno engarrafamento na pista de cobrança automática e, quando me aproximei, vi que haviam pessoas fora do carro e alguma confusão em andamento. Liguei o giroflex e dei um breve toque na sirene, para abrir passagem. Quando enfim cheguei até a ocorrência, notei que se tratava de uma discussão de trânsito, ou parecia ser isso. Na realidade, a ambulância da rodovia havia se chocado com a traseira de um carro de luxo, e os ocupantes do veículo promoviam uma discussão bem acalorada em plena praça do pedágio. Me aproximei e resolvi a confusão, e depois que os camaradas foram embora e o trânsito passou a fluir, voltei para a viatura e já me preparava para partir, quando a loirinha da bunda gigante chegou pela janela do carona e disse: “aceito seu convite, pode ser amanhã às 13 horas?”

Claro que podia. Lá estava eu no horário combinado, usando meu carro particular pois era minha folga, e a delícia veio caminhando em minha direção trajando calça jeans bem colada, blusinha decotada e cabelos soltos, além de algum excesso de maquiagem. Nunca havia visto aquela moça em qualquer roupa que não fosse aquele conjunto de cores vivas do seu uniforme, e definitivamente ela ficava ainda mais sensual de calça jeans. Assim que ela entrou perfumada no meu carro, toquei para um restaurante de qualidade bem próximo dali, e o nosso papo fluiu solto, mas evitei perguntar o motivo dela finalmente ter aceitado meu convite, embora eu tivesse percebido a ausência daquela aliança de compromisso cafona na mão direita.

Durante o almoço, ela tomou vinho, uma garrafa inteira na verdade. Parece que ela nunca tinha experimentado um Merlot chileno como aquele (embora o Chile seja famoso pelos Cabernet Sauvignon, o Merlot Santa Ema é sem igual), ou talvez estivesse afim de afogar suas mágoas, embora eu ainda não soubesse quais eram. Além de ser boa de taça, ela também era boa de garfo, e devorou com afinco entrada, prato principal e sobremesa. Aquilo me deixou ainda mais interessado em ter aquela delícia em um ambiente reservado, afinal, 99,9% das mulheres boas de prato são boas de cama.

Após a refeição, não precisei fazer qualquer esforço para sugerir prolongamento do almoço em algum local mais reservado. Logo que voltamos para o carro, ela me atacou com um beijo ardente, intenso, e tratou de jogar seu corpo em direção ao meu e invadir minha camisa com suas mãos pequenas e unhas enormes, que logo foram cravadas na pele do meu peitoral. Beijar aquela boca com sabor de vinho era algo que eu desejava há algum tempo, e aproveitei ao máximo aquele momento que poderia ser único, invadindo o interior dos seus lábios com a língua e degustando de sua essência com ardor.

Minha mão logo adentrou seu decote, envolvendo um de seus pequenos seios com facilidade, enquanto meus dedos brincavam com o mamilo enrijecido. A loira ofegava conforme eu beijava seu pescoço e mordiscava sua orelha, ao mesmo tempo em que ela se divertia com o crescimento de minha trosoba vulcânica dentro da calça. Abri o zíper para facilitar a vida do meu amigo veiudo e, quando a vara fez-se desnuda no recinto, a moça bunduda abriu um sorriso de satisfação, e em seguida voltou a me beijar.

Sua pequena mão segurava meu mastro sem envolvê-lo, e a punheta que ela começou a tocar era de primeira qualidade. Meu mastro estava trincado de tesão, visto que a probabilidade de ver o moleque sumir dentro daquele rabo fenomenal crescia a cada segundo. Liguei logo o carro e comecei a sair da vaga, antes que ela desistisse da ideia de compartilhar uma suíte de motel com este que vos escreve. E tão logo entramos em movimento, a moça abocanhou meu pau em um boquete dentuço de qualidade. Era engraçado tentar dirigir com tanto prazer sendo gerado entre minhas pernas, e mais engraçado ainda ver ela elogiando minha vara com a boca cheia, dizendo que nunca tinha visto algo tão grosso, etc, esse tipo de coisa que mulher fala quando quer agradar o parceiro, ainda mais quando é um parceiro casual.

