#71

Minha Delicinha

A personagem deste conto é a mesma personagem do conto anterior.

Logo que cheguei em casa, encontrei ela lá a me esperar. Seu corpo moreno, pequeno, seus belos seios empinados e suas curvas que me levam ao delírio. Em seus olhos, uma aura de tesão incomparável. Seu sorriso metálico me enlouquecia de forma completa, fazendo meu mastro crescer vigoroso dentro da calça, pulsante de desejo de adentrar aquela pequena mocinha.

Ela não trajava nada além de uma pequena calcinha rosa, que eu lhe dei de presente. Nada cobria aqueles seios que tanto me fascinavam e, como se ela soubesse exatamente o que precisa fazer para me tirar do sério, seus cabelos estavam presos em uma maria-chiquinha alta, de forma a deixar aquela ninfeta de 18 anos visualmente mais adolescente do que nunca.

Tirei a arma da cintura e repousei sobre a mesa, fazendo o mesmo com minhas chaves e documentos. Ela me puxou pelo cinto em sua direção, sentou-se no sofá e começou a desabotoar o jeans, sabendo que ali dentro algo selvagem pulsava de desejo por ela. Não levou mais do que alguns segundos para a moça envolver meu mastro em suas mãos, colocando em seguida meu membro em sua boca e me dando prazer intenso com sua língua macia e sua boca quente a me envolver a piroca.

Segurei gentilmente em sua cabeça e conduzi seus movimentos enquanto ela me chupava. Meus gemidos eram intensos e ela, vendo que sabia me satisfazer, olhou para mim e abriu um sorriso, um belo sorriso metálico, amplificando meu tesão. Cada vez que ela deslizava sua boca pelo meu membro, deixava um rastro de saliva que o fazia brilhar, algo sensacional de se ver. Puxei então seus cabelos e dei uns tapas com meu pau em suas bochechas, e ela sorria, gemia, dizia que queria mais e dizia que estava esperando ansiosa pelo seu macho.

Ouvir aquilo me transformou em um animal, uma besta do sexo, e eu joguei minha pequena delicinha no sofá, rasgando sua calcinha em pedaços logo em seguida. Seu olhar assustado e ao mesmo tempo provocante me tirou ainda mais do sério. Toquei em sua intimidade e senti que sua bucetinha estava encharcada, pronta para ser invadida por mim. Então a peguei firme pelo quadril, coloquei a novinha de quatro e montei nela, enterrando meu pau de uma vez dentro daquela grutinha quente e suculenta. Sua lubrificação intensa fazia meu pau ir e voltar majestosamente, e cada vez que eu chegava ao fundo, minha novinha morena alterava um tom em seus gemidos fantásticos.

Eu metia com força descomunal na mocinha, fazendo-a gritar enquanto suas maria-chiquinhas se sacudiam em ritmo heavy metal. Os vizinhos tinham duas opções diante de nossa sinfonia sexual: ou se horrorizavam ou se masturbavam. Em seguida virei a putinha gostosa de frente pra mim, abri suas pernas e me posicionei entre elas, enterrando meu membro na menina de forma que eu podia ver a expressão de prazer em seu rosto. Ela disse que já estava gozando, mas eu estava longe de terminar meu serviço.

Assim que ela gozou, tirei o pau e mergulhei o rosto em sua bucetinha carnuda, chupando-a deliciosamente e sentindo seu néctar possuir minha língua. Usei dois dedos para masturbá-la tanto no cu quanto na bucetinha, ao mesmo tempo em que eu lhe chupava o grelinho sem parar. Não demorou para ela gozar novamente, quase emendando com o gozo anterior, mas eu ainda queria mais.

Peguei a novinha no colo e a levei para a cama, deitando-a de bruços. Coloquei um travesseiro sob seu quadril para deixá-la empinada e mergulhei entre suas nádegas, chupando e lambendo seu cuzinho vorazmente, alternando com dedadas, sem nunca deixar de manter dois dedos sendo socados em sua bucetinha. Quando ela começou a rebolar de forma intensa, pulei sobre ela e meti em sua buceta, entrando devagar, sentindo meu pau submergir lentamente naquela gruta do prazer. Ela rebolava enquanto eu metia, e eu dizia em seu ouvido o quão deliciosa ela conseguia ser.

Aproveitei a lubrificação intensa daquela menina para posicionar o pau na porta do seu cuzinho, aquele delicioso cuzinho que ela havia guardado para mim, e eu seria o dono absoluto dele, sem jamais dividir com ninguém. A cabeça do meu pau forçava suas pregas, e ela relaxava para me receber em sua traseira, gemendo baixinho conforme meu mastro entrava devagar. Logo já havia meio pau dentro, então eu puxei para fora e enterrei devagar outra vez, ela gemia ainda mais. Puxei mais uma vez para fora e falei que iria enterrar tudo dessa vez, ela disse não, mas ignorei e entrei, inteiro. O calor daquele rabinho aquecia meu pau, e a ninfeta gemia enquanto eu socava minha virilidade com força entre suas nádegas.

Em seguida trocamos de posição e ficamos de ladinho, ela rebolava enquanto eu entrava gostoso em seu cu. Que morena gostosa, perfeita! Trocamos de novo de posição, ela pediu para sentar, e eu deixei. Deitei-me na cama e ela sentou sobre meu pau, de costas para mim, com o cuzinho, subindo e descendo no mastro como se dançasse funk. Ai meu piru, novinha senta devagar com o bumbum! Era o que eu queria cantar para ela, mas ela iria ignorar, ela quicava cada vez mais rápido, engolindo minha piroca com aquele cu incrível, sensacional!

Ela disse que iria gozar, e eu também. Deitei ela então sobre meu corpo, a segurei pelos seios e joguei o quadril pra cima, socando vorazmente o pau naquele rabinho, sem dó, até finalizar em uma gozada incrível, deliciosamente acompanhada pela gozada da moreninha.

Ficamos inertes na cama por vários instantes, ela deitada sobre mim, gemendo baixinho e respirando ofegante. Eu estava igualmente ofegante, passando a mão pelo corpo da moreninha e agradecendo aos deuses do sexo por ter uma mulher tão deliciosa ao meu lado. E antes de levantarmos para um banho, deitei-a de costas na cama e me posicionei sobre ela, apenas para beijar sua boca demoradamente e depois dizer, olhando em seus olhos, que não há mulher mais deliciosa no mundo.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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