#59

Delícia Nerd Retribuindo o Trabalho

Havia muito tempo que não nos falávamos, e eu já tinha até riscado o nome dela da minha lista de fodas em potencial, portanto quando vi aquele rostinho familiar no whatsapp, não pensei duas vezes em aceitar seu pedido, mesmo sabendo que iria me dar mais trabalho do que estou acostumado a aceitar em troca de uma (possível) foda. De quem estou falando? Da querida Delícia Nerd (leia mais sobre ela aqui e aqui), que foi agraciada com um delicioso incremento corporal ao longo dos anos, embora tenha mantido as características de seu rostinho enigmático.

OBS: Conteúdo de sexo na próxima frase em negrito.

A missão quase impossível era ajudá-la com uma arrumação em sua casa, pois alguns móveis novos estavam para chegar, e ela não conhecia alguém tão forte quanto eu para auxiliar nessa tarefa (eu sempre acredito no que ela diz). Cheguei no horário combinado e, lá estava a delicinha me esperando, com um vestido florido tomara-que-caia folgado no corpo, cabelo solto e uma cara de quem tinha acabado de acordar. Me cumprimentou com dois beijinhos na bochecha e um selinho na boca, dizendo que tinha sentido saudades. Imediatamente o tesão fluiu por todo o meu corpo quando vi que aqueles peitinhos generosos e empinados estavam livres debaixo das amarras elásticas do tomara-que-caia.

Tirei a camisa e comecei a trabalhar, empurrando estante aqui, puxando sofá ali e desmontando armário acolá. Ela apenas coordenava meus movimentos, e mantinha um ar de safadeza reprimida em seu rosto, especialmente quando meus músculos ficaram mais evidentes diante de tanto exercício físico e suor. Vê-la me olhando e me desejando daquela forma era excitante, mas a mocinha sempre fugia das minhas tentativas de esquentar o papo, dizendo que se eu fosse um bom menino, ela iria me retribuir o favorzinho quando tudo terminasse. Fiz um belo papel de babaca, pois na hora H ela poderia inventar qualquer desculpa para não me pagar com sexo, e todo o meu trabalho duro teria sido em vão.

Mesmo sentindo-me um beta mangina de quinta categoria, finalizei o serviço, e como eu já esperava, ela começou a esfriar o clima, dizendo que estava já atrasada para almoçar com uma amiga. Mas, sabendo do meu poder de cativar a mocinha com meus atributos físicos, tirei toda a roupa de uma vez, na frente dela, e falei que não poderia ir embora sem tomar um banho. Os olhos da nerdzinha ficaram fixos em minha vara, que fez sua parte, retesando-se e apontando sua extremidade para o céu. A menina gaguejou e me apontou a direção do banheiro.

Ignorei a direção que ela apontava e me aproximei dela, olhando fixo em seus olhos e percebendo o nervosismo em seu rosto. Quando me aproximei do seu rosto, ela olhou-me de cima a baixo e mordeu o lábio inferior.

Del: “Então você me faz trabalhar e não quer me pagar?”

Delícia Nerd: “Não…é que…” – disse ela, gaguejando.

D: “Vou ter que pegar meu pagamento à força então…” – segurei seu queixo com uma das mãos, aproximando o rosto dela do meu – “…sua puta!”

DN: “Del, não…eu pago, pago o que você quiser…”

D: “Pode começar me pagando um boquete, vadia, senti falta dessa boquinha depois que você sumiu.” – e fiz um rabo-de-cavalo com seu cabelo em minhas mãos, tomando-a pelas rédeas.

Seria a primeira vez que minha trosoba fumegante seria recebida pela boca daquela delicinha, e nutri bastante expectativa por aquele momento. A puxei pelo cabelo até a sala, coloquei-a sentada no sofá e deixei meu pau bem diante de seu rosto de nerd safada. Dei duas pirocadas em sua face, uma de cada lado, dizendo que aquilo era parte da punição por ela pensar em não me pagar. Em seguida ela pegou minha trosoba com a mão pequena, envolvendo com os dedos apenas metade da circunferência do mastro, e abocanhou a cabeça, iniciando o boquete.