Ela não parou de chupar meu membro por um segundo sequer, enquanto nos dirigimos ao motel. E lá chegando, ainda na garagem, ela me fez ficar em pé na parede, agachou-se e pôs-se a me pagar um boquete dedicado, engolindo tudo que era possível do meu membro e depois fazendo pressão para cima, até expulsar a trosoba de sua boca com um sonoro estalo. Fiz um rabo-de-cavalo com seus cabelos e segurei com uma das mãos, sem conduzir o ato, apenas acompanhando e me deliciando com a aptidão da moça para o felatio.

Tentei resistir, mas não consegui, e despejei milhares de gametas intrépidos em sua garganta, embebidos em porra vulcânica que explodiu na boca da loira em um orgasmo riquíssimo em sensações. Infelizmente o destino de meu néctar foi o chão. Ela sequer manteve a porra em sua boca por qualquer momento, cuspindo tudo de imediato e dizendo para não repetir aquilo, com a cara fechada. Apenas assenti com a cabeça, pois a satisfação do orgasmo superava a frustração de ver minha essência vital espalhada em uma garagem de motel.

A piroca morreu após a gozada deliciosa, mas conforme subi as escadas para a suíte com aquela bunda enorme a centímetros do meu rosto, ao fim dos degraus o little Del já estava pronto para a ação. Ela correu para o banheiro e se trancou, antes que eu pudesse lhe agarrar e rasgar suas roupas de imediato. Aproveitei o momento para ficar totalmente despido e me refrescar com alguma bebida não alcoólica. A moça não tardou em aparecer, totalmente nua e depilada na porta do banheiro, deliciosamente branca e voluptuosamente generosa em suas curvas, fazendo minha trosoba pulsar em resposta.

Decidida, a loira tomou o preservativo de minha mão e fez questão de colocar em meu mastro, prendendo a pontinha com a boca e desenrolando na superfície da vara, completando com uma chupada encapada em seguida. Comigo sentado na beirada da cama, achei que uma nova sessão de boquete espetacular iria se iniciar, mas rapidamente a loira virou-se de costas pra mim (revelando finalmente a beleza daquela monumental bunda totalmente desnuda), direcionou minha vara na porta de sua buceta já molhada, e sentou de uma vez, engolindo minha trosoba com uma prexeca deliciosamente quente.

Ela se apoiou nos meus joelhos e pôs-se logo a sentar forte, socando toda sua magnitude de nádegas em minha púbis e deliciando-me com a visão daquela imensidão branca a estremecer quando tocava meu corpo. Me recostei apoiando-me em um dos cotovelos e em seguida desferi um tapa no rabo imenso da loira, que reclamou, dizendo que não gostava de ficar marcada. Ok, mais uma bola fora, me contentei apenas em apoiar-me nos dois cotovelos e assistir aos movimentos fantásticos daquela loira rabuda sentando em minha vara.

Em seguida ela se levantou, de repente, e me mandou deitar na cama, para possibilitar que ela viesse por cima, sentando em minha pica de frente para mim, e cravando as unhas no meu peitoral. Apoiada nos joelhos, ela sentava devagar e rebolava, enquanto eu massageava seus seios e me contorcia para enxergar os movimentos de sua bunda no espelho da retaguarda. Aquilo estava gostoso, já havia alguns minutos que ela rebolava em meu pau e cozinhava minha vara com o calor de sua buceta, mas eu queria mais, queria comer aquela loira de forma que a visão de sua bunda fosse plena, e resolvi tomar as rédeas.

