#69

A Pequena Barista

Não havia nada de especial naquele café, muito menos nas pessoas esnobes que frequentavam aquele local de origem gringa, com nome estranho e um personagem psicodélico como logotipo. Aliás, grande parte dos que ali estavam degustavam bebidas doces e estranhas, em copos enormes e ostentavam um comportamento tão esnobe que deixaria alguns artistas com inveja. Eu devia ser o único cara que bebia um espresso todos os dias, sempre dispensando o docinho de acompanhamento e sempre despertando a atenção das moças que frequentavam o local. E embora algumas das moças fossem deliciosas, minha atenção estava presa à barista.

Uma bela e pequena morena, de rosto simples e estilo despojado, uma tatoo de coração em um dos dedos e um sorriso tímido que despertava os meus desejos mais sórdidos. Nunca entendi seu nome, nem quando li na plaquinha em sua blusa nem quando ela me disse qual era, mas pouco importava, quando estava diante dela eu só conseguia me imaginar degustando o doce sabor de sua saliva e explorando o seu pequeno corpo com meus dedos desbravadores. Do alto de seus 1.64 m, sua falsa magreza era ocultada pelo seu uniforme preto e discreto. Pesando não mais de 56 kg, aquela pequena barista me seduzia por completo com seu olhar penetrante, bem divergente da timidez que seu corpo exalava.

Não puxei papo com ela no primeiro café, nem no décimo. Eu apenas a observava de longe, sentado à mesa enquanto a cafeína corria em minhas veias e o toque amargo do café in natura copulava com minha língua. Na verdade, ela puxou papo comigo. Em uma ocasião aonde ela deixou a máquina de café para remover as xícaras e copos largados por mal-educados, ela parou ao meu lado e questionou o motivo por eu tomar sempre aquele espresso, sendo que haviam opções mais interessantes no cardápio. Respondi dizendo que o café pouco importava, pois eu estava ali apenas para alimentar meus sonhos com a imagem do sorriso dela. Ela corou, derrubou a bandeja de plástico no chão e, quando me ofereci para ajudá-la, ela respondeu com um sorriso, e se afastou apressada.

Voltei no dia seguinte, e para a minha surpresa, o sorriso da barista foi maior do que qualquer outro sorriso anterior. Quando ela me entregou o café, eu agradeci, e disse que o sonho daquela noite seria ainda melhor, graças ao melhor sorriso que eu já havia recebido. Mais timidez em outro sorriso incrível, e eu tomei a iniciativa cafajeste de deixar meu cartão de visitas sobre o balcão, dizendo que eu adoraria ter aquele sorriso só para mim em algum momento do futuro. Ela, novamente tímida, recolheu o cartão meio indecisa para em seguida guardá-lo no bolso, e voltou sua atenção para o próximo cliente.

Em alguns instantes ela apareceu no meu aplicativo de mensagens instantâneas, puxando papo com um “oi” bem discreto. Sua foto de perfil era encantadora, pois com os cabelos soltos e uma discreta maquiagem ela conseguia ficar ainda mais sedutora. Não perdi tempo e a convidei para jantar, ali mesmo no shopping aonde ela trabalhava, e em questão de horas eu já a aguardava na mesa do restaurante, aguardando-a aparecer. Nem a reconheci quando ela caminhava pelo salão, pois a calça jeans colada no corpo revelava belas coxas e um quadril volumoso em relação à cintura, e os seios pequenos pareciam maiores naquele decote pronunciado. Seus cabelos soltos, na altura dos ombros, deixavam ela ainda mais linda, e seu sorriso ao me ver ainda carregava um pouco de timidez.

Degustamos um churrasco misto acompanhado por alguns chopes, e o álcool deixou a menina bem animada, espantando sua timidez para bem longe. Descobri bastante sobre ela em nossa conversa: ela tinha 20 anos, mãe solteira de uma menina de 5 anos, largou os estudos para se dedicar à filha, enquanto seu ex-marido homicida presidiário e sua ex-sogra psicótica perturbavam a sua vida. Se eu estivesse interessado em um relacionamento com ela, dificilmente sairíamos de mãos dadas daquela mesa, mas como minhas intenções tinham a validade de uma noite, continuei firme no propósito.

Bebemos bastante, uns 10 chopes cada um, isso que eu me lembro. Depois que paguei a conta, saímos bem tortos e cambaleantes da mesa, ela ria bastante e eu apenas desejava rasgar a calcinha dela e curar minha bebedeira com uma pirocada bem forte na pequena morena. Ainda me restava alguma habilidade para dirigir alguns poucos quilômetros, e essa era a distância dali até o motel mais próximo. Levei-a para o carro e disse que a daria uma carona até em casa. Ela aceitou, mas eu ignorei o destino que ela pediu e dirigi até o motel. Calada a morena estava, calada ela ficou quando eu pedi a chave da suíte presidencial para a recepcionista, mas quando encostei o carro na garagem, ela se manifestou.

