#62 (Gats)

Brincadeira de criança! 

Fim de festa, no cantinho escuro atrás do salão mesmo onde alguns carros estavam estacionados, incluindo o que nos trouxe até ali e o do buffet. No entanto, em meio ao tremendo fanfarrar interno e estrondoso com a música com volume as alturas, considerando principalmente o horário, estava ao relento, com o silêncio quebrado pelo leves gemidos que produzia encostada àquela parede um tanta gélida sob a cobertura que trazia sombra suficiente para sermos ocultados e permanecermos invisíveis a qualquer veículo que viesse a passar pela rua.

Mesmo sendo mais alto que eu, Vinicius não tinha menor despeito em agachar um tanto, levantando-me quase o mesmo para abocanhar meus seios já que a blusa era devidamente oportuna de acordo com os botões frontais escancarados assim como a prenda do sutiã aberta.

Minhas unhas já estavam um tanto esfoladas assim como o trecho de seu dorso quando as deixei escorregar fazendo de leves a médios arranhões por sua extensão.

A calcinha já não era mais um problema, visto que nem mesmo sabia no momento onde estava já que ludibriava-me somente nos toques firmes e nos dedos compridos de Vinicius adentrando cada vez mais minha bucetinha que se encharcava a cada centímetro que me penetrava.

Estava tudo muito bem, tudo muito bom, contudo sempre há como melhorar. De fato! Queria ser comida com força, mas ali, em pé e no cantinho, não daria muito certo, logo recebi uma sugestão deveras mente ímpar.

Bem ao lado do salão, quase olvidada pela copa larga de uma árvore um tanto baixa, estava aquela típica casinha de parquinho com suporte de madeira resistente que aguenta cerca de quinze crianças ao mesmo tempo enlouquecidas para ver quem escorrega primeiro.

Devido a hora, cerca de três horas da madrugada, deveria estar vazia e com sucesso. Em altura, dava para ficar de joelhos tranquilamente, em largura, era extensa com o chão devidamente alinhado garantindo que nenhum curioso que passasse embaixo pudesse ver nossa foda.

Vinicius já tinha aberto o zíper da calça, deixando exposto o volume do seu pau que estava relutante com o tecido da cueca box azul marinho que insistia em segurá-lo. Suas mãos davam quase que leves beliscões nos biquinhos de meus seios enquanto ele pincelava sua pica em minha xana, indo parar certas vezes em meu cuzinho e voltando a meu sexo quente e úmido, nem mesmo ligando, nenhum de nós, para os gemidos que eu fazia.

Arrepiei-me de imediato quando seu pau pressionou com força meu clítoris, suas unhas um tanto cerradas arranharam levemente minha coxa direita e penetrou seu membro com força repentina, liberando eu um urro súbito de prazer, simultaneamente, ele iniciava o ritual de entra e sai vagarosamente naquele mamãe e papai.

Assim que seu pau saiu acidentalmente de minha gruta, tratei de pegá-lo, punhetando-o enquanto mudava calmamente de posição, ficando de quatro e dando uma leve reboada, soltando sua pica e pedindo, quase ordenando, para que me fodesse com força ali e naquele exato momento.

Meu jovial coleguinha tratou de entrar na brincadeira, sem mais nem menos, enfiou o mastro já socando com força, causando certo ardor prazeroso de meu interior até pouco mais a fora, ao mesmo tempo que deliciava-se me com o leve ranger do movimento de Vinicius com o da madeira que construía aquela casinha juntamente ao aroma de sexo que entrava por minhas narinas, e logo não resisti em gozar piamente, sendo este anunciado por um gemido intrépido e mais alto, arrancando uma meia gargalhada de meu parceiro que continuou a socar sua pica.

Segui numa cavalgada não muito demorada, assim que Vinicius juntou minhas mãos, segurando fortemente pelos pulsos com uma mão sua somente, enquanto a outra segurava minha perna e revezou momentaneamente para inserir a tora em minha bucetinha de ladinho, retomando o ritmo das entocadas, arrepiando-me com leves mordicadas na nuca ou nos seios.

Dessa vez gozamos juntos, porém, um jato de porra tratou de sair de ímpeto de melar parte da minha saia. Não muito continuamos ali para nos recompor. A festinha já estava no fim e o irmão da aniversariante devia estar lá pelo menos para despedir-se dos eventuais convidados.

OBS: Eu tenho um blog, não deixe de me visitar no Cantinho do Prazer da Gats.

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