Seus lábios macios e sua boca quente eram deliciosos, e o toque daquela língua pequena e arisca ao redor da cabeça da pica era algo absurdo. Ela colocava apenas a cabeça para dentro, tomando sério cuidado para não me dar dentadas. Aquele ritmo lento e suave era delicioso demais para que eu ousasse atrapalhar forçando a delicinha a uma garganta profunda, então deixei que ela conduzisse o ato de acordo com sua habilidade. E ela me surpreendia a cada momento, especialmente quando passava a língua por toda a vara enquanto me punhetava com seus dedinhos curtos. Como resposta aos meus gemidos, ela olhava para cima buscando a satisfação em meu rosto e abria um sorriso, com meu pau na boca, uma delícia!

Minhas pernas tremiam enquanto o tesão percorria todo o meu corpo de forma voraz. Ah, como é gostoso receber um bom boquete, seja ele lento ou rápido, raso ou profundo, longo ou curto, boquete é boquete. A visão daquela branquinha a me chupar já era suficientemente boa, mas ela fez questão de melhorar, colocando seus lindos e empinados seios pra fora, e acariciando seus próprios mamilos enquanto me devorava o mastro. Com palavras de safadeza estimulei a nerdzinha a continuar, e logo ela soltou a outra mão da minha pica para masturbar sua bucetinha, por cima da calcinha que já devia estar molhada. E tudo isso sem parar de mamar minha trosoba nem um segundo sequer.

Já era chegada a hora de dar algo mais para a moça, então me afastei, a coloquei deitada no sofá com as pernas pra cima no frango assado e abocanhei aquela deliciosa buceta carnuda por cima da calcinha, sentindo o néctar que atravessava o tecido e evidenciava quão excitada estava a nerdzinha. Em seguida fiz a moça abrir as pernas e cheguei sua calcinha pro lado, mergulhando naquele paraíso felpudo e aplicando minha habilidade ímpar de cunnilingus para deliciar a moça. Um orgasmo da nerdzinha era minha meta, e não demorou para isso ocorrer.

Depois que ela gozou, insistiu que queria experimentar um 69, e me convenceu a ficar por cima, dizendo que queria sentir minha vara bem fundo em sua boca. Que evolução minha nerdzinha teve nesses anos, daquela mocinha recatada com safadeza reprimida a pequena delícia se transformou em uma devassa, exatamente como eu gosto. Juro que não me sinto confortável em ficar por cima no 69, mas logo que senti a mocinha tentando engolir o máximo da minha vara que ela podia, mergulhei fundo também naquela bucetinha encharcada e me entreguei ao tesão extremo que dominava o ato. Até o celular dela nos interromper.

Enquanto ela atendia a ligação, continuei a chupando naquela posição ingrata, ao mesmo tempo em que atrapalhava sua concentração para falar ao telefone com uma trosoba balançando em frente ao seu rosto e uma língua desbravando o interior de sua buceta. Ela desligou, era a sua mãe, e estava chegando dentro de 5 minutos. Merda. Eu estava louco para voltar a comer aquele cuzinho, já estava salivando com a ideia, mas os tais 5 minutos não me permitiam sequer pincelar a vara na porta da felicidade. Merda de novo.

Fiquei de pé e comecei a procurar minha roupa, afinal a mãe dela não queria me ver de jeito nenhum (um dia explico o motivo), e foi aí que a nerdzinha me surpreendeu com uma proposta irrecusável:

DN: “Olha Del, não posso sair pois vou precisar ajudar minha mãe aqui em casa, mas acho que consigo uns 15 minutos em algum lugar escondido com você…”

D: “No meu carro?”

DN: “Não, muito arriscado. Vou dizer que vou na casa de uma colega aqui do prédio, e você me espera no banheiro masculino do salão de festas, ninguém usa se não tiver festa.”

Nem tive tempo de questionar ou sugerir outro lugar, pois logo o interfone tocou, e eu teria alguns segundos para vestir o resto da roupa e sair correndo até o ponto de encontro. Acabei saindo da casa dela com a camisa enfiada pela metade, meia em um dos pés e a outra sumida, e um par de tênis na mão direita. Torci para não ter esquecido celular ou documento lá, mas felizmente estavam no bolso da bermuda. Entrei nas escadas para acabar de me arrumar, e em seguida pus-me a procurar o tal salão de festas. Graças aos deuses do sexo, achei o caminho certo, e não cruzei com ninguém pelo caminho. Entrei no local definido e me tranquei lá dentro, esperando a chegada da minha delícia.