Morena: “Achei que eu fosse mesmo pra casa.”

Saí do carro e abri a porta do lado dela, oferecendo-lhe a mão para que descesse. Assim que ela se colocou à minha frente, coloquei a mão atrás de sua nuca e beijei sua boca, degustando finalmente a doçura de sua saliva combinada ao elevado nível etílico em que estávamos, ou seja, quase o sabor de uma tripel belga. Com a outra mão apertei sua bundinha macia e percorri todo o seu corpo, enquanto ela se divertia com meu corpo na mesma intensidade.

Virei-a de costas e passei a beijar seu pescoço, comprimindo meu corpo contra o dela enquanto segurava seus pequenos seios com vontade. Desci pela barriga e cheguei até a intimidade do prazer, que mesmo oculta pelo jeans exalava uma certa umidade que remetia ao desejo. Cravei então os dedos da outra mão em sua bundinha redonda e disse em seu ouvido que seria uma honra devorá-la o mais rápido possível.

Fiz menção de abrir o zíper de sua calça, mas ela se desvencilhou de mim, tomou rapidamente a chave da suíte e entrou, correndo para o banheiro como uma gata assustada foge de um pit bull. Sem problemas, entrei calmamente, me livrei de cada peça de roupa exceto a cueca boxer branca e me deitei na cama, relaxando com a temperatura amena do ar-condicionado ligado e o agradável R&B que tocava no sistema de som daquela cara suíte.

Alguns minutos depois ela saiu do banheiro, trajando a mesma roupa de antes, com os ombros encolhidos e os braços cruzados à frente dos seios. Ela não se sentia confortável ali, mesmo bêbada, e eu percebi que se minha intenção era visitar o íntimo daquela morena, eu precisava de mais habilidade com as palavras do que minha condição etílica permitia.

Sem problemas, convidei-a para deitar-se ao meu lado e conversarmos. Ela não se deitou, apenas sentou na beirada e evitou olhar para o meu corpo seminu, e então começamos a conversar sobre a vida. Em poucos instantes consegui deixá-la entretida, em longos minutos ela enfim deitou-se ao meu lado e em pouco mais de uma hora, ela estava deitada em meu braço, e nos beijávamos como um casal de namorados apaixonados. Ela aos poucos se sentia mais à vontade e explorava meu corpo com a ponta de seus dedos magros, se divertindo com o volume do meu peitoral e brincando com os gomos do meu abdome trabalhado ao longo dos anos. Seus dedos tão próximos da minha zona do prazer deixaram o little Del animado, e este não demorou a fugir da cueca.

Morena: “Que coisa enorme!”

Foi a reação dela ao meu mastro. Descontei sua empolgação e o álcool em suas veias, e aceitei o elogio beijando-a e colando nossos corpos de forma que a trosoba fumegante fizesse pressão contra a moça. Lentamente posicionei-me sobre ela, entre suas pernas e, sem deixar de beijá-la, fiz um movimento de sexo missionário com ela, ainda que ela estivesse vestida. Ela começou a se entregar ao prazer, rebolando lentamente e me beijando de forma mais intensa, emitindo alguns gemidos discretos.

Livrei-a da blusa e abri a presilha frontal do soutien, deixando seus pequenos seios de mamilos achocolatados ao relento. Mergulhei imediatamente sobre eles, pegando-os um a um com as mãos e alternando lambidas com chupadas intensas em seus deliciosos biquinhos que remetiam a singelos brigadeiros. Ela gemia enquanto sentia o toque da minha língua, e respirava ofegante conforme fui descendo beijando sua barriguinha negativa em direção ao umbigo, que recebeu uma atenção toda especial de meus lábios.

Enquanto eu abria seu jeans, ela se livrou das peças de roupa superiores e olhava atenta para mim, ansiosa pelo que eu pretendia fazer. Baixei seu jeans lentamente, revelando uma calcinha amarela de algodão, bem discreta, que ocultava uma intimidade pouco volumosa. E depois que tirei sua calça por completo, virei-a de bruços e senti meu pau pulsar forte com a visão daquela bunda redonda, morena, empinada e adornada por aquela calcinha plenamente enfiada. Comecei a baixar a calcinha com os dedos e concluí com os dentes, puxando o pano com a boca até deixar a morena completamente nua.

Rapidamente saltei com o rosto no interior daquela bunda deliciosa, atacando aquele cuzinho com a língua sem me importar com o histórico recente daquele orifício. Ela se contorceu e tentou fugir, mas se entregou ao prazer quando minha língua passou a lhe foder a porta do rabinho, ao mesmo tempo em que meu dedão adentrou sua prexequinha apertada e molhada e meu dedo indicador lhe estimulou o clitóris. Pressionei com intensidade seu ponto G e ela se empinou mais, entregando totalmente aquele ânus delicado à minha língua.