Tirei a loira de cima de mim e a joguei na cama. Ela me olhou assustada, mas para evitar que ela reprimisse mais um de meus estilos de foder, a virei imediatamente de bruços e, meu amigo, que visão incrível. Posicionei meu corpo sobre o dela, afastei suas pernas, tendo visão privilegiada de sua buceta ligeiramente carnuda e de seu cuzinho rosado, escondido por nádegas tão volumosas. Posicionei a vara na porta de sua prexeca e invadi de uma vez, deitando em seguida sobre a loira e puxando seu cabelo com força à medida que eu socava o pau com violência para dentro da rabuda.

É delicioso foder uma mulher bunduda nessa posição. A maciez das nádegas da moça amortece os impactos do seu quadril contra o corpo dela, e isso faz com que o camarada possa se sentir como se mergulhasse dentro da mulher. E eu fodia aquela loira com tanta fúria que a cama do motel era a única que gemia mais do que a minha parceira em um raio de alguns metros. Demorou, mas ela enfim teve um orgasmo, identificável pela gargalhada da moça e os inúmeros elogios que ela soltou em seguida. Missão cumprida, mas ainda havia mais o que fazer naquela batalha.

Me levantei, fiquei de joelhos e puxei a loira para cima, deixando-a de quatro. Aquela era a posição que eu sonhei vê-la desde a primeira vez que passei pelo pedágio e avistei a abundância (perdão de novo, não resisti) daquela mulher. Acocorado, mirei a trosoba fumegante na direção da buceta encharcada e entrei firme, até o fundo, fazendo a gostosa se contorcer e gritar. Prendi novamente seu cabelo em minha mão, segurei em sua cintura para equilibrar e desci vara com gosto na loira, fazendo-a ter trabalho para se equilibrar de quatro a cada bombada vigorosa que eu desferia com meus 98 kg de massa muscular.

A sensação de socar a trosoba com força dentro da loira era incrível, mas foi a visão incomparável daquela bunda gigante a me receber que fez com que eu gozasse em pouco tempo. Jatos incontáveis de porra ardente preencheram a ponta do preservativo, e a loira acabou gozando com o que ela chamou de “pulinhos” do meu pau dentro de sua buceta. Eu estava exausto, minha vara foi expelida feliz e moribunda do interior daquela prexeca incrível, mas para mim ainda faltava algo.

Com a moça ainda de quatro, mergulhei com o rosto entre aquelas enormes nádegas e enfiei a língua em seu cuzinho suado, lambendo e chupando aquele pequeno portal da felicidade, que apesar de plenamente receptivo à minha língua, definitivamente não receberia minha trosoba em seu interior, como a loira já tinha me alertado. A delícia rebolava e remexia a bunda, prendendo meu rosto quando eu introduzia a língua mais fundo, e arregaçando de volta quando eu lhe estimulava o ponto G com os dedos em sua buceta. O resultado não podia ser diferente, outra gozada da loira, e dessa vez ela tremeu e gargalhou por alguns instantes, enquanto eu apenas observei, satisfeito, quão deliciosa era a mulher que eu havia acabado de satisfazer.

Imaginei que teríamos um segundo round depois que ela voltasse do banheiro, mas o barulho do chuveiro da loira em seu banho solitário destruiu minhas esperanças. Sem problemas, enquanto ela se arrumava eu tomei um banho, lembrando de cada detalhe da foda incrível, e já imaginando quando seria nossa próxima vez. E logo que saí do banheiro, ela já me esperava, vestida e perfumada, me pedindo para deixá-la em casa, pois não podia chegar muito tarde.

No carro, acabei descobrindo que ela ainda morava com o motorista de ambulância, apesar de crise que eles tiveram quando o camarada brigou com o rapaz do carrão de luxo por ciúmes (a situação que contei no início deste conto), e que apesar dos pesares, ela ainda não pensava em se separar. Diante da minha falta de expressão sobre o assunto, ela emendou com um “mas isso não me impede de encontrar novamente o homem mais gostoso que já provei na vida”. É, ganhei o dia com esse comentário.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade. Leia também meus contos eróticos exclusivos para o MeuContoErotico.com.

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