Depois de uns longos minutos, os quais entreti-me com uma bela punheta, a nerdzinha me mandou uma mensagem dizendo que estava a caminho. Foi o tempo de abrir a porta e ela entrou louca, já me beijando e tirando os seios pra fora. Em seguida arrancou minha camisa enquanto eu entrava com as mãos embaixo do vestido para apertar sua bundinha redonda. Reparei que a calcinha tinha ficado de fora da brincadeira, denunciando as intenções da nerdzinha. Enquanto ela me beijava e colocava minha vara para fora da bermuda, dedilhei sua bucetinha por trás e senti que o mel já brotava em abundância, e aproveitei dois dedos molhados para adentrar aquele cuzinho mais do que perfeito e deliciosamente guloso.

DN: “Del, minha mãe não aceitou bem a ideia de eu sair de repente, só tenho 5 minutos, disse que fui ao carro procurar meus óculos.”

Sequer respondi, apenas a virei de frente para a parede e fiz ela se empinar. Abri sua bundinha e pincelei o pau entre suas nádegas, encostando na portinha do cu apenas para provocar, mas o rumo tomado foi a bucetinha deliciosamente irrigada. Foi incrível voltar a adentrar aquela gruta apertada. Quando entrei fundo na menina, ela ficou na ponta dos pés e soltou um delicioso gemido baixinho. Com as mãos, peguei seus dois deliciosos seios, e ela colocou as mãos sobre as minhas, cravando as unhas de leve em mim enquanto eu lhe empurrava contra a parede a cada socada profunda.

DN: “Del…eu pensei em você…todos esses dias! Seu pau…seu pau gostoso…sempre entrava em mim nos meus sonhos. Será que estou sonhando agora?” – disse ela, ofegante.

D: “A realidade e os sonhos se confundem quando o tesão é extremo, delicinha.” – sussurrei no ouvido dela.

DN: “Ai Del, isso só pode ser um sonho delicioso, não me acorda!”

D: “Acordar pode ser ainda melhor…” – dei um sonoro tapa em sua bunda – “…vou te mostrar.”

Tirei a vara melada da bucetinha da moça, coloquei na porta de seu cuzinho guloso e entrei devagar, deixando-a sentir meu mastro a lhe invadir pouco a pouco o reino oculto das fantasias anais. Lembrai-vos de como a delicinha nerd é fã de inserções em sua porta traseira, e isso não mudou, com a gostosa empinando ao máximo sua bundinha branca e macia de forma a receber o máximo de minha virilidade em seu rabinho.

O alarme de cinco minutos tocou, mas ela me deu aval para continuar até o fim. Segurei firme em seus quadris estreitos e soquei o pau com cadência firme e constante na nerdzinha, fazendo-a gemer um pouco mais alto, e ignorar os perigos de sermos flagrados ali em nosso momento de prazer. Ela virava a cabeça para trás para me beijar, e dizia que só eu sei comer o cu dela de jeito, e aquilo me dava combustível para continuar metendo fundo na moça, fazendo nosso tesão atingir níveis épicos, até finalmente um pulso orgásmico formar-se em meu corpo, externando-se em forma de uma gozada intensa no cu da nerdzinha.

Ela rapidamente desengatou e ajeitou seu vestido, sorrindo enquanto me observava respirar ofegante depois daquela gozada espetacular. Meu pau esfolado pulsava, e definitivamente estava pronto para outra, mas infelizmente as circunstâncias eram inimigas do tesão. Só me restou como alternativa limpar os vestígios de foda e me vestir. Caminhamos juntos pelo salão, ela para o elevador, rumo à sua casa, e eu para a escada, rumo a uma rápida exfiltração.

Já no carro, recebi um whatsapp da moça:

DN: “Del, sabe porque escapei tão rápido da sua anaconda tarada?” – gostei do termo.

D: “Não sei, a anaconda tarada queria mais…”

DN: “É para não deixar você escorrer…” – e emendou em outra mensagem – “…quero você dentro de mim por mais tempo.”

Meus gametas agradecem.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade. Leia também meus contos eróticos exclusivos para o MeuContoErotico.com.

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