Após me deliciar com seu rabinho, virei-a de frente para mim, abri bem suas pernas e mergulhei em sua prexeca com dedicação, sugando seu grelo com intensidade e me deliciando com o néctar ácido que sua bucetinha depilada exalava. Que delícia era chupar aquela bucetinha morena enquanto a moça gemia alto, intensa, estridente. Seu gemido era música para os meus ouvidos, e logo ela implorava para eu lhe foder, ao mesmo tempo em que se estremecia e me elogiava com palavras ora sujas, ora doces.

Obedeci à moreninha e me posicionei sobre ela, pincelei meu instrumento na porta de sua pequena bucetinha antes de colocar a camisinha. Piroca encapada, fui introduzindo devagar na pequena, vendo meu pau ser deliciosamente engolido por uma das bucetinhas mais delicadas que eu já havia visto. Com toda a minha vara dentro, deitei-me sobre a moça, deixei que ela me envolvesse com as pernas, segurei em sua nuca e passei a forçar o mastro para dentro e para fora com muita força, jogando meu quadril com violência contra a morena, que gemia alto e estapeava minhas costas.

Em seguida virei-a de bruços, coloquei rapidamente um travesseiro embaixo de seu quadril, fechei suas pernas e me deitei por cima da morena, segurando em seu cabelo enquanto eu lhe fodia gostoso. Naquela posição sua bucetinha ficava especialmente apertada, e era uma delícia sentir a menina rebolando enquanto eu lhe penetrava com velocidade e intensidade. Seus cabelos estavam bem emaranhados em seus dedos, e nosso suor dava um aroma fantástico àquele quarto. Ver aquela cena por todos os espelhos da suíte era algo que eu não esqueceria jamais.

Repentinamente fiquei de joelhos, segurei a menina pelos quadris e a coloquei na posição que eu queria: de quatro. Ela sabia ficar de quatro muito bem, deliciosamente empinada e preparada para que eu lhe fodesse como uma cadela. Estapeando sua bunda morena, deliciei-me entrando e saindo com minha trosoba intrépida do interior daquela bucetinha quente e apertada. Troquei o apoio nos joelhos pela posição de cócoras, e fodi aquela prexequinha de cima pra baixo, segurando minha barista putinha pelos cabelos enquanto ela gemia sem parar.

Gozei. Senti-me como se despejasse litros de porra vulcânica dentro do preservativo. E apesar da gozada, eu continuaria fodendo aquela morena até a vara voltar à força máxima, mas a prudência me fez pular fora para trocar a camisinha. Deitei na cama e joguei a borracha gozada no chão, com a vara ainda pulsando, enquanto a morena continuava de quatro na cama, de quatro e rebolando, e gemendo, e dizendo que ainda queria mais pica dentro dela.

Ela veio então com a boca na direção do meu mastro, segurou com a mão na base e abocanhou todo o boneco, chupando-me com voracidade dentuça e limpando todos os vestígios de gametas que sobraram por ali. Seu boquete era acompanhado de uma discreta punheta, e não fosse pelo seu excesso de dentes, eu gozaria novamente ali.

Clamei então por outra camisinha, já com o boneco em riste, e mandei que ela viesse por cima. Ela sentou com a bucetinha no meu pau e se apoiou no meu peito, subindo e descendo o quadril com velocidade enquanto se apoiava nos pés. Ah, graças ao funk hoje em dia as mulheres estão bem mais habilidosas para sentar, e a minha pequena barista era um clássico exemplo das maravilhas que o funk pode fazer para uma boa noite de sexo. E enquanto ela saltava sobre meu mastro, seus peitinhos pequenos pulavam e bailavam junto com seus cabelos, e ela olhava para mim, sorrindo, me deixando ainda mais satisfeito por estar fodendo aquela delicinha.

Me sentei na cama e ela continuou cavalgando no meu pau, enquanto eu a segurava pelas costas e nos beijávamos. Em determinado momento ela trocou os saltos por uma rebolada fantástica, algo que me deixou ainda mais louco por aquela morena. Nunca na minha vida alguém havia mexido os quadris daquela forma com minha trosoba dentro, aquilo era incrível, e a pequena barista me provou que mesmo para um camarada bem experiente em matérias sexuais, sempre há algo para aprender.

Em seguida ela se levantou e me puxou até a beirada da cama. Sentei e abri as pernas, e em seguida ela sentou novamente no meu pau, agora de costas para mim. Primeiro ela quicou, depois ela rebolou, e então ela apoiou as mãos no chão, fazendo uma posição de “ponte”, e mandou que eu abrisse bem as pernas para ela jogar a buceta na direção do meu pau. Funcionou, funcionou bem demais! A sensação era ótima e a visão incrível. E depois de algumas surras de buceta ela pulou, se jogou na cama e disse que estava gozando loucamente, que meu pau era incrível e que eu era uma máquina do sexo. Adoro esses elogios.

Mas eu queria gozar de novo, então a segurei pelo cabelo, a levei até a parede e botei ela empinadinha, espalmando o espelho enquanto aguardava pela minha piroca. Abusando de minha força no quadríceps para comer mulher baixinha, posicionei a trosoba na direção de sua prexequinha e mandei ver, fodi bem forte aquela moreninha gostosa enquanto segurava em sua cintura. Ela gemia alto e tentava se equilibrar com minhas pirocadas intensas, e eu só prendia com firmeza seus quadris e me deliciava com a sonoridade do meu pau invadindo aquela bucetinha encharcada.

Gozei novamente, de forma intensa, e minha piroca pulsava voraz dentro daquela mocinha. Ela então me levou para a cama, me deitou novamente, tirou a camisinha e me chupou bem suave. Mesmo com minha vara perdendo a energia ela não parou, e continuou a me chupar até o balão encher novamente, continuando a me chupar por vários minutos, muito tempo mesmo, até que eu finalmente gozei em sua boca. Pouca coisa, quase nada, meus testículos deviam estar me xingando por eu lhes fazer trabalhar tanto, mas a culpa era daquela morena, que definitivamente não estava disposta a me deixar descansar.

Morena: “Vou para o banho, quando estiver pronto, vem comigo.”

Quanto eu estiver pronto? Filha da puta. Eu havia acabado de gozar pela terceira vez sem um mísero descanso. Mas eu não podia negar fogo com aquela delícia que eu tanto desejei, então fui atrás dela, primeiro com a intenção de simplesmente observá-la no banho enquanto meu corpo voltava a bombear sangue para a terceira perna. Porém, quando ela entrou no box, se apoiou na parede e começou a passar o sabonete dentro da bundinha, para em seguida começar a masturbar seu cuzinho com o dedo enquanto repetia aquele mantra: “vem Del, vem Del, vem Del”

Não resisto a um cu, e meu corpo sabe disso. Não sei como mas minha piroca reviveu, e eu entrei naquele box com a fúria de um predador. Posicionei-me atrás da morena enquanto observava sua cara de safada. Coloquei a pica na porta do seu cuzinho e ela falou “mete”. Meti. Enterrei a vara devagar em seu cuzinho, mas de uma vez, até ver mais da metade do meu volumoso instrumento sumir dentro daquela bundinha deliciosa. Camisinha? Agora era tarde. Só me preocupei em foder a morena com força, entrando e saindo de seu cu deliciosamente estreito enquanto arrancava gemidos intensos da pequena barista.

Eu queria ver sua cara enquanto eu lhe fodia a bunda, então levei a morena até a pia do banheiro, a coloquei com os cotovelos apoiados e a bundinha empinada. Em seguida soquei novamente a vara em seu cuzinho ensaboado e a segurei pelos cabelos, puxando sua cabeça para trás me fazendo ver sua cara de tesão enquanto eu enterrava toda a minha virilidade naquele cuzinho delicioso. Meti forte e intenso até gozar. Deve ter saído uma mísera gota de porra, se saiu, mas o orgasmo foi tão intenso e voraz que eu senti alguma vertigem, ao mesmo tempo em que minha perna bambeou e eu tive que me sentar no chão. Ela sentou-se comigo, e jogou seu corpo sobre o meu, dizendo que eu tinha acabado com ela.

Enquanto me recuperava, segurei seu queixo e olhei em seu rosto, e vi aquele sorriso mais uma vez. Naquele momento lembrei-me de todas as vezes que fui naquela cafeteria apenas para sonhar com esse sorriso e, definitivamente, nenhum dos meus sonhos foi capaz de me preparar para aquela noite com a pequena barista.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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  1. Yasmin

    Lembra de mim? É a Yasmin 😉

    Saudades de vc e de escrever no blog… Te procurei pelo nome Del e te achei aqui!
    O antigo blog sumiu 😦

    Passei pra dar um oi e deixar um bjao pra voce!

    • Delicious M. Sweetness

      Yasmin, aquela Yasmin maravilhosa que habita meus sonhos até hoje? Sério mesmo, pensei em vc esses dias, a Lei da Atração funciona mesmo.

      O blog antigo tirei do ar, tava me dando muito trabalho, estou seguindo com esse aqui que é (quase) politicamente correto.

      Grande beijo, minha musa. Me manda um e-mail no pimpando@gmail.com, vamos trocar contatos.

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